11/09/2013

Juntos pelo Diogo Leça



Olá eu sou o Diogo tenho 10 anos e luto contra um cancro maligno à 6 anos já num estado avançado! 
Preciso da vossa ajuda para ir para a Alemanha!! 



Fonte: dnoticias.pt

Sou mãe, tenho dois filhos e sei que a minha felicidade depende claramente de tudo o que possa acontecer aos meus filhos. Aquele cliché que todos os pais usam de que um filho vem mudar as nossas prioridades é mesmo verdade.

Começamos ainda com os filhos na nossa barriga a traçar planos para que o nascimento corra bem. Cada vez que fazemos ecografias a ansiedade aparece… o bebé está bem? É saudável? Tem o peso certo? A nossa alimentação tem de ser mais cuidadosa, temos de abdicar de alguns vícios que sabemos ser prejudiciais, enfim, começa bem cedo a nossa missão de cuidar e proteger.

Vem esta reflexão a propósito de vários pedidos de ajuda que têm aparecido no Diário, e nas redes sociais. Pais desesperados pedem ajuda à comunidade para tentarem salvar aquilo que de mais importante têm nas suas vidas. Infelizmente cada vez surgem mais casos e a maior parte de nós caminha impávida e serena como que habituada e resistente à dor do próximo. 

Não pensamos que por detrás destes apelos desesperados estão pais e mães como nós que de uma hora para a outra viram as suas vidas viradas do avesso. Pais que passam a maior parte do tempo em hospitais, pais que vivem em função de resultados de exames, pais que perdem o emprego porque precisam de estar lá, a segurar a mão do filho, tenha a idade que tiver. Pais que todos os dias secam lágrimas às escondidas porque precisam de parecer fortes, precisam de arranjar forças para aguentar uma dor que é insuportável.

A luz ao fim do túnel por vezes existe, pode ser uma luz muito ténue, mas é a única esperança. É uma luzinha em forma de tratamento experimental, numa clinica privada, noutro país e que custa milhares de euros. Os pais acreditam que o filho pode curar-se, mas entre a doença e a cura existe a falta de dinheiro. O dinheiro que dizem não trazer felicidade, agora é a única forma de salvar aquela vida.


Eu sou amiga da Filomena Leça, que tem um único filho – o Diogo Leça e que sofre de um Neuroblastoma grau 4, desde os 4 anos. Neste momento o Diogo tem 10 anos e está no IPO de Lisboa cheio de dores e a ser medicado com morfina. Durante 6 anos a Filomena e o marido fizeram tudo o que o sistema de saúde português lhes indicou, foram 6 anos de sofrimento, com melhoras e recaídas e agora a solução é ver o menino morrer ou tentar um tratamento com células dendríticas que se realiza na Alemanha, mas que custa aproximadamente 50.000 euros com tudo incluído. Mais informação no facebook – Juntos pelo Diogo Leça (Para ajudar o Diogo o NIB é 001800033433915002084 / IBAN PT50 001800033433915002084 – Banco Santander Totta)
 
A única hipótese é pedir ajuda e não é fácil para uma família que sempre teve orgulho em ser auto-suficiente e que durante 6 anos tentou sem sucesso a cura do seu filho. Agora não há espaço para ter orgulho ou vergonha. 

Como o Diogo existe outros meninos e meninas a precisar de ajuda. Se cada um de nós der nem que seja 50 cêntimos, multiplicados por milhares de pessoas, talvez seja possível ajudar a salvar muitas vidas.

Quem puder ajudar, não fique indiferente, porque existe muito sofrimento que pode ser atenuado com um pequeno gesto de cada um de nós. Podemos ser heróis.



2 comentários:

  1. Bom dia, vi o vosso apelo e sendo este um blog público vou tomar a liberdade de pegar nesta foto do Diogo com o Ronaldo e que tem o NIB, vou juntar-lhe excertos do texto e vou publicar no meu mural e pedir também divulgação.

    A minha intenção é ajudar a ajudar e não ser invasiva, se levarem a mal mandem-me uma mensagem por MP no facebook (https://www.facebook.com/vanda.nunes) que eu retiro o post.

    Desejo que o Diogo consigo a sua ida à Alemanha e que consiga a cura. Felicidades.

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  2. Boa noite. A Alemanha não é o único sítio onde produzem vacinas, e mesmo essas vacinas não dispensam quimio ou radioterapia. Neste site podem encontrar outras vacinas que estão a ser estudadas e quem sabe enviarem e-mail para que quem administrar o site vos possa orientar. Vejam a secção das vacinas. http://www.acoescan.org/eng/cancer_adults_new_cancer_vaccines_jacinto_convit.aspx
    Outra questão que me deixou com um pé atrás foi o facto de, numa reportagem precisamente referente às vacinas na Alemanha, não haver qualquer impossibilidade de pegarem na fórmula e fazerem essa vacina noutros lugares que não a Alemanha. Mas também, não vi interesse por parte dos outros países em fabricarem essa vacina. Isto é no mínimo estranho, pois estamos com unidades de "Champalimaud" bem avançadas, inclusivamente com cientistas provenientes do estrangeiro. Custa-me chegar à triste conclusão que não é do verdadeiro interesse tratar de assuntos de oncologia. Existe um e-mail nesse site. Eu mandaria e-mail.

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