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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

38 anos do Incêndio na Printer/Duraplás

Em setembro de 1988, um incêndio de grandes proporções na zona industrial de Mem Martins colocou bombeiros, empresas e população perante uma realidade preocupante: os riscos eram elevados, mas os meios para lhes fazer frente eram insuficientes.


A notícia, publicada a 30 de novembro de 1988, dava conta das consequências do incêndio ocorrido no dia 17 de setembro, que atingiu as instalações das empresas Printer e Duraplas. O fogo destruiu duas fábricas e provocou ferimentos em cerca de 60 bombeiros, levantando sérias dúvidas sobre as condições de segurança existentes naquela zona industrial.

Segundo os relatos dos bombeiros de Algueirão-Mem Martins, o combate às chamas foi particularmente difícil. As instalações armazenavam materiais e produtos potencialmente perigosos e, durante a operação, chegaram a ocorrer explosões, com o incêndio a atingir dezenas de viaturas. Mas o fogo não revelou apenas os perigos existentes nas fábricas. Trouxe também para a primeira linha de discussão um problema que os bombeiros já vinham denunciando: a falta de equipamento adequado para combater incêndios industriais. A corporação de Algueirão-Mem Martins alertava para a necessidade de meios específicos, como máscaras, fatos de proteção e equipamentos capazes de lidar com produtos químicos. Os bombeiros consideravam que os materiais disponíveis eram insuficientes perante incêndios daquela dimensão.

Uma zona industrial demasiado próxima das habitações
Outro dos grandes problemas apontados na reportagem era a localização da zona industrial. Na época, existiam dezenas de unidades industriais e algumas encontravam-se próximas de zonas habitacionais. Os responsáveis pelos bombeiros manifestavam preocupação com a possibilidade de um incêndio de maiores dimensões ultrapassar os limites das instalações industriais e atingir áreas residenciais. A reportagem levantava, assim, uma questão que continua a ser importante quando se fala de planeamento urbano e segurança: até que ponto é seguro ter determinadas atividades industriais junto das zonas onde vivem milhares de pessoas?


1.600 contos de prejuízos
Além dos riscos para as pessoas, o incêndio provocou elevados prejuízos materiais. A notícia fala em cerca de 1.600 contos de perdas nas duas fábricas atingidas. Entre o material danificado encontravam-se 11 mangueiras, 30 fatos, 200 litros de espuma, 855 litros de combustível e outros equipamentos, além de danos provocados nas viaturas utilizadas no combate ao incêndio. Para os bombeiros, porém, a questão não se resumia ao dinheiro. O episódio demonstrava a necessidade de reforçar os meios de prevenção e de combate aos incêndios industriais.

Uma notícia que ficou para a história de Mem Martins
Lida hoje, esta reportagem é também um interessante retrato de Algueirão-Mem Martins no final dos anos 80. A expansão industrial, o crescimento urbano e a proximidade entre fábricas e habitações começavam a colocar novos desafios às autoridades e às corporações de bombeiros. 
Mais do que contar um incêndio, a notícia de 1988 deixa um alerta: uma tragédia pode revelar problemas que já estavam identificados muito antes de acontecer.

Quase quatro décadas depois, este documento de imprensa constitui uma importante memória local e ajuda-nos a perceber como era a realidade industrial e urbana de Algueirão-Mem Martins em 1988 — e as preocupações que já existiam nessa altura com a segurança da população.

Fonte: recorte de imprensa, 30 de novembro de 1988.



sábado, 28 de junho de 2025

[Correio Manhã] Seis pessoas e três animais feridos em incêndio num prédio em Sintra

Seis pessoas sofreram ferimentos ligeiros e três animais ficaram com queimaduras graves num incêndio que deflagrou num prédio, na Rua Vasco Santana, em Algueirão-Mem Martins, Sintra, na tarde desta sexta-feira.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/seis-pessoas-e-tres-animais-feridos-em-incendio-num-predio-em-sintra

Dos seis feridos, cinco foram encaminhados para o Hospital Amadora-Sintra. Os dois cães e o gato, que ficaram gravemente feridos, foram assistidos pelo Gabinete Médico Veterinário da Câmara Municipal de Sintra.

terça-feira, 23 de abril de 2024

[CMTV] Incêndio deflagra em dois andares de Prédio

 


Um incêndio deflagrou, esta segunda-feira, em dois andares de um prédio em Mem Martins, Sintra. O fogo teve origem durante a manutenção do sistema exterior de frio de um talho. 

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

[sintranoticias] Incêndio em restaurante em Mem Martins provoca dois feridos

Um incêndio deflagrou esta manhã de terça-feira, num restaurante “Comilão Burger”, na rua do Arneiro, em Mem Martins, provocando dois feridos.

Segundo o Correio da Manhã (CM), que avançou a informação, as vítimas, são “um bombeiro e um agente da PSP, sofreram ferimentos ligeiros e foram transportados para o hospital”.

Para o local foram mobilizados onze operacionais apoiados por quatro viaturas.



sexta-feira, 28 de julho de 2023

[Diário Noticias] Arde cinema em Mem Martins

09 agosto 1991


"É estranho", segundo os Bombeiros, a origem do fogo que anteontem à noite deflagou no Cinema Chaby, no Algueirão, como noticiámos e que a Policia Judiciária foi chamada a investigar.

O incêndio começou no sector esquerdo da plateia, destruindo esta zona, bom como todo o balcão, segundo disse  o segundo-comandante dos Bombeiros do Algueirão.

Francisco Rosado dos Santos considerou que a origem do fogo - cujo primeiro alarme foi dado por populares cerca das 20h35 de 4ªfeira. -  é "estranho", já que a sala estava fechada e de encontrava no lado esquerdo da plateia um "monte de cadeiras" que não pertenciam ao local.

"O fogo poderia ter atingido proporções muito mais graves - porque os assentos das cadeiras continham muita espuma - se não fosse os bombeiros terem chegado ao local rapidamente", acrescentou.

Entretanto, a Policia Judiciária deslocou-se ao local, por ter sido levantada a suspeita de fogo posto.

O Cinema Chaby, com cerca de três décadas de existência e já desativado, situa-se no centro do Algueirão e pertence, segundo o mesmo responsável dos Bombeiros, à Lusomundo, uma das grandes empresas portuguesas na área da distribuição cinematográfica.

Francisco Rosado dos Santos, acompanhado de um perito da Judiciária em incêndios, voltou ao local, que esteve isolado por efetivos da GNR. Do Combate ao fogo, em que estiveram envolvidos , além dos bombeiros locais, os de Sintra, São Pedro de Sintra, Cacém, Colares e Almoçageme, totalizando cerca de 200 homens e 20 viaturas, resultaram quatro intoxicados e um ferido ligeiro, o sub-chefe Eugénio Melo, da Corporação do Algueirão.

O incêndio foi detectado pouco depois das 20h30 de 4ªfeira, e a pronta intervenção dos Bombeiros , que em poucos minutos estavam no local, deveu-se ao facto de ter sido mesmo um elemento da corporação, que se encontrava numa ambulância no centro da vila, a aperceber-se da existência de fumo no edifício.

Uma hora mais tarde, o combate às chamas foi dado por terminado, e às 22h o fogo era considerado extinto.


Projeto para edificar um Centro Comercial
Fonte dos Bombeiros revelou, por outro lado, a existência de planos para construção, naquele local. O projecto - edifício com 7 pisos, cinema, garagem e armazém - não mereceu a aprovação da corporação por falta de condições de segurança, o que levou a Câmara de Sintra a reprovar igualmente a construção.

segunda-feira, 6 de março de 2023

[Correio Manhã] Chamas consomem casa devoluta em Mem Martins

Um incêndio deflagrou este sábado numa casa devoluta em Mem Martins, em Sintra. O alerta foi dado às 23h08.



Ao que o CM apurou, o fogo não provocou vítimas. Ainda assim, 20 pessoas foram retiradas de dois prédios vizinhos por precaução.

"As chamas eram muito altas", revelou um dos moradores.
No local estiveram 37 operacionais dos bombeiros de Algueirão apoiados por 12 veículos a combater as chamas.
O fogo foi dominado às 00h30. 

As autoridades investigam agora o que poderá ter estado na origem do incêndio.

Fonte: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/chamas-consomem-casa-devoluta-em-mem-martins

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Inundações de 1983, em Algueirão Mem Martins

O inverno de 1982–83 ficou marcado como um dos mais severos do século XX em Portugal. A chuva intensa e persistente provocou cheias e inundações em várias regiões do país, incluindo Algueirão-Mem Martins.

baixa do Cacem


Um inverno excecionalmente chuvoso
Durante vários meses, sobretudo entre dezembro de 1982 e fevereiro de 1983, registaram-se precipitações contínuas e acima da média. Os solos rapidamente ficaram saturados e as linhas de água deixaram de conseguir escoar o volume acumulado, originando transbordos e alagamentos frequentes.

A situação em Algueirão-Mem Martins
As inundações afetaram sobretudo as zonas mais baixas, onde a urbanização acelerada das décadas anteriores não foi acompanhada por infraestruturas de drenagem adequadas.

Ruas ficaram submersas, casas e caves inundadas, e vários estabelecimentos comerciais sofreram prejuízos significativos. Em alguns casos, a água entrou pelas habitações, obrigando famílias a remover móveis e bens essenciais, e até a abandonar temporariamente as suas casas.

Consequências para a população
As cheias causaram grandes transtornos no quotidiano: circulação condicionada, viaturas imobilizadas, lama acumulada nas vias públicas e perdas materiais difíceis de recuperar. Para muitos moradores, este episódio tornou-se uma referência marcante na memória coletiva da vila, frequentemente evocada como um dos momentos mais difíceis vividos na localidade.

Memória e legado 
Ainda hoje, as cheias de 1983 são lembradas em Algueirão-Mem Martins como um marco histórico local, servindo de alerta para os riscos associados a fenómenos meteorológicos extremos e à ocupação desordenada do solo. Preservar esta memória é também uma forma de compreender a evolução da vila e os desafios que enfrentou ao longo do tempo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

[Correio Manhã] Incêndio obriga a evacuar prédio de oito andares em Mem Martins

Um incêndio deflagrou ao final da tarde de hoje, no quinto andar de um prédio na Praceta do Outeiro, em Mem Martins.


As chamas ficaram circunscritas a um quarto da habitação, onde moravam mãe e filha.

Ainda assim e devido ao fumo intenso, o prédio de oito andares teve de ser evacuado.

Ao inicio da noite, os moradores regressaram às casas, com excepção para a mãe e filha do apartamento em causa que vão pernoitar na casa de uma vizinha uma vez que a casa ficou sem condições de habitabilidade.

As causas do fogo ainda não são conhecidas.

A família não estava em casa quando as chamas deflagraram.

domingo, 19 de setembro de 2021

[Correio Manhã] Condutor despista-se e atropela mulher em Algueirão-Mem Martins

Vítima ficou em estado grave e foi transportada ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa.


Uma mulher, com cerca de 30 anos, ficou em estado grave após ser atropelada junto à estação de comboios de Algueirão-Mem Martins, em Sintra, esta sexta-feira. A vítima foi transportada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O condutor perdeu o controlo do veículo e embateu contra um poste, que acabou por partir os vidros da paragem de autocarros. Os estilhaços feriram ainda duas outras pessoas, com cerca de 70 anos, que foram assistidas no local e recusaram o transporte à unidade hospitalar.


quinta-feira, 4 de março de 2021

[Correio Manhã] Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.

Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.

A mensagem chegou de surpresa pelo correio: "Escrevo-te esta carta, para te dizer que o teu pai é um destes heróis". Andreia, de oito anos, emocionou-se. O pai, também. "Ela deu-me um grande abraço e disse: ‘Tenho muito orgulho em ti’". 

A iniciativa do comandante dos voluntários de Algueirão-Mem Martins foi feita em segredo e surpreendeu os bombeiros da corporação.


"Sentimos a necessidade de agradecer à família que fica em casa. Explicar um pouco o valor do trabalho do pai e da mãe [enquanto bombeiros]", disse ao CM o comandante Joaquim Leonardo. "A ideia foi explicar que quando estão fora, em serviço, é um tempo que os bombeiros perdem com a família, mas há sempre alguém que beneficia com isso", acrescentou o operacional.


A iniciativa é um conto de super-heróis da vida real na forma de agradecimento a todos aqueles que estão na linha da frente contra a Covid-19. "Estas pessoas não usam capa e os seus superpoderes não são visíveis por todos, são discretos mas não deixam por isso de ser muito poderosos", pode ler-se na missiva.

Damásio Diogo é bombeiro em Algueirão-Mem Martins e recorda o momento em que Andreia abriu o envelope. "Até chorou, ficou muito emocionada e deu-me um grande abraço". O irmão Miguel, de dois anos, também recebeu uma carta. "Ela ficou com a folha e disse que a vai guardar para sempre", diz o bombeiro com voz embargada. "Para mim foi motivo de orgulho, senti-me bem, deu-me forças para continuar", remata.

Também Tomás, de oito anos, e Beatriz, de dois, foram presenteados com a surpresa. Sónia Godinho, mãe do casal e bombeira na corporação, refere que não estava à espera das cartas. "Foi tão bonito. O Tomás leu a carta e gostou muito", conta ao CM. O marido de Sónia, José Boucinha, também é bombeiro na corporação. "Temos medo de trazer o vírus para casa e infetar os nossos filhos", revela Sónia.

"Tomás, todos nós agradecemos o apoio que dás aos teus pais e a compreensão pelo tempo que não passas com eles. Não te esqueças que o teu apoio é provavelmente a força mais importante para os teus super-heróis serem bem-sucedidos nas suas difíceis missões", lê-se nas cartas personalizadas e assinadas pelo comandante Joaquim Leonardo.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

[sintranoticias] Bombeiros retiram três pessoas retidas do túnel de Ouressa

Três pessoas foram retiradas ao principio da tarde de um veículo que avariou dentro do Túnel de Ouressa, em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

De acordo com testemunhos no local, um veículo com três passageiros (um casal e filho), viveram momentos de aflição, chamando por socorro face à altura considerável das águas naquele local.


Os gritos da condutora faziam-se ouvir , “o carro estava a desaparecer dentro de água e não sabia nadar”, segundo relatos de testemunhas. A pronta intervenção dos Bombeiros de Algueirão-Mem Martins e da PSP permitiram socorrer as pessoas e retirá-las do local. Apesar do susto e do pânico vivido, encontram-se agora bem.

O túnel encontra-se encerrado ao trânsito estando a ser alvo de intervenção por parte dos Bombeiros de Algueirão Mem Martins. Também no túnel da Portela de Sintra, junto ao antigo Tribunal de Sintra, se viveram momentos complicados, estando encerrado ao trânsito devido à intervenção dos Bombeiros de Sintra, no local.

“O nosso sistema de proteção civil está no terreno para responder a todas as ocorrências durante este sábado”, refere Basílio Horta na sua página de facebook, adiantando que os serviços de Proteção Civil de Sintra estão no terreno para dar resposta, “como no caso do túnel de Ouressa, mas que vamos resolver”.

As cheias fazem-se sentir um pouco por toda a parte na freguesia de Algueirão-Mem Martins, existindo situações que merecem mais cuidado por parte dos Bombeiros, como seja o caso na Zona dos Lírios e de Ouressa, em Mem Martins.

domingo, 21 de fevereiro de 2021

[sintranoticias] Chuva intensa bloqueia estradas e encerra túnel de Ouressa

Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

O Túnel de Ouressa que faz a ligação entre Algueirão e Mem-Martins, está inundado e encerrado à circulação de trânsito, devido à chuva forte que se faz sentir, sobretudo ao principio da tarde deste sábado. Os Bombeiros foram chamados para retirar um automóvel que parou no meio do túnel.

Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

Situação idêntica também na passagem inferior da Portela de Sintra, que faz a ligação à Cavaleira, na freguesia de Algueirão Mem Martins e que foi encerrada ao trânsito devido ao caudal da água que atravessava a via. A ponte da acesso a São Julião, [foto] não deu escoamento à água e transbordou, não permitindo a passagem de veículos.

A Estada de Mem Martins (na foto), perto da Estação da CP de Algueirão-Mem Martins, inundou numa altura em que a chuva se tornou mais intensa, o mesmo acontecendo na Avenida Afonso Henriques, no Algueirão. A Avenida Chaby Pinheiro também com problemas de escoamento de águas.


São as consequências do temporal que se faz sentir por todo o país.




terça-feira, 12 de janeiro de 2021

[Correio Manhã] Suspeitas de fogo posto em Escola de Algueirão-Mem Martins.

Pelo menos duas salas de aulas foram tomadas pelo fogo.

Um incêndio em salas de aulas da Escola Básica e Secundária Mestre Domingos Saraiva, em Algueirão-Mem Martins, concelho de Sintra, foi ao início da noite desta segunda-feira combatido pelos bombeiros, que já procedem a ações de rescaldo.

Ao que o CM apurou, há suspeitas de fogo posto. A Polícia Judiciária está no local e investiga as causas do incêndio. 

O alerta foi dado às 17h54. Pelo menos duas salas de aulas foram tomadas pelo fogo. Uma ala do estabelecimento escolar ficou muito danificada. Uma das salas seria um laboratório de Química.

De acordo com a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Mestre Domingos Saraiva, a escola vai estar encerrada esta terça-feira.

As chamas foram combatidas por 30 operacionais de dez viaturas das corporações de bombeiros de Algueirão-Mem Martins e de Sintra. No local está ainda a PSP e a Proteção Civil Municipal de Sintra.

As chamas estão extintas e os bombeiros procedem a ações de ventilação do espaço. Não se registaram vítimas, apenas danos materiais.

Há pelo menos duas salas de aulas tomadas pelo fogo. Estiveram no local 27 operacionais apoiados por sete viaturas.