Tempo em Algueirão Mem Martins
quinta-feira, 16 de abril de 2020
[Eclesia] Catequese em casa: A reinvenção da vivência da Páscoa em tempos de isolamento (video)
Lisboa, 15 abr 2020 (Ecclesia) – Rita Santos, catequista da paróquia da paróquia do Algueirão, no Patriarcado de Lisboa, disse que, neste tempo de isolamento social, é necessário “reinventar a vivência do tempo de Páscoa”.
“Este ano foi uma reinvenção, estamos habituados a ir às celebrações, este ano foi estranho e com alguma tristeza e dor, confinados em casa, mas fazemos este esforço”, referiu, no programa Ecclesia, transmitido hoje na RTP2.
“Não podemos deixar passar em claro, muitas famílias fizeram um cantinho de oração, com a cruz, uma Imagem de Nossa Senhora, a Bíblia para criar ambientação para rezar em casa”, conta.
Rita Santos faz ainda um paralelismo entre a ansiedade que os apóstolos sentiram na época pascal e o isolamento social devido à pandemia de Covid-19.
“Os apóstolos tiveram medo e agora nesta fase nós também esse sentimento de medo, ansiedade de querer uma resposta rápida de Jesus é como estarmos agora nessa espera”, aponta.
Apesar da Ressurreição “ser difícil de perceber ao olho humano” a catequista aponta que se sabe que aconteceu e acaba por ser “o sentido de ter fé e acreditar” e alimentar essa esperança.
“O desafio maior em confinamento é transmitir esta alegria que Jesus ressuscitou e que preenche o nosso coração, nos torna pessoas melhores, e aqui fica o desafio dos catequistas terem gestos de aconchego às crianças e que as crianças liguem aos catequistas e partilhem as suas coisas”, deseja.
Rita Santos referia ainda que nesta Páscoa houve muitas manifestações nas redes sociais mas sentiu “falta da família e do abraço na sua paróquia”.
“Na família estivemos em videochamada para partilhar esta alegria, nunca houve tantos grupos como agora e assim conseguimos ter levado a todos; na minha paroquia fez falta o abraço no domingo de Páscoa”, afirmou.
quarta-feira, 15 de abril de 2020
domingo, 12 de abril de 2020
sábado, 11 de abril de 2020
sexta-feira, 3 de abril de 2020
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Bustos em Algueirão Mem Martins
Definição de Busto
é a representação esculpida ou pintada de uma pessoa, se limitando à cabeça, pescoço, uma parte do torso e ombros, geralmente sobre um apoio. Tem por finalidade recriar o mais fielmente possível a fisionomia do indivíduo.
Executados em diversos materiais, como mármore, bronze, argila e mais raramente, madeira, mas sólidos e duráveis.
Em Algueirão Mem Martins, este tipo de arte não está muito presente nos espaços públicos, e aliás, apenas consigo lembrar-me da existência de 3 bustos, pois os que vou referir um já não existe
(se existirem mais, basta corrigir-me...)
» Martim Escorso - Mem Martins [já não existe]
O nome Mem Martins provavelmente teve origem no nome do cavaleiro medieval que morou nesta região e que se chamava Martim Escorso. Consequentemente, o nome poderá também provir do apelido dos filhos deste cavaleiro que também viveram nesta região e que tinham o nome "Martins".
» Pedro Anjos Teixeira - Mem Martins (no Jardim de Sta Teresinha)
Filho do escultor Artur Anjos Teixeira, nasceu em Paris, tendo a sua família regressado a Portugal com o inicio da Grande Guerra, vindo residir para Lisboa e, mais tarde, para Mem Martins.
» Joaquim Rodrigues - Algueirão Velho (junto da Sede do Recreios Desportivos do Algueirão)
Uma das figuras proeminentes do Algueirão contemporâneo foi sem dúvida Joaquim Rodrigues. Homem bom, solidário, dado à comunidade muito mais que ao seu bem-estar pessoal, desempenhou muitas missões na freguesia.
» Mestre Domingos Saraiva - Algueirão (na Escola Mestre Domingos Saraiva)
Começou aos 13 anos por desenhar jóias, tendo, depois frequentado a Academia da Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi um pintor de referência em tauromaquia, numa fase posterior retratou a região saloia (Mem Martins, Algueirão, Mercês)
» Ferreira de Castro - Ouressa (na Escola Ferreira de Castro)
Foi um escritor e jornalista português. Possui uma biblioteca e uma escola secundária com o seu nome em Oliveira de Azeméis e uma escola básica, a qual é sede do agrupamento Ferreira de Castro e um museu em Sintra.
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