12/12/2017

[Correio Manhã] Carros de luxo lavam notas roubadas


Gang preso pela PJ foi à Alemanha comprar um Audi de 150 mil euros.

Os anos de experiência no crime ensinaram a João Almeida a necessidade de branquear o dinheiro roubado. O assaltante, de Mem Martins, só não contava ser monitorizado pela PJ na compra de um Audi na Alemanha, por 150 mil euros. Carros de luxo lavam notas roubadas Gang preso pela PJ foi à Alemanha comprar um Audi de 150 mil euros. De resto, a mesma Unidade Nacional Contraterrorismo que, na madrugada desta segunda-feira, depois de o gang ter sido apanhado por mais um assalto à bomba a caixas multibanco, apreendeu ao chefe do grupo sacos do lixo cheios de notas das ATM – que os bancos continuam a não tintar. A PJ apanhou ao gang quase 400 mil € da vaga de assaltos. São três homens, entre os 27 e os 30 anos – além de João Almeida há outro português, Frederico, de Alcobaça, e um moldavo, Andre Garbus. Foram todos presos numa operação da PJ com a colaboração, na captura, de militares do Grupo de Intervenção e Operações Especiais da GNR. Isto na sequência de flagrante delito, depois de terem assaltado à bomba um multibanco em Pedrógão, Torres Novas. Já estavam a ser investigados pela PJ, com a colaboração da PSP na grande Lisboa, e estão indiciados por mais de uma dezena de furtos com explosão, sabe o CM, sendo que a prova para os últimos três é evidente: ontem foi-lhes apreendido um BMW coupé furtado, o mesmo que na madrugada de quinta-feira passada tinha sido usado para dois assaltos no espaço de apenas meia hora, em Vieira de Leiria e na Marinha Grande. Além dos quase 400 mil euros em dinheiro vivo roubado, a Polícia Judiciária apreendeu nas buscas uma metralhadora AK-47 Kalashnikov, uma carabina, um revólver e munições. E material relacionado com o método dos crimes, nomeadamente garrafas de gás, marretas, baterias de automóvel e ainda correntes de aço para arrancar as caixas de multibanco das paredes, bem como diversas viaturas. Foram igualmente apreendidas duas gavetas de caixas ainda carregadas de dinheiro. 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/carros-de-luxo-lavam-fortuna-das-explosoes

09/12/2017

[TVI24] Celso, o português sem-abrigo que é recordista no País de Gales

Celso Fonseca espera ter feito uma viragem na sua vida ao bater três recordes mundiais de ciclismo, deixando para trás uma história de problemas de saúde mental e um período como sem-abrigo em Cardiff, no País de Gales.
Além de muitos pedidos de entrevistas, o português de 36 anos, natural de Mem Martins, tem recebido convites e ofertas de patrocínio para continuar a praticar ciclismo, mas de uma forma mais séria.
"Estou chocado, já ouvi falar em milhões. Estou muito nervoso, é muito depressa para quem estava a dormir na rua. Nunca pensei que isto fosse acontecer", confessou, em declarações à agência Lusa.

Passaram apenas três semanas desde que Celso Fonseca colocou em prática o desafio de pedalar continuamente durante 24 horas na pista exterior do Centro Maindy, na capital galesa, entre 18 e 19 de novembro.
O objetivo do português era bater o esloveno Marko Baloh, que em 2008 percorreu 890 quilómetros em 24 horas, apesar de o austríaco Christoph Strasser ter reivindicado em 2015 o recorde mundial, ao percorrer 896 quilómetros.
A ideia surgiu a Fonseca após visionar um vídeo sobre a corrida de automóveis 24 horas de Le Mans.
"Foi quando estava a dormir na rua. Não sei porquê, o desejo esteve sempre lá dentro, mas nunca tinha existido nada para dar o primeiro impulso. Quando vi o vídeo, comecei a pensar: será que eu consigo pedalar durante 24 horas? Foi assim que isto começou", recordou.
Em janeiro começou a treinar e estima ter feito mais de um milhão de voltas na pista, equivalente a 46 mil quilómetros, começando por pedalar consecutivamente durante nove horas até, a certa altura, ter prolongado o exercício até 50 horas, com interrupções apenas para comer e beber.
Obteve apoio de uma cadeia de lojas de bicicletas britânica, mas o equipamento tardou em chegar e a campanha de angariação de fundos de lançou para cobrir despesas também ficou abaixo do esperado.
Mesmo assim, Celso Fonseca avançou com o projeto e às 18:30 horas de 18 de novembro iniciou o desafio, que foi acompanhado por oficiais da Associação de Ultramaratonas de Ciclismo britânica.
O que não esperava era que, poucas horas depois, começasse a receber sinais de que tinha batido outros recordes: primeiro dos 100 quilómetros, depois dos 200 quilómetros, 300 quilómetros, 300 milhas (482,8 quilómetros) e 500 quilómetros.
O que não esperava era que pelo caminho quebrasse recordes mundiais noutras distâncias: 300 quilómetros, em 9:05:41 horas, 300 milhas (482,8 quilómetros), em 15:31:59 horas, e 500 quilómetros, em 16:08:33 horas.
Dificuldades na alimentação somaram-se à descida da temperatura para quatro graus negativos, afetando a parte final da prova, que Fonseca completou após percorrer 708 quilómetros.
O português espera que a proeza abra perspetivas de carreira como praticante de ultraciclismo e também para promover campanhas de sensibilização em torno da saúde mental, já que tem assume sofrer de problemas psicológicos há vários anos.
Celso Fonseca chegou a Cardiff há 11 anos, "zangado" com as dificuldades em lidar com companhias de seguros na sequência de acidentes enquanto praticava ciclismo em Portugal, e trabalhou em várias profissões, nomeadamente como segurança.
"Mas tenho problemas psicológicos porque fui abusado pelo meu pai quando era criança e isso afetou-me muito. Tornei-me sem abrigo porque a minha cabeça 'explodiu'. Tentei suicidar-me, mas agora estou a ser seguido por um psiquiatra", relatou à Lusa.
Viveu na rua três meses e, após um período num centro para sem abrigo, foi alojado numa habitação social, aguardando receber alta médica para voltar a trabalhar.
O português já foi encorajado a contactar a família real, nomeadamente os príncipes Guilherme e Harry, devido ao seu envolvimento em campanhas sobre saúde mental.
"Eu quero fazer a diferença. Pela primeira vez na minha vida percebo que não fiz nada de errado", vincou.
Quanto ao ultraciclismo, é algo que se vê a fazer futuro.
"Fiz isto de borla, mas se me pagarem até voo!", exclama, acrescentando:  "Mas vou esperar até que estejam pelo menos 10 graus [positivos] porque está muito frio!".




08/12/2017

[Correio da Manhã] Mulher morta em casa há 5 meses


Cadáver foi encontrado por bombeiros e PSP em Mem Martins.

O cadáver de uma mulher de 68 anos foi encontrado, por bombeiros e PSP, no interior da casa onde habitava em Mem Martins, Sintra. A mulher estaria morta em casa há cerca de 5 meses, desde meados de julho. Fonte policial disse ao CM que foi a empresa que gere o condomínio do prédio onde a mulher residia, situado na rua Domingos Saraiva, que lançou o alerta. A falta de pagamento levou a uma denúncia à PSP. Com o apoio dos bombeiros, uma patrulha da PSP de Algueirão foi ao apartamento e arrombou a porta. O cadáver da mulher estava no quarto, junto a 2 gatos. Não há vestígios de crime.

06/12/2017

Inauguração Oficial do relvado sintético do campo de jogos do Arsenal72

Em Mem Martins, no Casal de São José


GROGNation - Amar Para Esquecer [video]


Realização, Direcção de Fotografia e Edição por Leonor Bettencourt Loureiro
Fotografia Analógica por Filipe Feio
Produção por Filipe Feio e LBL



O mundo a desmoronar, o chão a estremecer
O que tu tens pra me dar, nasci pra receber
Tu és o lugar donde quero pertencer
Amar faz lembrar, eu quero amar pra esquecer
[Harold]
Só quero amar pra esquecer
Só quero amar pra perceber
Que amar é mais que sofrer
Só quero amar e dar ao mar
O Amor do sol ao nascer
Achar um par e tar atar
O nó e o padre benzer
Quero amar pra não me lembrar
Que houve um dia que isto foi bom
Que algum dia eu via lia-me nas marcas desse batom
Quero amar e esconder tudo
Toda a dor toda a perda
Quero amar pra não me lembrar
Que tar te amar virou uma merda
Quero amar porque hoje não queria ouvi-la vê-la
Ou tê-la à frente
Quero amar porque arrepia me senti-la sempre presente
Quero amar
Porque todo amor sincero trás sempre a verdade
E Avó disse no meio de tanto entrave esta é a felicidade
Quero amar pra perceber
O brilho dos dias cinzentos
Que maus dias não existem existem só maus momentos
Quero amar porque hoje eu percebi que em certa medida
És o amor que me arrependo pro resto da minha vida
O mundo a desmoronar, o chão a estremecer
O que tu tens pra me dar, nasci pra receber
Tu és o lugar donde quero pertencer
Amar faz lembrar, eu quero amar pra esquecer
[Neck]
Fui aposta, deste gozo tudo a volta ganhou cores
Tive a sorte , neste jogo bateu forte e curou dores
Nada queria cm amores, nada via no amor
Sê bem vinda, a minha vida sara a ferida com ardor
Sinto a chama e o calor do teu corpo...
Sinto a alma de quem em ama no meu corpo...
Fica calma que eu tou perto po conforto
Eu Quero a lady e a peste estampados no teu rosto
Sem confronto eu não tou pronto pa desgostos
Eu nem tem conto dos stresses
Aconchegas te e relax nos meus braços depois do sexo
Passo a passo po sucesso da viagem
Sem corridas e sem excessos é diferente a abordagem
Eu quero te na minha vida mas não só de passagem
Isto é puro e eu tou contigo
Sou teu boy e teu amigo
O mundo a desmoronar, o chão a estremecer
O que tu tens pra me dar, nasci pra receber
Tu és o lugar donde quero pertencer
Amar faz lembrar, eu quero amar pra esquecer
[Nastyfactor]
Amar para esquecer para não andar aos papeis
Para não pensar em ceder, e pensar em voltar à ex
Porque ela fez-te sofrer, andou a saltar ao eixo
Fez tudo sem querer saber ou parecer ter um pretexto
Mas é quando tu menos esperares
Que aquela que menosprezas-te
Devolve o sorriso e faz-te voar na a a estratosfera se
Nada é por acaso então baby não desespera
E cuida do teu jardim para quando chegar a primavera
[Papillon]
Um sentimento profundo como um abismo sem fim
E de repente o mundo não parece assim tao ruim
Só tu tens o brilho que me ilumina e não encadeia
Só tu acompanhas isto que me corre na veia
O mundo a desmoronar, o chão a estremecer
O que tu tens pra me dar, nasci pra receber
Tu és o lugar donde quero pertencer
Amar faz lembrar, eu quero amar pra esquecer
[Papillon]
Minha nicotina
Minha adição
Adrenalina na pulsação
Meu álcool
Minha embriaguez
A que corta a timidez
Minha música
Minha harmonia
Minha euforia
Minha hegemonia
Minha dose
Minha mania
Meu estado de epifania
Meu bem
Meu bem, meu bem, meu bem
Não tem como, não há quem
Só tu me fazes sentir que todo o mal vem por bem
Paixão, paixão, paixão
Daqui até ao meu caixão
Só tu me dás solo quando o mundo me tira o chão
Quando o mundo me tira o chão
Quando o mundo me tira o teto
O melhor lugar para me abrigar
É onde mora o teu afeto
Onde mora o teu afeto
Será para sempre o meu habitat
E sempre que invocares o amor
Juro que ele a ti virá

05/12/2017

[Record] 'Casainhos - União Mercês' termina aos 19 minutos após agressão ao arbitro


Treinador do União Mercês Rui Carvalho explica "exagero"

A partida entre o Casainhos e o União das Mercês, a contar para a 7ª jornada da 2ª Divisão distrital da AF Lisboa, terminou aos 19 minutos, depois do árbitro Ricardo Mendes Lourenço ter sido agredido por parte de um jogador da equipa das Mercês, após a marcação de um penálti.




Contactado por Record, o treinador da formação das Mercês, Rui Carvalho, explicou o que se passou em campo. "O jogo decorria sem incidentes, um desafio normal e até interessante. Vencíamos por 1-0, quando o árbitro decide assinalar um penálti, bastante contestado pelos meus jogadores. Aliás, o atleta que foi apontado como tendo provocado o penálti não estava sequer na grande área ou próximo do lance", frisou o técnico.



"O penálti foi tão caricato que o próprio árbitro assistente afirmou-nos que iria fazer um relatório à parte, a confirmar a inexistência da falta, como também o jogador que nem estava na área", garantiu o treinador.


"No entanto, na discussão do penálti, o meu jogador dá uma palmada no braço do árbitro, os cartões caem ao chão e o jogo é dado como terminado. As pessoas do Casainhos, como nós, perguntavam ao árbitro os motivos daquela decisão, que foi claramente exagerada. O árbitro disse ser as instruções que tinha...", lembrou, salientando: "A qualidade da arbitragem distrital é muito baixa, ainda que sejam os únicos a receber dinheiro nesta divisão."

O lance foi, no entanto, condenado pelo técnico. "Não somos arruaceiros nem sequer permito situações destas", explicou.