Tempo em Algueirão Mem Martins

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domingo, 24 de maio de 2026

Bustos em Algueirão Mem Martins

Definição de Busto
é a representação esculpida ou pintada de uma pessoa, se limitando à cabeça, pescoço, uma parte do torso e ombros, geralmente sobre um apoio. Tem por finalidade recriar o mais fielmente possível a fisionomia do indivíduo.
Executados em diversos materiais, como mármore, bronze, argila e mais raramente, madeira, mas sólidos e duráveis.



Em Algueirão Mem Martins, este tipo de arte não está muito presente nos espaços públicos, e aliás, apenas consigo lembrar-me da existência de 4 bustos, pois os que vou referir um já não existe 

(se existirem mais, basta corrigir-me...)

» Martim Escorso - Mem Martins [já não existe]
O nome Mem Martins provavelmente teve origem no nome do cavaleiro medieval que morou nesta região e que se chamava Martim Escorso. Consequentemente, o nome poderá também provir do apelido dos filhos deste cavaleiro que também viveram nesta região e que tinham o nome "Martins".

» Pedro Anjos Teixeira - Mem Martins (no Jardim de Sta Teresinha)
Filho do escultor Artur Anjos Teixeira, nasceu em Paris, tendo a sua família regressado a Portugal com o inicio da Grande Guerra, vindo residir para Lisboa e, mais tarde, para Mem Martins.

» Joaquim Rodrigues - Algueirão Velho (junto da Sede do Recreios Desportivos do Algueirão)
Uma das figuras proeminentes do Algueirão contemporâneo foi sem dúvida Joaquim Rodrigues. Homem bom, solidário, dado à comunidade muito mais que ao seu bem-estar pessoal, desempenhou muitas missões na freguesia.

» Mestre Domingos Saraiva - Algueirão (na Escola Mestre Domingos Saraiva)
Começou aos 13 anos por desenhar jóias, tendo, depois frequentado a Academia da Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi um pintor de referência em tauromaquia, numa fase posterior retratou a região saloia (Mem Martins, Algueirão, Mercês) 


» Ferreira de Castro - Ouressa (na Escola Ferreira de Castro)
Foi um escritor e jornalista português. Possui uma biblioteca e uma escola secundária com o seu nome em Oliveira de Azeméis e uma escola básica, a qual é sede do agrupamento Ferreira de Castro e um museu em Sintra.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Gentílico

gentílico é uma classe de palavras que designa um indivíduo de acordo com o seu local de nascimento ou residência.


E é neste contexto que me surgiu a duvida. Qual o gentílico para as gentes de Mem Martins? e do Algueirão? Depois de pesquisar, não consegui encontrar respostas para tal pergunta. Recorri a u site, onde esclarecem de dúvidas de português, e pronto, obtive uma resposta:


Mem Martins --> Mem-Martinsense
Algueirão --> Algueiranense

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Procissão das Velas '26

Procissão das Velas em Mem Martins, em Maio de 2026. com origem e chega na Capela de Nssa Sra da Natividade





terça-feira, 12 de maio de 2026

[Correio Sintra] Pirâmide às Cores chega a Mem Martins com inovação, personalização e uma nova visão para o fardamento profissional

 A empresa Pirâmide às Cores abriu portas em Mem Martins com uma proposta diferenciadora no setor do fardamento profissional, apostando na personalização, inovação e criação de identidade visual para empresas de diferentes áreas de atividade.

Especializada na venda e personalização de fardas profissionais, equipamentos de proteção individual (EPI’s), brindes corporativos e soluções empresariais à medida, a marca pretende ajudar empresas a reforçarem a sua imagem profissional através de vestuário moderno, funcional e personalizado.

A atuar em setores como restauração, hotelaria, saúde, construção civil, ginásios, escolas, escritórios e eventos, a Pirâmide às Cores disponibiliza vários serviços de personalização, entre os quais bordados, estampagem têxtil, impressão digital e sublimação.

Além do vestuário profissional, a empresa comercializa também calçado de segurança, EPI’s e brindes corporativos, procurando responder às necessidades específicas de cada cliente.

Segundo a gerência da empresa, o objetivo passa por valorizar a imagem das equipas e transmitir profissionalismo através de soluções personalizadas.

Queremos que cada empresa tenha orgulho na imagem da sua equipa. Acreditamos que um bom fardamento transmite profissionalismo, confiança e valoriza qualquer negócio.”

A abertura da loja física em Mem Martins representa uma nova etapa no crescimento da marca, que ambiciona tornar-se uma referência nacional no setor do fardamento e personalização empresarial.

A Pirâmide às Cores destaca-se ainda pela proximidade com os clientes, rapidez de resposta e acompanhamento personalizado em todas as fases do processo, desde a escolha dos produtos até à entrega final.

Entre os serviços disponíveis destacam-se:

* Bordados personalizados * Estampagem têxtil * Impressão digital * Sublimação * Brindes corporativos * Personalização de vestuário profissional * Venda de EPI’s e calçado de segurança.

Estrada de Mem Martins nº117 Loja 1 🕘 Segunda a Sábado — 09h00 às 19h00

📞                      Tlf: 962 669 434 🌐 www.piramideascores.pt

Pirâmide às Cores chega a Mem Martins com inovação, personalização e uma nova visão para o fardamento profissional - Correio de Sintra

sexta-feira, 8 de maio de 2026

segunda-feira, 4 de maio de 2026

[Correio Sintra] Requalificação no Largo Rossio da Fonte gera desconfiança em Mem Martins

Moradores da freguesia de Algueirão-Mem Martins lançaram uma petição nas redes sociais onde manifestam “profunda preocupação, indignação e tristeza” relativamente às obras de requalificação da Fonte Histórica do Largo Rossio da Fonte, em Mem Martins. “A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”, assegura o vereador Francisco Duarte, durante uma visita recente às obras, que deverão estar concluídas no mês de maio.



Ainda assim, o assunto foi levado à última Assembleia Municipal de Sintra por Mafalda Ferreira Marques, que interveio no período destinado ao público, destacando o valor simbólico do espaço, descrevendo-o como “um símbolo vivo da história, da identidade e da alma” em Mem Martins, composto pela fonte, coreto e capela foi, ao longo de várias gerações, um ponto central de convívio da comunidade.

Com as obras em curso, os moradores receiam a perda de um património datado da década de 1930, apontando também a falta de informação clara sobre o projeto. Consideram que uma eventual destruição ou descaracterização do espaço poderá representar “uma perda irreparável para a memória coletiva da freguesia”. Entre as principais preocupações está a possível remoção da fonte e dos seus azulejos históricos, situação classificada como uma “grave perda cultural e patrimonial”.

A petição exige “transparência imediata”, incluindo a apresentação pública do projeto por parte da Câmara de Sintra. Os signatários defendem ainda a reposição integral da fonte, com respeito pela traça original e pela identidade do local.
Mem Martins é terra de gente humilde, saloia com orgulho, mas também de uma população que construiu, com esforço e dignidade, o seu património”, afirmou Mafalda Ferreira Marques, concluindo que “o que foi construído por um povo não pode ser apagado por decisão de poucos.”

“A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”
Antes, o vereador Francisco Duarte já tinha visitado o local para se inteirar da empreitada de requalificação, contando a presença da Presidente da Junta de Freguesia, Paula Simões e de técnicos municipais.

A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”, disse o autarca, assegurando que a fonte será mantida no local, e “passa a estar integrada num largo mais amplo e mais funcional. Ganha nova orientação, mais espaço de permanência e melhores acessos, com rampa para pessoas com mobilidade condicionada. A água continua presente e valorizada, agora com um percurso claro até à ribeira”.

Relativamente ao painel de azulejos, “será recuperado e colocado na fachada do lavadouro, com maior destaque. O próprio lavadouro será reabilitado, com intervenção nas fachadas e na cobertura”, anunciou o autarca.

FONTE: Requalificação no Largo Rossio da Fonte gera desconfiança em Mem Martins - Correio de Sintra

segunda-feira, 6 de abril de 2026

segunda-feira, 30 de março de 2026

Teatro de Revista chega a Mem Martins "Adeus, ou vai-te embora"

O Teatro de Revista voltou a conquistar o público na Sede do Mem Martins Sport Clube, com a estreia da peça “Adeus, ou vai-te embora”, uma produção com assinatura de Rafael Silva, que promete arrancar gargalhadas enquanto lança um olhar satírico sobre o quotidiano


Com um elenco dinâmico e textos bem conseguidos, o espetáculo aposta em
sketches de elevada qualidade que espelham, com humor mordaz o dia-a-dia. Entre trocadilhos, música e crítica social, a peça destaca-se pela forma como transforma temas locais em momentos de puro entretenimento.

Um dos momentos mais comentados entre público é o atendimento no fictício “Hospital Fantasma do Algueirão”, onde os utentes enfrentam situações caricatas, numa clara sátira aos desafios do acesso aos serviços públicos de saúde.


Outro ponto alto é a audiência em tribunal que coloca frente a frente “Algueirão” contra “Mem Martins”, numa disputa humorística que revisita rivalidades antigas, diferenças de identidade e o orgulho local. Com argumentos exagerados e personagens irreverentes, o
sketch leva o público a rir de si próprio e das peculiaridades da região.

 Adeus, ou vai-te embora” afirma-se assim como um retrato bem-humorado da vida em Algueirão Mem Martins, onde a crítica e a comédia caminham lado a lado. O público respondeu com entusiasmo, enchendo a sala e confirmando que o teatro de revista continua bem vivo — e mais atual do que nunca.

Uma peça a não perder para quem aprecia humor inteligente, próximo e, acima de tudo, genuinamente local.

 Os próximos espetáculos já tem data marcada: 11 e 25 abril e 9 e 23 maio.

Garanta o seu lugar e faça já a sua reserva pelo telefone 911707336 ou 925792331.



quarta-feira, 25 de março de 2026

Música: "Fonte, para onde foste"

 


Música dedicada à velhinha fonte que existe no Largo Rossio da Fonte, em Mem Martins, junto da Capela de Nossa Senhora da Natividade, que foi alvo de obras profundas, e onde a Fonte desapareceu, sem ser apresentado à população o novo Projeto para o espaço.


Mem Martins é assim, Derrubaram Guerra Junqueiro
E cine teatro Chaby Pinheiro
No Rossio da Fonte, Perto da Capela
Local de água fresca, Azulejos aguarela 
Ponto de encontro, Vida acontecer
Cada azulejo tinha história, Sempre água correr
Mas decidiram, Tu desapareceste
Para onde te levaram? Povo entristeceste
 

Fonte, para onde foste? Eu não te vejo…
Não sei onde estás,
Fonte, para onde foste? Eu não te vejo…
Não sei onde estás, Alguém foi capaz, Quem
Alguém foi capaz

Garrafões à espera, Povo aproveitar
Água de Mem Martins, Sítio recordar
Era sítio de encontro, Local de memória
Mas alguém se lembrou, Agora é só história
 

Fonte, para onde foste? Eu não te vejo…
E não sei onde estás,
Fonte, para onde foste? Destruíram-te
Alguém foi capaz. Quem? Alguém foi capaz

Vieram vozes de fora, Decidiram sem ouvir,
Apagaram-te do largo, Mesmo sem sentir.
Azulejos contavam histórias, De quem esteve cá
Mem Martins chora, Lugar que já não há.

Fonte, para onde foste? Eu não te vejo…
E não sei onde estás, Fonte, para onde foste?
Destruíram-te, Alguém foi capaz. Quem?
Alguém foi capaz

Quem assinou? Quem decidiu? Tu desapareceste
Só o passado te viu

Fonte, para onde foste? Abandonaste Mem Martins
Fonte, para onde foste?
Abandonaste Mem Martins, Abandonaste Mem Martins
Fonte, para onde foste? Fonte, para onde foste? 
Fonte, para onde foste?

sexta-feira, 6 de março de 2026

Talho RS


     Talho com Carne de Qualidade 
Rua dos Lírios 6, em Mem Martins

        (ao pé dos Bombeiros e da Farmácia Dumas Brousse).



quinta-feira, 5 de março de 2026

StreetArt - Lírios

O artista visual Sepher de Algueirão-Mem Martins, apresenta a sua mais recente obra no Parque dos Lírios, também conhecido por muitos residentes como Bairro de Santa Teresinha, em Mem Martins. A intervenção artística ocupa o espaço do campo local, transformando-o num espaço de memória, pertença e identidade. Para o artista, trata-se de um projeto profundamente pessoal: Este é um projeto muito importante para mim. Este local cresceu comigo, e ocupou um espaço muito importante na minha infância e adolescência.” A obra nasce de uma relação íntima com o Parque dos Lírios, é nele que Sepher identifica as primeiras referências que moldaram o seu percurso artístico e humano: “Tornou-se, naturalmente, um lugar que reflete muito de quem sou. 

No centro da obra surge a figura de uma mulher residente do bairro, a personagem simboliza a geração que acompanhou a transformação deste Bairro e que continua a constituir o seu tecido vivo. 
Nesta obra está representada uma mulher que, como residente deste local, também viu o bairro crescer. 
A intervenção propõe uma reflexão sobre a relação entre identidade individual e território.
 





O artista sublinha que os lugares onde crescemos participam ativamente na construção de quem somos: “Assim como as pessoas que fazem parte da nossa vida e nos ajudam a definir quem somos, o local onde crescemos também nos molda. É nesse espaço que criamos laços, onde sentimos pertença.” Ao mesmo tempo, a obra reconhece os movimentos de migração entre territórios e que marcam muitas trajetórias contemporâneas, sobretudo em contextos periféricos: “Ao longo da vida, as suas diferentes fases podem levar-nos a viver noutros lugares; ainda assim, essa distância deve reforçar o valor do sítio onde crescemos.” 
O bairro é apresentado como espelho e como fonte de luz própria: “Se a zona é um espelho de quem somos, nós também refletimos o brilho que ilumina estas ruas, de dia e de noite. Onde quer que estejamos, levamos connosco a personalidade do lugar onde crescemos.” 


A obra inscreve-se numa linha de trabalho de Sepher centrada na memória, na identidade territorial e na dignificação dos espaços urbanos periféricos. 
Mais do que uma pintura mural, trata-se de um gesto de reivindicação simbólica do lugar, um convite à comunidade para valorizar o valor das suas origens.
“Esta obra serve para nos relembrarmos de manter sempre no coração as raízes que nos fizeram crescer, saber onde podemos fazer a diferença, permanecer fiel às origens e praticar aquilo que se transmite. Podemos não saber que próximo passo dar, mas devemos recordar por onde já passámos e nunca esquecer o que originou essa caminhada.”  

A intervenção já pode ser visitada no bairro dos Lírios, em Mem Martins. 
Este trabalho foi realizado para a Câmara Municipal de Sintra e o projeto conta com o financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência da União Europeia, Operação Integrada de Algueirão - Mem Martins.

 Localização da obra: Parque dos Lírios - Praceta Nicolau Coelho 14, 2725-212 Mem Martins



Petisco ao Dardo

 na Rua Maria Matos nº16, em São Carlos.