Tempo em Algueirão Mem Martins

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Patronos das escolas de Algueirão Mem Martins

» Maria Alberta Menéres
Licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas, escreveu o primeiro livro em 1952, com o título Intervalo. Em 1960, Água-Memória, valia-lhe o prémio do Concurso Internacional de Poesia Giacomo Leopardi. De 1965 a 1973 foi professora nos Ensinos Técnico, Preparatório e Secundário, tendo leccionado Língua Portuguesa e História. Colaborou com vários jornais e revistas literárias — "[Diário de Notícias", "Távola Redonda", "Cadernos do Meio Dia" e "Diário Popular", onde coordenou a secção de iniciação à literatura. De 1974 a 1986, dirigiu o Departamento de Programas Infantis e Juvenis da Rádio e Televisão de Portugal e, em paralelo, organizou a "Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa", com E. M. de Melo e Castro, seu marido.

Entre 1990 e 1993 dirigiu a revista Pais. Entretanto, na Provedoria da Justiça, foi-lhe dada a responsabilidade Provedora de Justiça de Crianças. A sua obra infanto-juvenil inclui poesia, contos, Banda desenhada, teatro, novelas, cómicos e a adaptação de clássicos da literatura. Em 1986 recebeu o Grande PrémioCalouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, pelo conjunto da sua obra literária. Em 2004 deu nome a um agrupamento de escolas, na Tapada das Mercês, em Sintra.
É mãe da cantora Eugénia Melo e Castro.
A 8 de Junho de 2010 foi agraciada com o grau de Comendadora da Ordem do Mérito.

» Visconde Juromenha

João António de Lemos Pereira de Lacerda, que foi o 2º Visconde de Juromenha.

Apesar de apoiante da causa miguelista nas lutas liberais, foi reconhecido como um Homem de Letras, notável conferencista e divulgador da história e património de Sintra.

Entre as suas obras publicadas, destaca-se “Cintra Pinturesca ou Memória Descriptiva das Villas de Cintra, Collares e seus arredores” (Lisboa, 1838), a qual foi revista por Alexandre Herculano.



» Ferreira Castro

José Maria Ferreira de Castro (Ossela, Oliveira de Azeméis, 24 de Maio de 1898 — Porto, 29 de Junho de 1974) foi um escritor português, que aos doze anos de idade emigrou para o Brasil, onde viria a publicar o seu primeiro romance Criminoso por ambição, em 1916.

Durante quatro anos viveu no seringal Paraíso, em plena selva amazónica, junto à margem do rio Madeira. Depois de partir do seringal Paraíso, viveu em precárias condições, tendo de recorrer a trabalhos como, colar cartazes, embarcadiço em navios do Amazonas etc. Mais tarde, em Portugal, foi redactor do jornal O Século, director do jornal O Diabo e colaborador das revistas O domingo ilustrado1 (1925-1927) e Ilustração2 (iniciada em 1926).

Emigrante, homem do jornalismo, mas sobretudo ficcionista, é hoje em dia, ainda, um dos autores com maior obra traduzida em todo o mundo, podendo-se incluir a sua obra na categoria de literatura universal moderna, precursora do neo-realismo, de escrita caracteristicamente identificada com a intervenção social e ideológica. A exemplo da sua ainda grande actualidade pode referir-se a recente adaptação ao cinema, com muito sucesso, da obra A Selva.


» Domingos Saraiva

Domingos Saraiva (Lisboa, Agosto de 1908 — Cascais, 21 de Dezembro de 1994), foi um pintor, desenhista e paisagista português. Começou aos 13 anos por desenhar jóias, tendo, depois, frequentado a Academia da Sociedade Nacional das Belas Artes. Desde muito novo, foi um apreciador de tauromaquia, daí ter-se tornado um pintor com preferência pelo tema.


Numa fase posterior retratou a região saloia (Mem Martins, Algueirão, Mercês, Sintra).Várias exposições individuais e colectivas e vários prémios arrecadados. Passou, ainda, pelo O Século Ilustrado, que paginou e ilustrou. O Município de Sintra tem um conjunto de obras do artista, sobretudo paisagens e retratos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

domingo, 25 de maio de 2014

Prof. Alfredo Pinheiro de Freitas [1910-1990]

O professor primário da antiga Escola Guerra Junqueiro...

...muitos habitantes de Mem Martins, de outros tempos, aprenderam as primeiras letras com o professor Alfredo...

foto retirada do grupo do facebook 'escola primária Guerra Junqueiro'

Na casa do Amâncio e de sua mulher Inês Rosa...

Na casa do Amâncio e de sua mulher Inês Rosa, na Estrada de Mem Martins 127 a 135, realizaram-se os primeiros bailes e nesse mesmo prédio houve a primeira padaria [1929], o primeiro talho [1930] e também uma mercearia e taberna, tendo existido nas traseiras a primeira carvoaria [1923]

quinta-feira, 22 de maio de 2014

[Público] Câmara de Sintra aprova acordo para concluir Tapada das Mercês mas moradores contestam


A Câmara de Sintra aprovou um acordo a celebrar com os promotores da urbanização da Tapada das Mercês, que os compromete a concluírem um projecto com quase quatro décadas. Em troca, a autarquia promete licenciar a primeira fase do loteamento contíguo da Quinta da Marquesa assim que as obras na Tapada estejam prontas. A solução, porém, não agrada aos moradores.
O protocolo, aprovado por unanimidade na reunião pública desta terça-feira, prevê que os urbanizadores – as empresas Cintra e Vicente Construções – construam, no prazo de seis meses, dois parques de estacionamento e um jardim público e façam obras de reparação do espaço urbano. Terão também de construir a Via Parque (via estruturante que liga a Tapada das Mercês à A16) e a ligação da Estrada Algueirão/Richoa à Estrada da Baratã (EN256), para garantir o acesso do loteamento da Quinta da Marquesa à A16.

No acordo, ao qual o PÚBLICO teve acesso, o fundo de investimento imobiliário Fundimo, da CGD, surge também como promotor e fica responsável por investir 1,3 milhões de euros na remodelação do centro comercial Floresta Center e em obras na zona envolvente.

Na Tapada das Mercês moram cerca de 22 mil pessoas
O alvará de loteamento da Tapada das Mercês, urbanização localizada na freguesia de Algueirão-Mem Martins, data de 1978, época em que as obras foram iniciadas. O promotor, que inicialmente era apenas a sociedade Cintra, construiu perto de 5500 fogos mas não concluiu os equipamentos previstos nem as obras no espaço público, motivo pelo qual a câmara ainda não procedeu à recepção definitiva da urbanização. “Muitas pessoas ainda não puderam [por isso] registar as suas casas”, sublinha o presidente da autarquia, Basílio Horta (PS).


Por despacho municipal de Abril de 2012, as obras previstas no alvará da Tapada das Mercês e não concluídas ficaram abrangidas pelo contrato da Quinta da Marquesa, loteamento projectado a norte da urbanização existente. Os promotores pretendiam que a autarquia licenciasse este loteamento para depois terminarem a intervenção na Tapada, para a qual precisam de um empréstimo bancário de 300 mil euros. Mas Basílio Horta preferiu outra solução: "Para a empresa conseguir o financiamento, a câmara compromete-se a libertar [o licenciamento da] a primeira fase da urbanização da Quinta da Marquesa logo que a Tapada das Mercês esteja concluída", explica o autarca, sublinhando que a banca tem interesse em que as obras na Quinta da Marquesa avancem.

Para o presidente da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins, Valter Januário (PS), a decisão da autarquia mostra "coragem política" para resolver um problema que se arrasta há muitos anos. “A situação agudizou-se a partir de 2001 [ano em que Fernando Seara foi eleito pela primeira vez como presidente da Câmara]”, afirma. O promotor deixou de intervir na urbanização, alegando dificuldades financeiras. "Finalmente vai-se dar alguma qualidade de vida aos cerca de 22 mil moradores", diz o autarca, admitindo porém que a solução "não é a ideal, mas sim a possível".

Mas para a Associação de Moradores da Tapada das Mercês, o acordo não garante a resolução dos problemas mais prementes. "Durante 12 anos ninguém mexeu uma palha para que algo acontecesse, pelo que estamos agradecidos, mas não é disto que precisamos para já", diz Cristina Lopes, da Assembleia Geral da associação.



Para os moradores, a prioridade devia ser a construção dos equipamentos em falta prometidos inicialmente pela Cintra, como espaços verdes, um complexo desportivo, parques infantis, piscinas, uma igreja, um quartel de bombeiros. "É preciso requalificar os prédios, as estradas, a iluminação pública, as passadeiras", enumera, criticando a opção por mais habitação no novo loteamento. "O projecto vai trazer mais pessoas para cá, mas depois não temos parques para as crianças em condições", exemplifica, lamentando que a zona se tenha transformado num "dormitório". "Ao fim-de-semana as pessoas vão-se embora porque não há nada que as prenda."

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Carlos Guerreiro - 'o youtuber de Mem Martins...'

Na rubrica da Radio Comercial 'O Homem que mordeu o Cão', Nuno Markl fez em dois dias consecutivos referência a Carlos Guerreiro, o youtuber de Mem Martins... ouve abaixo as 2 edições, e torna-te seguidor da pagina do facebook, clicando na foto abaixo...


domingo, 11 de maio de 2014

As antigas fontes de Algueirão Mem Martins

Abaixo os antigos cartazes do 
'Projecto de Recuperação de Fontes e Fontanário Tradicionais', com a informação de todas as fontes e fontanários de Algueirão Mem Martins