Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Resumo "MMSC - Belenenses" para AFL (video)

Imagens do jogo 'Mem Martins Sport Clube' com o 'Clube Futebol 'Os Belenenses'' para a Taça da AFL, no passado dia 25 de Novembro, na Quinta do Recanto em Mem Martins.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Jogo com o Belenenses em Mem Martins

Ontem jogou-se na Quinta do Recanto, debaixo de muita chuva, o jogo dentre o Mem Martins Sport Clube e o Clube Futebol 'Os Belenenses', para a 2ª eliminatória da Taça da AFL. O jogo terminou com a vitória do clube de Lisboa por 1-2.



[Rimas e Batidas] Harold sobre “Eterna”: “A música é uma homenagem a todas as mães” [video]

“Eterna” é o novo single de Harold com produção de FRXH e co-produção de Conductor. O tema vem acompanhado por um vídeo realizado e editado por Leonor Bettencourt Loureiro e filmado por Bernardo Infante.
“A música é uma homenagem a todas as mães. Em todos os meus trabalhos, tanto em GROGNation como a nível individual, sempre falei da minha mãe indirectamente e nunca tinha feito uma canção para ela, e aqui está”, revelou o rapper em conversa com o Rimas e Batidas. E acrescentou: “inspirei-me em amigos que perderam as mães, amigos que têm a mãe longe, pessoas que têm a mãe como pai e mãe, bem como em todos aqueles que amam e admiram a mãe, a avó, e que possam usar esta música como dedicatória.”
Segundo o autor, “Eterna” é uma espécie de continuação do seu videoclipe anterior “Segue em Frente“, “tendo
algumas personagens em comum”. Olhando para os créditos, não surpreende: os produtores e a realizadora também estiveram envolvidos no vídeo do último single.

Depois de lançar o seu álbum de estreia a solo em 2016, Harold Rafael dedicou-se de corpo inteiro aos GROGNation — editou Nada é por Acaso com o grupo –, colaborou com Cálculo(“Iguais”) e mostrou canções como “Excêntrico Freestyle” e “32“. Sobre um novo trabalho, a resposta deixa espaço para interpretações: “Por enquanto vamos dizer que é uma musica solta”. Não percam os próximos episódios.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

[Sol] Saiba qual a melhor freguesia para viver na Grande Lisboa

E quais serão as principais qualidades, e defeitos da Freguesia de Algueirão Mem Martins??
Não estamos entre as dez melhores freguesias mas também não estamos nas dez piores...


Noticia do 'Jornal Sol'

Foram analisados 12 fatores entre as 67 freguesias que compõem os nove concelhos de Lisboa, desde Vila Franca de Xira a Cascais

Um estudo sobre a qualidade de vida na Grande Lisboa, elaborado pelo portal imobiliário Imovirtual, concluiu que a melhor freguesia é o Parque das Nações.

Dos nove concelhos analisados – Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas, Oeiras, Sintra e Vila Franca de Xira –, apenas quatro das que tiveram melhor avaliação são do concelho de Lisboa. Em segundo lugar surge Ericeira e em terceiro Mafra.

No final da lista, o concelho mais representado é Sintra, com seis das dez freguesias com pior avaliação. Cacém e São Marcos lidera a lista das piores, seguida de Camarate, Unhos e Apelação e da freguesia Pontinha e Famões.

O estudo que inquiriu 2.200 indivíduos pretendia “aferir as melhores freguesias para se viver dentro dos concelhos da Grande Lisboa”. Foram avaliados 12 fatores, tais como, por exemplo, segurança, limpeza, silêncio, transportes públicos, espaço de lazer, estabelecimentos de ensino custo de vida em geral e acessos e estacionamento. Ao todo, foram avaliadas 67 freguesias.

As dez melhores freguesias para viver: 
1 - Parque das Nações (Lisboa) (4,38)

2 - Ericeira (Mafra) (4,28)
3 - Mafra (Mafra) (4,19)
  4 - Porto Salvo (Oeiras) (4,17)
  5 - Moscavide e Portela (Loures) (4,13)
  6 - São João das Lampas e Terrugem (Sintra) (4,10)
  7 - Alvalade (Lisboa) (4,09)
  8 - Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias (Oeiras) (4,08)
  9 - Cascais e Estoril (Cascais) (4,06)
  10 - Areeiro (Lisboa) (4,05)
As dez piores freguesias para viver: 
1 - Cacém e São Marcos (Sintra) (3,21) 

2 - Camarate, Unhos e Apelação (Loures) (3,29)
3 - Pontinha e Famões (Odivelas) (3,30)

  4 - Falagueira-Venda Nova (Amadora) (3,30)
  5 - Agualva e Mira-Sintra (Sintra) (3,38)
  6 - Santa Clara (Lisboa) (3,38)
  7 - Rio de Mouro (Sintra) (3,41)
  8 - Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz (Vila Franca de Xira) (3,42)
  9 - Mina de Água (Amadora) (3,43)
  10 - Encosta do Sol (Amadora) (3,44)

domingo, 11 de novembro de 2018

Cruzamento na Rua Prof. Dr. Joaquim Fontes

Sempre que passo por aqui em hora de ponta, questiono-me se não será melhor transformar este cruzamento numa rotunda?

Com um grande fluxo de trânsito proveniente das escolas, do agrupamento Ferreira de Castro, cria-se uma fila demorada na 'Rua dos Bombeiros Voluntários', dificultando também a saída dos Bombeiros do seu Quartel.


Uma rotunda parece-me uma boa solução para regular o transito neste cruzamento.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

[Diário Noticias] Sintra prepara isenção de impostos e taxas para hospital privado do grupo Trofa Saúde

A Câmara Municipal de Sintra quer isentar em, pelo menos, 536 mil euros de impostos e taxas urbanísticas a construção do hospital privado do grupo Trofa no concelho, medida contesta pela CDU na defesa do Serviço Nacional de Saúde.
O grupo Trofa Saúde pretende construir no Alto do Forte, na freguesia de Rio de Mouro, junto ao Itinerário Complementar 19 (Lisboa-Sintra), um hospital privado, num investimento de 30 milhões de euros, segundo uma proposta do presidente da autarquia, Basílio Horta (PS).
A unidade hospitalar, num edifício com 30.000 metros quadrados, terá as valências de "ambulatório, imagiologia e radiologia, urgência para adultos e pediátrica, bloco operatório, internamento e posto de análises clínicas", explica o documento, a que a Lusa teve acesso.
O projeto prevê, anualmente, "cerca de 240.000 atendimentos, 8.000 cirurgias e 40.000 diárias de internamento", admitindo-se a ampliação de serviços e que, na gestão hospitalar, "o número de colaboradores do quadro varie entre 125 a 150".
O presidente da autarquia considerou que o projeto "tem um relevante interesse para o município, dado permitir o aumento de respostas no domínio da saúde", incluindo no âmbito hospitalar, e a criação de postos de trabalho.

Nesse sentido, Basílio Horta propôs, na terça-feira, na reunião privada do executivo, submeter à assembleia municipal para aprovar o projeto da sociedade ligada ao grupo Trofa Saúde como sendo de "relevante interesse municipal".
No caso de ser considerado Projeto de Relevante Interesse Municipal (PRIM), o promotor beneficiará da isenção de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) por cinco anos, no montante de 243.802 euros, com base nos 13,9 milhões declarados do valor do terreno.
O requerente beneficiará ainda de isenção total do Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), no valor de 253.500 euros, assim como de 39.721 euros de taxas urbanísticas.
A comissão de acompanhamento do PRIM, numa informação final, estimou "benefícios no valor global de, pelo menos, 536.523,80 euros, sendo que o valor das taxas urbanísticas pode variar de acordo com o projeto a apresentar".
Em relação ao pedido de redução/isenção de derrama, na informação refere-se não ser "possível nesta altura calcular", por incidir sobre lucros tributáveis, ainda desconhecidos, mas admite isenção durante "5 anos" à empresa construtora e por "10 anos" à gestora hospitalar.

O promotor terá também majoração de 50% dos parâmetros urbanísticos no Plano Diretor Municipal, para o terreno em espaço industrial, podendo edificar até 13,5 metros de fachada (quatro pisos), em vez de nove metros (dois pisos), condicionado a parecer pela servidão aeronáutica da base aérea de Sintra.
A proposta foi aprovada pelos vereadores do PS e da coligação PSD/CDS-PP/MPT/PPM, com voto contra da CDU.
"O atual executivo e todos os que criam condições para a implantação de unidades privadas de saúde no concelho de Sintra são coniventes com a degradação do SNS [Serviço Nacional de Saúde] operada por sucessivos governos PS/PSD/CDS-PP", lamentou, numa nota enviada à Lusa, o vereador da CDU Pedro Ventura.
O eleito da CDU considerou que "tanto o PS, como o PSD/CDS-PP em Sintra já haviam criado condições para a instalação do grupo CUF e, agora, dão mais uma machadada no SNS", com isenções ao grupo Trofa.
Para o autarca, os novos projetos privados "convivem com o atual estado da saúde no concelho de Sintra, onde dezenas de milhares de utentes continuam sem médico de família" e têm de recorrer "ao sobrelotado e subfinanciado Hospital Fernando da Fonseca [Amadora-Sintra]".
"PS, PSD e CDS favorecem os grupos privados do negócio da saúde que têm aumentado os seus serviços à custa do erário público, seja com PPP [parceria público-privada], seja com a convenção de cuidados que deveriam ser prestados no público, seja com a concessão de facilidades e benefícios" a privados, frisou Pedro Ventura.
O presidente da autarquia contrapôs à Lusa que "o projeto cumpre todos os pressupostos do regulamento dos PRIM e não se podia, por motivos ideológicos, deixar de aplicar as regras que foram aprovadas por maioria, apenas com voto contra do Bloco de Esquerda".
Basílio Horta recusou alinhar no "preconceito ideologicamente datado de que o Serviço Nacional de Saúde só pode ser prosseguido por entidades públicas", notando que os privados prestam assistência a beneficiários da ADSE e da Segurança Social.
O autarca revelou que "é o primeiro investimento de PRIM", pois as regras "são muito exigentes" e nem todos conseguem cumprir os requisitos aprovados no anterior mandato.

Ciclovia "Ouressa - Igreja Algueirão"


Para quando???

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Novo Centro de Saúde de Algueirão Mem Martins...

No relatório de atividades Municipais de Sintra de Junho, Julho e Agosto de 2018 podemos ver o motivo pelo qual ainda não começaram as Obras do Novo Centro de Saude de Algueirão Mem Martins...

AGUARDA VISTO DO TRIBUNAL DE CONTAS...

[Correio da Manhã] Violador obriga vítima a pagar motel onde foi violada

Jovem de 19 anos terá sido sequestrada por homem armado, que abusou dela durante horas. 

A jovem de 19 anos tinha acabado de estacionar o carro, pelas 14h00 de terça-feira, na Portela de Sintra, quando conta ter sido abordada por um homem. E de imediato foi-lhe apontada uma arma. A vítima acabou por passar horas de terror às mãos do agressor, sob sequestro. Foi obrigada a ir para um motel da zona e violada no local durante várias horas. Antes do crime, tinha sido forçada a levantar dinheiro no multibanco – o que serviu para pagar a unidade hoteleira. 

Acabou por ser abandonada, horas depois, na zona de Algueirão. Esta foi a descrição feita pela vítima aos militares da GNR de Sintra, que tomaram conta da ocorrência na sequência da queixa – sendo que a investigação prossegue agora a cargo da secção de combate a crimes sexuais da Judiciária de Lisboa. A jovem foi de imediato ameaçada de morte, com recurso a uma arma de fogo, e obrigada a dirigir-se até a uma caixa de multibanco, onde o violador lhe exigiu que efetuasse o levantamento de dinheiro. O mesmo dinheiro serviu para depois darem entrada num motel daquela zona, onde a vítima chegou sob sequestro. 

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/violador-obriga-vitima-a-pagar-motel-onde-foi-violada

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

[Económico] Resiquímica: por 28,5 milhões de euros passou de Sintra para o mundo

Com a aquisição da empresa portuguesa, a Omnova Solutions aumentou as suas sinergias. 

A Resiquímica aumentou as sinergias da multinacional norte-americana e será a patir de Sintra que irá reforçar a sua área comercial na Europa e investir na investigação tecnológica.

A multinacional norte-americana Omnova Solutions chegou a Portugal no final de setembro quando comprou a empresa portuguesa Resíquimica, líder em resinas e revestimentos, por 28,5 milhões de euros. Anne P. Noonan (na foto), presidente e CEO da Omnova, disse ao Jornal Económico que a aquisição da Resiquímica teve como objetivo “acelerar a sua estratégia de especialização em produtos de revestimento”, uma estratégia delineada “há quatro anos”.
Sobre a aquisição da Resiquímica, sediada em Sintra, a Omnova disse em comunicado que a empresa portuguesa vai expandir as ofertas da multinacional norte-americana “em termos de tecnologias e produtos nas áreas de revestimentos e construção [fortalecendo] a posição da região da EMEA e [melhorando] as capacidades e a flexibilidade de produção no negócio especializado”.
A Resiquímica vai deter um papel importante nas operações europeias da Omnova. Em relação à tecnologia, a empresa sintrente “detém boas competências e recursos humanos e, por isso, vamos servir a nossa posição europeia a partir daí”, explicou a CEO norte-americana. Além disso, com esta aquisição, a multinacional norte-americiana”comprou os produtos da Resiquímica” e “aumentou o portefólio da Omnova, permitindo o reforço da área de negócios comercial”, disse Noonan.
Questionada sobre o processo de entrada no mercado português, Noonan considerou “não ter tido uma experiência muito diferente dos outros países europeus, como a França” e explicou que “os consumidores portugueses são muito parecidos com resto do mundo”.
Sobre as guerras comerciais do presidente Donald Trump com a China e com as medidas protecionistas que tem posto em prática, Noonan disse “que a situação ainda se está a desenvolver”. Para a CEO, “a presença global da Omnova tem ajudado a empresa e dá-nos uma vantagem competitiva”, porque produz e vende os seus produtos nos mercados potencialmente afetados pelas políticas norte-americanas. Mas confessou que “o maior impacto [daquelas medidas] é nos consumidores”.
Os mais de 120 funcionários da Resiquímica integram agora uma multinanacional que tem presença nos quatro cantos do mundo, onde tem fábricas de produção e pontos de venda, distribuição e investigação (área tecnológica). A Omnova, cotada na bolsa de Nova Iorque, encerrou o ano fiscal de 2017 com receitas de 772 milhões de dólares.
Repartidas por geografia, Noonan explicou que “30% das receitas provêm do mercado europeu, 20% da Ásia e 50% dos Estados Unidos”.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

[Sem Medos] Nastyfactor


[RTP arquivo] Concurso e desfile de vestidos de Chita em 1973 [video]

Concurso e desfile de vestidos de Chita, realizado no Grupo Desportivo das Mercês em Rio de Mouro em 1973.



[RTP arquivo] Ambicionada maquina electrónica da Messa [video]

Programa na RTP em 1985 com referências à antiga fabrica da Messa, e um dos principais problemas que decretou o fim daquela fabrica, que era maior empregadora do concelho de Sintra.



» 38m09: Eduardo Sá, engenheiro responsável pelo projecto desta máquina electrotécnica, confessa não compreender porque é que a máquina não está a ser comercializada quando havia um comprador interessado e uma empresa portuguesa disposta a produzi-la

» 40m03: responsável pelo Departamento de Engenharia Informática afirma que foram as complexidades político-económicas portuguesas que goraram a possibilidade de comercialização da máquina de escrever electrónica; edifícios da Messa, empresa que iria produzir a máquina de escrever; dactilógrafa escreve à máquina

» 42m39: Responsável da Messa que coordenou com a Universidade de Coimbra a produção da máquina de escrever resume todo o processo que levaria à comercialização do equipamento e explica que o negócio não se concretizou porque a empresa tinha dificuldades financeiras que não foram resolvidas a tempo

» 46m56: Cartaz de protesto contra o encerramento da Messa

» 47m35: Veiga Simão, Ministro da Indústria no Governo do Bloco Central que acompanhou o processo de produção da máquina de escrever electrónica, diz lamentar o fim deste projecto mas lembra que 50 outros estão bem encaminhados e dentro em breve aparecerão no mercado