Uma intervenção assim mais simples e mais barata, já seria uma pequena ajuda para os utentes da estação da CP de Algueirão Mem Martins...
...mas a população desta freguesia merece mesmo uma nova estação da CP.
Uma intervenção assim mais simples e mais barata, já seria uma pequena ajuda para os utentes da estação da CP de Algueirão Mem Martins...
...mas a população desta freguesia merece mesmo uma nova estação da CP.
Durante quanto tempo os utentes da CP da estação de Algueirão Mem Martins vão continuar com este cenário em dias de chuva??
Corta-Mato na sede do Agrupamento Mestres Domingos Saraiva, no Algueirão.
Os alunos de 3.º e 4.º ano participaram demonstrando que o importante é participar, dar o seu melhor e divertir-se!
Com a presença da Patrícia Mamona, atleta olímpica e um verdadeiro exemplo de determinação e superação, que inspirou todos com o seu sorriso e simpatia.
Parabéns a todos os participantes
Antes de Algueirão Mem Martins se transformar num dos principais centros urbanos dos subúrbios de Lisboa, e a freguesia com mais habitantes de Portugal, era apenas uma aldeia discreta, rodeada de quintas e pinhais, onde o ar fresco natural da Serra de Sintra atraía famílias da capital em busca de descanso.
No início do século XX, quando a ligação ferroviária entre Lisboa e Sintra se consolidou, Algueirão Mem Martins tornou-se um ponto de paragem para quem desejava ficar "perto da serra”.
O comboio - símbolo de progresso e elegância - permitia que famílias abastadas de Lisboa viajassem facilmente até à vila de Sintra. Chegavam com bagagens, criadas e crianças, para passar semanas ou meses em casas alugadas ou propriedades próprias.
Entre os veraneantes, várias famílias conhecidas deslocavam-se até cá. Eram casas de linhas românticas, com azulejos e alpendres onde se tomava o chá com vista para a serra.
As manhãs começavam cedo, com o som distante do comboio e o cheiro do pão. Os veraneantes passeavam pela estrada de terra que ligava Algueirão, Tapada das Mercês e a Quinta da Fanares, e de costume cumprimentavam os lavradores locais com um aceno educado.

Os veraneantes que passavam a temporada cá tinham pequenos rituais que se repetiam ano após ano. Um deles era a paragem obrigatória no Casal da Cavaleira e no Casal de São José, onde compravam ovos frescos, colhidos há poucas horas, vindos das galinhas que ali se criavam ao ar livre. Esses produtos, simples e genuínos, tornavam as refeições ainda mais saborosas.
Outro destino certo era o Moinho de Sacotes e do Algueirão, onde muitos iam levar o cereal para moer ou apenas buscar farinha acabada de fazer. O cheiro a grão moído e o som das mós a girar eram parte da paisagem sonora das férias na terra - um símbolo da vida calma e autêntica que os veraneantes tanto prezavam.
Enquanto outras coletividades de cá (Mem Martins Sport Clube e Recreios Desportivos do Algueirão) tinham uma base mais comunitária e local, com espírito mais rural, com gente de trabalho mas mais humilde.
O Progresso Clube manteve durante bastante tempo uma certa aura de exclusividade social e cultural.

Achavam curioso - e até encantador - ver, em certos quintais, grandes tabuleiros expostos ao sol, cobertos de pequenas rodelas de massa dourada.
Eram as cascas das queijadas de Sintra, deixadas a secar pacientemente antes de receberem o recheio doce e perfumado que lhes daria fama. O ar cheirava a farinha e a leite, e o quotidiano simples das gentes locais transformava-se, aos olhos dos visitantes, numa cena de autêntico encanto saloio.
Muitos nomes famosos tinha especial gosto por este local, como as pessoas do Grupo Onomástico "Os Carlos", que escolheu uma zona da freguesia, adquirindo 14mil m2 para implementar "Casa de Repouso de Carlos doentes", "Casa de agasalho para Carlos Inválidos" e "Colónia de Verão para Carlos Miúdos".
Este projecto acabou por nunca ser implementado, ficando apenas a memória na zona, e muitos Homens da freguesia nascido nesta altura também terem ficado com o nome de Carlos.
Muitos nomes deixaram fortes memórias, como foi o caso do Professor Dr. Joaquim Fontes, que era um médico Obstetra que residia em Lisboa, e tinha a sua Quinta em Mem Martins, o "Casal dos Choupos" e foi um dos grandes incentivadores da criação das Festas de Nossa Sra da Natividade.
Fala-se que a Sta padroeira de Mem Martins é a Sra Natividade pelo motivo do dr. Joaquim Fontes ser obstetra.
Mas, entre as ruas sub-urbanas e os prédios ao estilo "Pato Bravo" ainda se encontram vestígios desse passado: um portão de ferro enferrujado com as iniciais de uma antiga família, um tanque de pedra esquecido num quintal, ou o nome de uma rua que recorda a uma antiga quinta.
O tempo apagou muito, mas não tudo.
Nas memórias de quem ainda recorda, Algueirão-Mem Martins que foi, durante meio século, um refúgio de veraneio - um lugar onde o campo e a cidade se encontravam, e onde a Serra de Sintra era, mais do que cenário, um remédio para o corpo e para a alma.
A Câmara Municipal de Sintra anunciou hoje que vai dar início à construção de um novo estacionamento e acesso pedonal no Bairro da Coopalme, na freguesia de Algueirão - Mem Martins, num investimento no valor de 423 mil euros.
Sem avançar com uma data concerta para início da obra a autarquia avança que a mesma terá um prazo de execução previsto de sete meses, que se estende por uma área de cerca de 5.690 m² e insere-se na Área de Reabilitação Urbana de Algueirão - Mem Martins e Rio de Mouro.
O projeto da autarquia contempla a criação de uma bolsa de estacionamento, a reabilitação dos pavimentos e a construção de um novo acesso pedonal na Rua Cidade de Lagoa, a reformulação e reposicionamento da lomba redutora de velocidade e a passadeira da Rua Cidade de Faro, a requalificação das passagens de peões através da instalação de pavimentos táteis e direcionais e o reforço do sistema de iluminação pública em toda a área intervencionada.
Com o intuito de otimizar o escoamento das águas pluviais, serão instalados sumidouros interligados às caixas de visita já existentes. Adicionalmente, será colocado pavimento permeável na nova zona de estacionamento, facilitando a infiltração da água. Serão ainda criadas áreas com trincheiras de infiltração nos espaços verdes próximos aos passeios e na base do talude, para aliviar a pressão sobre o sistema de drenagem.
O objetivo desta intervenção "é melhorar as condições de mobilidade e acessibilidade existentes no local promovendo uma maior qualidade de vida para os munícipes", refere a autarquia.
foto: CMS
A agente Jéssica Migueis da Polícia de Segurança Pública (PSP) ajudou uma mulher a dar à luz à porta do novo Hospital de Sintra, na Cavaleira, freguesia de Algueirão-Mem Martins, antes mesmo da chegada da equipa médica.
O parto ocorreu na manhã de terça-feira, 7 de outubro, por volta das 11h10, quando uma viatura parou junto à entrada da unidade hospitalar a pedir auxílio. No interior do carro encontrava-se uma grávida em trabalho de parto.
De acordo com um comunicado da PSP, um dos agentes correu a alertar os profissionais de saúde do hospital, enquanto o outro permaneceu no local para prestar apoio à parturiente. O bebé acabou por nascer ainda antes da chegada da equipa médica.
Mãe e filho receberam depois assistência hospitalar e, segundo a PSP, “encontram-se bem de saúde”.
Câmara Municipal de Sintra aprovou a abertura de concurso público para a requalificação do espaço público na área envolvente à estação ferroviária de Algueirão - Mem Martins, num investimento superior a 2 milhões de euros.
Esta intervenção no Centro de Algueirão e do Largo da Estação/Largo 25 de Abril, em Mem Martins, representa um investimento total de 2 milhões e 652 mil euros, tem como objetivo principal a valorização destes espaços urbanos, através da melhoria das infraestruturas, do aumento da qualidade dos espaços públicos e da criação de melhores condições para a circulação.
A empreitada contempla ainda a reformulação das redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais domésticas.
Esta intervenção, com um prazo de execução de 540 dias, representa um investimento conjunto da Câmara Municipal de Sintra superior a 2 milhões de euros e dos SMAS de Sintra de cerca de 593 mil euros.
[A publicação deste conteúdo ocorreu após a data das eleições autárquicas, apesar de se referir a uma iniciativa anterior, em cumprimento das orientações da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e da legislação eleitoral em vigor. Esta medida visa assegurar o respeito pelos princípios da neutralidade e imparcialidade das entidades públicas durante o período eleitoral.]
Há experiências que nos moldam de forma irreversível. Ser presidente de uma junta de freguesia é uma delas. Durante doze anos vivi o território que me viu nascer e crescer com uma intensidade que não cabe em palavras. Aprendi a medir o tempo pela cadência das ruas, pelos rostos das pessoas, pelas urgências que não esperam e pelas pequenas vitórias que fazem a diferença na vida de alguém.
Nestes doze anos, vi crianças tornarem-se adultos, vi ruas
transformadas, projetos erguerem-se e sonhos concretizarem-se. Mas vi também o
que fica por fazer e talvez seja isso o que mais nos marca: a consciência de
que o trabalho público nunca está terminado.
As
eleições de 12 de outubro trouxeram uma nova realidade. O Partido Socialista
perdeu em Algueirão-Mem Martins e perdeu em Sintra. É um facto. E, como em tudo
na vida, os factos existem para serem compreendidos, não para serem negados.
Perder faz parte da democracia. Depois de doze anos de serviço, é
natural que o tempo peça renovação, novas vozes, novas energias. Mas perder
deve também ser o momento de uma reflexão profunda, não sobre quem falhou, mas
sobre o que nos afastou. Sobre a distância que, por vezes sem dar conta, se
cria entre quem governa e quem é governado.
Nesta
campanha, Sintra teve uma candidata que dignificou o Partido Socialista e a
política. Ana Mendes Godinho trouxe energia, entrega e autenticidade. Falou com
as pessoas de frente, com verdade e com entusiasmo, sem nunca desistir de
acreditar que o diálogo e a proximidade são o caminho certo. Representou o que
de melhor o PS tem. A vontade de construir, de unir e de servir. Mesmo num
tempo difícil, manteve a esperança viva e isso, por si só, é uma forma de
vitória.
A
política local é, talvez, a mais humana de todas as formas de política. Porque
é ali que as pessoas esperam encontrar respostas, proximidade, empatia. E
quando a perceção dessa ligação se esbate, é preciso parar e escutar. Escutar
com a humildade de quem sabe que o poder é transitório, mas o compromisso é
permanente.
Há uma
tendência natural em todos nós, nas pessoas e nas organizações, para nos
refugiarmos na zona de conforto, para acreditarmos que o que foi suficiente
ontem continuará a ser amanhã. Mas o tempo muda, as comunidades transformam-se,
e a política deve ter a coragem de mudar também.
Chegou,
por isso, o momento de o PS em Sintra olhar para dentro, repensar a sua relação
com o território e com as pessoas. Não se trata de negar o passado, trata-se de
aprender com ele. O que construímos permanece, mas o que queremos construir a
seguir exige um novo impulso, uma nova escuta, uma nova abertura.
Servir é,
em última análise, um exercício de humildade. E é talvez por isso que, mesmo
depois de deixar o cargo, quem serviu nunca deixa verdadeiramente de o fazer.
Porque o compromisso com a terra e com as pessoas não se apaga com o fim de um
mandato, continua na forma como olhamos o futuro, com a serenidade de quem sabe
que só há verdadeira vitória quando se continua a acreditar, mesmo depois de
perder.
Artigo de
opinião de Valter Januário Presidente da junta de freguesia de Algueirão-Mem
Martins

🚨 Já abriu o Serviço de Urgência do Hospital de Sintra
R. Cidade de Loulé,
2765-907 Algueirão-Mem Martins
O novo hospital, que começou a ser construído em 2021, está situado no Casal da Cavaleira, freguesia de Algueirão-Mem Martins, com área coberta de 10.500 metros quadrados e descoberta de 49.000 m2
O novo Hospital de Sintra, que será inaugurado na próxima segunda-feira, vai abrir no sábado o serviço de urgência básica, a partir das 08:00, anunciou esta sexta-feira o presidente do conselho de administração da unidade local de saúde (ULS) Amadora-Sintra.
"O hospital vai entrar em funcionamento de forma faseada e com início a partir de hoje, em algumas consultas. A partir de amanhã [sábado] , abrimos o SUB - o serviço de urgência básica - e na segunda-feira a atividade cirúrgica e de internamento", disse Carlos Sá.
Falando após uma visita à unidade hospitalar que dará apoio ao Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF), o presidente da ULS Amadora-Sintra referiu que a atividade vai ser feita de "forma faseada".
"O hospital está em total funcionamento. O volume de atividade é que vai ser aumentado de forma faseada, exatamente, para garantir que os circuitos estão todos a funcionar bem e que tudo está conforme, em termos de segurança para o doente. O hospital a partir da próxima semana estará a funcionar na sua plenitude", salientou.
O serviço de urgência básica do novo Hospital de Sintra entra em funcionamento dois dias depois de ter sido suspenso temporariamente em Mem-Martins, devido à transferência de serviços.
"O serviço de urgência básica entra em funcionamento amanhã [sábado], a partir das 08:00. Os utentes que precisem de deslocar-se ao serviço de urgência básica deverão, em primeiro lugar, ligar para o SNS24 [808 242 424] . Se forem referenciados para o SUB, já será aqui no hospital, a partir de amanhã, às 08:00", informou.
O novo Hospital de Sintra vai permitir aliviar a pressão do HFF, um dos maiores na região de Lisboa e Vale do Tejo, passando a atender os casos não urgentes no serviço de urgência.
"Vamos abrir todas as valências que sejam possíveis, quer ao nível da consulta, quer ao nível cirúrgico, quer ao nível do internamento, e também, naturalmente, da urgência, de modo a permitir cuidados mais diferenciados e mais próximos das populações que servimos", sublinhou Carlos Sá.
O novo hospital, que começou a ser construído em 2021, está situado no Casal da Cavaleira, freguesia de Algueirão-Mem Martins, com área coberta de 10.500 metros quadrados e descoberta de 49.000 m2.
Representa um investimento da Câmara Municipal de Sintra superior a 62 milhões de euros e irá beneficiar 550 mil utentes.
Carlos Sá explicou que investimento total foi de cerca de 81 milhões de euros.
"Estamos a falar de um investimento que ascendeu a 63,8 milhões de euros, no que diz respeito à obra, portanto, à construção do edifício, e mais cerca de 17 milhões de euros, no que diz respeito a tudo o que é equipamentos e imobiliário, que foram instalados aqui no hospital. Estamos a falar de cerca de 81 milhões de euros", afirmou.
O Hospital de Sintra conta com serviço de ambulatório, consultas externas e exames, unidade de saúde mental, medicina física de reabilitação, central de colheitas e os meios complementares de diagnóstico e terapêutica, unidade de cirurgia de ambulatório com bloco de cirurgia e recobro.
Dispõe também de um serviço de urgência básica para fazer cerca 60 mil urgências, cerca de metade das realizadas no Hospital Amadora-Sintra, de 60 camas de internamento, Farmácia, unidade de esterilização e ainda um espaço para ensino e formação.
Mais de 200 famílias já fizeram a inscrição e aguardam por uma resposta desde setembro. Falta a inspeção da Proteção Civil, que está marcada para esta terça-feira, depois de duas outras tentativas falhadas porque o pedido tinha de partir da Câmara de Sintra.
Numa altura em que há falta de vagas para colocar as crianças, a burocracia está a travar, há cinco meses, a abertura de uma creche feita de raiz. Mais de 200 famílias já se inscreveram na expectativa de conseguir um lugar para os filhos.
O edifício foi construído de raiz ao abrigo do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), que tem por finalidade apoiar as instituições de solidariedade social na criação de novos lugares, nomeadamente creches.
Foi assim que em Algueirão, no concelho de Sintra, nasceu os TOPinhos, da CERCITOP, uma cooperativa de solidariedade social.
A inauguração decorreu a 6 de setembro de 2024, no início do novo ano letivo, sob o olhar expectante de pais que procuram uma vaga para colocar os filhos.
Mais de 200 famílias já fizeram a inscrição e aguardam há cinco meses por uma resposta.
Todos os dias o telefone toca na creche os TOPinhos, diz à Renascença Soraia Ferreira, a coordenadora pedagógica, que sublinha que “alguns pais telefonam muito emocionados”.
Há muitos que estão de licença sem vencimento para cuidar dos filhos, os avós também são chamados a ajudar, mas Soraia Ferreira dá exemplos de outras situações: quando “o pai pede à entidade patronal um outro ciclo de trabalho, mais noturno, para poder gerir com a esposa: para meio, meio ficar com as crianças”, concluindo que “é uma gestão familiar tremenda”, porque contavam com a abertura de portas no arranque deste ano letivo.
Soraia Ferreira não consegue perceber “como não há resposta célere relativamente à abertura”.
A coordenadora pedagógica percorre, diariamente, a creche de dois andares, abre janelas e torneiras para garantir que tudo está funcional. As salas são coloridas com muita luz natural e não faltam os recreios equipados com os aparelhos que convidam à brincadeira. Só faltam as crianças.
A creche está pronta a receber 82 crianças até aos 3 anos de idade. A inauguração foi a 6 de setembro e contou com a anterior ministra da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que no seu mandato quis agilizar a abertura de novos equipamentos sociais, mas sem efeitos práticos, denuncia à Renascença José Bourdain, presidente da CERCITOP, cooperativa de solidariedade social, proprietária da creche.
Este responsável diz que, segundo a nova legislação, “deixou de ser necessário uma série de vistorias e todas as empresas e projetistas envolvidos na construção do edifício assumem uma maior responsabilidade”.
José Bourbain prossegue o relato, garantindo que todos eles entregaram “a documentação junto do município, é a chamada ‘comunicação de utilização’, que permite a abertura imediata da creche desde que a autarquia verifique todos os documentos que foram entregues e isso foi feito”, mas “acontece que vários organismos têm entendimentos diferentes”.
O responsável da CERCITOP diz que, agora, falta a inspeção da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEP), que está marcada para esta terça-feira, depois de duas outras tentativas falhadas, porque a ANEP exigiu que o pedido para a vistoria tivesse a assinatura do presidente da Câmara Municipal de Sintra.
As despesas fixas da creche os TOPinhos rondam os 4.500 euros mensais com pagamento de salários e com as diferentes contas próprias de um equipamento destes, desde logo a eletricidade e a água.
Nesta altura, estão com contrato de trabalho a coordenadora pedagógica, uma administrativa e a cozinheira.
Aguarda-se a autorização de abertura para avançar com a contratação de, pelo menos, mais 20 colaboradores, como por exemplo, educadoras de infância e auxiliares.
A Renascença já questionou o Ministério do Trabalho e Segurança Social e também a Câmara de Sintra sobre este impasse na abertura da creche, mas até ao momento sem respostas.