Tempo em Algueirão Mem Martins

domingo, 20 de junho de 2021

Europa-América

Europa América


Autor: Arqº João Simões
O conjunto das instalações da Editora Europa América compreende três áreas executadas em três fases construtivas: uma zona que recebe o Armazém de Livros, uma segunda composta por um único bloco de dois pavimentos, destinado aos Serviços Administrativos e Editoriais e, por fim, um último edifício destinado às Oficinas e dependências anexa
s.
 




Europa América

Localização
Estrada Nacional nº249, Km 14
Época
Projecto entre 1962 - 63

sábado, 24 de abril de 2021

Novo Centro de Saúde de Algueirão Mem Martins

Amanhã será a inaguração do novo Centro de Saúde de Algueirão Mem Martins, na Rua das Eiras, onde no passado podiamos encontrar a antiga Fabrica da Messa







domingo, 18 de abril de 2021

[RTP arquivo] Freguesia de Algueirão-Mem Martins

Sintra, reportagem do jornalista Jaime Saint Maurice sobre a necessidade de melhoramentos na freguesia de Algueirão, em Mem Martins, no concelho de Sintra, com destaque para o abastecimento de água, o estado das estradas rodoviárias e da linha férrea, das escolas e esgotos

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/freguesia-de-algueirao-mem-martins/







sábado, 10 de abril de 2021

[Bombeiros.pt] Combate a fogos nas cidades é luta constante contra “armadilhas”

Ruas estreitas e casas construídas em banda, e com materiais inflamáveis, ou carros mal estacionados. A isto pode juntar-se ainda sinalização vertical recente em sítios que impedem a passagem de veículos de socorro. 

Os centros históricos dos núcleos urbanos são desafios à operacionalidade dos bombeiros



Pitorescos, aprazíveis para turistas e habitantes locais, os centros históricos das cidades recheiam-se de memórias e de histórias. Mas, quando diz respeito à operacionalidade de meios de socorro, os problemas são muitos e vêm à tona. Mesmo que, nos últimos anos, os municípios tenham investido na regeneração, as obras nem sempre se mostraram eficazes. Pelo contrário, em muitos casos, trouxeram problemas acrescidos. Há sinais de trânsito mal colocados, pilaretes em sítios indevidos e marcos de incêndio com acesso dificultado, que se juntam ao cenário, já de si difícil para os bombeiros, de ruas estreitas, muitas vezes sem saída ou íngremes. Tudo a dificultar um trabalho que se quer, essencialmente, rápido. E eficaz.

A acessibilidade aos locais é um dos maiores desafios dos bombeiros, quando são chamados a um centro urbano histórico, seja por uma situação de incêndio ou para transporte pré-hospitalar.

“As ruas estreitas e becos apertados dificultam e limitam a progressão dos veículos, aumentando o tempo despendido nas manobras. O que faz com que haja atraso na chegada ao local do sinistro e, consequentemente, atraso no socorro e no combate a incêndios”, deixa claro Pedro Barreirinha, comandante dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, na sua tese de mestrado em Planeamento Regional e Urbano, que apresentou na Universidade de Aveiro, intitulada “Os desafios da intervenção dos bombeiros nos centros urbanos antigos”.

Existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda

À acessibilidade junta-se outro problema: os materiais com que são construídas muitas das habitações. “O tipo de construção não tem segurança contra incêndio. E também existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda. Além da ausência de compartimentação e de deteção rápida de incêndios”, explica Joaquim Leonardo, comandante dos bombeiros de Algueirão – Mem Martins, a maior freguesia do país.

Num caso de fogo urbano, dada a complexidade da construção e a parca capacidade de água disponível nos locais, os bombeiros são obrigados a mobilizar para o teatro de operações um elevado número de meios, como veículos de combate a incêndios urbanos, tanques táticos, ambulâncias e veículos de comando. É que é necessário combater o incêndio e, ao mesmo tempo, proteger as habitações contíguas.

“Os arruamentos estreitos fazem com que haja a necessidade de parar os veículos na via de maior dimensão e efetuar o estabelecimento dos meios (esticar as mangueiras, por exemplo) dessa zona, até à zona afetada. O que, por vezes, pode ser algumas centenas de metros”, exemplifica o comandante de Ílhavo, no seu trabalho académico. E há corporações de bombeiros que tiveram que investir em veículos de menores dimensões. No caso de assistência pré-hospitalar, o cenário não é tão complicado, mas as ambulâncias têm que ficar na via principal e os doentes são transportados, em maca.

A regeneração urbana dos centros históricos é uma prática que tem vindo a crescer, quer em Portugal, quer na Europa, alavancada, em muito, pelo apoio de fundos comunitários. Mas, quando as obras de melhoria são feitas, aparentemente, as corporações de socorro não emitem qualquer parecer.

Há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta

“Há essa falta de sensibilização, porque raramente se ouvem os bombeiros. Depois, há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta, por exemplo”, lamenta Joaquim Leonardo, sublinhando, também, casos em que a sinalização vertical colocada dificulta a passagem.

Não sendo praticável a alteração da estrutura dos centros históricos, torna-se necessário encontrar alternativas que auxiliem o trabalho das equipas de socorro. Tornar as zonas estritamente pedonais, com “a colocação de equipamentos, como barreiras automáticas, para permitir apenas ao acesso a veículos autorizados”, é, para Pedro Barreirinha, uma das medidas a ter em conta. “Devolver as cidades mais à população e à mobilidade suave, no fundo”, aponta.

Organizar o tráfego, com a criação de baías de estacionamento, é outra das soluções, assim como levar a cabo ações de sensibilização e inspeções periódicas aos locais. Mas a mais inovadora que o especialista em planeamento regional e urbano indica é, mesmo, a instalação de “colunas secas”.

“Fazer, nos centros históricos, algo à semelhança do que existe nos edifícios de grande altura. Uma coluna seca é uma rede de incêndio toda estruturada, que não tem água. No momento do fogo, chega um veículo de combate a incêndios, liga uma mangueira de grande dimensão a essa coluna e abastece todo o prédio. Podia-se fazer o mesmo, nos centros históricos, aquando das regenerações, para a tubagem ficar enterrada”, conclui o autor da tese.

Fonte: Jornal de Noticias – Salomé Filipe

quarta-feira, 7 de abril de 2021

domingo, 4 de abril de 2021

[RTP arquivo] 8ª Prova do Campeonato Nacional de Motocross

8ª Prova do Campeonato Nacional de Motocross, organizada pelo Grupo Desportivo das Mercês e pela Federação Portuguesa de Motociclismo, no Pinhal do Escouto












[RTP arquivo] P´ra Variar - Restaurante Chaby

 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pra-variar-parte-ii-51/


P'ra Variar era um programa de entreternimento na RTP, apresentado por Vito Espadinha.

Neste programa existia uma rubrica de divulgar o panorama gastronómico nacional: um crítico de gastronomia, assumindo o papel de um indivíduo anónimo, visitava um restaurante e, depois, sujeita-se a responder a várias perguntas sobre o mesmo. 

São avaliados aspetos como a facilidade de estacionamento, o acolhimento, comes e bebes, e a higiene, nomeadamente da casa de banho.

No fim, é da responsabilidade do crítico a escolha do prémio que se vai dar ao dono do restaurante: 

um talher de ouro ou de prata ou de bronze ou de pau.

No link abaixo pode assistir ao programa onde o restaurante que foi o alvo do Justiceiro foi o "Restaurante Chaby", que se localizava na av. Chaby Pinheiro em Mem Martins

 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pra-variar-parte-ii-51/

[RTP arquivo] Inauguração do Comando da Área Ibero-Atlântica

1967-02-21 » inauguração das instalações temporárias do quartel-general do Comando da Área Ibero-Atlântica (IBERLANT), integrado no Comando Supremo da NATO.




sexta-feira, 2 de abril de 2021

Costureira de Mem Martins vence desafio de Cristina Ferreira

Para a edição de 2019 dos Globos de Ouro, a única que Cristina Ferreira conduziu, a apresentadora lançou um desafio a todas as costureiras do 

Lembra-se de Elisa Carvalho? Venceu o desafio lançado às costureiras do País e criou o vestido vermelho que a apresentadora usou nos Globos de Ouro


Para a edição de 2019 dos Globos de Ouro, a única que Cristina Ferreira conduziu, a apresentadora lançou um desafio a todas as costureiras do País e Elisa Carvalho foi a vencedora. Preparou o longo vestido vermelho (ver em cima) que a estrela usou na cerimónia de entrega de prémios da SIC. E foi esse o vestido preferido por parte dos fãs. “Enviei opções e ela disse: ‘Quero esta parte deste e esta parte daquele’. Adorei e gostava de voltar a fazer-lhe outro vestido. Já lhe disse”, revela ao Holofote.pt a costureira de 64 anos – e com 51 de profissão – que continua a trabalhar no seu atelier, no Bairro de São Carlos, em Mem Martins: “Dou aulas há 10 anos. De costura, modelagem ou corte. Mas o trabalho reduziu muito com o confinamento. Felizmente tenho estado sempre a trabalhar. E também dou reforço às coleções de novos estilistas, como o Gonçalo Beja Ventura. Só quando os braços e as pernas não deixaram é que deixo de trabalhar”. Elisa Carvalho aceitou o nosso desafio e comenta agora os irreverentes vestidos que Cristina Ferreira usou nas quatro primeiras emissões de “All Together Now”. E defende-a! “O povo critica muito a Cristina porque ainda não está preparado para ver uma mulher triunfar.”


https://holofote.sapo.pt/celebridades/2021-04-01-costureira-de-cristina-ferreira-comenta-os-visuais-de-all-together-now/#&gid=0&pid=1

quarta-feira, 31 de março de 2021

TRISTA x JULINHO KSD // Lost (prod. Fumaxa) [video]

 <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/1XDGYIr5pJA" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

Nastyfactor // MM Freestyle

E por falar em Linha de Sintra… Quem é que está no topo de Mem Martins? É nastyfactor, pois claro, e se dúvidas houvessem, “MM Freestyle”, escrito, produzido, gravado, misturado e masterizado pelo próprio, não deixa a mínima margem para tal. O rapper e produtor multifacetado da GROGNation tem feito questão de mostrar divisas no seu papel, consolidando cada vez mais o seu estatuto entre os MCs mais temíveis na hora da escrita. Queriam dicas da semana? O nastyfactor deu-nos dicas do mês, ou até mesmo do ano! 

quinta-feira, 25 de março de 2021

quinta-feira, 18 de março de 2021

[sintranoticias] Sintra mantém funcionamento de Centro de Acolhimento para Sem Abrigo

O município de Sintra, aprovou em reunião de executivo municipal, um acordo de cooperação a celebrar com a Santa Casa da Misericórdia de Sintra, com o objetivo de garantir o funcionamento do Centro de Acolhimento de Pessoas em Situação de Sem Abrigo.

O contexto de pandemia colocou em maior risco e vulnerabilidade as pessoas em situação de sem abrigo, explica a autarquia, que vai disponibilizar 67 mil euros, valor que garante o funcionamento do Centro.

Para o presidente da autarquia, Basílio Horta, a continuação deste projeto “permite que as pessoas em situação de sem abrigo beneficiem de estruturas de acolhimento que possibilitam não só o seu confinamento, mas também a sua integração social futura”.

Recorde-se, o município criou em abril de 2020, o Centro de Acolhimento de Pessoas em Situação de Sem Abrigo, a funcionar nas antigas instalações da Policia Municipal, em Ouressa, na freguesia de Algueirão Mem Martins, com capacidade para acolher até 32 utentes.

Esta unidade de apoio inclui refeições, banhos, tratamento de roupa e ainda o desenvolvimento de um plano pessoal de integração.

quinta-feira, 4 de março de 2021

[Correio Manhã] Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.

Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.

A mensagem chegou de surpresa pelo correio: "Escrevo-te esta carta, para te dizer que o teu pai é um destes heróis". Andreia, de oito anos, emocionou-se. O pai, também. "Ela deu-me um grande abraço e disse: ‘Tenho muito orgulho em ti’". 

A iniciativa do comandante dos voluntários de Algueirão-Mem Martins foi feita em segredo e surpreendeu os bombeiros da corporação.


"Sentimos a necessidade de agradecer à família que fica em casa. Explicar um pouco o valor do trabalho do pai e da mãe [enquanto bombeiros]", disse ao CM o comandante Joaquim Leonardo. "A ideia foi explicar que quando estão fora, em serviço, é um tempo que os bombeiros perdem com a família, mas há sempre alguém que beneficia com isso", acrescentou o operacional.


A iniciativa é um conto de super-heróis da vida real na forma de agradecimento a todos aqueles que estão na linha da frente contra a Covid-19. "Estas pessoas não usam capa e os seus superpoderes não são visíveis por todos, são discretos mas não deixam por isso de ser muito poderosos", pode ler-se na missiva.

Damásio Diogo é bombeiro em Algueirão-Mem Martins e recorda o momento em que Andreia abriu o envelope. "Até chorou, ficou muito emocionada e deu-me um grande abraço". O irmão Miguel, de dois anos, também recebeu uma carta. "Ela ficou com a folha e disse que a vai guardar para sempre", diz o bombeiro com voz embargada. "Para mim foi motivo de orgulho, senti-me bem, deu-me forças para continuar", remata.

Também Tomás, de oito anos, e Beatriz, de dois, foram presenteados com a surpresa. Sónia Godinho, mãe do casal e bombeira na corporação, refere que não estava à espera das cartas. "Foi tão bonito. O Tomás leu a carta e gostou muito", conta ao CM. O marido de Sónia, José Boucinha, também é bombeiro na corporação. "Temos medo de trazer o vírus para casa e infetar os nossos filhos", revela Sónia.

"Tomás, todos nós agradecemos o apoio que dás aos teus pais e a compreensão pelo tempo que não passas com eles. Não te esqueças que o teu apoio é provavelmente a força mais importante para os teus super-heróis serem bem-sucedidos nas suas difíceis missões", lê-se nas cartas personalizadas e assinadas pelo comandante Joaquim Leonardo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Tempestade Karim em Mem Martins [video]

No passado dia 20 de fevereiro, a Tempestade KARIM fez recordar as inundações de 1983, pelo facto da intensidade da chuva em Algueirão Mem Martins, que conseguiu transbordar a Ribeira da Lage em alguns locais, e inundações em locais da freguesia onde a cota é mais baixa.

Este tipo de problema também de regista devido à sujidade nas sargetas, que não conseguem receber esta intensa quantidade de água da chuva.









Antigo Colégio Afonso V

 











Antigo autocarro da Junta de Freguesia

 xxx





terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

[Sintra noticias] Bombeiros retiram três pessoas retidas do túnel de Ouressa

Três pessoas foram retiradas ao principio da tarde de um veículo que avariou dentro do Túnel de Ouressa, em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

De acordo com testemunhos no local, um veículo com três passageiros (um casal e filho), viveram momentos de aflição, chamando por socorro face à altura considerável das águas naquele local.


Os gritos da condutora faziam-se ouvir , “o carro estava a desaparecer dentro de água e não sabia nadar”, segundo relatos de testemunhas. A pronta intervenção dos Bombeiros de Algueirão-Mem Martins e da PSP permitiram socorrer as pessoas e retirá-las do local. Apesar do susto e do pânico vivido, encontram-se agora bem.

O túnel encontra-se encerrado ao trânsito estando a ser alvo de intervenção por parte dos Bombeiros de Algueirão Mem Martins. Também no túnel da Portela de Sintra, junto ao antigo Tribunal de Sintra, se viveram momentos complicados, estando encerrado ao trânsito devido à intervenção dos Bombeiros de Sintra, no local.

Proteção Civil de Sintra

“O nosso sistema de proteção civil está no terreno para responder a todas as ocorrências durante este sábado”, refere Basílio Horta na sua página de facebook, adiantando que os serviços de Proteção Civil de Sintra estão no terreno para dar resposta, “como no caso do túnel de Ouressa, mas que vamos resolver”.

As cheias fazem-se sentir um pouco por toda a parte na freguesia de Algueirão-Mem Martins, existindo situações que merecem mais cuidado por parte dos Bombeiros, como seja o caso na Zona dos Lírios e de Ouressa, em Mem Martins.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

[Business] F. Marques e Filhos: Uma visão vanguardista e ambientalista

A F. Marques e Filhos é a empresa representante da marca Citroën no concelho de Sintra há 38 anos. Mercês Ferreira Marques, sócia gerente, garante que é a pensar 

nas pessoas e no meio ambiente que a empresa que gere, tal como a marca, se destaca.

A ligação à região e à marca vem de um passado que, em 1981, fez consolidar o início da empresa. “O meu pai trabalhou durante muitos anos na Citroën, e foi no âmbito da sua reforma que a marca lhe propôs a representação no concelho de Sintra. Aceitámos esse desafio, pois tínhamos também uma grande ligação com o concelho, desde que, em 1930, se escolheu Mem Martins para lazer o que se consubstanciou, mais tarde, no facto de o meu avô ter sido presidente da Câmara Municipal de Sintra”, começou por referir a gerente.

É nas pessoas que vê a porta de entrada da sua empresa. “O que nos diferencia é o serviço que se concretiza nos recursos humanos que temos. Só nos podemos diferenciar pela qualidade de serviço que prestamos. Quando nos procuram é para o fazer num especialista da marca que lhe ofereça confiança, bem-estar e proximidade”, afirma. É através deste método de sucesso que continuam a fidelizar e a conquistar novos clientes. A equipa rema toda para o mesmo lado e só com o contributo de todos e a presença constante da direção conseguem conquistar os objetivos.

https://revistabusinessportugal.pt/f-marques-e-filhos-uma-visao-vanguardista-e-ambientalista/

domingo, 21 de fevereiro de 2021

[Sintra noticias] Chuva intensa bloqueia estradas e encerra túnel de Ouressa

Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

OTúnel de Ouressa que faz a ligação entre Algueirão e Mem-Martins, está inundado e encerrado à circulação de trânsito, devido à chuva forte que se faz sentir, sobretudo ao principio da tarde deste sábado. Os Bombeiros foram chamados para retirar um automóvel que parou no meio do túnel.

Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.

Situação idêntica também na passagem inferior da Portela de Sintra, que faz a ligação à Cavaleira, na freguesia de Algueirão Mem Martins e que foi encerrada ao trânsito devido ao caudal da água que atravessava a via. A ponte da acesso a São Julião, [foto] não deu escoamento à água e transbordou, não permitindo a passagem de veículos.

A Estada de Mem Martins (na foto), perto da Estação da CP de Algueirão-Mem Martins, inundou numa altura em que a chuva se tornou mais intensa, o mesmo acontecendo na Avenida Afonso Henriques, no Algueirão. A Avenida Chaby Pinheiro também com problemas de escoamento de águas.



São as consequências do temporal que se faz sentir por todo o país.

Portugal contabilizou até ao momento [16h52] 478 ocorrências devido ao mau tempo, sendo os distritos de Lisboa (212), Leiria (55) e Setúbal (46) os mais penalizados, disse à Lusa o comandante da Associação Nacional de Emergência e Proteção Civil.






domingo, 24 de janeiro de 2021

[Público] Presidenciais: “Eu viria sempre, só se eu não pudesse de maneira nenhuma”

Foi em ambiente tranquilo, quase sem filas, que se votou na freguesia que junta mais eleitores no distrito de Lisboa, Algueirão-Mem Martins, em Sintra.

Pouco tempo de espera e fluidez da entrada até às urnas é o ambiente que se encontra em Algueirão-Mem Martins (Sintra), a freguesia com mais eleitores inscritos para votar nas eleições presidenciais do distrito de Lisboa. 


Contrariamente ao tempo de espera verificado em algumas secções de voto pelo país este domingo, 
dia de eleição do próximo Presidente da República, esta tarde na Escola EB23 Visconde de Juromenha, freguesia de Algueirão-Mem Martins, as filas que se iam formando rapidamente se dissipavam.

A freguesia do concelho de Sintra é a que regista mais eleitores inscritos, com um total de 56.272 nomes nos cadernos eleitorais, segundo dados do Ministério da Administração Interna (MAI), sendo que só na escola Visconde Juromenha estão inscritos para estas eleições mais de 12.000 votantes.

Jorge Correia, 27 anos, confessou à Lusa que nunca pensou em não vir votar, apesar do “pequeno receio” causado pela “situação horrível” que o país atravessa, com o aumento de casos, internamentos e mortes de covid-19.

“Apesar do contexto todo que estamos a viver, temos que lutar pela nossa democracia, temos que lutar pelos nossos direitos e acho que é uma mais valia vir votar independentemente das condições, desde que seja feito em segurança”, vincou o jovem. 

De muletas, mas com ânsia de preencher o seu boletim, a eleitora sintrense Mariana, 77 anos, não deixou que a recente operação ao joelho a impedisse de vir às urnas: “Eu viria sempre, só se eu não pudesse de maneira nenhuma”, disse à Lusa.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Resiquimica

 A Resintela – Resinas Sintéticas, Lda., empresa antecessora à Resiquímica, foi constituída em 1957, com sede em Lisboa. O Grupo Socer participava em 25% do capital desta entidade.


Em Abril de 1961, constituiu-se a actual Resiquímica – Resinas Químicas, S.A. com sede em Lisboa. Um mês depois, transferiu a sua sede para Mem Martins. O Grupo Socer, através da Socer - Sociedade Central de Resinas que detinha 50% do capital da Resiquímica, foi o grande impulsionador da empresa, com o objectivo de promover maior valor acrescentado ao produto de base da sua actividade de extracção da resina do pinheiro: a colofónia. Para isso, aliou-se a parceiros internacionais de manifesta competência na área da então inovadora química dos polímeros.

A procura de negócios e tecnologias de referência foi o mote seguido ao longo da história da Resiquímica, conduzindo naturalmente ao estabelecimento de parcerias internacionais de topo, que se traduziram na diversificação da gama de produtos. Salienta-se a ligação à Hoechst AG, à data a maior empresa química mundial, que durante mais de 30 anos deteve dois terços do capital da Resiquímica.


Contrariando a tendência da concentração de negócios, desde 2002 a Resiquímica é uma participada a 100% do seu sócio fundador Socer, grupo familiar actualmente na sua 3ª e 4ª geração. Em Dezembro de 2006, a Empresa-Mãe do Grupo e suas participadas transferiram a sua sede de Lisboa para Mem Martins.

Hoje, passadas cinco décadas, a Resiquímica está ciente dos desafios com que a indústria se confronta num mundo globalizado e altamente competitivo, assumindo-se como uma clara aposta para crescer e vencer.


Neste contexto, a Resiquímica concretizou, em Abril de 2009, um investimento significativo que, sob o ponto de vista estratégico e operacional, representa uma nova etapa na sua história e determinará o destino da sociedade de forma considerável. Com efeito, foi realizada uma transacção com o grupo francês Materis Paints, o terceiro maior fabricante de tintas da Europa, que abrangeu a aquisição de uma carteira de clientes em Espanha, de uma marca e know-how técnico, bem como uma estreita cooperação com várias entidades desse Grupo ao longo dos próximos anos.

O desempenho económico-financeiro da Resiquímica em 2009 e 2010 demonstra que esta estratégia abriu o caminho para a internacionalização de forma sólida e duradoura.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

[Correio da Manhã] Suspeitas de fogo posto em escola de Algueirão-Mem Martins. PJ investiga

Pelo menos duas salas de aulas foram tomadas pelo fogo.

Um incêndio em salas de aulas da Escola Básica e Secundária Mestre Domingos Saraiva, em Algueirão-Mem Martins, concelho de Sintra, foi ao início da noite desta segunda-feira combatido pelos bombeiros, que já procedem a ações de rescaldo.

Ao que o CM apurou, há suspeitas de fogo posto. A Polícia Judiciária está no local e investiga as causas do incêndio. 

O alerta foi dado às 17h54. Pelo menos duas salas de aulas foram tomadas pelo fogo. Uma ala do estabelecimento escolar ficou muito danificada. Uma das salas seria um laboratório de Química.

De acordo com a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Mestre Domingos Saraiva, a escola vai estar encerrada esta terça-feira.

As chamas foram combatidas por 30 operacionais de dez viaturas das corporações de bombeiros de Algueirão-Mem Martins e de Sintra. No local está ainda a PSP e a Proteção Civil Municipal de Sintra.

As chamas estão extintas e os bombeiros procedem a ações de ventilação do espaço. Não se registaram vítimas, apenas danos materiais.

Há pelo menos duas salas de aulas tomadas pelo fogo. Estiveram no local 27 operacionais apoiados por sete viaturas.