Tempo em Algueirão Mem Martins

domingo, 15 de setembro de 2019

Rezam numa garagem, sonham com o centro comunitário já prometido [video]

Mamadou Bah é o presidente da Associação Comunidade Islâmica da Tapada das Mercês e Mem-Martins (ACITMMM), criada em 2007. Quando a comunidade começou a crescer, arrendaram uma garagem, que dividiram em duas áreas: de um lado, um espaço comunitário para toda a gente, independentemente da religião ou etnia, onde prestam, por exemplo, apoio escolar, têm cursos de alfabetização e de informática, aulas de inglês e de português; do outro lado, um local de culto, onde já não cabe toda a gente.
A comunidade cresceu tanto que alguns já rezam na rua, como aconteceu esta terça-feira, durante a oração que comemorou o fim do Ramadão. Em 2020, esperam já estar no novo centro comunitário, que está a ser construído umas ruas acima.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Histórias na 1ª pessoa AMM [08]


As primeiras memórias que guardo de Mem Martins são do tempo em que acompanhava a minha avó a vender fruta, todos os sábados junto do Mercado de Fanares. O meu avô trazia todas as caixas na carrinha e eu ficava com a minha avó.

Este acontecimento semanal durou durante muitos anos, e conheci muitas pessoas e senhoras simpáticas que muitas vezes me ofereciam pequenas prendas.

Hoje vivo longe daqui, mas sempre que estou por perto adoro passar por ali, e lamento muito ver o antigo Mercado abandonado e aquela zona um pouco esquecida... ficando apenas as memórias...

(histórias contadas por pessoas que aceitaram participar 

no desafio que lancei na pagina do facebook)

Histórias na 1ª pessoa AMM [07]


As primeiras memórias que eu tenho de Mem Martins são da minha infância, quando vinha até cá com a minha avó, para um anexo da casa de uma amiga dela para fazer casca de queijadas de Sintra. Muitas vezes ficava lá a ajudar e outras vezes ia com o filha da sra da casa para a fonte dos casais para ver os lagostins.
São imagens que guardo fielmente na minha memória, e que infelizmente se foram perdendo com a evolução daquela pena aldeia que conheci.



(histórias contadas por pessoas que aceitaram participar 
no desafio que lancei na pagina do facebook)

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Histórias na 1ª pessoa AMM [06]


O meu pai era responsável numa instituição bancária na zona da Estefânia em Sintra, e ele todos os dias vinha da nossa casa, um apartamento em Benfica. Eu sabia que os meus pais procuravam uma casa mais perto do trabalho do meu pai, e foi assim que acabaram por comprar uma moradia na av. D. Afonso Henriques, no Algueirão.
Na altura foi um choque para mim pois fiquei a morar longe dos meus amigos, e numa escola nova. No entanto, o ambiente aqui era calmo e rapidamente fiz novos amigos. Acreditem que nunca mais quis sair daqui, hoje tenho 50 anos e adoro morar no Algueirão, um sítio calmo e de fácil acesso a tudo.

Histórias na 1ª pessoa AMM [05]


Vim para Mem Martins no final dos anos 60 pois aqui encontrei um trabalho na Construção Civil. Inicialmente era um mero servente e trabalhei em muitas construções que duram até os tempos de hoje. Tive vários patrões e por cá conheci muita gente.

Com a experiencia que adquiri e muitas horas de trabalho, comecei a fazer trabalhos como armador de ferro… e com muito orgulho hoje posso dizer que estive na construção de muitos bairros, prédios e vivendas que nasceram em Mem Martins: Santa Teresinha, Ouressa, São Carlos 2, Casal de São José…
No inicio da minha presença na freguesia vivi num pequeno anexo na Barrosa, mas graças ao meu trabalho consegui construir a vivenda da minha família, onde vivo até os dias de hoje no Algueirão…. E onde espero continuar ate aos últimos dias da minha vida.

(histórias contadas por pessoas que aceitaram participar 
no desafio que lancei na pagina do facebook)



[TVI] Fanfarra dos Bombeiros de Algueirão Mem Martins

Presença da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Algueirão Mem Martins, no programa 'Você na Tv' da TVI