Tempo em Algueirão Mem Martins
sábado, 11 de julho de 2026
sábado, 4 de julho de 2026
Farmácia Vitória - Algueirão
Nova localização da 'Farmácia Vitória', no Algueirão.
Estrada das Mercês 82, 2725-093 Algueirão-Mem Martins
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Numeração das Casas
A numeração por lotes e por portas pode parecer confusa porque normalmente envolve duas fases diferentes: a fase de construção e a fase em que o edifício já está concluído.
1. Numeração dos lotes
Quando um terreno é dividido para construção (um loteamento), cada parcela recebe um número de lote.
Por exemplo:
Lote 1; Lote 2; Lote 3; Lote 4
Este número identifica o terreno nos projetos, nas licenças e no registo predial. Mesmo depois de construído o prédio, continua a existir o "Lote 3", por exemplo.
2. Numeração da polícia (número da porta)
Depois de o edifício estar pronto, a câmara municipal atribui um número de polícia, que é o número da porta da rua.
Por exemplo: Lote 3 → Rua das Flores, n.º 28
Assim, o lote continua a ser o Lote 3, mas a morada passa a ser Rua das Flores n.º 28.
Porque é que o número muda?
Há várias razões:
A rua foi prolongada e surgiram novas construções antes daquele edifício.
A câmara reorganizou a numeração para ficar sequencial. Foram unidos ou divididos lotes. Mudou o traçado da rua ou foram criadas novas vias.
Por exemplo:
Inicialmente: Lote 5 → Rua Nova n.º 10
Anos depois, construíram-se mais casas antes dele:
Lote 5 → Rua Nova n.º 24
O lote continua a ser o mesmo, mas o número da porta mudou.
Nos apartamentos
É comum encontrar algo como: Lote 12; Rua da Liberdade, n.º 45
Fração A; Fração B; Fração C Ou seja:
Lote 12 = terreno onde o prédio foi construído.
N.º 45 = número da porta do prédio; Fração B = apartamento específico.
Em Portugal: É muito comum que documentos mais antigos (projetos de arquitetura, licenças de construção ou escrituras) mencionem apenas o lote, enquanto documentos mais recentes (cartão de cidadão, finanças, CTT) utilizem principalmente a morada com o número da polícia.
Em resumo: Lote identifica o terreno dentro de um loteamento.
Número da porta (número de polícia) identifica o edifício na rua.
O lote raramente muda, mas o número da porta pode ser alterado pela câmara municipal para manter uma numeração lógica e organizada ao longo da via.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Centro de Algueirão Mem Martins está cada vez mais triste....
Há uma tristeza silenciosa que se instalou em Mem Martins. Não chegou de um dia para o outro. Não fez barulho. Foi entrando devagar, ano após ano, rua após rua, porta após porta.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
sexta-feira, 29 de maio de 2026
terça-feira, 26 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
Bustos em Algueirão Mem Martins
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Gentílico
O gentílico é uma classe de palavras que designa um indivíduo de acordo com o seu local de nascimento ou residência.
Algueirão --> Algueiranense
terça-feira, 19 de maio de 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
terça-feira, 24 de março de 2026
sábado, 14 de março de 2026
domingo, 22 de fevereiro de 2026
sábado, 14 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Importância silenciosa das Bacias de Retenção [video]
O inverno deste ano tem sido marcado por níveis de precipitação acima da média. Dias consecutivos de chuva intensa colocam sempre à prova os sistemas de drenagem urbana e fazem regressar uma preocupação antiga dos moradores: o risco de inundações no centro de Mem Martins.
Face à quantidade de chuva registada nos últimos meses, é legítimo afirmar que, muito provavelmente, sem a existência das bacias de retenção no Algueirão, já teriam ocorrido episódios de inundação nas zonas mais baixas e centrais de Mem Martins.
Estas infraestruturas, muitas vezes invisíveis no dia-a-dia, desempenham um papel absolutamente essencial. Funcionam como “pulmões” do sistema pluvial: armazenam temporariamente grandes volumes de água da chuva, libertando-a depois de forma controlada para as linhas de drenagem. Sem este mecanismo de retenção e regulação, a água escoaria de forma rápida e concentrada, sobrecarregando colectores e ribeiras.
Quem vive há mais anos na zona recorda-se de períodos em que episódios de chuva intensa resultavam em ruas alagadas, trânsito condicionado e prejuízos para comerciantes e moradores. A vulnerabilidade do centro de Mem Martins, devido à sua cota mais baixa e à concentração urbana, sempre exigiu soluções estruturais e não apenas intervenções pontuais.
As bacias de retenção representam precisamente isso: planeamento a médio e longo prazo. São um investimento que não gera manchetes em dias secos, mas que revela toda a sua importância quando a meteorologia aperta.
Num contexto em que os fenómenos extremos tendem a tornar-se mais frequentes, a manutenção e monitorização destas infraestruturas deve continuar a ser uma prioridade. Porque muitas vezes, quando nada acontece, é sinal de que algo está a funcionar bem.
E este ano, com a chuva que temos tido, talvez o melhor sinal seja precisamente esse: o silêncio das cheias que não aconteceram.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Inundações de 1983, em Algueirão Mem Martins
O inverno de 1982–83 ficou marcado como um dos mais severos do século XX em Portugal. A chuva intensa e persistente provocou cheias e inundações em várias regiões do país, incluindo Algueirão-Mem Martins.
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| baixa do Cacem |
Um inverno excecionalmente chuvoso
Durante vários meses, sobretudo entre dezembro de 1982 e fevereiro de 1983, registaram-se precipitações contínuas e acima da média. Os solos rapidamente ficaram saturados e as linhas de água deixaram de conseguir escoar o volume acumulado, originando transbordos e alagamentos frequentes.
A situação em Algueirão-Mem Martins
As inundações afetaram sobretudo as zonas mais baixas, onde a urbanização acelerada das décadas anteriores não foi acompanhada por infraestruturas de drenagem adequadas.
Ruas ficaram submersas, casas e caves inundadas, e vários estabelecimentos comerciais sofreram prejuízos significativos. Em alguns casos, a água entrou pelas habitações, obrigando famílias a remover móveis e bens essenciais, e até a abandonar temporariamente as suas casas.
Consequências para a população
As cheias causaram grandes transtornos no quotidiano: circulação condicionada, viaturas imobilizadas, lama acumulada nas vias públicas e perdas materiais difíceis de recuperar. Para muitos moradores, este episódio tornou-se uma referência marcante na memória coletiva da vila, frequentemente evocada como um dos momentos mais difíceis vividos na localidade.
Memória e legado
Ainda hoje, as cheias de 1983 são lembradas em Algueirão-Mem Martins como um marco histórico local, servindo de alerta para os riscos associados a fenómenos meteorológicos extremos e à ocupação desordenada do solo. Preservar esta memória é também uma forma de compreender a evolução da vila e os desafios que enfrentou ao longo do tempo.
sábado, 31 de janeiro de 2026
Bacias de Retenção no Algueirão
Algueirão — Mem Martins está inserido na bacia hidrográfica da Ribeira da Lage, cujo leito e afluentes atravessam parte da localidade. À medida que a urbanização se expandiu, a percentagem de solos impermeáveis aumentou, dificultando o escoamento natural das águas da chuva e elevando o risco de cheias em zonas baixas da vila.
Antes das
intervenções, ocorreriam episódios de inundações na zona de Fanares, que
mostrou a necessidade de sistemas adequados de controlo das águas pluviais.
No âmbito do “Projecto de Controlo de Cheias da Região de Lisboa”, uma iniciativa que visou reduzir o risco de inundações em áreas urbanas densamente construídas, foram construídas quatro bacias de retenção na zona urbana de Algueirão — Mem Martins.
Estas bacias são do tipo “secas”, ou seja, permanecem vazias na maior parte do tempo, e só se enchem temporariamente em períodos de chuva intensa, retendo e controlando o escoamento das águas pluviais para evitar enchentes mais a jusante.
Além da função hidráulica, estas áreas ganharam também um uso social secundário como espaços abertos, onde a população local pode fazer desporto ou lazer quando estão secas.
Estas obras ajudaram a controlar os problemas
históricos de cheias, melhorando a segurança e a qualidade de vida na vila.
Função principal: armazenar temporariamente águas pluviais durante chuvas fortes para reduzir a velocidade e o volume de água que atinge as áreas urbanas mais baixas ou sistemas de drenagem insuficientes.
Benefícios
secundários: quando não estão cheias, estas áreas podem ser utilizadas como
espaços abertos, equipados com caminhos, vegetação e zonas de lazer.







































