Harold, MC do colectivo GROGNation, desvendou a capa e data de lançamento de Indiana Jones, título do seu álbum de estreia. A edição do seu primeiro trabalho a solo está marcada para o dia 26 de Setembro e a capa é da autoria de Tiago Girão.
O nome do álbum, uma clara referência ao filme Indiana Jones, é descrito por Harold desta forma ao Rimas e Batidas: “Além de ser a minha primeira aventura a solo, (o álbum) marca esta fase da minha (vida) em que me divido nas obrigações de estudante e nas ambições musicais , mas existindo sempre uma relação entre as duas.”
Quanto ao processo, o MC dos GROGnation revela: “Acabou por ser mais demorado do que eu esperava: conciliar a faculdade, concertos, os GROGNation e tudo mais acabou fazendo com que não tivesse o meu foco a 100% como eu queria. Resolvi adoptar uma estratégia um bocado diferente, mas ao mesmo tempo não queria demorar demasiado tempo para lançá-lo e sentirem-se grandes diferenças de evolução e novas vibes . Estou muito feliz com o resultado final.”
A tracklist, que pode ser vista mais em baixo, tem nomes incontornáveis do hip hop nacional no presente: a nível vocal temos nomes como Blasph, Papillon (GROGNation) ou Mundo Segundoe na produção encontramos J.Cool, Lhast, Here’s Johnny ou Intakto entre os escolhidos.
O lançamento será, numa primeira fase, apenas em formato digital, mas o artista irá disponibilizar um “e-mail para encomenda das cópias físicas a quem quiser apoiar”.
TRACKLIST: 01 – “Amor Rubia” (Prod. J. Cool)02 – “Sucesso” C/ PierSlow (Prod. Lhast)03 – “Safari” (Prod. Lhast)04 – “Piratas” C/ Bispo (Prod. Lhast)05 – “Poço das almas Perdidas” (Prod. The kid)06 – “Pra Longe” c/Rebeca (prod. MetaMadness)07 – “Pra dizer (Olá)” (Prod. Lhast)08 – Honesto C/ Dj X-acto (Prod. MetaMadness)09 – “Concórdia” C/ Blasph e DJ Nel’Assassin (prod.Intakto)10 – Última Cruzada – C/ Papillon ,Batoré & Mundo Segundo (prod. solid Movement)11 – Indiana Jones (Prod. The kid)12 – Vai e Vem (Prod. Here’s Johnny)
A adjudicação da empreitada de requalificação urbana da Av. Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins foi aprovada, esta terça-feira, em reunião de Câmara.
A empreitada da requalificação da Avenida Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins, no valor de 900 mil euros mais IVA de investimento da autarquia, cuja obra está prevista arrancar dentro de 3 meses, e após o visto do Tribunal de Contas, fica a cargo da empresa Luis Frazão – Construção Civil e Obras Públicas, Lda, através de concurso público.
“A estratégia de intervenção e investimento no espaço público é para melhorar a vida dos nossos munícipes. Esta zona urbana em particular vai abrir-se a uma boa fruição tanto para os que aqui vivem como para os que aqui trabalham”, afirmou Basílio Horta.
No projeto de requalificação são apresentadas soluções que reforçam a identidade de Mem Martins, através da manutenção da circulação viária, ordenamento do estacionamento, criação de zonas de estar nos passeios com colocação de mobiliário urbano, manutenção das árvores e reforço da iluminação pública, que oferecem a possibilidade de maior aproveitamento da zona.
Está ainda prevista a renovação das redes de abastecimento de água, de drenagem de esgoto doméstico e pluvial e enterramento dos ecopontos em articulação com os SMAS de Sintra.
(...) Tal como habitual, passei o meu tempo em Portugal entre a casa dos meus pais que moram num bairro na linha de Sintra e a aldeia onde mora a minha avó, e o que reparei é que, quer num sítio quer noutro, a população jovem está a diminuir consideravelmente. Isso não é propriamente novidade quando se fala de uma aldeia, mas na zona suburbana de Lisboa? Isso parece-me um pouco estranho visto que, na época em que os meus pais se mudaram para lá, há pouco menos de 40 anos, os bairros ali da zona ainda estavam todos a ser construídos e era a zona favorita para os novos casais colocarem raízes - perto de Lisboa mas onde comprar casa era consideravelmente mais barato. Quando ali vivia, o bairro era um rebuliço de crianças a brincar nas ruas, jovens nos cafés e bares. Agora,... vejo as pessoas da idade dos meus pais e mais velhos, nos cafés e pastelarias, e é só. Crianças são poucas e o bairro de forma geral está muito mais calmo em termos do número de pessoas que se vê nas ruas, mas também é considerado mais perigoso em termos de assaltos, o que dantes não se ouvia tanto falar.(...)
A Câmara Municipal de Sintra procedeu ao ajardinamento dos espaços contíguos à recém-inaugurada Ciclovia Mem Martins-Portela de Sintra.
A intervenção consistiu no ajardinamento de uma faixa de terreno com cerca de 3 500 m2, entre a ciclovia e a linha ferroviária, nas traseiras das pracetas de Ouressa, na Freguesia de Algueirão-Mem Martins.
Os trabalhos de limpeza do terreno, mobilização do solo com remoção de cerca de 1 000m3 de terras e resíduos vários, instalação de rede e sistema de rega manual, aplicação de camada de terra vegetal, plantação de 45 árvores (Olaias) e de 30 arbustos, bem como a sementeira de prado florido, conferem um melhor enquadramento paisagístico desta infraestrutura ciclo/pedonal.
Um morador da freguesia, Pedro Silvão, reporta um problema recorrente com as árvores existentes na Av. D. Afonso Henriques no Algueirão. Morador nesta artéria há quase 30 anos, reporta o problema de todos o verões.
Assim que a temperatura do ar começa a subir um pouco, as árvores libertam uma "goma" que se deposita no chão, carros, muros, gradeamentos e em tudo o que esteja por baixo. Esta "goma" é de tal forma que os sapatos se "colam" ao chão sendo mesmo impossível andar com os chamados "chinelos de dedo" sem que estes fiquem literalmente "agarrados ao chão".
Não se pretende, naturalmente, que se mate as árvores mas que se trate, se se tratar de doença ou se transplante para um local onde não prejudique os habitantes e utentes desta via.
Já por várias vezes tentaram fazer tratamentos a estas árvores mas não resultam. Gasta - se dinheiro para nada. Esta Avenida é muito utilizada pelos munícipes para passeios ou até para o seu jogging matinal ou ao fim do dia. Claro que no Verão esse passeio ou jogging passa a ser feito pela estrada com todos os riscos que isso acarreta.
As próprias crianças não podem brincar nos jardins próximos das distas árvores pois ficam cheias desta "goma".
Os carros que se estacionam por baixo das ditas árvores têm que ser lavados quase todos os dias já que os próprios vidros ficam como que "picados".
Há mais pessoas e mais locais na freguesia onde este problema se repete?