Tempo em Algueirão Mem Martins

terça-feira, 28 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

[Correio da Manhã] Polícia organiza assalto à sogra em Mem Martins

Luís Conceição, agente da PSP, está sentado no banco dos réus ao lado de Paulo Pereira Cristóvão, ex-vice-presidente do Sporting, e de ‘Mustafá’, chefe da claque leonina Juve Leo. Com eles, a responder por roubos violentos, sequestros e associação criminosa, estão outros dois polícias – Elói Fachada e Telma Freitas.

Ontem, a agente da PSP assumiu que esteve num dos assaltos a casa de uma idosa em Mem Martins, a 1 de julho de 2014. "Era a casa da mãe da namorada do Luís Conceição. O Elói [companheiro de Telma na altura] disse-me que precisava de ajuda numa situação. Que eu iria tocar à campainha fardada e que seria feita uma rusga. E assim fiz, estava fardada, com a minha arma, mas estive sempre na cozinha com as duas senhoras.

Não houve violência
", disse ontem ao coletivo de juízes. Telma Freitas continuou. "Quando fomos dividir o dinheiro eu disse ao Elói que não queria a minha parte." Telma assegura que só fez parte do assalto porque Luís Conceição não podia participar, uma vez que era namorado da filha da vítima – uma mulher que conheceu na esquadra. A mesma que lhe confidenciou que em casa da mãe havia um cofre com dinheiro.

O assalto rendeu cinco mil euros. Telma Freitas, em liberdade a ser julgada, vive agora no Norte do País. Diz que se afastou da Grande Lisboa por medo, por ela e pelos filhos, fruto de uma relação com um oficial da PSP. Luís Conceição também falou ontem em tribunal: assumiu a participação em alguns dos assaltos mas disse que ia sempre a mando de ‘alguém’ e que se tratava de cobranças. Assumiu aos juízes que era ele quem forjava os "falsos mandados de busca". Os agentes estão suspensos.


Ler mais em: 
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/policia_organiza_assalto_a_sogra.html

sábado, 25 de junho de 2016

Danilo e William

Na selecção Portuguesa presente no Euro 2016 em França, encontram-se 2 jogadores que começaram as suas carreiras futebolísticas em clubes de vila de Algueirão Mem Martins:





segunda-feira, 20 de junho de 2016

[Hipersuper] Espanha e Brasil na mira da retalhista portuguesa Topsndolls

A Topsndolls é a “segunda cadeia organizada” de revenda de produtos para criança a instalar-se no País, mas o primeiro conceito “100% português”. A rede de ‘franchising’ nasceu no Porto e tem como um dos objetivos a internacionalização.

Em Mem Martins, na Av. Chaby Pinheiro nº26
Foi para preencher a lacuna de revenda de artigos de criança que nasceu em 2009 no Porto a retalhista de revenda de produtos para criança Topsndolls que conta com cinco lojas, situadas no Porto, Vila Nova de Gaia, Oeiras, Odivelas e Mem Martins.
Esta é a “segunda cadeia organizada” em Portugal que vem dar rendimento aos pais pelos artigos que os filhos já não podem usar. Ao contrário da cadeia Kid to Kid, conceito que foi importado, a marca é totalmente portuguesa e com objetivos de alargar a mais geografias. Daí a escolha do nome em inglês.

“Revenda é consequência do consumo”
Este nome varia da conjugação das palavras “tops” (peões) e “dolls” (bonecas). Foi inspirado num livro sobre uma história, que se passa entre a Idade Média e o princípio do Renascimento, em que as meninas brincavam com bonecas de trapos e os meninos com peões”, explica em entrevista ao HIPERSUPER Sérgio Carvalho, ‘master’ da insígnia. “Decidi investir neste negócio porque vi uma oportunidade no mercado de reutilização, já que não faz concorrência ao mercado de produtos novos. É uma consequência de haver consumo de artigos novos”.
Para arrancar com o projeto, investiu há sete anos “cerca de 75 mil euros” na abertura da primeira loja, a única própria que detém. As restantes são franchisadas. “Como as rendas baixaram, neste momento investir num ponto de venda da marca ronda os 50 mil euros. Os promotores do negócio começam por ser clientes e depois decidem abrir uma loja. Mas, para isso, têm que respeitar várias condições. Uma delas é serem eles próprios funcionários da loja. Este negócio dá muito trabalho e precisamos de investidores dedicados”, sublinha.
As cinco lojas têm em média 200 metros quadrados e expõem “mais de cinco mil artigos” cada. As roupas e o calçado representam “75% do volume de negócio” da cadeia, que abrange também a puericultura – pesada e leve – e brinquedos. O ‘stock’ é acumulado ao longo do ano em armazém, através das mães e pais que ali deixam os artigos que já não servem aos filhos, com idades entre os 0 e os 12 anos. São avaliados através de um sistema informático comum a toda a rede, que calcula o valor consoante a informação submetida sobre o estado do produto. Depois seguem para os lineares com preços “entre 50% a 60% mais baixos do que produtos novos”. Reparações não são feitas mas “por vezes, investimos no acondicionamento para acrescentar mais valor a certos bens”, diz o ‘master’.

Clientes reciclam cada vez mais
Temos clientes que só vendem, outros que só compram e cada vez mais temos pais que reciclam”, conta Susana Pereira, responsável da loja instalada em Oeiras há dois anos. “Quando vêm vender os artigos, oferecemos a possibilidade de cobrar 25% do valor em crédito na loja. Muitos pais vêm vender o que já não serve aos seus filhos e acabam por preferir ficar com a bonificação para levarem artigos da idade pretendida. Cada vez mais temos pessoas a aderir a este conceito de reciclagem”. Quanto à puericultura pesada (carrinhos, mobiliário, berços, cadeiras, entre outros), os artigos podem ser comprados à consignação, sendo que o cliente fica com 50% do valor quando o produto é vendido.
“Regra geral, cada loja tem os seus próprios clientes e vendedores, apesar de trocarmos produtos entre lojas quando há excesso numa e escassez noutra. A procura por certos produtos também obriga a que por vezes tenhamos que comprar artigos novos. Por exemplo, na loja de Oeiras as camisolas de gola têm muita saída, sendo que não temos resposta e acabamos por comprar”.
Expandir para Espanha e Brasil
Atualmente, o ‘master’ da insígnia está a analisar novas aberturas “na região da Grande Lisboa e do Grande Porto” mas só anunciará “quando estiverem de contrato assinado”. Além disso, a Topsndolls, que adotou esta designação com vista à internacionalização, pode-se instalar “a qualquer momento” no país vizinho, por via de ‘franchising’. “Neste momento, andamos com contatos em Espanha e interessava-nos também o Brasil. Estamos a fazer alguma divulgação nesse sentido”, revela Sérgio Carvalho.


Em 2015 a insígnia faturou “à volta de 800 mil euros em termos globais”, uma “ligeira subida” face ao ano anterior, e prevê uma evolução de entre 10% a 15% para este ano.

[Correio da Manhã] 300 mil sem patrulhamento automóvel

Esquadras de Mem Martins, Cacém e Mira Sintra sem carros.
clica para ver o video

Por Miguel Curado 300 mil sem patrulhamento automóvel Avarias simultâneas em três carros-patrulha, adstritos às esquadras da PSP de Mem Martins, Cacém e Mira Sintra, deixaram as cerca de 300 mil pessoas que ali residem sem patrulhamento automóvel. Fonte oficial da PSP confirmou ao CM as avarias inesperadas dos veículos. A situação ocorreu, ao que o CM apurou, em três das onze esquadras da Divisão de Sintra onde a área de patrulhamento a cobrir é maior. Esta unidade da polícia é, de resto, uma das que têm mais viaturas em oficinas para arranjar em todo o comando de Lisboa. A fonte oficial ouvida pelo CM admitiu que a situação tem vindo a arrastar-se há cerca de uma semana. "Temos minorado a situação pedindo que carros de esquadras vizinhas assegurem a patrulha. Estará para breve a chegada de carros a estas esquadras, vindos de outras divisões", concluiu.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/300_mil_sem_patrulhamento_automovel.html

quinta-feira, 16 de junho de 2016