Tempo em Algueirão Mem Martins

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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Corta-Mato no Agrupamento MDS, com presença de Patrícia Mamona

Corta-Mato na sede do Agrupamento Mestres Domingos Saraiva, no Algueirão. 

Os alunos de 3.º e 4.º ano participaram demonstrando que o importante é participar, dar o seu melhor e divertir-se! 

Com a presença da Patrícia Mamona, atleta olímpica e um verdadeiro exemplo de determinação e superação, que inspirou todos com o seu sorriso e simpatia. 


Parabéns a todos os participantes  



Externato Rainha Sta Isabel, em Fanares

Na tranquila rua de Fanares, em Mem Martins, existiu durante alguns anos o Externato Rainha Santa Isabel, uma pequena escola que marcou a infância de muitas meninas da zona. Funcionava numa moradia acolhedora, com o ambiente familiar e simples típico das escolas de bairro de outros tempos.

Era uma escola onde o riso das meninas — todas com o seu bibe cor-de-rosa, igual e inconfundível — enchia o pátio e as salas de madeira. As recordações desse tempo ainda vivem na memória de quem lá estudou: os cheiros, os cadernos cuidadosamente forrados, as vozes das professoras, o toque da campainha improvisada.

Hoje, a casa já não existe. Foi demolida, e no seu lugar ergue-se agora um prédio moderno, sem graça nem história, como tantos outros. Mas para quem ali passou a infância, o número da rua de Fanares onde se encontrava o Externato continua a guardar um pedaço de Mem Martins que já não volta — um tempo em que aprender era também brincar, e as escolas tinham alma.

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Colégio D.Afonso V

Nascido de uma vontade de educar a geração de líderes do futuro e já com quase meio século de tradição, iniciámos o nosso percurso em prol da educação e formação em 1962, dando resposta às carências educativas da zona de então a nível do Ensino Secundário. Nesse ano, o Colégio abriu com o Ensino Primário, o Curso dos Liceus, o Curso Geral do Comércio e com a secção preparatória para os institutos Industriais e Comerciais. 

À época, o liceu mais próximo era o de Oeiras, e o primeiro estabelecimento público a ser construído no Concelho foi o Liceu de Sintra, um ano após a abertura do Colégio. Actualmente, a oferta do Colégio abrange o ensino Pré-Escolar, 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário.


O Colégio D.Afonso V foi, desde a sua instituição, reconhecido oficialmente pelo Ministério da Educação através do respectivo Alvará, dispondo igualmente de Autonomia Pedagógica que nos permite, entre outras prerrogativas, a passagem de Certificados de Habilitação e a realização de Exames Nacionais. Desde a sua criação, tem mantido o seu principal objectivo de garantir a qualidade do ensino contribuindo para a formação de jovens conscientes das realidades e preparados para enfrentar as exigências presentes e futuras. Para alcançarmos este objectivo muito têm contribuído o trabalho, a dedicação e o empenho de todos os membros da nossa comunidade educativa, nomeadamente os professores, 

Pais/Encarregados de Educação e pessoal não docente.
Acreditamos que as crianças e os jovens são seres dotados de uma capacidade inata de aprender, de um espírito criativo e da capacidade para agir de forma responsável, sem esquecer o valor fundamental da Família/Pais/Encarregados de Educação, principais e primeiros educadores dos nossos alunos. Trabalhamos em prol de um elevado nível académico articulado com o desenvolvimento intelectual, emocional, afectivo, físico e social. Oferecemos aos nossos alunos uma formação completa em todas as áreas, para que venham a ser cidadãos responsáveis que interiorizem e transmitam valores e atitudes morais e sociais como o respeito pelas pessoas e pelo ambiente; adquiram a flexibilidade necessária para se ajustarem à realidade em constante mudança; e ganhem a capacidade de enfrentar e superar cada novo desafio. Comprometemo-nos a proporcionar as condições para que os nossos alunos se tornem cidadãos literatos, multilingues, multiculturais, competentes, educados, sensíveis, bem informados, multifacetados, com sentido crítico e suficientemente ágeis para gerir, resolver e enfrentar problemas e desafios transformadores de um mundo complexo, interdependente e pluralista.


Desejamos projectar uma imagem de referência local e nacional como promotores de cidadãos conscientes do seu papel na sociedade e na sua vida pessoal. Partindo deste pressuposto, consideramos que a nossa actuação se orienta para:
– Promover uma cultura humanista, artística e científica, e o desenvolvimento emocional, intelectual e motor;
– Educar tendo em conta os valores democráticos, morais, éticos, cívicos e estéticos, alertando para as grandes causas sociais e ambientes actuais;
– Ensinar os alunos a respeitar e a preservar o património natural e cultural português e universal;
– Incentivar os alunos a uma constante procura do conhecimento de forma organizada e sistemática recorrendo aos meios ao seu dispor.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

[Jornal I] Pré-escolar. Um regresso cheio de ‘abraços apertadinhos’

As regras da DGS cumprem-se à risca, mas os afetos não podem ser afastados. A felicidade de um abraço marcou o regresso à escola das crianças entre os três e os seis anos. Ainda assim, nem todos fizeram os testes de despiste, ao contrário do que aconteceu no regresso às creches.
Há gestos que não mudam e afetos que não desapareceram em pouco mais de dois meses de confinamento. A pandemia pede afastamento, mas as crianças querem abraços. E ontem foram mesmo os mais novos a ganhar a luta do distanciamento – o regresso do ensino pré-escolar ficou marcado pelo abraço à educadora, à auxiliar e ao amigo que não viam desde março. “Isso foi inevitável, claro que deram logo um abraço a cada uma”, confessou Sofia Pires, educadora de infância na Casa Sarah Beirão, no concelho de Oliveira do Hospital.
O cenário multiplicou-se pelo resto do país e ninguém negou colo ou abraço às crianças. “Nós percebemos e respeitamos todas as orientações da DGS, mas temos de respeitar também as crianças, não podemos dizer que não pode abraçar o colega, não podemos limitar a criança”, reforçou Carla Pinto Silva, da creche Sempre em Flor, em Mem Martins. Nem todos regressaram à escola, alguns ainda ficaram em casa com os pais e a maioria dos estabelecimentos de ensino pré-escolar tiveram uma taxa de ocupação que não foi além dos 50%. Na Casa do Cuco, no Porto, o “abraço apertadinho” também marcou o regresso das atividades letivas. “Aconteceu e tem de acontecer”, admitiu ao i Sandra Guimarães, diretora pedagógica do colégio.
E desengane-se quem pensa que os mais novos não percebem que é preciso seguir regras e que a saúde está em risco se essas mesmas regras não forem cumpridas. “A Leonor estava a contar há pouco que tinha de ralhar com a mãe, porque a mãe tocou numa campainha que não era para tocar”, disse Sofia Pires, acrescentando que as crianças do pré-escolar “adaptam-se muito bem e aceitam as novas regras com normalidade”.
Enquanto a educadora contava a história, Sara, antes de arrumar um puzzle com o qual tinha brincado, pediu que fosse desinfetado para o poder colocar no armário. É só o primeiro dia, mas aquela não era a primeira vez que Sara pedia para alguém desinfetar um objeto que tivesse utilizado. E, durante a manhã, não foi preciso repetir mais do que duas vezes as regras para que todos entendessem. “Andámos lá fora e explicámos quais eram os percursos limpos – o sítio por onde os pais passam são higienizados e os miúdos só podem passar depois, porque só podem passar em percursos limpos. E eles perceberam logo. A realidade já os preparou – sobretudo aos mais velhos, os mais novos vão por arrasto –, porque eles são bombardeados com muita informação”, acrescentou Sofia Pires.

domingo, 10 de maio de 2020

[lendoeescrevendo] Memórias - Visconde Juromenha

Depois de Olhão, Santiago do Cacém, Mem Martins, Amora, Seixal, Paio Pires e de novo Amora, embora todas estas últimas sejam escolas do mesmo concelho do Seixal.
Em todas elas fiz amizades e tenho recordações, embora seja a Paulo da Gama a minha maior referência, aquela a que posso chamar a minha escola do coração. Foi lá que fiz o estágio, foi lá que conheci os/as colegas mais dedicados à escola, aos alunos, ao ensino, aos projectos e onde vimos crescer muitos jovens a quem dedicámos o melhor dos nossos saberes e afectos. Não é por acaso que alguns desses jovens, hoje adultos, são nossos amigos no facebook e que vamos de algum modo acompanhando e mantendo laços de amizade. Não é por acaso que todos os anos, em Janeiro, juntamos perto de quarenta aposentados/as da Paulo da Gama num almoço de Ano Novo. Conseguimos, através da escola, estabelecer um vínculo que persiste para além do tempo e que resistiu às mudanças nas nossas rotinas.
Mas de todas as escolas que me marcaram, quero neste pequeno testemunho falar do ano de 77-78 quando estava a leccionar na Escola Preparatória Visconde de Juromenha, em Mem Martins. Era uma escola um pouco isolada, a especulação imobiliária estava no seu começo e as Mercês ainda não eram o amontoada de prédios dos nossos dias. Era um risco descer na estação das Mercês e ir a pé pelo pinhal até à escola, tanto mais que havia notícias de crianças que haviam sido atacadas por um predador à solta. Por isso descia-se na estação anterior – Rio de Mouro – e aguardava-se pela camioneta que ia directa da estação para a escola. A escola era pouco simpática, pouco acolhedora, era um edifício isolado e os assaltos ao fim de semana uma constante. No inverno, era preciso acender as luzes mais cedo e os poucos retroprojectores em uso mais outro equipamento ligado eram o suficiente para deitar abaixo o quadro eléctrico com capacidade muito limitada para as necessidades. Mesmo com restrições de uso, a verdade é que muitas das vezes a última aula da tarde já não era possível de dar, porque era impossível trabalhar sem luz. Concomitantemente, o Ministério da Educação não homologara a equipa de professores que tinha sido eleita para o Conselho Directivo da escola e em sua substituição indigitou um professor da sua confiança, uma primeira tentativa de restaurar a figura do director. Sottomayor Cardia, o então Ministro da Educação, respondia assim aos sectores mais conservadores da sociedade que nunca tinham visto com bons olhos que as escolas fossem dirigidas por professores eleitos pelos seus pares. Talvez pareça estranho o que se passou (muito estranho mesmo), mas a verdade é que os assaltos à escola ao fim de semana mais as falhas de luz que impediam o normal funcionamento da escola da parte da tarde e a recusa por parte do corpo docente em aceitar um professor que se gabava de ter uma moca de Rio Maior no seu carro, para além de exibir as suas preferências por figuras do antes do 25 de Abril, começaram a gerar um clima na comunidade e no seio de alguns encarregados de educação, a suspeita de que os assaltos tinham por detrás os professores da tarde que não queriam trabalhar! A larga maioria dos professores da tarde eram professores provisórios e eu era uma de entre eles.

Até que um dia, aos 71 professores eventuais da Visconde Juromenha foi barrada a entrada na escola. Só os professores efectivos tinham acesso. Os suspeitos eram os professores provisórios e portanto era preciso impedi-los de entrar nas instalações. Mas como grande parte das aulas era dada por estes, criou-se um vazio que o ministério, de forma atamancada, como aliás todo aquele processo, colmatou colocando nos jornais diários um anúncio na secção dos anúncios a contratar professores. Um processo que devia/deve encher de vergonha qualquer ministério da educação que se preze do seu nome e da sua missão. Foram vários os candidatos que responderam ao anúncio, sem saberem que programas iam dar, sem conhecerem os manuais adoptados, simplesmente com a perspectiva de poderem em dois meses arranjar algum dinheiro para as férias…
Foi um processo vergonhoso, mas muito rico em ensinamentos e solidariedades. Antes de tudo, referir a Francisca. Uma colega de História, professora efectiva e que desde a primeira hora se pôs ao nosso lado, como se ela também fosse eventual. Era uma senhora de cabelos brancos, serena, determinada, que deixou sem resposta os três inquiridores ao lançar-lhes se não tinham vergonha de suspeitar de pessoas que não tinham quaisquer culpas e de contratarem para nos substituir pessoas sem qualquer qualificação para a docência. Essa ousadia valeu-lhe uma pena que posteriormente lhe foi retirada e que veio averbada em Diário da República. Depois, o papel do nosso sindicato, através do Pascoal e do Óscar. Enquanto duraram os inquéritos, diariamente, os dois acompanharam-nos, aconselharam-nos, deram-nos todo o apoio. A razão estava do nosso lado, mas a pressão psicológica motivada pelos inquéritos presenciais como se estivéssemos num tribunal, mais as notícias no pasquim “O Crime” onde aparecíamos como os autores dos assaltos à escola, eram geradores duma grande ansiedade. Sem as reuniões com os dirigentes sindicais, sem o apoio psicológico e financeiro, pois todos os sindicalizados receberam o seu salário durante aquele tempo em que estivemos impedidos de trabalhar, não teríamos conseguido aguentar todos os 71 até ao fim, como uma equipa que estava ali para resistir e vencer. E assim foi, resistimos e vencemos e o Ministério foi obrigado a readmitir-nos, pois éramos nós os professores daqueles alunos, éramos nós que os conhecíamos, éramos nós que lhes tínhamos dado as aulas e que os podíamos avaliar. Estávamos no final do ano e era preciso fazer a avaliação final. O Ministério da Educação chumbou!
Sempre me lembro deste episódio na minha vida profissional. Um episódio extremo de prepotência por parte do Ministério para com os professores. Um episódio em que o Ministério passou por cima da legalidade e da democracia para impor uma concepção de direcção da escola. Um episódio em que a união e solidariedade dos professores e do SPGL foram exemplares e que deve ficar nos anais da nossa história sindical. De que devemos orgulhar-nos.
Almerinda Bento
Nota: Sei que tenho algures o recorte do jornal com o anúncio a pedir professores para a Visconde Juromenha. Um documento que devia corar de vergonha quem na altura deu ordens para o publicar.
Este texto foi publicado em "Memórias 2018/2019", um projecto do Departamento de Professores e Educadores Aposentados.
A fotografia que encima este post foi publicada no Escola Informação nº 287 Maio 2019.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Inauguração da Escola Ferreira de Castro em 1992

Em 1992 o Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Rui Silva, esteve presente na inauguração da Escola Ferreira de Castro em Ouressa





quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

[TSF] Tapada das Mercês, uma escola para dezenas de nacionalidades

Nesta altura serão mais de 30 mil os imigrantes legalizados no concelho de Sintra.
No concelho de Sintra a média é de 38 nacionalidades por estabelecimento de ensino. Fica na Tapada das Mercês uma dessas escolas. Os alunos tratam-se por "black" e "yellow", a brincar com quem discrimina, mas é politicamente correto. 
"Nos centros de saúde do concelho de Sintra, todos os dias há 10 novas inscrições", conta o vereador Eduardo Quinta Nova. Estas inscrições são apenas de imigrantes recém chegados que, mesmo sem toda a papelada legal, sabem que podem ter acesso a cuidados de saúde.
Nesta altura, de acordo com os números da autarquia, serão mais de 30 mil os imigrantes legalizados e quase outros tantos os que estão à espera de concluir o processo. O concelho diz-se de braços abertos para receber mais mão-de-obra, sobretudo para os setores da agricultura e dos serviços.

A integração de tanta gente tão diferente é o grande desafio, mas há quem tenha aprendido a fazê-lo. A escola da Tapada das Mercês, por exemplo, começou esse caminho há mais de 20 anos.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Feira das Culturas em Ouressa


Escola Básia 2/3 de Ferreira de Castro, em Ouressa, recebeu a Feira das Culturas, com várias oficinas e entretenimento para os mais pequenos.

Foi no dia 24 de maio que realizou-se a Feira das Culturas. Um evento em parceria com a Câmara Municipal de Sintra, a Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins e o Ministério da Educação.

Porque esta é a maior freguesia da Europa e onde existe um dos maiores aglomerados de diferentes culturas, esta feira veio mostrar que o que nos torna diferentes é também aquilo que nos une.

Com a presença da secretária de estado da Educação, Alexandra Leitão, e o vice-presidente da Câmara Municipal de Sintra, Rui Pereira, das 10 às 18 horas, houve desfiles de trajes e bandeiras do mundo; exposições e muito mais.

A iniciativa juntou alunos e pais de várias zonas da freguesia e houve de tudo um pouco para mostrar o que caracteriza as várias culturas do mundo. Desde exposições, a jogos e atividades lúdicas, tudo foi feito a pensar em mostrar o que é tradicional em cada país. Viram-se danças e músicas de vários locais; assim como artesanato e um espaço com “sabores do mundo”.

No fim foi feito ainda um piquenique conjunto, num momento de confraternização entre as várias culturas presentes nesta feira.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Feras à solta

Noticia de 31 janeiro de 1926

Na pacata povoação de Mem Martins, no domingo p. p., quando os habitantes estavam reunidos num baile no edifício da escola, que por iniciativa dos mesmos habitantes estão construindo, foram alarmados cêrca das 23 horas, por um grupo superior a vinte indivíduos que com um instincto feroz, assaltaram o referido edifício, armados de pistolas, armas caçadeiras, armas brancas, paus, etc., e sem respeitarem mulheres nem crianças, despejaram à doida tiros, sôbre a numerosa assistência, que por milagre não temos a registar mortes, devido à escola à escola não ter o soálho e por este motivo as janela ficarem a altura superior às pessoas que ali se encontravam, ficando a parede em frente das mesmas cravejada de balas, não escapando porém as pessoas que apesar de desarmadas tiveram a coragem de sair ao encontro dos malfeitores que se encontravam em grupo em frente do referido edificio que os agrediram de todas as formas que lhes foram possíveis, sendo 12, o numero de feridos, incluindo crianças, apesar da ferocidade dos assaltantes, fugiram em debandada ao serem perseguidos pelos homens que pacatamente assistiam ao baile em regosijo pelo adiantamento dos trabalhos que a escola ultimamente tinha tido.
Oxalá que as autoridades deste concelho saiba castigar todos os culpados deste tão lamentável caso, que felizmente entre nós não é vulgar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

sexta-feira, 15 de junho de 2018

[CMS] Plano para as escolas da freguesia

Foi apresentado, esta quarta-feira, o plano de intervenções nas escolas da freguesia de Algueirão-Mem Martins.
O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta refere “que este plano de intervenção passa por tenta com os meios disponíveis, responder ao maior número possível de solicitações”.
O plano de intervenção para as dez escolas da freguesia passa pela conservação e reabilitação dos edifícios para inverter a trajetória de décadas sem conservação de forma a garantir boas condições de funcionamento, devolver aos edifícios as suas características originais, garantido a estanquidade e as condições de conforto dos mesmos e a remoção de coberturas em fibrocimento.
A requalificação energética de edifícios é outra das prioridades para garantir mais conforto e reduzir a fatura energética. Com o objetivo de contribuir para a melhoria do conforto térmico dos edifícios escolares, estão previstas as seguintes medidas: isolamento exterior, substituição de caixilharias, colocação de painéis fotovoltaicos e painéis solares térmicos e aquecimento a biomassa.
No que diz respeito à requalificação de cozinhas, interessa garantir a segurança alimentar através da remodelação e ampliação das cozinhas e substituição de equipamentos obsoletos.
Os logradouros inadequados a atividades desportivas e lúdicas, a inexistência de equipamentos lúdicos e mobiliário urbano, a ausência de zonas de sombra, o mau estado geral dos pavimentos e equipamentos existentes e problemas de drenagem, fazem da requalificação de logradouros, uma das prioridades de modo a criar melhores condições de utilização dos recreios.
Recorde-se que o Plano de Investimentos nas Escolas de Sintra foi apresentado em março e prevê a intervenção em 98 escolas, abrangendo mais de 30 mil alunos, até 2021, e, nos próximos dois anos, vai permitir intervir em 49 escolas, num investimento total de cerca de oito milhões de euros, dos quais 3,250 milhões de fundos comunitários.
Plano de intervenções em escolas de Algueirão – Mem Martins:

Incêndio na Escola Secundária de Mem Martins

Foto antiga (escola da rodoviária)
Foi no dia 15 junho de 1991 que durante a madrugada, deflagrou um incêndio na Escola Secundária de Mem Martins, mais concretamente no Pavilhão Central, onde se localizam os Serviços Administrativos, Sala dos Professores, Papelaria, Conselho Directivo, etc.
 











Apesar de já terem passado vários anos, e de eu ser uma criança nessa altura, se bem me lembro (mas não tenho a certeza desta informação), tratou-se de fogo posto, com intuito de destruir informação que se encontrava naquele pavilhão.

Certamente, muita gente mais velha do que eu, se vai relembrar deste acontecimento, e estará muito mais bem informado do que eu.



O Dia 15 de Junho de 1991 ficará gravado na história desta escola, que apesar de estar situada na freguesia de Rio de Mouro, é a Escola Secundária de Mem Martins.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

[Correio Manhã] Pais e alunos de escola de Mem Martins protestam devido a falta de segurança.

Cerca de 300 pessoas, entre alunos e pais, fizeram esta quinta-feira um "protesto silencioso" à porta da Escola Secundária de Mem Martins, concelho de Sintra, alertando a comunidade e o ministério para os problemas de segurança naquele estabelecimento de ensino. Em declarações à agência Lusa, João Gomes, presidente da direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Mem Martins, explicou que a ação de protesto tem como objetivo "um abrir de olhos ao ministério, à direção, à comunidade para os problemas de segurança que existem na escola". "Estamos a falar de falta de funcionários, o pilar da vigilância e da operacionalidade de toda a escola, estamos a falar de obras feitas pela Parque Escolar concluídas em agosto, setembro, dizem eles [os responsáveis], mas que existem ainda muitos problemas", frisou. João Gomes enumerou vários problemas de segurança que se verificam na escola entre os quais destacou a inoperacionalidade das barras das portas de emergência (que servem de manípulos para as abrir) partidas, devido à fragilidade do material. 

Outra questão que preocupa pais e alunos é a existência de uma caldeira, localizada na cozinha, e que tem um sinal de alarme ligado há dois anos, "sem que se saiba a causa do alarme ou que tenha sido chamado um técnico". Quanto ao número de funcionários, numa escola com um universo de cerca de 1.700 de alunos, segundo João Gomes, existem 19 assistentes operacionais pertencentes ao quadro, entre as quais "cinco de baixa prolongada". "Houve uma medida de exceção para abrir um concurso por parte do ministério para mais quatro, mas estão a meio tempo. Vem colmatar umas pequenas falhas, dá para remendar mas não é o suficiente", disse João Gomes, adiantando que deviam haver "mais três ou quatro". O responsável lembrou também que a direção da escola reconhece os problemas e está solidária com os pais "mas pouco pode fazer, senão alertar o ministério". João Gomes lamentou ainda que a Associação de Estudantes não tenha sido ouvida mais vezes, pois são os alunos "que conhecem a verdadeira situação da escola já que nela permanecem todos os dias e melhor que ninguém conhecem os seus problemas". Hoje, em forma de protesto, foi decidido não se fecharem os portões da escola, mas os alunos e pais estiveram concentrados ao portão entre as 07:30 e as 09:00, altura em que os estudantes entraram, tendo faltado ao primeiro tempo para marcar a sua posição, de acordo com João Gomes. Também hoje, ao final do dia realiza-se um Conselho Geral de Agrupamento, no qual, segundo João Gomes, deverá ser abordado o assunto e onde a associação de pais irá estar presente. 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/pais-e-alunos-de-escola-de-mem-martins-protestam-devido-a-falta-de-seguranca?utm_medium=Social

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

"Escola Secundária de Mem Martins 2"???

Este será apenas um ideia antiga? Um Projeto na gaveta? Ou um Projecto para um futuro próximo?

A futura escola, denominada Mem Martins 2, localiza-se no concelho de Sintra, na freguesia de Algueirão-Mem Martins, num terreno anexo ao antigo cemitério do Algueirão. Insere-se num operação urbanística em desenvolvimento, ainda não construída, localizada entre o núcleo antigo do Algueirão e a Tapada das Mercês, designada Plano de Urbanização da Quinta da Marquesa. Com a conclusão do plano a escola fará parte integrante do centro do aglomerado urbano, na área de influência de zonas comerciais e de serviços. O acesso principal efectuar-se-á a partir das vias estruturantes deste Plano, que ficarão com ligação directa às vias que ligam Mem Martins a Algueirão e à estrada das Mercês-Algueirão. 

O lote disponibilizado para a construção da nova escola apresenta uma configuração de base rectangular, segundo um eixo de desenvolvimento nascente-poente, com cerca de 240 metros de comprimento; possui ainda uma faixa mais estreita na direcção norte-sul, do lado poente, com cerca de 18 metros de largura. O terreno apresenta uma pendente pouco acentuada, tendo uma inclinação de cerca de 4% na diagonal mais desfavorável, voltada para sudoeste. A morfologia do terreno será posteriormente adaptada às cotas das vias envolventes. O sistema de vistas mais favorável, considerando a futura construção, está orientado na direcção Oeste com alcance sobre a Serra de Sintra. Não existe qualquer coberto vegetal, nem qualquer construção sobre o terreno.







espaços de ensino: - ensino geral; - tecnologias de informação e comunicação (TIC); - laboratórios (para cursos gerais); - salas de expressões; - áreas ensino técnico (cursos profissionais – núcleos técnicos de electrotecnia e electrónica, e esteticista/cosmetologista); - salas de trabalho de docentes. 

biblioteca escolar: espaço nuclear; sala polivalente de apoio à biblioteca; sala de gestão; área expositiva; área de arquivo/arrecadação. 

espaços sociais e de convívio: átrio principal; recepção; sala de bastidores; sala polivalente; refeitório; bar; área coberta para alunos; loja escolar; associação de alunos; sala de pausa para  professores; sala do chefe de pessoal; sala de pausa para pessoal não docente. 

espaços de apoio sócio-educativo: posto de primeiros socorros; gabinete SPO; gabinete de educação para a saúde. 

espaços de direcção, administração e gestão: conselho geral; direcção executiva (salas do director e da direcção, área de espera e sala de reuniões); serviços de administração escolar (incluindo tesouraria, casa forte e arquivo, entre outros); apoio para pais e encarregados de  
educação (com gabinetes da associação de pais e de atendimento e sala dos directores de turma). 

espaços de apoio geral: portaria; cozinha, balcão (self) e anexos; arrumação do refeitório; arrecadação de material de limpeza; oficina de manutenção; gabinete técnico de manutenção; arrecadação geral; arrecadação para material de exterior; arquivo geral; instalações sanitárias. 

instalações para a educação física e desporto: espaços desportivos cobertos; arrecadações; gabinete dos professores de educação física e desporto; vestiários/balneários; lavandaria. 

espaço para ensino especial: gabinete de trabalho da equipa de ensino especial; sala de terapia/ensino estruturado; espaço de recolhimento; salas de trabalho; arrumos; instalação sanitária. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Orquestra Mestre Domingos Saraiva em Mangualde (video)

A Orquestra Mestre Domingos Saraiva do Agrupamento de Escolas do Algueirão atuou em Mangualde demonstrando mais uma vez o magnifico desempenho e a sua qualidade.

Foi um momento cultural de excelência, com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Dr. João Azevedo, do diretor do Agrupamento de Escolas de Mangualde, Dr. António Agnelo, entre outras entidades.

Mais uma vez este Agrupamento de Escolas deixa a marca de excelência do exemplo escola pública, dignificando também o concelho de Sintra e a Freguesia de Algueirão Mem-Martins.


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domingo, 2 de fevereiro de 2014