Tempo em Algueirão Mem Martins

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Grupos Dinamizadores da Unidade Popular (GDUPS)

No discurso pronunciado no comício do passado dia 20 de Agosto por Luís Moita, da Comissão Nacional Provisória de Unidade Popular, estão contidos dados políticos de importância decisiva para o avanço do movimento dos GDUPs e para a consolidação da Frente Popular.
Trata-se de um documento que traça, com bastante clareza, as condições fundamentais para que o grande objectivo dos GDUPs — a edificação da Frente Popular de massas — passe definitivamente do plano das intenções e dos projectos para o da realidade viva.
Quatro condições fundamentais é necessário observar para que os objectivos apontados por Otelo sejam levados a bom termo.
É necessário que os GDUPs estejam ligados às lutas e à vida das massas.
É necessário que os GDUPs se alarguem, chamem a si e organizem todas as camadas do povo.
É necessário que os GDUPs superem as suas fraquezas e resolvam as suas contradições internas, reforçando a democracia e a unidade na base e na acção.
E necessário dotar o movimento de uma direcção política central, lúcida e operativa, ligada à política concreta e à vida das massas populares.
São estas quatro condições fundamentais que norteiam o Congresso dos GDUPs e que fornecem a base para as tarefas imediatas a cumprir.

No seu conjunto, os pontos de orientação política agora apresentados vem romper com uma certa rotina e mesmo apa­tia que ameaçava apoderar-se dos GDUPs e que lhes reduzia as perspectivas de evolução. Desde o topo até à base, todo o movimento dos GDUPs terá, em nosso entender, de embrenhar-se a sério na luta política. Significa isto rejeitar, sem rodeios, as discussões em círculo fechado, as estéreis disputas de seitas, os entraves à acção de massas, e aprofundar vigorosamente a actividade política correcta.
Significa também, como tem dito o PCP(R), demarcar rigorosamente os objectivos e a acção da Frente Popular, que são revolucionários e de massas, da prática antipopular e contra-revolucionária do grupo burguês do dr. Cunhal, chamando à unidade os elementos revolucionários que ainda o seguem numa base de fraternidade e de firmeza política. Esta tarefa, de resto, vai a par do isolamento dos vestígios de aventureirismo e esquerdismo que ainda afectam o alargamento da frente e comprometem a sua projecção política, por incapacidade de compreensão sobre o que é o trabalho de massas, amplo e flexível, e a preparação, paciente e científica, de um povo inteiro para a revolução.
O movimento dos GDUPs está debaixo do fogo de toda a burguesia e, em especial, sofre as investidas dos revisionistas. O dr. Cunhal e o seu grupo burguês tomaram mesmo os GDUPs como seus inimigos principais, justamente por que o nascimento dos GDUPs e a constituição da Frente Popular ameaçam arrasar por completo o crédito político de que desfrutavam e põem em risco a sua própria existência como força política. É bem clara a manobra de Cunhal: enquanto clama contra o «esquerdismo», procura quebrar a unidade interna dos GDUPs lançando umas organizações contra as outras. É nítido o objectivo, fielmente expresso no seu jornal diário, de isolar a UDP no seio dos GDUPs.



sábado, 24 de abril de 2021

[RTP] 'Os melhores anos' - Visita a Sintra

Os problemas inerentes à juventude...
Uma série que transmite os problemas essenciais de uma geração, mas também os seus valores de amizade, camaradagem e espírito de equipa.
Os alunos Margarida, André, Tiago, Miguel, Célia, Isabel, Tadeu, Paulo e Chico são algumas das personagens centrais à volta das quais gira a linha narrativa e se cria a atmosfera especial da série. 
As características, o meio social, os problemas escolares, de cada personagem, enfim, os problemas inerentes à juventude são retratados nesta série juvenil.-
See more at: http://www.rtp.pt/programa/tv/p9746#sthash.0R9gtXC7.dpuf
Neste episódio, os alunos da série realizam uma visita de estudo a Sintra.
Reparei dois excerto de imagem durante a viagem no autocarro que tenho quase a certeza da localização dos locais.

Consegues identificar???




Excerto do episódio

Novo Centro de Saúde de Algueirão Mem Martins

Amanhã será a inauguração do novo Centro de Saúde de Algueirão Mem Martins, na Rua das Eiras, onde no passado podiamos encontrar a antiga Fabrica da Messa



domingo, 18 de abril de 2021

[RTP arquivo] Freguesia de Algueirão-Mem Martins

Sintra, reportagem do jornalista Jaime Saint Maurice sobre a necessidade de melhoramentos na freguesia de Algueirão, em Mem Martins, no concelho de Sintra, com destaque para o abastecimento de água, o estado das estradas rodoviárias e da linha férrea, das escolas e esgotos

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/freguesia-de-algueirao-mem-martins/







sábado, 10 de abril de 2021

[Bombeiros.pt] Combate a fogos nas cidades é luta constante contra “armadilhas”

Ruas estreitas e casas construídas em banda, e com materiais inflamáveis, ou carros mal estacionados. A isto pode juntar-se ainda sinalização vertical recente em sítios que impedem a passagem de veículos de socorro. 

Os centros históricos dos núcleos urbanos são desafios à operacionalidade dos bombeiros



Pitorescos, aprazíveis para turistas e habitantes locais, os centros históricos das cidades recheiam-se de memórias e de histórias. Mas, quando diz respeito à operacionalidade de meios de socorro, os problemas são muitos e vêm à tona. Mesmo que, nos últimos anos, os municípios tenham investido na regeneração, as obras nem sempre se mostraram eficazes. Pelo contrário, em muitos casos, trouxeram problemas acrescidos. Há sinais de trânsito mal colocados, pilaretes em sítios indevidos e marcos de incêndio com acesso dificultado, que se juntam ao cenário, já de si difícil para os bombeiros, de ruas estreitas, muitas vezes sem saída ou íngremes. Tudo a dificultar um trabalho que se quer, essencialmente, rápido. E eficaz.

A acessibilidade aos locais é um dos maiores desafios dos bombeiros, quando são chamados a um centro urbano histórico, seja por uma situação de incêndio ou para transporte pré-hospitalar.

“As ruas estreitas e becos apertados dificultam e limitam a progressão dos veículos, aumentando o tempo despendido nas manobras. O que faz com que haja atraso na chegada ao local do sinistro e, consequentemente, atraso no socorro e no combate a incêndios”, deixa claro Pedro Barreirinha, comandante dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, na sua tese de mestrado em Planeamento Regional e Urbano, que apresentou na Universidade de Aveiro, intitulada “Os desafios da intervenção dos bombeiros nos centros urbanos antigos”.

Existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda

À acessibilidade junta-se outro problema: os materiais com que são construídas muitas das habitações. “O tipo de construção não tem segurança contra incêndio. E também existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda. Além da ausência de compartimentação e de deteção rápida de incêndios”, explica Joaquim Leonardo, comandante dos bombeiros de Algueirão – Mem Martins, a maior freguesia do país.

Num caso de fogo urbano, dada a complexidade da construção e a parca capacidade de água disponível nos locais, os bombeiros são obrigados a mobilizar para o teatro de operações um elevado número de meios, como veículos de combate a incêndios urbanos, tanques táticos, ambulâncias e veículos de comando. É que é necessário combater o incêndio e, ao mesmo tempo, proteger as habitações contíguas.

“Os arruamentos estreitos fazem com que haja a necessidade de parar os veículos na via de maior dimensão e efetuar o estabelecimento dos meios (esticar as mangueiras, por exemplo) dessa zona, até à zona afetada. O que, por vezes, pode ser algumas centenas de metros”, exemplifica o comandante de Ílhavo, no seu trabalho académico. E há corporações de bombeiros que tiveram que investir em veículos de menores dimensões. No caso de assistência pré-hospitalar, o cenário não é tão complicado, mas as ambulâncias têm que ficar na via principal e os doentes são transportados, em maca.

A regeneração urbana dos centros históricos é uma prática que tem vindo a crescer, quer em Portugal, quer na Europa, alavancada, em muito, pelo apoio de fundos comunitários. Mas, quando as obras de melhoria são feitas, aparentemente, as corporações de socorro não emitem qualquer parecer.

Há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta

“Há essa falta de sensibilização, porque raramente se ouvem os bombeiros. Depois, há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta, por exemplo”, lamenta Joaquim Leonardo, sublinhando, também, casos em que a sinalização vertical colocada dificulta a passagem.

Não sendo praticável a alteração da estrutura dos centros históricos, torna-se necessário encontrar alternativas que auxiliem o trabalho das equipas de socorro. Tornar as zonas estritamente pedonais, com “a colocação de equipamentos, como barreiras automáticas, para permitir apenas ao acesso a veículos autorizados”, é, para Pedro Barreirinha, uma das medidas a ter em conta. “Devolver as cidades mais à população e à mobilidade suave, no fundo”, aponta.

Organizar o tráfego, com a criação de baías de estacionamento, é outra das soluções, assim como levar a cabo ações de sensibilização e inspeções periódicas aos locais. Mas a mais inovadora que o especialista em planeamento regional e urbano indica é, mesmo, a instalação de “colunas secas”.

“Fazer, nos centros históricos, algo à semelhança do que existe nos edifícios de grande altura. Uma coluna seca é uma rede de incêndio toda estruturada, que não tem água. No momento do fogo, chega um veículo de combate a incêndios, liga uma mangueira de grande dimensão a essa coluna e abastece todo o prédio. Podia-se fazer o mesmo, nos centros históricos, aquando das regenerações, para a tubagem ficar enterrada”, conclui o autor da tese.

Fonte: Jornal de Noticias – Salomé Filipe

quarta-feira, 7 de abril de 2021

domingo, 4 de abril de 2021

[RTP arquivo] 8ª Prova do Campeonato Nacional de Motocross

8ª Prova do Campeonato Nacional de Motocross, organizada pelo Grupo Desportivo das Mercês e pela Federação Portuguesa de Motociclismo, no Pinhal do Escouto












[RTP arquivo] P´ra Variar - Restaurante Chaby (video)

 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pra-variar-parte-ii-51/


P'ra Variar era um programa de entreternimento na RTP, apresentado por Vito Espadinha.

Neste programa existia uma rubrica de divulgar o panorama gastronómico nacional: um crítico de gastronomia, assumindo o papel de um indivíduo anónimo, visitava um restaurante e, depois, sujeita-se a responder a várias perguntas sobre o mesmo. 

São avaliados aspetos como a facilidade de estacionamento, o acolhimento, comes e bebes, e a higiene, nomeadamente da casa de banho.

No fim, é da responsabilidade do crítico a escolha do prémio que se vai dar ao dono do restaurante: 

um talher de ouro ou de prata ou de bronze ou de pau.

No link abaixo pode assistir ao programa onde o restaurante que foi o alvo do Justiceiro foi o "Restaurante Chaby", que se localizava na av. Chaby Pinheiro em Mem Martins

 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pra-variar-parte-ii-51/

[RTP arquivo] Inauguração do Comando da Área Ibero-Atlântica

1967-02-21 » inauguração das instalações temporárias do quartel-general do Comando da Área Ibero-Atlântica (IBERLANT), integrado no Comando Supremo da NATO.




sexta-feira, 2 de abril de 2021

Costureira de Mem Martins vence desafio de Cristina Ferreira

Para a edição de 2019 dos Globos de Ouro, a única que Cristina Ferreira conduziu, a apresentadora lançou um desafio a todas as costureiras do 

Lembra-se de Elisa Carvalho? Venceu o desafio lançado às costureiras do País e criou o vestido vermelho que a apresentadora usou nos Globos de Ouro


Para a edição de 2019 dos Globos de Ouro, a única que Cristina Ferreira conduziu, a apresentadora lançou um desafio a todas as costureiras do País e Elisa Carvalho foi a vencedora. Preparou o longo vestido vermelho (ver em cima) que a estrela usou na cerimónia de entrega de prémios da SIC. E foi esse o vestido preferido por parte dos fãs. “Enviei opções e ela disse: ‘Quero esta parte deste e esta parte daquele’. Adorei e gostava de voltar a fazer-lhe outro vestido. Já lhe disse”, revela ao Holofote.pt a costureira de 64 anos – e com 51 de profissão – que continua a trabalhar no seu atelier, no Bairro de São Carlos, em Mem Martins: “Dou aulas há 10 anos. De costura, modelagem ou corte. Mas o trabalho reduziu muito com o confinamento. Felizmente tenho estado sempre a trabalhar. E também dou reforço às coleções de novos estilistas, como o Gonçalo Beja Ventura. Só quando os braços e as pernas não deixaram é que deixo de trabalhar”. Elisa Carvalho aceitou o nosso desafio e comenta agora os irreverentes vestidos que Cristina Ferreira usou nas quatro primeiras emissões de “All Together Now”. E defende-a! “O povo critica muito a Cristina porque ainda não está preparado para ver uma mulher triunfar.”


https://holofote.sapo.pt/celebridades/2021-04-01-costureira-de-cristina-ferreira-comenta-os-visuais-de-all-together-now/#&gid=0&pid=1