Obra do coletivo Unidigrazz integrada no Museu da Presidência da República na Sala do Conselho de Estado do Palácio de Belém
https://www.instagram.com/unidigrazz?igsh=MWhvbWRld3gxNzVpMg==
Entre os artistas selecionados encontra-se o coletivo artístico Unidigrazz, cujas obras passam agora a integrar a coleção do Museu da Presidência da República.
A peça do coletivo encontra-se instalada na Sala do Conselho de Estado do Palácio de Belém, espaço onde o Presidente da República reúne com os membros do Conselho de Estado e onde decorrem alguns dos momentos institucionais mais relevantes da vida política portuguesa.
Este reconhecimento institucional assume um significado particular para o coletivo, fundado em Algueirão-Mem Martins, e cujo trabalho artístico tem procurado refletir sobre identidade, território e periferia a partir da Linha Sintra. Consideramos este momento um marco importante no percurso do coletivo e na afirmação de práticas artísticas contemporâneas originadas em contextos periféricos, que passam agora a integrar um dos espaços institucionais mais simbólicos do país.
O Museu da Presidência da República, sediado no Palácio de Belém, adquiriu obras de artistas e coletivos contemporâneos. A iniciativa surgiu por curadoria do artista Vhils, com o objetivo de integrar nas coleções institucionais nacionais imaginários artísticos emergentes que permanecem menos representados.
Entre os artistas selecionados encontra-se o coletivo artístico Unidigrazz, cujas obras passam agora a integrar a coleção do Museu da Presidência da República.
A peça do coletivo encontra-se instalada na Sala do Conselho de Estado do Palácio de Belém, espaço onde o Presidente da República reúne com os membros do Conselho de Estado e onde decorrem alguns dos momentos institucionais mais relevantes da vida política portuguesa.
Este reconhecimento institucional assume um significado particular para o coletivo, fundado em Algueirão-Mem Martins, e cujo trabalho artístico tem procurado refletir sobre identidade, território e periferia a partir da Linha Sintra. Consideramos este momento um marco importante no percurso do coletivo e na afirmação de práticas artísticas contemporâneas originadas em contextos periféricos, que passam agora a integrar um dos espaços institucionais mais simbólicos do país.



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