Tempo em Algueirão Mem Martins

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

PAPILLON // Iminente (Feat. Plutónio) (video)




"Iminente" do Álbum Deepak Looper Stream & Buy "Deepak Looper": https://goo.gl/pKSmmD Letra Iminente: https://goo.gl/8DzECy Follow Papillon: Facebook: https://goo.gl/Yjub1q Instagram: https://goo.gl/p9uzxF Twitter: https://goo.gl/E68RsU Site: https://goo.gl/2uUMwr Written by Papillon Featuring Plutonio Produced by Slow J Mixed & Mastered by Charlie Beats

terça-feira, 16 de outubro de 2018

[RTP arquivo] Comboio da Linha de Sintra nos anos 90 (video)

Reportagem da RTP em 1991, quando a Linha Férrea de Sintra era considerada como uma das mais perigosas da Europa.... Porque seria???
[clica abaixo para aceder à reportagem]

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

[Observador] “Nasceste assim para pôr fim ao preconceito”. M7 (Beatriz Gosta) e o hip hop estão contra o ódio a minorias (video)


Para uma campanha financiada em parte pela UE, a APAV pôs frente a frente rappers e vítimas de ódio contra minorias. Nestas battles, as rimas são de incentivo. Ace e Papillon também participam.


Chamam-se #respectbattles e, ao contrário das habituais batalhas de rimas do hip hop, têm como adversário não um rapper rival mas sim a propagação do ódio. A APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) pediu aos rappers portugueses do movimento hip hop que dirijam palavras de incentivo a vítimas de discriminação, para esta campanha de sensibilização, e o terceiro vídeo, publicado esta terça-feira, conta com a rapper M7, que acompanha Capicua em palco e que tem um alter-ego muito popular no Youtube, Beatriz Gosta.
M7, que na verdade se chama Marta Bateira, ficou responsável por proferir palavras contra a discriminação a pessoas LGBTIQ+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, intersexuais, queer), no terceiro vídeo desta campanha. Nele, vê-se M7 falar com uma pessoa que simboliza as vítimas desse preconceito, dizendo-lhe “acredita em ti, em ti tudo é perfeito / nasceste assim para pôr fim ao preconceito”, “não tenhas medo porque não estás sozinha” ou “o direito à liberdade não tem sexo, credo ou cor / quem diz que é promiscuidade sabe zero de amor”.