Video com pequenos excertos da representação da 'Byfurcação - Associação Cultural'
Tempo em Algueirão Mem Martins
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Saudades ou só lembranças... do Algueirão
Texto que encontrei no blog 'Salvaterra e eu', e que aqui transcrevo com a autorização do seu autor João Celorico
"A ligar as duas partes, a de Cima com a de Baixo (do Algueirão), havia uma estrada (ainda hoje Estrada do Algueirão), poeirenta, que hoje, ruas com casas dum lado e doutro, é difícil a quem a não conheceu, saber onde passava. Como alternativa, havia um atalho (hoje o que, praticamente, é a rua dos Morés) pelo meio dos campos, onde, entre campos de cultivo, havia uma Fábrica da Telha.
A estrada, propriamente dita, começaria por alturas do que são, hoje, a Escola Primária e a Igreja, descia ligeiramente e depois de uma subida um pouco mais acentuada, curvava, onde hoje é a rua do Mercado, um pouco abaixo donde foi construído o reservatório de abastecimento de água (que ainda não havia, dado que a água que se utilizava era de poços ou fontes) para a esquerda e para baixo, descia de novo até encontrar a entrada inferior do atalho, numa zona baixa onde estava e ainda está uma mercearia e taberna que não recordo o nome (talvez, “A Competidora”) mas que era do “Pérlita”. Neste local, de passagem duma vala, houve certa vez uma grande inundação que impossibilitou a comunicação dos dois lados da povoação. Ainda pior, porque era por aqui o acesso de e para a estação dos caminhos de ferro!
Para lá da linha, ia à drogaria, à farmácia, ao cinema “Chaby”, acabado de construir e uma ou duas vezes, a uma drogaria, o “Africano”, para comprar lixívia (que os tempos eram de crise e não a havia em qualquer lado), ali para os lados dos Casais de Mem Martins.
"A ligar as duas partes, a de Cima com a de Baixo (do Algueirão), havia uma estrada (ainda hoje Estrada do Algueirão), poeirenta, que hoje, ruas com casas dum lado e doutro, é difícil a quem a não conheceu, saber onde passava. Como alternativa, havia um atalho (hoje o que, praticamente, é a rua dos Morés) pelo meio dos campos, onde, entre campos de cultivo, havia uma Fábrica da Telha.
A estrada, propriamente dita, começaria por alturas do que são, hoje, a Escola Primária e a Igreja, descia ligeiramente e depois de uma subida um pouco mais acentuada, curvava, onde hoje é a rua do Mercado, um pouco abaixo donde foi construído o reservatório de abastecimento de água (que ainda não havia, dado que a água que se utilizava era de poços ou fontes) para a esquerda e para baixo, descia de novo até encontrar a entrada inferior do atalho, numa zona baixa onde estava e ainda está uma mercearia e taberna que não recordo o nome (talvez, “A Competidora”) mas que era do “Pérlita”. Neste local, de passagem duma vala, houve certa vez uma grande inundação que impossibilitou a comunicação dos dois lados da povoação. Ainda pior, porque era por aqui o acesso de e para a estação dos caminhos de ferro!
Com o meu novo Mundo situado cá em Baixo, continuei a minha exploração. As casas aqui, eram mais novas e em maior número mas o movimento de pessoas nem por isso. Muitas das casas eram de veraneio (com o consequente abandono durante o resto do ano) e noutras, as pessoas não trabalhavam no Algueirão, saiam de manhã e retornavam já de noite. A proximidade da estação de caminhos de ferro, ajudava a isso.
É, então, que o centro do Mundo passa para o que se chamaria Rua M (ou seria N?) e hoje é a Rua de Santo Estêvão!E, é daqui que eu parto para a descoberta do resto do Mundo. Não me alargava muito, pois normalmente só ia até à linha do comboio.
Para lá da linha, ia à drogaria, à farmácia, ao cinema “Chaby”, acabado de construir e uma ou duas vezes, a uma drogaria, o “Africano”, para comprar lixívia (que os tempos eram de crise e não a havia em qualquer lado), ali para os lados dos Casais de Mem Martins.
Pois bem, saindo da tal rua M (ou N), chegava à estrada e, para baixo lá encontrava, do lado esquerdo os “Correios”, depois, à direita o “Pérlita", mais à frente, à esquerda a “Cabeleireira”, numa vivenda, lá para dentro e, já quase junto à linha, do lado esquerdo uma taberna, a “Cova Funda”, e na esquina defronte, uma mercearia.
Do lado direito, entre outros havia uma capelista e outra mercearia, e mais acima o talho do Alfredo Conde, cavaleiro tauromáquico, pai do também cavaleiro Manuel Conde. Este, tinha casado com a filha do Crispim, do Algueirão de Cima; e dizia-se que a família Conde, seriam os mais ricos de Maçãs de D. Maria! Dinheiro atrai dinheiro!
Ainda junto à linha e no sentido de Sintra, começava a Avenida Capitão Américo dos Santos que, penso ligava à avenida, chamada da “Torrejana”, porque lá no fim ficava uma loja (mercearia) com esse nome. Penso que hoje, essa avenida é a avenida Val do Milho.
Atravessada a linha, do lado esquerdo, ia-se até à Ribeira de Fanares, onde muitas vezes fui com minha mãe, para lavar roupa. Hoje será mais uma ribeira enterrada, talvez sob a Av. dos Capitães de Abril.
Em frente, além da drogaria do “Poças”, da farmácia “Químia” e duma mercearia, a que eu achava muita graça por dizer que era um Armazém de Víveres, coisa estranha para mim, e que ficava defronte da que foi Av. Chaby Pinheiro (penso eu), havia então nessa tal avenida, que pouco mais era do que um descampado, o Cinema “Chaby”. Foi neste cinema que eu vi o “Fado”, "Não há rapazes maus", “Duelo ao Sol”, “A Loura Incendiária”, “Sangue Ardente”, “Tão perto do meu coração”, e “Tarzan e a Fonte Mágica”, o primeiro filme do Tarzan interpretado pelo Lex Barker.
Não foram muitos os filmes que vi mas eu devorava os cartazes que apareciam na montra do “Pérlita”.
E, do lado de lá da linha, em Mem Martins, para mim, era tudo.
Do lado de cá, defronte da minha rua havia o que hoje é a rua do Forno e que era um caminho, até ao atalho. O forno era um forno de cal, local onde era frequente haver acampamento cigano, o que me obrigava, ao passar por ali, no meu caminho para a escola, a fazer uma espécie de “sprint” relâmpago, de modo a ver-me livre de sensações e medos estranhos demais para um miúdo.
Em sentido inverso, a zona de vivendas ali à volta, incluía uma padaria e um terreno mesmo a pedir que se fizessem ali uns “joguinhos” de futebol, que eu aproveitava na companhia de alguns veraneantes. Depois havia um regato, seco no Verão, uma zona de mato, e chegava à “Torrejana”, zona de mais algumas vivendas que se iam distribuindo na avenida, até à linha do comboio. Pouco mais havia, naquele mato imenso que ficava ali defronte de Ouressa mas, mesmo assim, lá no meio, o Colégio D. Afonso V, isolado, parecia não se importar muito com isso. O certo é que anos mais tarde, mudou-se para os lados de Fanares.
Por aqui, nada mais havia. De referir que para lá do atalho, na direcção das Mercês, havia o “Pinhal da Formiga”, onde corria uma ribeira que julgo seria a Ribeira de Fanares e onde apanhava lírio nas suas margens. Hoje, são ruas e prédios!
Assisti, à construção do edifício da Estação de Caminho de Ferro, pois até ali, o Algueirão, era apenas um apeadeiro; à viagem inaugural das primeiras carruagens, suíças, viagem feita pelo senhor Presidente do Conselho, dr. Oliveira Salazar e à viagem da rainha D. Amélia, a Sintra.
E, dos 3 aos 9 anos, foi este o meu Mundo, conhecido a palmo e que hoje me recuso a reconhecer mas que não esqueço!
A freguesia mais populosa do país, parece nunca ter tido passado. E futuro, terá?
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Recriação histórica do 25 de Abril em Algueirão Mem Martins
10h - 13h
Ruas de Algueirão – Mem Martins
12h00
Largo 25 Abril (perto da estação) Mem Martins
Largo 25 Abril (perto da estação) Mem Martins
Organização: Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins
Produção: Byfurcação - Associação Cultural
domingo, 20 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Desporto ao Ar Livre - Quinta do Butler
Durante
os meses de Abril e Junho a Junta de Freguesia de Algueirão- Mem
Martins irá promover uma iniciativa aos sábados de manhã, entre as 10h00
e as 12h30, na Quinta do Butler, Rua Popular de Moçambique, Mem
Martins.
Esta iniciativa será totalmente gratuita e aberta a
toda a população, proporcionando aos habitantes da nossa freguesia a
possibilidade de praticar desporto ao ar livre, promovendo a prática de
actividade física e fomentando hábitos saudáveis.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Feira Quinhentista em Mem Martins - 24 de abril
Para assinalar os 500 anos do Foral Manuelino de Sintra, o Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro vai realizar, no próximo dia 24 de Abril de 2014, uma Feira Quinhentista, nas instalações da EB 2,3 Ferreira de Castro, que envolverá toda a comunidade.
Esta atividade, associando as vertentes pedagógica, cultural e lúdica, privilegia atividades interdisciplinares e entre ciclos ao nível de conteúdos e competências, através da recriação histórica de uma feira quinhentista.
Nas instalações da Escola Básica 2,3 Ferreira de Castro será criado um ambiente que nos transportará à época do rei D. Manuel I, contando com a participação de comerciantes e artesãos locais que, integrados na época pretendida, divulgarão os seus produtos e saberes. Também os sabores terão lugar, aguçando os sentidos com iguarias de outros tempos, enquanto a animação estará a cargo de diversas instituições com música, poesia, dramatização, dança, jogos, exibição de quadros vivos, etc. A feira disporá, ainda, de diversos ateliês pedagógicos dinamizados por professores, alunos e instituições patrocinadoras, que levarão a comunidade a experimentar a realidade de outras épocas.
Este evento conta com o patrocínio da Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins e com a colaboração da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 Ferreira de Castro.
Convidamos, assim, as famílias dos nossos alunos a estarem presentes neste encontro e agradecemos toda a disponibilidade e dedicação das mesmas na criação de figurinos, pendões, naus, caravelas e tantos outros elementos que enriquecem a cultura dos nossos alunos.
Link (clica) Fonte: http://www.efcastro.pt/default.aspx?canal=13&artigo=364
domingo, 13 de abril de 2014
Acordo para obras na Tapada das Mercês dependente do BCP
O presidente da Câmara de Sintra diz estar prestes a fechar o acordo para o arranque das obras que faltam para concluir a urbanização da Tapada das Mercês, mas ainda tem de convencer o banco BCP e discutir o documento no executivo, razão pela qual não foi ontem celebrado durante a presidência aberta que promoveu na freguesia de Algueirão-Mem Martins.
Na sexta-feira, o autarca já tinha avançado a mesma informação na Assembleia Municipal de Sintra, após ser questionado pelo deputado João Silva, do Bloco de Esquerda, sobre quais as iniciativas da autarquia para resolver os problemas de degradação da urbanização, já denunciados naquele fórum por moradores. Em resposta, Basílio Horta recordou que a urbanização com mais de 20 anos, e onde vivem mais de 20 mil pessoas, não foi ainda recepcionada pela câmara porque faltam obras que o construtor não fez “devido a dificuldades financeiras”.
O presidente da câmara revelou, também, que a empresa construtora pretendia que a autarquia licenciasse a segunda fase da urbanização, conhecida como Quinta da Marquesa, para posteriormente fazer as obras em falta na Tapada das Mercês, uma pretensão que não aceitou. “Recusei, porque era somar um problema a outro. Não há Quinta da Marquesa sem resolução da Tapada das Mercês”, diz Basílio Horta, que admite que a negociação do acordo foi “muito complicada.”
Segundo explicou, o fundo imobiliário proprietário do Centro Comercial Floresta Center vai avançar com obras no valor de mais de um milhão de euros, nomeadamente na construção de um estacionamento de apoio ao centro comercial e a um novo supermercado, e na disponibilização de espaço para uma delegação da junta de freguesia. Está também a ser negociada a construção de um posto de combustíveis “low-cost”.
Ficam a faltar cerca de 500 mil euros de obras a cargo da Cintra Urbanizações e da Sociedade de Construções e Urbanizações Vicente Antunes, dependentes do desenrolar das negociações com a banca, dado que ao contrário do que chegou a admitir, a câmara não irá assumir esse investimento. “Não têm dinheiro e aí têm que entrar o banco BCP, que não quer assinar o acordo”, revela, assegurando que vai insistir junto do banco e reassumir o compromisso de licenciamento da primeira fase do loteamento da Quinta da Marquesa “no dia em que acabarem as obras na Tapada”.
Depois de resolvido o impasse que tem feito desesperar os moradores, a Câmara de Sintra diz-se pronta para avançar com os projectos do Parque Urbano e de recuperação da capela e do recinto da tradicional feira da Mercês. “O Parque Urbano não vai custar muito. Vamos limpar, fazer caminhos pedonais, pôr bancos e quanto muito fazer uma cafetaria de apoio que será concessionada. Segue-se a recuperação da capela e do recinto da feira, que custará dois milhões de euros”, revela o autarca.
“Já temos o acordo da partes, mas quero levá-lo à reunião de câmara [agendada para dia 22]. Prevê obras por parte da Fundimo [actual Fundger, Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, proprietária do Floresta Center] e da Cintra Construções, que têm um prazo de seis meses para fazer as obras que faltam. Acabado esse prazo e recebido o loteamento, imediatamente daremos autorizações para a primeira fase da Quinta da Marquesa”, disse ontem Basílio Horta.
Nova Igreja Mem Martins [Igreja Nossa Senhora da Natividade] (projeto)
INFORMAÇÕES GERAIS
- DATA DE PUBLICAÇÃO: 2013-07-10
- LOCAL DA OBRA: Rua Artur Bual - Mem Martins
- FASE DE ESTUDO: Projecto de Execução
- VALOR ESTIMADO: €1.500.000
- DATA PREVISTA DE INÍCIO DA OBRA:
Ano de 2013
ESPAÇO DE CULTO: O espaço interior quadrangular da igreja é definido por quatro grandes pilares com 6 x 6 m, cujos capitéis se desenvolvem formando arcos de volta perfeita que, uns com os outros, formam abóbadas de berço que se entrecruzam na zona central do altar.
O espaço definido por estas duas abóbadas de berço, com 11.50m de diâmetro por 8.50m de altura é iluminado zenitalmente por uma fresta em forma de cruz, definida pelas linhas de fecho das duas abóbadas cruzadas e introduz pela sua dimensão, nesta pequena igreja, uma escala digna da grandeza da “mensagem”.
A assembleia desenvolve-se em torno do altar, assegurando um bom grau de participação litúrgica e tem capacidade para 410 lugares sentados. As sacristias, as duas capelas mortuárias e o centro pastoral desenvolvem-se a partir da retaguarda do altar com acessos independentes.
CENTRO PASTORAL: O Centro Pastoral dispõe de um espaço amplo de entrada com acesso aos diversos serviços, zona de estar e cafetaria, por um núcleo de direcção, uma sala polivalente e um núcleo de ensino e formação.
O núcleo de direcção é composto por uma sala de reuniões, pelo gabinete do pároco e auxiliar, por um zona de secretariado / acolhimento e respectivas instalações sanitárias. A sala polivalente, para conferências, festas e outros espectáculos tem 245 lugares sentados e mais 4 lugares para pessoas com mobilidade condicionada, num total de 249 lugares. O núcleo de formação é composto por 8 salas de catequese, 4 salas de catecumenato, uma mediateca, uma secretária, um depósito de material.
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| terreno da nova igreja |
Existem ainda 2 capelas mortuárias, cada uma delas com capacidade para 36 lugares sentados.Todos os pisos ligam entre si por elevador e escadas, uma das quais dá acesso à cobertura e à torre sineira.
Fonte: http://www.anteprojectos.com.pt/2013/07/10/nova-igreja-de-algueirao-mem-martins/
sábado, 12 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
[CMS] Loja do Cidadão avança em Algueirão-Mem Martins
O presidente da Câmara Municipal de Sintra anunciou esta sexta-feira a instalação de uma Loja do Cidadão na freguesia de Algueirão-Mem Martins, durante uma iniciativa de Presidência Aberta.
Basílio Horta adiantou que o objetivo é instalar em 2015 uma Loja do Cidadão no centro comercial Atribum Chaby, de forma a centralizar naquele espaço postos de atendimento de serviços municipais, serviços da administração central e ainda os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS)
Durante a manhã foram visitados vários locais da freguesia, com o objetivo de anunciar quando e como vão ser resolvidos problemas concretos.
O presidente da autarquia anunciou a requalificação da bacia de retenção em Algueirão, junto ao bairro da Coopalme. Esta intervenção prevê a criação de um espaço de lazer, dotado de equipamentos desportivos e de mobiliário de apoio. Haverá também instalações de apoio à população.
O grupo de trabalho constituído pelo presidente da Câmara, vereadores com pelouro, presidente da Junta de Algueirão-Mem Martins e técnicos da autarquia deslocou-se ainda à antiga fábrica da Messa, onde se pretende instalar um centro de saúde, para substituir o atual, que funciona num prédio de habitação.
A quarta Presidência Aberta encerrou com uma reunião várias associações e instituições locais.--------------
Noticia 'Sol'
O presidente da Câmara de Sintra anunciou hoje a criação de uma 'cidade da saúde' no terreno das antigas instalações da fábrica Messa, em Algueirão-Mem Martins, projecto que, segundo autarca, é já conhecido pelo Ministério da Saúde.
"O Ministério da Saúde já tem conhecimento desta intenção e também já manifestou interesse. Haverá em breve uma reunião para se ajustar o acordo", disse Basílio Horta (PS) durante uma visita a Algueirão-Mem Martins, no âmbito da iniciativa 'Presidência Aberta'.
Basílio Horta adiantou que o objectivo é centrar diversos pólos de interesse na área da saúde, como um centro tecnológico para a indústria farmacêutica, um centro de saúde com 30 médicos para servir 62 mil utentes.
"Nós temos dinheiro, temos 2 milhões de euros para investir neste projecto. Falta chegar a acordo com o Ministério da Saúde, que prevê que a câmara ceda os terrenos e instalações e ainda 30 por cento do investimento total", acrescentou o autarca.
A construção deste projecto pode passar pela demolição dos actuais edifícios existentes ou a sua requalificação.
"Essa parte ainda não está definida. Se demolirmos tudo, o custo rondará os 800 mil euros, mas há também a hipótese de se manter o edifício 'Nave' e reconstruí-lo. Temos de ver o que sai mais barato e o que é mais viável", concluiu.
Durante a visita pela freguesia de Algueirão-Mem Martins, o autarca de Sintra passou, também, pela Tapada das Mercês, onde pretende fazer obras no Floresta Center, depois avançar para a primeira fase de construção da Quinta da Marquesa e, ainda, construir um Parque Urbano para convívio da população.

Basílio Horta visitou, também, as instalações da futura Loja do Cidadão de Algueirão-Mem Martins no Atrium Chaby.
"Pretende-se que todo o primeiro andar do edifício, cerca de 700 metros quadrados, fique para a Loja do Cidadão, com todos os serviços, mas ainda estamos em negociações", adiantou o vereador de Apoio ao Munícipe, Eduardo Quinta Nova, acrescentando que o espaço deverá estar em funcionamento no primeiro semestre de 2015.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Algueirão-Mem Martins promove Comércio Local [12Abril]
A Junta de
Freguesia de Algueirão Mem-Martins convida toda a população do concelho
de Sintra a estar presente na Festa do Comércio Local que se realiza no
próximo dia 12 de Abril, sábado, em várias ruas da nossa freguesia, nomeadamente Rua de Fanares - Jardins das Galerias Butler e Avª Chaby Pinheiro - Rua Madressilva.
Traga a sua família e desfrute de um dia diferente junto dos nossos comerciantes.
domingo, 6 de abril de 2014
Sessões de Esclarecimento sobre Arrendamento Urbano
A Câmara de Sintra e a Junta de Freguesia de Algueirão-Mem
Martins promovem em Abril três sessões de esclarecimento sobre o novo Regime de
Arrendamento Urbano. A iniciativa é destinada à população em geral e de entrada
gratuita.
* 08 de Abril, 14h30 ACTIS, Rua Jau
* 15 de Abril, 14h30 Recreios Desportivos do Algueirão, Estrada do Algueirão, 140
* 22 de Abril, 14h30 Mem Martins Sport Clube, Largo do Rossio da Fonte, n.º 6
sábado, 5 de abril de 2014
Farmácia Silveira
Já abriu... nova Farmácia em São Carlos
[na estrada de Mem Martins, junto ao Lidl, MacDonald's e Adreta]
Esta nova farmácia deve-se à mudança de instalações da Farmácia Marques Rodrigues (já encerrada)
[na estrada de Mem Martins, junto ao Lidl, MacDonald's e Adreta]
Esta nova farmácia deve-se à mudança de instalações da Farmácia Marques Rodrigues (já encerrada)
Basílio Horta - Presidência aberta em Algueirão Mem Martins
No próximo dia 11 de Abril, sexta-feira, decorrerá a presidência aberta
na freguesia de Algueirão-Mem Martins, na qual o presidente da Câmara Municipal
de Sintra, Dr. Basílio Horta, e restantes vereadores com pelouros, marcarão
presença na nossa freguesia para se inteirarem dos problemas que enfrentamos na
actualidade.
De modo a elaborarmos um dossier de propostas de melhoramentos
abrangente para a nossa freguesia, convidamo-lo a dar o seu contributo e
conhecimento. Queremos que faça parte da identificação dos problemas da nossa
freguesia, que nos transmita as verdadeiras necessidades da sua rua/bairro/zona
e que nos envie a sua sugestão.
Para contribuir
basta enviar o seu contributo para comunicacao@jfamm.pt
sexta-feira, 4 de abril de 2014
[Correio Manhã] Empresária roubada e ameaçada de morte
Assaltantes tentaram
apertar pescoço a mulher; segunda vítima foi atacada pouco depois.Por Magali Pinto - Correio da Manhã
Duas mulheres roubadas em dez minutos. A madrugada de ontem foi de terror em
Mem Martins, Sintra. O primeiro assalto aconteceu por volta das 00h00 quando
uma empresária do ramo da saúde foi ameaçada de morte com uma navalha.Os dois
assaltantes exigiram que a vítima, na casa dos 30 anos, entregasse o seu BMW.
A mulher, que ficou sem a viatura, ainda foi empurrada e um dos assaltantes apertou-lhe o pescoço. Dez minutos mais tarde, outra mulher, auxiliar de ação médica, ficou sem uma carrinha Ford. Também foi ameaçada. A Polícia Judiciária está a investigar.
A mulher, que ficou sem a viatura, ainda foi empurrada e um dos assaltantes apertou-lhe o pescoço. Dez minutos mais tarde, outra mulher, auxiliar de ação médica, ficou sem uma carrinha Ford. Também foi ameaçada. A Polícia Judiciária está a investigar.
As duas mulheres participaram o caso à PSP e, segundo o relato das vítimas às
autoridades, tudo indica que sejam os mesmos assaltantes. Ambas falaram em
armas brancas e não em armas de fogo. As duas mulheres foram ameaçadas e
disseram aos agentes que temeram pela vida. Os assaltos deram-se quando as
mulheres estavam à entrada de casa, sozinhas, acabando por ser surpreendidas.
Até à hora de fecho desta edição, as
viaturas ainda não tinham sido localizadas. O grupo pode estar ligado a um gang
que faz roubos a caixas multibanco. Depois dos assaltos através de explosão, os
carros são abandonados ou incendiados. A PSP aconselhou as duas vítimas a
deslocarem-se ao hospital, ao que as mulheres recusaram, por não terem
ferimentos graves.
A PSP ainda tentou localizar os carros durante a noite, mas a investigação do
caso está agora entregue à Polícia Judiciária, que vai perceber para que
finalidade foram realizados os dois assaltos às condutoras.
Actividades para 'Férias da Páscoa'
A Junta de Freguesia em parceria com a Creche
Sempre em Flor e a Associação Juvenil Ponte, encontra-se a promover um plano de
Férias da Páscoa com o objectivo de proporcionar momentos divertidos e
diferentes do dia-a-dia, para as crianças da nossa Freguesia. Para mais
informações sobre a iniciativa deverá contactar directamente com as instituições.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Novo álbum da Banda de Mem Martins - Legacy Of Cynthia
Novo álbum da Banda de Mem Martins
Legacy Of Cynthia
Disponível para audição completa em:
Check it out
[Record] Atleta do 'Algueirão' na Seleção Nacional feminina basket sub-18
A Seleção Nacional feminina de sub-18 inicia a preparação para a fase final do Campeonato da Europa (Divisão A), que vai decorrer em Matosinhos, de 17 a 27 de julho.
Para o primeiro estágio de preparação, que vai realizar-se de 14 a 18 de abril na Cruz Quebrada, a selecionadora nacional, Mariyana Kostourkova convocou as seguintes jogadoras: Carolina Gonçalves, Chélsea Guimarães, Lizany Brito e Simone Costa (Algés), Emília Ferreira e Mainca Umabano (Santo André), Catarina Rolo, Sara Moreira, Francisca Meinedo e Sofia Almeida (CP Natação), Maria Kostourkova e Maria Inês Santos (Quinta dos Lombos), Carolina Bernardeco (Algueirão), Joana Alves (Benfica) e Susana Lopes (Coimbrões).
"Jovens pensam emigrar" segundo psicóloga do Agrup. Escolas Mem Martins
CLICA NO LINK ABAIXO PARA OUVIR REPORTAGEM RADIO RENASCENÇA
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=144087
Há jovens quer começam a falar em emigração logo no ensino secundário. A revelação foi feita pela psicóloga Ana Ribas no programa “Trabalho sem Fronteiras”, no âmbito da parceria Renascença/EURANET, que abordou as escolhas profissionais dos jovens portugueses.
Há jovens quer começam a falar em emigração logo no ensino secundário. A revelação foi feita pela psicóloga Ana Ribas no programa “Trabalho sem Fronteiras”, no âmbito da parceria Renascença/EURANET, que abordou as escolhas profissionais dos jovens portugueses.
Ana Ribas, que pertence à Comissão de Estágios da Ordem dos Psicólogos e é responsável pelo Serviço de Psicologia e Orientação Profissional do Agrupamento de Escolas de Mem Martins, diz que a questão é abordada nas sessões individuais e colectivas, sobretudo pelos estudantes do 12º. ano.
A ideia de estudar e trabalhar fora surge naturalmente como alternativa à falta de emprego no mercado laboral português, afirma a psicóloga.
Tanto para os que ficam como para os que emigram, ser “doutor ou engenheiro” já não é visto como fundamental para ter acesso mais fácil a um emprego e bem pago. Por isso, muitos estudantes optam pelos cursos de formação profissional. Um dos exerce maior fascínio actualmente é o de cozinha, constatou a Renascença na Futurália - Feira de Educação, Formação e Orientação Educativa, que decorreu na FIL, em Lisboa.
Ana Ribas defende ainda a necessidade de os alunos terem, ainda no ensino secundário, um maior contacto com o mundo do trabalho. Segundo a dirigente da Ordem dos Psicólogos, seria uma ideia excelente para os ajudar a escolher o curso superior ou a via profissional.
O elevado nível de desemprego jovem em Portugal continua a ser uma preocupação. Esta semana, os dados do Eurostat revelaram uma subida em Fevereiro, o que acontece pelo terceiro mês consecutivo, atingindo agora os 35%. É uma das percentagens mais elevadas da União Europeia, bem acima dos 23% de média entre os 28 e ainda mais, tendo em conta os 22,5% de desemprego jovem na Zona Euro.
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