Tempo em Algueirão Mem Martins
domingo, 29 de setembro de 2019
sábado, 21 de setembro de 2019
[Hipersuper] Glovo passa a estar disponível em Sintra
A aplicação Glovo iniciou operação em Sintra, estando agora presente em 15 cidades em Portugal.
Agualva, Algueirão, Cacém, Mem Martins, Mercês e Portela de Sintra são as localidades abrangidas pela operação no concelho de Sintra.
Os restaurantes associados à encomenda e entrega de refeições são o Burger and Company, o Kyonagi, o Mua Hito Sushi Lounge, o Justsushi, o Trieste, o Segredo do Paladar, o McDonald’s, o Pans & Company, o Pizza Hut e o KFC.
A Glovo, que iniciou em 2017 a operação em Portugal em Lisboa, cobre agora os concelhos da Amadora, Almada, Braga, Coimbra, Faro, Funchal, Gaia, Guimarães, Matosinhos, Lisboa, Oeiras, Porto, Queluz, Santo Tirso e Sintra.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Histórias na 1ª pessoa AMM [08]
As primeiras memórias que guardo de Mem Martins são do tempo em que acompanhava a minha avó a vender fruta, todos os sábados junto do Mercado de Fanares. O meu avô trazia todas as caixas na carrinha e eu ficava com a minha avó.
Este acontecimento semanal durou durante muitos anos, e conheci muitas pessoas e senhoras simpáticas que muitas vezes me ofereciam pequenas prendas.
Hoje vivo longe daqui, mas sempre que estou por perto adoro passar por ali, e lamento muito ver o antigo Mercado abandonado e aquela zona um pouco esquecida... ficando apenas as memórias...
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
Histórias na 1ª pessoa AMM [07]
As primeiras memórias que eu tenho de Mem Martins são da minha infância,
quando vinha até cá com a minha avó, para um anexo da casa de uma amiga dela
para fazer casca de queijadas de Sintra. Muitas vezes ficava lá a ajudar e
outras vezes ia com o filha da sra da casa para a fonte dos casais para ver os
lagostins.
São imagens que guardo fielmente na minha memória, e que infelizmente se
foram perdendo com a evolução daquela pena aldeia que conheci.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Incêndio na Tapada das Mercês
Um incêndio deflagrou esta noite junto ao Reservatório de Água dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra, situado na Tapada das Mercês.
O alerta para o sinistro foi dado às 21h50, para as chamas que evoluíam em zona de mato , mas que agora se encontra controlado e em fase de rescaldo.
Histórias na 1ª pessoa AMM [06]
O meu pai era responsável numa instituição bancária na zona da Estefânia
em Sintra, e ele todos os dias vinha da nossa casa, um apartamento em Benfica.
Eu sabia que os meus pais procuravam uma casa mais perto do trabalho do meu
pai, e foi assim que acabaram por comprar uma moradia na av. D. Afonso
Henriques, no Algueirão.
Na altura foi um choque para mim pois fiquei a morar longe dos meus
amigos, e numa escola nova. No entanto, o ambiente aqui era calmo e rapidamente
fiz novos amigos. Acreditem que nunca mais quis sair daqui, hoje tenho 50 anos
e adoro morar no Algueirão, um sítio calmo e de fácil acesso a tudo.
Histórias na 1ª pessoa AMM [05]
Vim para Mem
Martins no final dos anos 60 pois aqui encontrei um trabalho na Construção
Civil. Inicialmente era um mero servente e trabalhei em muitas construções que
duram até os tempos de hoje. Tive vários patrões e por cá conheci muita gente.
Com a
experiencia que adquiri e muitas horas de trabalho, comecei a fazer trabalhos
como armador de ferro… e com muito orgulho hoje posso dizer que estive na
construção de muitos bairros, prédios e vivendas que nasceram em Mem Martins:
Santa Teresinha, Ouressa, São Carlos 2, Casal de São José…
No inicio da
minha presença na freguesia vivi num pequeno anexo na Barrosa, mas graças ao
meu trabalho consegui construir a vivenda da minha família, onde vivo até os
dias de hoje no Algueirão…. E onde espero continuar ate aos últimos dias da
minha vida.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Histórias na 1ª pessoa AMM [04]
Eu vivia no Entroncamento, mas no verão, quando tinha as
férias grandes, eu vinha passar sempre 15 dias à casa dos meus tios no Bairro
de São Carlos em Mem Martins. Eu tinha aqui os meus amigos de verão.
Adorava quando nos juntávamos na garagem para as típicas
brincadeiras de crianças e de adolescentes, mas há uma coisa que sempre
marcou-me, e me lembro até aos dias de hoje. Já naquele tempo, na época de verão,
ocorriam os habituais incêndios de verão, e sempre que tocava a sirene do
quartel ou ouvíamos o som dos camiões aproximarem-se, corríamos todos até junto
da estrada para assistir àquele momento… a passagem dos camiões em marcha de
urgência.
Todos adoravam, e as questões seguintes eram sempre as
mesmas: será um fogo grande? Onde será? Será mato ou uma casa?
Mas o que eu mais adorava é quando passava o antigo
‘Chevrolet’ dos bombeiros, pois era diferente, eu ficava vidrado naquela
máquina. Era tipo americano, e estranhamente sonhava em ter um camião igual
para mim….
O momento perfeito foi quando fui ao quartel para espreita-lo
e consegui entrar dentro daquele fantástico camião, na companhia de 2 bombeiros
que me mostraram todas as sua funcionalidade, e me convidaram para uma pequena
volta pelas ruas de Mem Martins… e face a este meu fascínio juvenil tornei-me
Bombeiro Voluntário… até hoje…
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no
desafio que lancei na pagina do facebook)
Histórias na 1ª pessoa AMM [03]
Nasci em 1949 no Casal das Luvas no Algueirão, e ainda quando bebé fui
viver com os meus pais e irmãs para o ‘Casal Palhinha’. Os donos do Casal
viviam em Lisboa, na Praça do Areeiro, e vinham sempre passar as suas férias ao
seu casal do Algueirão e a minha mãe cuidava do Casal na perfeição de modo a
garantir não ocorrer nenhuma falha no dia da sua chegada.
A piscina da Quinta era um dos pontos de atracão para os amigos dos
donos, mas que eu também utilizava com as minhas irmãs nos dias de sol, quando
não aparecia ninguém no Casal.
Naquele tempo lembro-me de ir buscar Ovos, Laranjas e Queijos Frescos ao
antigo Casal da Cavaleira… e era sempre bom ir ao Baile nos Recreios
Desportivos do Algueirão…. Ter frequentado a Escola Primaria do Algueirão Velho
com a Dona Maria e Dona Estela também traz boas memórias do antigo Algueirão.
Estava a aprender costura perto da Farmácia Rato, e certo dia, perto do
Natal, pouco passava das 18h e ouvimos um forte barulho…. buhhhhhhhh ‘O que
terá acontecido? O barulho veio da direcção do ‘Casal de Ouressa’, e começamos
a perguntar às pessoas que passavam na rua se sabiam o que tinha acontecido…
mas ninguém dizia nada, mas havia muita agitação nas pessoas e alguém gritou:
“o comboio tinha acabado de passar….” Pois e embateu numa locomotiva de
mercadorias…. E todos corremos até ao local do acidente.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no
desafio que lancei na pagina do facebook)
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Histórias na 1ª pessoa AMM [02]
Vim viver para Mem Martins nos anos 80, quando estava a ser
construída a Urbanização do Pinhal, e ali comprei o apartamento onde vivi
durante 20 e tal anos. Àquela urbanização também chamava a ‘Urbanização da Beirobra’, mas a compra
daquele apartamento tinha como objectivo ficar mais perto do meu trabalho, pois
eu trabalhava numa grande fábrica de confecções junto à estação da CP no Cacém.
Eu acabava de trocar Pêro Pinheiro por Mem Martins.
Uma mulher sozinha acabava de comprar a sua casa, e deixar
uma zona mais rural para vir viver para uma zona muito mais citadina. Foram
anos muito bons, onde sempre se senti segura.
A rotina era simples, e todos os dias antes de apanhar o
comboio em direcção ao meu trabalho, parava no ‘Granada’ para o café da manhã. Confesso que adorava todos os
sábados ir às compras ao Mercado de Fanares, era algo que não podia faltar
todas as semanas. E eu adorava convidar as minhas amigas de infância para uma
boa sessão de cinema no Chaby.
Passados muitos anos acabei por regressar às minhas origens,
e hoje vivo novamente em Pêro Pinheiro, mas recordo com alegria os tempos que
vivi em Mem Martins.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
Histórias na 1ª pessoa AMM [01]
Sempre vivi em Mem Martins, toda a minha vida foi aqui, primária, ciclo preparatório, secundário, e
trabalho. Aqui brinquei, namorei e casei, nesta vila da qual sempre tive
orgulho em viver. Uma vila quase auto-suficiente, pois aqui temos quase tudo….
Só lamento a falta de um bom jardim, com qualidade para uns bons momentos de
lazer.
Lembro-me de jogar futebol com os meus
amigos da praceta, em que as balizas eram apenas duas pedras, e de ir ao Centro Comercial Drugs para comprar
jogos do ZX Spetrum. Os meus pais
trabalhavam na Messa, e foi graças a
esse trabalho que eles vieram para aqui viver.
Mas o encerramento daquela fábrica foi um
grande desgosto para os meus pais, e criou grandes dificuldades familiares, e
tornou a nossa vida muito difícil, de tal forma que tive de deixar a escola e
procurar um trabalho.
E tantos anos depois, confesso que ainda me
custa passar junto das ruínas daquela fábrica, e recordar-me de todas as
histórias que eles me contavam.
(histórias contadas por pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei na pagina do facebook)
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
[Radio Comercial] Câmara de Sintra vai ter plano de intervenção para combater criminalidade
A autarquia pretende prevenir a delinquência juvenil, reduzir as vulnerabilidades sociais e promover a cidadania e a igualdade de género.
A Câmara Municipal de Sintra, no distrito de Lisboa, e o Governo apresentam hoje um plano de intervenção local para prevenir a delinquência juvenil, reduzir a criminalidade e promover a cidadania e igualdade de género.
Este plano de intervenção insere-se no Contrato Local de Segurança (CLS) do concelho de Sintra, segundo refere a autarquia, em comunicado.
A nota refere que o plano de intervenção do CLS irá incidir nos bairros do Pendão (Queluz e Belas), Casal de São José (Algueirão Mem Martins), Tapada das Mercês (Algueirão Mem Martins) e nas áreas circundantes às estações da CP de Agualva-Cacém, Monte Abraão e Rinchoa.
Os objetivos desta intervenção, explica a Câmara de Sintra, são prevenir a delinquência juvenil, reduzir as vulnerabilidades sociais e promover a cidadania e a igualdade de género.
A cerimónia de apresentação do CLS de Sintra será presidida pela secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto.
domingo, 18 de agosto de 2019
sábado, 17 de agosto de 2019
terça-feira, 6 de agosto de 2019
[NIT] Este sushi é feito de gelado, chegou a Portugal e come-se com pauzinhos
Não há atum, salmão, molho de soja ou gengibre. Só fruta, chocolate, brownies e amendoim. E criatividade.
Se houvesse um Óscar para a pastelaria mais criativa do País, teria de ser dado à Tulipa Dourada. Este espaço de Sintra está sempre a apresentar novidades inesperadas. Depois de tacos coloridos com gelado e animais feitos de mousse, chegou o gelado de sushi que se come com pauzinhos.
A novidade foi lançada pela pastelaria esta sexta-feira, 2 de agosto. O prato parece ter saído de um qualquer restaurante japonês, mas tudo o que ali se apresenta é doce. O chocolate quente faz a vez do molho de soja e o wasabi é substituído por um creme de abacate.
O sashimi de atum chega em forma de morango laminado e o gengibre é a banana cortada em fatias. Depois tem as peças, também com opções doces. O gunkan, por exemplo, junta um brownie de chocolate, chocolate de pistácio e umas esferas de morango.
Uma outra opção tem esferas de amendoim crocante, em vez das ovas de peixe, e uma base de chocolate branco e framboesa. Todos os elementos são caseiros e feitos na zona de produção da Tulipa Dourada. O prato custa 5,90€.
A pastelaria fica em Mem Martins e serve todos os dias entre as 7 e as 19 horas. Reabriu no início de junho com uma nova decoração.
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