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sexta-feira, 22 de maio de 2026
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Inundações de 1983, em Algueirão Mem Martins
O inverno de 1982–83 ficou marcado como um dos mais severos do século XX em Portugal. A chuva intensa e persistente provocou cheias e inundações em várias regiões do país, incluindo Algueirão-Mem Martins.
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| baixa do Cacem |
Um inverno excecionalmente chuvoso
Durante vários meses, sobretudo entre dezembro de 1982 e fevereiro de 1983, registaram-se precipitações contínuas e acima da média. Os solos rapidamente ficaram saturados e as linhas de água deixaram de conseguir escoar o volume acumulado, originando transbordos e alagamentos frequentes.
A situação em Algueirão-Mem Martins
As inundações afetaram sobretudo as zonas mais baixas, onde a urbanização acelerada das décadas anteriores não foi acompanhada por infraestruturas de drenagem adequadas.
Ruas ficaram submersas, casas e caves inundadas, e vários estabelecimentos comerciais sofreram prejuízos significativos. Em alguns casos, a água entrou pelas habitações, obrigando famílias a remover móveis e bens essenciais, e até a abandonar temporariamente as suas casas.
Consequências para a população
As cheias causaram grandes transtornos no quotidiano: circulação condicionada, viaturas imobilizadas, lama acumulada nas vias públicas e perdas materiais difíceis de recuperar. Para muitos moradores, este episódio tornou-se uma referência marcante na memória coletiva da vila, frequentemente evocada como um dos momentos mais difíceis vividos na localidade.
Memória e legado
Ainda hoje, as cheias de 1983 são lembradas em Algueirão-Mem Martins como um marco histórico local, servindo de alerta para os riscos associados a fenómenos meteorológicos extremos e à ocupação desordenada do solo. Preservar esta memória é também uma forma de compreender a evolução da vila e os desafios que enfrentou ao longo do tempo.
sábado, 28 de junho de 2025
[Correio Manhã] Seis pessoas e três animais feridos em incêndio num prédio em Sintra
Seis pessoas sofreram ferimentos ligeiros e três animais ficaram com queimaduras graves num incêndio que deflagrou num prédio, na Rua Vasco Santana, em Algueirão-Mem Martins, Sintra, na tarde desta sexta-feira.
https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/seis-pessoas-e-tres-animais-feridos-em-incendio-num-predio-em-sintraDos seis feridos, cinco foram encaminhados para o Hospital Amadora-Sintra. Os dois cães e o gato, que ficaram gravemente feridos, foram assistidos pelo Gabinete Médico Veterinário da Câmara Municipal de Sintra.
sexta-feira, 30 de maio de 2025
quarta-feira, 1 de janeiro de 2025
quinta-feira, 19 de setembro de 2024
terça-feira, 23 de abril de 2024
[CMTV] Incêndio deflagra em dois andares de Prédio
Um incêndio deflagrou, esta segunda-feira, em dois andares de um prédio em Mem Martins, Sintra. O fogo teve origem durante a manutenção do sistema exterior de frio de um talho.
terça-feira, 5 de dezembro de 2023
[sintranoticias] Incêndio em restaurante em Mem Martins provoca dois feridos
Um incêndio deflagrou esta manhã de terça-feira, num restaurante “Comilão Burger”, na rua do Arneiro, em Mem Martins, provocando dois feridos.
Segundo o Correio da Manhã (CM), que avançou a informação, as vítimas, são “um bombeiro e um agente da PSP, sofreram ferimentos ligeiros e foram transportados para o hospital”.
Para o local foram mobilizados onze operacionais apoiados por quatro viaturas.
sexta-feira, 28 de julho de 2023
[Diário Noticias] Arde cinema em Mem Martins
"É estranho", segundo os Bombeiros, a origem do fogo que anteontem à noite deflagou no Cinema Chaby, no Algueirão, como noticiámos e que a Policia Judiciária foi chamada a investigar.
O incêndio começou no sector esquerdo da plateia, destruindo esta zona, bom como todo o balcão, segundo disse o segundo-comandante dos Bombeiros do Algueirão.
Francisco Rosado dos Santos considerou que a origem do fogo - cujo primeiro alarme foi dado por populares cerca das 20h35 de 4ªfeira. - é "estranho", já que a sala estava fechada e de encontrava no lado esquerdo da plateia um "monte de cadeiras" que não pertenciam ao local.
"O fogo poderia ter atingido proporções muito mais graves - porque os assentos das cadeiras continham muita espuma - se não fosse os bombeiros terem chegado ao local rapidamente", acrescentou.
Entretanto, a Policia Judiciária deslocou-se ao local, por ter sido levantada a suspeita de fogo posto.
O Cinema Chaby, com cerca de três décadas de existência e já desativado, situa-se no centro do Algueirão e pertence, segundo o mesmo responsável dos Bombeiros, à Lusomundo, uma das grandes empresas portuguesas na área da distribuição cinematográfica.
Francisco Rosado dos Santos, acompanhado de um perito da Judiciária em incêndios, voltou ao local, que esteve isolado por efetivos da GNR. Do Combate ao fogo, em que estiveram envolvidos , além dos bombeiros locais, os de Sintra, São Pedro de Sintra, Cacém, Colares e Almoçageme, totalizando cerca de 200 homens e 20 viaturas, resultaram quatro intoxicados e um ferido ligeiro, o sub-chefe Eugénio Melo, da Corporação do Algueirão.
O incêndio foi detectado pouco depois das 20h30 de 4ªfeira, e a pronta intervenção dos Bombeiros , que em poucos minutos estavam no local, deveu-se ao facto de ter sido mesmo um elemento da corporação, que se encontrava numa ambulância no centro da vila, a aperceber-se da existência de fumo no edifício.
Uma hora mais tarde, o combate às chamas foi dado por terminado, e às 22h o fogo era considerado extinto.
Projeto para edificar um Centro Comercial
Fonte dos Bombeiros revelou, por outro lado, a existência de planos para construção, naquele local. O projecto - edifício com 7 pisos, cinema, garagem e armazém - não mereceu a aprovação da corporação por falta de condições de segurança, o que levou a Câmara de Sintra a reprovar igualmente a construção.
segunda-feira, 6 de março de 2023
[Correio Manhã] Chamas consomem casa devoluta em Mem Martins
Um incêndio deflagrou este sábado numa casa devoluta em Mem Martins, em Sintra. O alerta foi dado às 23h08.
Ao que o CM apurou, o fogo não provocou vítimas. Ainda assim, 20 pessoas foram retiradas de dois prédios vizinhos por precaução.
"As chamas eram muito altas", revelou um dos moradores.
No local estiveram 37 operacionais dos bombeiros de Algueirão apoiados por 12 veículos a combater as chamas.
O fogo foi dominado às 00h30.
As autoridades investigam agora o que poderá ter estado na origem do incêndio.
Fonte: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/chamas-consomem-casa-devoluta-em-mem-martins
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
[Correio Manhã] Incêndio obriga a evacuar prédio de oito andares em Mem Martins
Um incêndio deflagrou ao final da tarde de hoje, no quinto andar de um prédio na Praceta do Outeiro, em Mem Martins.
Ainda assim e devido ao fumo intenso, o prédio de oito andares teve de ser evacuado.
Ao inicio da noite, os moradores regressaram às casas, com excepção para a mãe e filha do apartamento em causa que vão pernoitar na casa de uma vizinha uma vez que a casa ficou sem condições de habitabilidade.
As causas do fogo ainda não são conhecidas.
A família não estava em casa quando as chamas deflagraram.
domingo, 19 de setembro de 2021
[Correio Manhã] Condutor despista-se e atropela mulher em Algueirão-Mem Martins
Vítima ficou em estado grave e foi transportada ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Uma mulher, com cerca de 30 anos, ficou em estado grave após ser atropelada junto à estação de comboios de Algueirão-Mem Martins, em Sintra, esta sexta-feira. A vítima foi transportada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
O condutor perdeu o controlo do veículo e embateu contra um poste, que acabou por partir os vidros da paragem de autocarros. Os estilhaços feriram ainda duas outras pessoas, com cerca de 70 anos, que foram assistidas no local e recusaram o transporte à unidade hospitalar.
sábado, 10 de abril de 2021
[Bombeiros.pt] Combate a fogos nas cidades é luta constante contra “armadilhas”
Ruas estreitas e casas construídas em banda, e com materiais inflamáveis, ou carros mal estacionados. A isto pode juntar-se ainda sinalização vertical recente em sítios que impedem a passagem de veículos de socorro.
Os centros históricos dos núcleos urbanos são desafios à operacionalidade dos bombeiros
Pitorescos, aprazíveis para turistas e habitantes locais, os centros históricos das cidades recheiam-se de memórias e de histórias. Mas, quando diz respeito à operacionalidade de meios de socorro, os problemas são muitos e vêm à tona. Mesmo que, nos últimos anos, os municípios tenham investido na regeneração, as obras nem sempre se mostraram eficazes. Pelo contrário, em muitos casos, trouxeram problemas acrescidos. Há sinais de trânsito mal colocados, pilaretes em sítios indevidos e marcos de incêndio com acesso dificultado, que se juntam ao cenário, já de si difícil para os bombeiros, de ruas estreitas, muitas vezes sem saída ou íngremes. Tudo a dificultar um trabalho que se quer, essencialmente, rápido. E eficaz.
A acessibilidade aos locais é um dos maiores desafios dos bombeiros, quando são chamados a um centro urbano histórico, seja por uma situação de incêndio ou para transporte pré-hospitalar.
“As ruas estreitas e becos apertados dificultam e limitam a progressão dos veículos, aumentando o tempo despendido nas manobras. O que faz com que haja atraso na chegada ao local do sinistro e, consequentemente, atraso no socorro e no combate a incêndios”, deixa claro Pedro Barreirinha, comandante dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, na sua tese de mestrado em Planeamento Regional e Urbano, que apresentou na Universidade de Aveiro, intitulada “Os desafios da intervenção dos bombeiros nos centros urbanos antigos”.
Existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda
À acessibilidade junta-se outro problema: os materiais com que são construídas muitas das habitações. “O tipo de construção não tem segurança contra incêndio. E também existem problemas acrescidos ao nível da própria distância de segurança, por se tratarem, essencialmente, de casas em banda. Além da ausência de compartimentação e de deteção rápida de incêndios”, explica Joaquim Leonardo, comandante dos bombeiros de Algueirão – Mem Martins, a maior freguesia do país.
Num caso de fogo urbano, dada a complexidade da construção e a parca capacidade de água disponível nos locais, os bombeiros são obrigados a mobilizar para o teatro de operações um elevado número de meios, como veículos de combate a incêndios urbanos, tanques táticos, ambulâncias e veículos de comando. É que é necessário combater o incêndio e, ao mesmo tempo, proteger as habitações contíguas.
“Os arruamentos estreitos fazem com que haja a necessidade de parar os veículos na via de maior dimensão e efetuar o estabelecimento dos meios (esticar as mangueiras, por exemplo) dessa zona, até à zona afetada. O que, por vezes, pode ser algumas centenas de metros”, exemplifica o comandante de Ílhavo, no seu trabalho académico. E há corporações de bombeiros que tiveram que investir em veículos de menores dimensões. No caso de assistência pré-hospitalar, o cenário não é tão complicado, mas as ambulâncias têm que ficar na via principal e os doentes são transportados, em maca.
A regeneração urbana dos centros históricos é uma prática que tem vindo a crescer, quer em Portugal, quer na Europa, alavancada, em muito, pelo apoio de fundos comunitários. Mas, quando as obras de melhoria são feitas, aparentemente, as corporações de socorro não emitem qualquer parecer.
Há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta
“Há essa falta de sensibilização, porque raramente se ouvem os bombeiros. Depois, há pracetas feitas, a cumprir a legislação, em que efetivamente conseguimos ter acesso, mas onde os nossos veículos não conseguem dar a volta, por exemplo”, lamenta Joaquim Leonardo, sublinhando, também, casos em que a sinalização vertical colocada dificulta a passagem.
Não sendo praticável a alteração da estrutura dos centros históricos, torna-se necessário encontrar alternativas que auxiliem o trabalho das equipas de socorro. Tornar as zonas estritamente pedonais, com “a colocação de equipamentos, como barreiras automáticas, para permitir apenas ao acesso a veículos autorizados”, é, para Pedro Barreirinha, uma das medidas a ter em conta. “Devolver as cidades mais à população e à mobilidade suave, no fundo”, aponta.
Organizar o tráfego, com a criação de baías de estacionamento, é outra das soluções, assim como levar a cabo ações de sensibilização e inspeções periódicas aos locais. Mas a mais inovadora que o especialista em planeamento regional e urbano indica é, mesmo, a instalação de “colunas secas”.
“Fazer, nos centros históricos, algo à semelhança do que existe nos edifícios de grande altura. Uma coluna seca é uma rede de incêndio toda estruturada, que não tem água. No momento do fogo, chega um veículo de combate a incêndios, liga uma mangueira de grande dimensão a essa coluna e abastece todo o prédio. Podia-se fazer o mesmo, nos centros históricos, aquando das regenerações, para a tubagem ficar enterrada”, conclui o autor da tese.
Fonte: Jornal de Noticias – Salomé Filipe
quinta-feira, 4 de março de 2021
[Correio Manhã] Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.
Comando da corporação enviou uma mensagem de agradecimento aos filhos dos operacionais.
A mensagem chegou de surpresa pelo correio: "Escrevo-te esta carta, para te dizer que o teu pai é um destes heróis". Andreia, de oito anos, emocionou-se. O pai, também. "Ela deu-me um grande abraço e disse: ‘Tenho muito orgulho em ti’".
A iniciativa do comandante dos voluntários de Algueirão-Mem Martins foi feita em segredo e surpreendeu os bombeiros da corporação.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
[sintranoticias] Bombeiros retiram três pessoas retidas do túnel de Ouressa
Três pessoas foram retiradas ao principio da tarde de um veículo que avariou dentro do Túnel de Ouressa, em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.
De acordo com testemunhos no local, um veículo com três passageiros (um casal e filho), viveram momentos de aflição, chamando por socorro face à altura considerável das águas naquele local.
Os gritos da condutora faziam-se ouvir , “o carro estava a desaparecer dentro de água e não sabia nadar”, segundo relatos de testemunhas. A pronta intervenção dos Bombeiros de Algueirão-Mem Martins e da PSP permitiram socorrer as pessoas e retirá-las do local. Apesar do susto e do pânico vivido, encontram-se agora bem.
O túnel encontra-se encerrado ao trânsito estando a ser alvo de intervenção por parte dos Bombeiros de Algueirão Mem Martins. Também no túnel da Portela de Sintra, junto ao antigo Tribunal de Sintra, se viveram momentos complicados, estando encerrado ao trânsito devido à intervenção dos Bombeiros de Sintra, no local.
“O nosso sistema de proteção civil está no terreno para responder a todas as ocorrências durante este sábado”, refere Basílio Horta na sua página de facebook, adiantando que os serviços de Proteção Civil de Sintra estão no terreno para dar resposta, “como no caso do túnel de Ouressa, mas que vamos resolver”.
As cheias fazem-se sentir um pouco por toda a parte na freguesia de Algueirão-Mem Martins, existindo situações que merecem mais cuidado por parte dos Bombeiros, como seja o caso na Zona dos Lírios e de Ouressa, em Mem Martins.
domingo, 21 de fevereiro de 2021
[sintranoticias] Chuva intensa bloqueia estradas e encerra túnel de Ouressa
Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.
O Túnel de Ouressa que faz a ligação entre Algueirão e Mem-Martins, está inundado e encerrado à circulação de trânsito, devido à chuva forte que se faz sentir, sobretudo ao principio da tarde deste sábado. Os Bombeiros foram chamados para retirar um automóvel que parou no meio do túnel.
Três pessoas foram retiradas de um veículo dentro do Túnel de Ouressa , em Algueirão-Mem Martins, devido à rápida subida do nível das águas.
Situação idêntica também na passagem inferior da Portela de Sintra, que faz a ligação à Cavaleira, na freguesia de Algueirão Mem Martins e que foi encerrada ao trânsito devido ao caudal da água que atravessava a via. A ponte da acesso a São Julião, [foto] não deu escoamento à água e transbordou, não permitindo a passagem de veículos.
A Estada de Mem Martins (na foto), perto da Estação da CP de Algueirão-Mem Martins, inundou numa altura em que a chuva se tornou mais intensa, o mesmo acontecendo na Avenida Afonso Henriques, no Algueirão. A Avenida Chaby Pinheiro também com problemas de escoamento de águas.
São as consequências do temporal que se faz sentir por todo o país.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
[TVI] História do incêndio na Rua Cima de Fanares, em Mem Martins
No «Goucha», Sara Marinho fala-nos dos problemas que teve com a seguradora e dos atrasos na resposta dada a esta família, que perdeu a sua casa num incêndio. A mesma diz-nos onde estão a viver atualmente.
https://tvi.iol.pt/goucha/videos/incendio-deixa-familia-desalojada/602aa2600cf27e103fd29c69
https://tvi.iol.pt/goucha/videos/infelizmente-acreditamos-na-seguradora/602aaa6f0cf245b9a97b4bcb
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
[Correio Manhã] Suspeitas de fogo posto em Escola de Algueirão-Mem Martins.
Pelo menos duas salas de aulas foram tomadas pelo fogo.
Um incêndio em salas de aulas da Escola Básica e Secundária Mestre Domingos Saraiva, em Algueirão-Mem Martins, concelho de Sintra, foi ao início da noite desta segunda-feira combatido pelos bombeiros, que já procedem a ações de rescaldo.
Ao que o CM apurou, há suspeitas de fogo posto. A Polícia Judiciária está no local e investiga as causas do incêndio.Há pelo menos duas salas de aulas tomadas pelo fogo. Estiveram no local 27 operacionais apoiados por sete viaturas.









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