Tempo em Algueirão Mem Martins
domingo, 6 de outubro de 2019
domingo, 29 de setembro de 2019
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Histórias na 1ª pessoa AMM [08]
As primeiras memórias que guardo de Mem Martins são do tempo em que acompanhava a minha avó a vender fruta, todos os sábados junto do Mercado de Fanares. O meu avô trazia todas as caixas na carrinha e eu ficava com a minha avó.
Este acontecimento semanal durou durante muitos anos, e conheci muitas pessoas e senhoras simpáticas que muitas vezes me ofereciam pequenas prendas.
Hoje vivo longe daqui, mas sempre que estou por perto adoro passar por ali, e lamento muito ver o antigo Mercado abandonado e aquela zona um pouco esquecida... ficando apenas as memórias...
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
Histórias na 1ª pessoa AMM [07]
As primeiras memórias que eu tenho de Mem Martins são da minha infância,
quando vinha até cá com a minha avó, para um anexo da casa de uma amiga dela
para fazer casca de queijadas de Sintra. Muitas vezes ficava lá a ajudar e
outras vezes ia com o filha da sra da casa para a fonte dos casais para ver os
lagostins.
São imagens que guardo fielmente na minha memória, e que infelizmente se
foram perdendo com a evolução daquela pena aldeia que conheci.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Incêndio na Tapada das Mercês
Um incêndio deflagrou esta noite junto ao Reservatório de Água dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra, situado na Tapada das Mercês.
O alerta para o sinistro foi dado às 21h50, para as chamas que evoluíam em zona de mato , mas que agora se encontra controlado e em fase de rescaldo.
Histórias na 1ª pessoa AMM [06]
O meu pai era responsável numa instituição bancária na zona da Estefânia
em Sintra, e ele todos os dias vinha da nossa casa, um apartamento em Benfica.
Eu sabia que os meus pais procuravam uma casa mais perto do trabalho do meu
pai, e foi assim que acabaram por comprar uma moradia na av. D. Afonso
Henriques, no Algueirão.
Na altura foi um choque para mim pois fiquei a morar longe dos meus
amigos, e numa escola nova. No entanto, o ambiente aqui era calmo e rapidamente
fiz novos amigos. Acreditem que nunca mais quis sair daqui, hoje tenho 50 anos
e adoro morar no Algueirão, um sítio calmo e de fácil acesso a tudo.
Histórias na 1ª pessoa AMM [05]
Vim para Mem
Martins no final dos anos 60 pois aqui encontrei um trabalho na Construção
Civil. Inicialmente era um mero servente e trabalhei em muitas construções que
duram até os tempos de hoje. Tive vários patrões e por cá conheci muita gente.
Com a
experiencia que adquiri e muitas horas de trabalho, comecei a fazer trabalhos
como armador de ferro… e com muito orgulho hoje posso dizer que estive na
construção de muitos bairros, prédios e vivendas que nasceram em Mem Martins:
Santa Teresinha, Ouressa, São Carlos 2, Casal de São José…
No inicio da
minha presença na freguesia vivi num pequeno anexo na Barrosa, mas graças ao
meu trabalho consegui construir a vivenda da minha família, onde vivo até os
dias de hoje no Algueirão…. E onde espero continuar ate aos últimos dias da
minha vida.
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no desafio que lancei
na pagina do facebook)
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Histórias na 1ª pessoa AMM [04]
Eu vivia no Entroncamento, mas no verão, quando tinha as
férias grandes, eu vinha passar sempre 15 dias à casa dos meus tios no Bairro
de São Carlos em Mem Martins. Eu tinha aqui os meus amigos de verão.
Adorava quando nos juntávamos na garagem para as típicas
brincadeiras de crianças e de adolescentes, mas há uma coisa que sempre
marcou-me, e me lembro até aos dias de hoje. Já naquele tempo, na época de verão,
ocorriam os habituais incêndios de verão, e sempre que tocava a sirene do
quartel ou ouvíamos o som dos camiões aproximarem-se, corríamos todos até junto
da estrada para assistir àquele momento… a passagem dos camiões em marcha de
urgência.
Todos adoravam, e as questões seguintes eram sempre as
mesmas: será um fogo grande? Onde será? Será mato ou uma casa?
Mas o que eu mais adorava é quando passava o antigo
‘Chevrolet’ dos bombeiros, pois era diferente, eu ficava vidrado naquela
máquina. Era tipo americano, e estranhamente sonhava em ter um camião igual
para mim….
O momento perfeito foi quando fui ao quartel para espreita-lo
e consegui entrar dentro daquele fantástico camião, na companhia de 2 bombeiros
que me mostraram todas as sua funcionalidade, e me convidaram para uma pequena
volta pelas ruas de Mem Martins… e face a este meu fascínio juvenil tornei-me
Bombeiro Voluntário… até hoje…
(histórias contadas por
pessoas que aceitaram participar
no
desafio que lancei na pagina do facebook)
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