Tempo em Algueirão Mem Martins

sábado, 26 de novembro de 2016

Ministro visita Escola Mestre Domingos Saraiva

Ontem a Escola Mestre Domingos Saraiva no Algueirão recebeu a visita do ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, e da secretária de estado adjunta e da educação, Alexandra Leitão. 


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Gala de Boxe em Sacotes


Gala de Boxe, sexta-feira, dia 25 de novembro, pelas 21h00, na Escola de Boxe João Faleiro, em Sacotes.
[Rua da Beijoquinha, número 47, Sacotes]

[CMS] Consignação do novo Parque Urbano da Cavaleira

Está quinta-feira, às 15h30, consignação para o início da obra do novo Parque Urbano da Cavaleira na freguesia de Algueirão-Mem Martins. Participe.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

[Público] Sonhos de 2006???


A Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins, Sintra, pretende executar 11 projectos de recuperação urbana, mas antes quis saber o que a população achava deles. 

Para isso lançou um concurso de ideias através do qual enviou aos munícipes 31 mil inquéritos, com informações e imagens de cada um dos projectos. Perto de quatro centenas de respostas foram recebidas, o que leva o presidente da junta, Manuel do Cabo, a congratular-se com a iniciativa. 

"Queremos ouvir a população para escolher o melhor projecto", explica o autarca, acrescentando que com isso "não se quer aliviar de qualquer responsabilidade nas suas decisões". 

Os inquéritos, lançados em Maio e cujas respostas foram recebidas até ao final do mês passado, permitiram à junta saber que "a grande preocupação da população tem a ver com os espaços verdes, o que vai ao encontro das propostas" da autarquia, observa Paulo Noguez, membro do júri encarregue de avaliar as sugestões recebidas. "Quanto melhor um decisor ou uma empresa conhece o seu cliente, melhor será a sua estratégia e o serviço a prestar", justifica. 

Algueirão-Mem Martins é a maior freguesia da Europa. Segundo os Censos de 2001, tem cerca de 63 mil habitantes para uma área de 15,9 quilómetros quadrados. Dez anos antes tinha 40 mil residentes. Esta explosão demográfica foi acompanhada de um crescimento urbanístico desregrado, que não levou em conta as infra-estruturas e os equipamentos sociais necessários. 

"Em termos urbanísticos, a vila não tem arranjo. Não há estacionamento. Não há um largo. As ruas são muito apertadas. Os prédios crescem para cima das estradas. Não há um jardim ou um centro bonito", resume Rosalina Guerreiro, que trabalha num café junto ao largo da estação. "Ouvir a população é sempre bom. E já está na hora de mudar o aspecto da vila", diz a comerciante, mostrando o seu apoio inequívoco à iniciativa da junta.

Segundo Manuel do Cabo, o objectivo dos 11 projectos é "redesenhar a paisagem da vila", com a construção de rotundas iluminadas, espelhos de água na bacia de retenção da Tapada das Mercês e intervenções em diversos espaços verdes. A requalificação passa ainda pelo largo da estação e pela construção de um túnel "que sirva de escoamento ao trânsito proveniente do IC19". 


O projecto em que a população deposita mais esperanças - a requalificação da estação e do seu largo e a criação de estacionamento em volta - será também o que mais tempo levará a concretizar. "
Poderá ser algo para 15 anos. É uma obra de grande envergadura, que envolve demolições. Por outro lado, queremos um programa Polis para ali", explica Manuel do Cabo.

As sugestões dos munícipes serão agora avaliadas por um júri "que vai compará-las com as 11 propostas". Posteriormente, adianta o autarca, alunos de arquitectura da Universidade Lusíada, com base nas ideias dos munícipes, apresentam os estudos para estes projectos. A partir desse momento vai ser lançado o concurso de execução dos projetos, seguindo-se a fase de obra. 

"Em Junho de 2007, a freguesia vai entrar em estaleiro e as obras prolongam-se até ao final do mandato", resume Manuel do Cabo. 

* OpiniãoAMM: Descansa em paz Floresta Center

Texto Fábio Ventura
(Produtor e técnico de espectáculos)




Aqui podia haver um teatro. Aqui houve um teatro. Agora, lá dentro, só faltam passar aquelas bolas do deserto, como nos desenhos animados. 

Perdi a conta às vezes que corri as escolas dos Castelinhos e dos Bandeirinhas a promover espectáculos, perdi a conta aos amigos que chamei para ajudar, perdi a conta ao dinheiro que gastei, do meu bolso muitas vezes, para fazer acontecer coisas aqui. Passava aqui os meus dias (eu e a malta da Byfurcação, com quem eu trabalhava na altura). Para quê? Para agora isto ser um mamarracho que está em frente à estação das Mercês, a fazer sombra aos passageiros dos comboios. 

Que bonito.
(Inserir insultos e vitupérios aqui)


Um dia recupero o texto que escrevi quando isto fechou e mostro-vos. 

Agora estou só triste. Passar aqui, vir aqui dentro, entristece-me. À séria.
Descansa em paz Floresta Center

Sessão de Esclarecimento das Leis da Arbitragem na Tapada das Mercês

O Arsenal 72 vai promover uma sessão de esclarecimento sobre as leis da arbitragem, sábado, dia 19 de novembro, pelas 18h00, na Casa da Juventude da Tapada das Mercês.


[TVI] Missa na Igreja Nossa Sra Natividade

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Trânsito na 'Rua Lagoa Marinha' em Mem Martins

Um report que registei/divulguei aqui no Blog no passado dia 03Out, e partilhei no Site da Câmara Municipal ficou resolvido.
O sinal de sentido proibido na 'Travessa das Eiras' em Mem Martins já ganhou cor…
Agora falta resolver uma situação de trânsito que carece de rápida resolução, a 'Rua Lagoa Marinha' no Bairro de São Carlos.

Uma Rua onde funcionam 2 instituições para crianças, e onde não existe muito espaço de estacionamento, e ao início e ao final do dia, a afluência de carros, para recolha e entrega de crianças, tornam a rua perigosa e quase intransitável, para carros e peões... e em dias de chuva torna-se caótico... 

Uma sugestão para resolução simples deste problema?
Transformar a ‘Rua Lagoa Marinha’ numa via de sentido único.
Eu pessoalmente já reportei esta situação à CMS.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Exposição “O Tempo em 2725”

O Grupo de Teatro da Casa Estrela do Mar vai estar dia 17 de Novembro no Centro Cultural Casapiano (Belém) a inaugurar a exposição “O Tempo em 2725”, decorrente do trabalho com os jovens da Casa de Acolhimento Martins Correia. Esta exposição, com enfoque na educação artística e no teatro é o resultado de um trabalho desenvolvido desde o início de 2016. É aberta a toda a população, estão todos convidados!

sábado, 5 de novembro de 2016

[RTP] Sintra vai ter um novo hospital (video)





[Publico] Vai ser construído um novo hospital em Sintra

Ministério da Saúde vai investir na construção de um novo hospital em Sintra e no alargamento do de Cascais, para servir mais utentes das freguesias do município sintrense, anunciou esta sexta-feira o presidente da autarquia. Segundo disse à Lusa Basílio Horta (PS), após uma reunião com o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, o município "precisa de uma rede de saúde que faça sentido e seja coerente".

"Essa rede de saúde passa fundamentalmente pelo Amadora-Sintra, [e] passa pelo alargamento do Hospital de Cascais, com mais um piso, prestando serviço não só às senhoras e aos jovens, mas a todas as populações do âmbito territorial abrangidas pelo hospital, que se passará a chamar Hospital Cascais-Sintra", explicou Basílio Horta.

O presidente da autarquia acrescentou que "depois em Sintra será criado um polo multidisciplinar, porque tem anexo à rede hospitalar uma rede de cuidados continuados e de convalescença", com 50 a 60 camas, além das urgências e cirurgia ambulatória.

"O senhor ministro informou que, no próximo concurso que será aberto até ao fim do ano, irá ser colocada a obrigatoriedade de, quem ficar com o Hospital de Cascais, aumentar um piso para servir as freguesias de Sintra mais perto de Cascais", frisou o autarca.

As urgências do novo polo hospitalar de Sintra vão contribuir para atenuar as urgências do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e, para isso, acaba a Urgência Básica de Algueirão-Mem Martins, que apenas atendia a casos menos urgentes e sem a totalidade dos meios de diagnóstico.

O autarca adiantou que vão avançar os estudos preliminares para o novo hospital, que deverá ficar localizado em Sintra, junto ao IC16, numa área "entre 20 a 30 mil metros quadrados".

"O senhor ministro tenciona assinar o protocolo para o polo hospitalar de Sintra com a câmara na última semana de Janeiro", apontou Basílio Horta, notando que a autarquia avança com o investimento inicial e só em 2018 é que as verbas entram no Orçamento do Estado.

Em termos de investimento, o autarca admitiu que a nova unidade "não é inferior a 20 milhões, nem superior a 30 milhões de euros".

Numa carta enviada a 18 de Outubro ao ministro da Saúde, Basílio Horta e o presidente da assembleia municipal, Domingos Quintas (PS), solicitaram uma reunião urgente para analisar "as formas de colaboração" com vista à construção de um novo hospital em Sintra.

Os autarcas lembram que o Hospital Fernando Fonseca, "construído e instalado para servir na sua área de influência (Amadora e Sintra) uma população da ordem dos 300 mil utentes, serve actualmente mais de 600 mil utentes".

Uma situação que "naturalmente gera situações de enorme estrangulamento e dificuldades inultrapassáveis, em particular na área das urgências hospitalares, dos internamentos e das consultas de acompanhamento", acrescentam os autarcas na carta ao ministro.


No documento, os autarcas referem que o município se compromete a apoiar na construção de um novo equipamento, estimado em 20 milhões de euros, através da "cedência do terreno necessário e com a comparticipação de 30% do custo final do hospital (até seis milhões de euros)".

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

4º Encontro Municipal de Juventude de Sintra

De 11 a 13 de Novembro!!! Para um participação significativa dos Jovens, o Encontro Municipal da Juventude de Sintra está aí e é para ti e é grátis!! Vêm, traz amigos e ajuda-nos a divulgar!!! Inscrições em: https://goo.gl/GCVGTg

[Observador] Universidade de Coimbra e empresa de resinas criam poliéster insaturado ‘verde’

Uma nova resina de poliéster insaturado com matéria-prima de origem natural foi desenvolvida por investigadores da Universidade de Coimbra e pelo produtor nacional de resinas Resiquímica.

Uma nova resina de poliéster insaturado com matéria-prima de origem natural foi desenvolvida por investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e pelo produtor nacional de resinas Resiquímica. A criação foi anunciada esta esta quarta-feira.

O novo produto, que já está no mercado, resulta do projeto de investigação GreenUP, cujo objetivo era o desenvolvimento de “novos poliésteres insaturados de mais alto valor acrescentado à base de matérias-primas derivadas de fontes renováveis (biológicas)”, afirma a UC, numa nota divulgada esta quarta-feira.
Os poliésteres insatura dos convencionais são produzidos a partir de derivados do petróleo.

O poliéster ‘verde’ representa “um grande avanço no sentido da utilização de matéria-prima de origem biológica em produtos de uso corrente”, afirmam Jorge Coelho e Arménio Serra, coordenadores do projeto e docentes do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC.

Os poliésteres insaturados são utilizados no fabrico de diversos materiais, como, por exemplo, botões de vestuário, bancadas de cozinha e tanques para armazenagem de produtos alimentares, entre outros.

Além de competitivo em relação aos atuais poliésteres de origem fóssil, o novo produto permite “reduzir substancialmente a pegada de CO2 do produto final”, sublinham os investigadores, citados pela UC.

“O poliéster insaturado desenvolvido permitiu obter um material mais amigo do ambiente que reúne todas as características necessárias para o seu desempenho adequado”, destacam.

“A crescente consciência ambiental das sociedades para produtos com o menor impacto ambiental possível torna premente o desenvolvimento deste tipo de tecnologias”, sustenta Jorge Moniz, da Resiquímica.

Para desenvolver esta resina amiga do ambiente, os investigadores recorreram a monómeros — “pequenas moléculas que se vão ligando por repetição, gerando polímeros (moléculas maiores)” — de origem vegetal.

O maior desafio deste projeto “prendeu-se com a escolha criteriosa das matérias-primas (monómeros) e com o desenvolvimento dos melhores processos de síntese para que, dominando as variáveis do processo de fabrico, fosse possível obter as formulações corretas que garantissem todas as propriedades térmicas e mecânicas, por forma a atingirem-se as características adequadas para cada tipo de aplicação”, explica Jorge Coelho.

Foi um desafio altamente complexo”, conclui o investigador da UC. 
Com sede em Mem Martins (Sintra), a Resiquímica é uma empresa “inteiramente portuguesa”, que se dedica à produção e comercialização de “polímeros destinados às indústrias de tintas, vernizes, adesivos e materiais compósitos”, refere a página eletrónica da empresa.

O projeto de investigação GreenUP foi financiado por fundos comunitários, no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional).