O gentílico é uma classe de palavras que designa um indivíduo de acordo com o seu local de nascimento ou residência.
Algueirão --> Algueiranense
O gentílico é uma classe de palavras que designa um indivíduo de acordo com o seu local de nascimento ou residência.
SC Fitness abriu esta segunda-feira o seu 100.º ginásio, com a inauguração de uma nova unidade Element Gyms na Tapada das Mercês, no concelho de Sintra. A abertura assinala um marco na evolução do grupo no setor do fitness em Portugal.
Ginásio Element Gyms Tapada das Mercês - desde 2,99€/sem
Trata-se da primeira vez que um operador português atinge a marca dos 100 clubes. A SC Fitness, com mais de 30 anos de atividade, gere atualmente duas marcas distintas – Solinca e Element Gyms – que respondem a diferentes perfis de utilizadores e modelos de treino.Com a abertura do Element Gyms Tapada das Mercês, a marca passa a contar com 52 ginásios em Portugal. No total, o grupo SC Fitness opera 35 clubes Solinca no país
Procissão das Velas em Mem Martins, em Maio de 2026. com origem e chega na Capela de Nssa Sra da Natividade
A empresa Pirâmide às Cores abriu portas em Mem Martins com uma proposta diferenciadora no setor do fardamento profissional, apostando na personalização, inovação e criação de identidade visual para empresas de diferentes áreas de atividade.
Especializada na venda e personalização de fardas profissionais, equipamentos de proteção individual (EPI’s), brindes corporativos e soluções empresariais à medida, a marca pretende ajudar empresas a reforçarem a sua imagem profissional através de vestuário moderno, funcional e personalizado.
A atuar em setores como restauração, hotelaria, saúde, construção civil, ginásios, escolas, escritórios e eventos, a Pirâmide às Cores disponibiliza vários serviços de personalização, entre os quais bordados, estampagem têxtil, impressão digital e sublimação.
Além do vestuário profissional, a empresa comercializa também calçado de segurança, EPI’s e brindes corporativos, procurando responder às necessidades específicas de cada cliente.
Segundo a gerência da empresa, o objetivo passa por valorizar a imagem das equipas e transmitir profissionalismo através de soluções personalizadas.
“Queremos que cada empresa tenha orgulho na imagem da sua equipa. Acreditamos que um bom fardamento transmite profissionalismo, confiança e valoriza qualquer negócio.”
A abertura da loja física em Mem Martins representa uma nova etapa no crescimento da marca, que ambiciona tornar-se uma referência nacional no setor do fardamento e personalização empresarial.
A Pirâmide às Cores destaca-se ainda pela proximidade com os clientes, rapidez de resposta e acompanhamento personalizado em todas as fases do processo, desde a escolha dos produtos até à entrega final.
Entre os serviços disponíveis destacam-se:
* Bordados personalizados * Estampagem têxtil * Impressão digital * Sublimação * Brindes corporativos * Personalização de vestuário profissional * Venda de EPI’s e calçado de segurança.
Estrada de Mem Martins nº117 Loja 1 Segunda a Sábado — 09h00 às 19h00
Tlf: 962 669 434
www.piramideascores.pt
Moradores da freguesia de Algueirão-Mem Martins lançaram uma petição nas redes sociais onde manifestam “profunda preocupação, indignação e tristeza” relativamente às obras de requalificação da Fonte Histórica do Largo Rossio da Fonte, em Mem Martins. “A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”, assegura o vereador Francisco Duarte, durante uma visita recente às obras, que deverão estar concluídas no mês de maio.
Ainda assim, o assunto foi levado à última Assembleia Municipal de Sintra por Mafalda Ferreira Marques, que interveio no período destinado ao público, destacando o valor simbólico do espaço, descrevendo-o como “um símbolo vivo da história, da identidade e da alma” em Mem Martins, composto pela fonte, coreto e capela foi, ao longo de várias gerações, um ponto central de convívio da comunidade.
Com as obras em curso, os moradores receiam a perda de um património datado da década de 1930, apontando também a falta de informação clara sobre o projeto. Consideram que uma eventual destruição ou descaracterização do espaço poderá representar “uma perda irreparável para a memória coletiva da freguesia”. Entre as principais preocupações está a possível remoção da fonte e dos seus azulejos históricos, situação classificada como uma “grave perda cultural e patrimonial”.
A petição exige “transparência imediata”, incluindo a apresentação pública do projeto por parte da Câmara de Sintra. Os signatários defendem ainda a reposição integral da fonte, com respeito pela traça original e pela identidade do local.
“Mem Martins é terra de gente humilde, saloia com orgulho, mas também de uma população que construiu, com esforço e dignidade, o seu património”, afirmou Mafalda Ferreira Marques, concluindo que “o que foi construído por um povo não pode ser apagado por decisão de poucos.”
“A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”
Antes, o vereador Francisco Duarte já tinha visitado o local para se inteirar da empreitada de requalificação, contando a presença da Presidente da Junta de Freguesia, Paula Simões e de técnicos municipais.
“A intervenção respeita a identidade do espaço e melhora as condições para quem ali reside”, disse o autarca, assegurando que a fonte será mantida no local, e “passa a estar integrada num largo mais amplo e mais funcional. Ganha nova orientação, mais espaço de permanência e melhores acessos, com rampa para pessoas com mobilidade condicionada. A água continua presente e valorizada, agora com um percurso claro até à ribeira”.
Relativamente ao painel de azulejos, “será recuperado e colocado na fachada do lavadouro, com maior destaque. O próprio lavadouro será reabilitado, com intervenção nas fachadas e na cobertura”, anunciou o autarca.
FONTE: Requalificação no Largo Rossio da Fonte gera desconfiança em Mem Martins - Correio de Sintra
O Ponto Kultural em Mem Martins apresenta esta quinta-feira, 23 de abril às 19h00, o documentário “Filhos do Meio – Hip Hop à Margem”, seguido de uma roda de conversa com convidados ligados ao projeto. A sessão será moderada por Ricardo Farinha e contará com a participação do realizador Luís Almeida, Ghoya e Teresa Fradique.
O documentário explora o desenvolvimento do hip hop na Margem Sul do Tejo, com destaque para territórios como Almada e Miratejo, reconhecidos como alguns dos primeiros centros deste movimento em Portugal. A narrativa constrói-se a partir dos testemunhos de protagonistas que viveram o surgimento do género, revelando histórias, referências e dinâmicas culturais que marcaram esse período.
Através de imagens de arquivo, fotografias e relatos diretos, o filme percorre momentos-chave da cultura hip hop em Portugal, desde as primeiras batalhas de rimas nas ruas até concertos e gravações. São também destacados nomes como Black Company, Líderes da Nova Mensagem e Chullage, bem como outros contributos menos documentados, fundamentais para a afirmação do movimento.
Mais do que um registo musical, “Filhos do Meio – Hip Hop à Margem” propõe uma reflexão sobre o contexto social e cultural que permitiu o crescimento do hip hop em Portugal, abordando temas como identidade, território e memória coletiva.
Fonte: Ponto Kultural em Mem Martins apresenta “Filhos do Meio – Hip Hop à Margem” - Correio de Sintra
O Teatro de Revista voltou a conquistar o público na Sede do Mem Martins Sport Clube, com a estreia da peça “Adeus, ou vai-te embora”, uma produção com assinatura de Rafael Silva, que promete arrancar gargalhadas enquanto lança um olhar satírico sobre o quotidiano
Um dos momentos mais comentados entre público é o atendimento no fictício “Hospital Fantasma do Algueirão”, onde os
utentes enfrentam situações caricatas, numa clara sátira aos desafios do acesso
aos serviços públicos de saúde.
Uma peça a não perder para quem aprecia humor inteligente, próximo e, acima
de tudo, genuinamente local.
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No coração de Mem Martins, o Largo Rossio da Fonte guardava um dos seus elementos mais simbólicos e identitários: a antiga fonte pública, um marco discreto mas profundamente enraizado na memória coletiva da localidade.
A fonte apresentava-se com uma estética tradicional, marcada pela simplicidade funcional típica das construções utilitárias de outros tempos.
Foi pensada para servir a população num período em que o acesso à água canalizada era limitado.
Outrora era ponto de encontro diário, refletia não só o céu aberto como também a vida da comunidade que ali se cruzava.
Mais do que um elemento arquitetónico, esta fonte era um verdadeiro centro social. Mulheres e homens reuniam-se para encher cântaros ou simplesmente conversar, trocando notícias e fortalecendo laços.
O som constante da água a correr criava uma atmosfera tranquila.
Hoje, mesmo com a evolução urbana, a fonte mantinha o seu valor simbólico. Era um testemunho silencioso de um tempo em que a vida se desenrolava ao ritmo das necessidades básicas e da convivência de proximidade.
Para quem passava pelo largo, era um convite à pausa — um ponto onde história, memória e identidade local se encontravam.
O Museu da Presidência da República, sediado no Palácio de Belém, adquiriu obras de artistas e coletivos contemporâneos. A iniciativa surgiu por curadoria do artista Vhils, com o objetivo de integrar nas coleções institucionais nacionais imaginários artísticos emergentes que permanecem menos representados.
Campo Desportivo – Academia Ubuntu Rugby
📅 De 30 e 31 de março, 1, 2, 6 e 7 de abril
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Para além do rugby, haverá atividades lúdicas, recreativas e outros desportos pensados para todas as idades.
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O artista visual Sepher de Algueirão-Mem Martins, apresenta a sua mais recente obra no Parque dos Lírios, também conhecido por muitos residentes como Bairro de Santa Teresinha, em Mem Martins. A intervenção artística ocupa o espaço do campo local, transformando-o num espaço de memória, pertença e identidade. Para o artista, trata-se de um projeto profundamente pessoal: “Este é um projeto muito importante para mim. Este local cresceu comigo, e ocupou um espaço muito importante na minha infância e adolescência.” A obra nasce de uma relação íntima com o Parque dos Lírios, é nele que Sepher identifica as primeiras referências que moldaram o seu percurso artístico e humano: “Tornou-se, naturalmente, um lugar que reflete muito de quem sou.”
No centro da obra surge a figura de uma mulher residente do bairro, a personagem simboliza a geração que acompanhou a transformação deste Bairro e que continua a constituir o seu tecido vivo.
O artista sublinha que os lugares onde crescemos participam ativamente na construção de quem somos: “Assim como as pessoas que fazem parte da nossa vida e nos ajudam a definir quem somos, o local onde crescemos também nos molda. É nesse espaço que criamos laços, onde sentimos pertença.” Ao mesmo tempo, a obra reconhece os movimentos de migração entre territórios e que marcam muitas trajetórias contemporâneas, sobretudo em contextos periféricos: “Ao longo da vida, as suas diferentes fases podem levar-nos a viver noutros lugares; ainda assim, essa distância deve reforçar o valor do sítio onde crescemos.” O bairro é apresentado como espelho e como fonte de luz própria: “Se a zona é um espelho de quem somos, nós também refletimos o brilho que ilumina estas ruas, de dia e de noite. Onde quer que estejamos, levamos connosco a personalidade do lugar onde crescemos.”
Localização da obra: Parque dos Lírios - Praceta Nicolau Coelho 14, 2725-212 Mem Martins