Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 8 de julho de 2020

[sintranoticias] Proteção Civil de Sintra desmente casos de infeção em prédios na Tapada das Mercês

O novo coronavírus, o Covid-19, tem originado "notícias falsas nas redes sociais que pretendem criar alarme social", alerta a Proteção Civil de Sintra, na sua página de facebook.

A Proteção Civil de Sintra desmentiu na sua página de facebook a existência de uma quarentena em dois prédios na Tapada das Mercês, afirmando que “são falsas as informações que circulam nas redes sociais sobre dois prédios em quarentena na Tapada das Mercês, freguesia de Algueirão-Mem Martins”, no concelho de Sintra.
Na mesma publicação aquele organismo esclarece que “as imagens utilizadas para difundir a falsa informação correspondem a uma intervenção policial, junto de um grupo de 26 pessoas que se encontravam em incumprimento no que diz respeito ao distanciamento social e ao consumo álcool na via pública”.
A Protecção Civil de Sintra reforça a importância no acesso a fontes de informação verdadeiras para evitar as noticias falsas nas redes sociais que “pretendem criar alarme social”.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Como se diz 'Mem Martins'???

O modo como se pronuncia o nome desta vila é: 
Mem Martins ou Mãe Martins?

   Na actual pronúncia normal portuguesa, ou seja a da região de Lisboa e Coimbra, as duas palavras são homófonas embora não homógrafas. 
O -em final vale o mesmo que ãe. Os dois temas nada têm que ver um com o outro, trata-se de mera coincidência. 

Mem é um antropónimo masculino, muito em voga no português arcaico, incluído no topónimo Mem Martins, baseado no nome dum indivíduo. É a forma apocopada de Mendo, de origem controversa, talvez latina.

terça-feira, 16 de junho de 2020

KFC inaugura novo restaurante em Mem Martins

São cada vez mais os restaurantes KFC em Portugal. Neste momento, a marca já tem todos os seus estabelecimentos a funcionar em Portugal, pelo que é altura de retomar o plano de expansão pelo nosso país. Assim, acaba de inaiguruar um novo restaurante em Mem Martins, em plena linha de Sintra.

Muito bem localizado junto ao IC 19, perto da saída para Mem Martins, este novo restaurante KFC conta com uma ampla sala, duas esplanadas, serviços de Drive, Delivery e Playground. Esta nova unidade vem criar 25 novos postos de trabalho.
De resto, realçar que todos os restaurantes da KFC estão a aplicar um rigoroso plano de segurança. Estão agora identificados percursos de circulação e foi aplicada sinalética de apoio ao distanciamento social, sendo que muitos deles possuem excelentes esplanadas. No interior, é garantida a boa ventilação e renovação frequente de ar através da abertura de portas e janelas, tendo ainda sido reforçada a desinfeção e limpeza de todos os equipamentos.
E claro, também naqueles pedidos via Uber Eats ou Glovo, as encomendas são seladas e sem contacto, garantido a máxima segurança.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

[dinheiro vivo] Gastos com graffitis numa década davam para CP comprar um comboio novo

Limpeza dos desenhos custou 3,4 milhões de euros entre 2008 e 2019, mas ainda é insuficiente para retirar tudo. Transportadora reclama mais verba.
Os graffitis nos comboios não impedem apenas os passageiros de apreciarem a paisagem. A limpeza destes desenhos custou à CP nada menos de 3,4 milhões entre 2008 e 2019, despesa que permitiria à empresa comprar um comboio novo. Só entre 2010 e abril deste ano registaram-se mais de 12 mil atos de vandalismo no material circulante, de norte a sul do país. A companhia de transporte ferroviário exige ao Estado mais dinheiro para garantir a limpeza de toda a frota.


“O graffiti do material circulante é um ato de vandalismo”, refere fonte oficial da CP ao Dinheiro Vivo. O impacto destas pinturas não é meramente estético: prejudica utentes, maquinistas e contribuintes. A transportadora lembra que “quando é grafitado o vidro da cabine de condução, o maquinista fica sem condições de trabalho“.

E se os desenhos ocuparem a totalidade da janela, os ocupantes não sabem onde estão. A empresa assinala também que “uma frota de comboios limpa de graffitis é um contributo valioso para a perceção da qualidade do serviço prestado e da segurança do transporte ferroviário pelos clientes”.

Quem são os writers? 
Os autores dos graffitis nos comboios são conhecidos como writers e desenham uma assinatura com letras que correspondem ao seu pseudónimo e que se repetem em todos os locais que são pintados. ”A sua origem social, étnica ou política é plural: existem ricos e pobres, comunistas e capitalistas a pintar comboios”, explica Pedro Soares Neves, da Urban Creativity, em declarações ao Dinheiro Vivo. A “grande maioria destes autores é jovem e do sexo masculino”, acrescenta o também investigador Ricardo Campos.

O hábito de pintar comboios nasceu em Nova Iorque, na década de 1970. “A base desta cultura é a aquisição de visibilidade e prestígio entre os pares. Para adquirir reputação é necessário pintar muito e bem. Também entra na equação o risco associado às ações, pelo que pintar uma carruagem do metro ou do comboio é geralmente mais valorizado”, contextualiza Ricardo Campos. Considerando que “é muito difícil conter estas manifestações” e que os writers “desenvolvem táticas de contorno à vigilância e repressão”, os dois investigadores sugerem o envolvimento das empresas de transporte. Embora já tenha trabalhado com associações e artistas de arte urbana, a CP diz que, “no momento atual, não está prevista a realização de iniciativas neste âmbito” para limpar a imagem dos comboios e dos gastos.


https://www.dinheirovivo.pt/empresas/gastos-com-graffitis-numa-decada-davam-para-cp-comprar-um-comboio-novo/

[JFAMM] Demolição Mercado Fanares

Prosseguem a bom ritmo as obras que irão requalificar a zona onde estava localizado o antigo Mercado de Fanares, em Mem Martins. Este que, disse o presidente Valter Januário, será o ponto de partida para um projeto de requalificação urbana onde será criada uma nova centralidade e novos percursos pedonais.


A requalificação do espaço está inserida num projeto da Área de Reabilitação Urbana (ARU). Aqui haverá um espaço completamente diferente do que estavamos habituados a ver. Uma praça pública que une a Praceta de Damão à Praceta de Goa por pavimento único, com uso misto na Rua de Panjim, onde serão criadas zonas de lazer e de cultura.

“Será um espaço de lazer e de fruição para a população, com uma praça central, zonas de estadia onde as pessoas possam estar. Uma nova centralidade à freguesia. Vamos ter mais um espaço para atividades lúdicas, culturais, desportivas e recreativas que nos faz falta na freguesia”, referiu o presidente ao visitar o espaço antes da sua demolição.

Um espaço com história para muitos, mas que devido à extrema degradação, ao longo do tempo, impediu a sua reabilitação. Agora, o antigo Mercado de Fanares dará lugar a uma nova vida para Mem Martins, numa centralidade que irá incluir percursos pedonais entre o novo estacionamento da Praceta Nau de São Rafael e a estação de comboio da CP de Algueirão-Mem Martins, com cerca de 450 metros de extensão e, ainda, a ligação ao Parque Linear da Ribeira da Laje, aberto ao público em 2019, e que permitiu a ligação entre Mem Martins e Rio de Mouro, numa área total de intervenção de 13,5 hectares.