Na casa do Amâncio e de sua mulher Inês Rosa, na Estrada de Mem Martins 127 a 135, realizaram-se os primeiros bailes e nesse mesmo prédio houve a primeira padaria [1929], o primeiro talho [1930] e também uma mercearia e taberna, tendo existido nas traseiras a primeira carvoaria [1923]
Tempo em Algueirão Mem Martins
domingo, 25 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
[Público] Câmara de Sintra aprova acordo para concluir Tapada das Mercês mas moradores contestam
Fonte: Jornal Publico
A Câmara de Sintra aprovou um acordo a celebrar com os promotores da urbanização da Tapada das Mercês, que os compromete a concluírem um projecto com quase quatro décadas. Em troca, a autarquia promete licenciar a primeira fase do loteamento contíguo da Quinta da Marquesa assim que as obras na Tapada estejam prontas. A solução, porém, não agrada aos moradores.
O protocolo, aprovado por unanimidade na reunião pública desta terça-feira, prevê que os urbanizadores – as empresas Cintra e Vicente Construções – construam, no prazo de seis meses, dois parques de estacionamento e um jardim público e façam obras de reparação do espaço urbano. Terão também de construir a Via Parque (via estruturante que liga a Tapada das Mercês à A16) e a ligação da Estrada Algueirão/Richoa à Estrada da Baratã (EN256), para garantir o acesso do loteamento da Quinta da Marquesa à A16.
No acordo, ao qual o PÚBLICO teve acesso, o fundo de investimento imobiliário Fundimo, da CGD, surge também como promotor e fica responsável por investir 1,3 milhões de euros na remodelação do centro comercial Floresta Center e em obras na zona envolvente.
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| Na Tapada das Mercês moram cerca de 22 mil pessoas |
O alvará de loteamento da Tapada das Mercês, urbanização localizada na freguesia de Algueirão-Mem Martins, data de 1978, época em que as obras foram iniciadas. O promotor, que inicialmente era apenas a sociedade Cintra, construiu perto de 5500 fogos mas não concluiu os equipamentos previstos nem as obras no espaço público, motivo pelo qual a câmara ainda não procedeu à recepção definitiva da urbanização. “Muitas pessoas ainda não puderam [por isso] registar as suas casas”, sublinha o presidente da autarquia, Basílio Horta (PS).
Por despacho municipal de Abril de 2012, as obras previstas no alvará da Tapada das Mercês e não concluídas ficaram abrangidas pelo contrato da Quinta da Marquesa, loteamento projectado a norte da urbanização existente. Os promotores pretendiam que a autarquia licenciasse este loteamento para depois terminarem a intervenção na Tapada, para a qual precisam de um empréstimo bancário de 300 mil euros. Mas Basílio Horta preferiu outra solução: "Para a empresa conseguir o financiamento, a câmara compromete-se a libertar [o licenciamento da] a primeira fase da urbanização da Quinta da Marquesa logo que a Tapada das Mercês esteja concluída", explica o autarca, sublinhando que a banca tem interesse em que as obras na Quinta da Marquesa avancem.
Por despacho municipal de Abril de 2012, as obras previstas no alvará da Tapada das Mercês e não concluídas ficaram abrangidas pelo contrato da Quinta da Marquesa, loteamento projectado a norte da urbanização existente. Os promotores pretendiam que a autarquia licenciasse este loteamento para depois terminarem a intervenção na Tapada, para a qual precisam de um empréstimo bancário de 300 mil euros. Mas Basílio Horta preferiu outra solução: "Para a empresa conseguir o financiamento, a câmara compromete-se a libertar [o licenciamento da] a primeira fase da urbanização da Quinta da Marquesa logo que a Tapada das Mercês esteja concluída", explica o autarca, sublinhando que a banca tem interesse em que as obras na Quinta da Marquesa avancem.
Para o presidente da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins, Valter Januário (PS), a decisão da autarquia mostra "coragem política" para resolver um problema que se arrasta há muitos anos. “A situação agudizou-se a partir de 2001 [ano em que Fernando Seara foi eleito pela primeira vez como presidente da Câmara]”, afirma. O promotor deixou de intervir na urbanização, alegando dificuldades financeiras. "Finalmente vai-se dar alguma qualidade de vida aos cerca de 22 mil moradores", diz o autarca, admitindo porém que a solução "não é a ideal, mas sim a possível".
Mas para a Associação de Moradores da Tapada das Mercês, o acordo não garante a resolução dos problemas mais prementes. "Durante 12 anos ninguém mexeu uma palha para que algo acontecesse, pelo que estamos agradecidos, mas não é disto que precisamos para já", diz Cristina Lopes, da Assembleia Geral da associação.
Mas para a Associação de Moradores da Tapada das Mercês, o acordo não garante a resolução dos problemas mais prementes. "Durante 12 anos ninguém mexeu uma palha para que algo acontecesse, pelo que estamos agradecidos, mas não é disto que precisamos para já", diz Cristina Lopes, da Assembleia Geral da associação.
Para os moradores, a prioridade devia ser a construção dos equipamentos em falta prometidos inicialmente pela Cintra, como espaços verdes, um complexo desportivo, parques infantis, piscinas, uma igreja, um quartel de bombeiros. "É preciso requalificar os prédios, as estradas, a iluminação pública, as passadeiras", enumera, criticando a opção por mais habitação no novo loteamento. "O projecto vai trazer mais pessoas para cá, mas depois não temos parques para as crianças em condições", exemplifica, lamentando que a zona se tenha transformado num "dormitório". "Ao fim-de-semana as pessoas vão-se embora porque não há nada que as prenda."
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Carlos Guerreiro - 'o youtuber de Mem Martins...'
Na rubrica da Radio Comercial 'O Homem que mordeu o Cão', Nuno Markl fez em dois dias consecutivos referência a Carlos Guerreiro, o youtuber de Mem Martins... ouve abaixo as 2 edições, e torna-te seguidor da pagina do facebook, clicando na foto abaixo...
domingo, 18 de maio de 2014
Queijadas Finas Maria Augusta
domingo, 11 de maio de 2014
As antigas fontes de Algueirão Mem Martins
Abaixo os antigos cartazes do
'Projecto de Recuperação de Fontes e Fontanário Tradicionais', com a informação de todas as fontes e fontanários de Algueirão Mem Martins
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Entrevista com o Presidente da Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins
Entrevista com o Presidente da Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins, Valter Januário, na edição de 7 de Maio de 2014, do Jornal Correio de Sintra
Lê a entrevista completa na edição em papel, ou no link abaixo [clica no link abaixo]
terça-feira, 6 de maio de 2014
Bacias de Retenção em Algueirão Mem Martins
‘Bacia de Retenção’ é um nome que voltou a surgir entre a população de Algueirão Mem Martins.
Com a limpeza do espaço que existe no Algueirão, perto do Bairro da Coopalme e junto ao Parque de Material Circulante da CP do Algueirão, e face a ausência de espaços em quantidade/qualidade, as crianças e as pessoas que procuram um espaço confortável para prática de desporto e lazer, afluíram naturalmente a esta zona, aproveitando os mais recentes dias de sol e bom tempo.
O que é uma ‘Bacia de Retenção’??
| Ribeira da Lage encanada na zona do antigo Mercado de Fanares |
| Ribeira da Lage encanada na zona do antigo Mercado de Fanares |
A zona de Algueirão Mem Martins está enquadrada na bacia hidrográfica da Ribeira da Lage. Com a evolução urbanística, a vila tornou-se uma zona com elevada percentagem de solos impermeáveis, tornando-se uma zona vulnerável à ocorrência de cheias.
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| Inundação em Fanares em 1972 |
A Ribeira foi encanada de forma a permitir a construção dos prédios junto ao antigo Mercado de Fanares...
As pessoas mais antigas, certamente lembram-se de várias cheias que ocorreram nas zonas de cota mais baixa, perto de linhas de água. Desta forma a resolver estes problemas, procedeu-se à construção de 4 bacias de retenção na zona urbana da vila,enquadradas no Projecto de Controlo de Cheias da Região de Lisboa da responsabilidade do INAG
Estas obras controlaram definitivamente os problema do passado.
Tipo de ‘Bacias de Retenção’ de Algueirão Mem Martins
Tratam-se de quatro ‘bacias secas’. Este tipo de obras são construídas para permanecerem a maior parte do tempo sem água, acumulando apenas em períodos relativamente curtos, correspondentes a precipitações mais ou menos significativas. Para além das funções de armazenamento das águas pluviais, as bacias secas podem ser utilizadas como áreas de lazer, de práticas desportivas e espaços verdes, que podem ser desfrutadas na altura em que a bacia permanece seca. A população merece aquele espaço para si, mas nunca se devem esquecer da sua principal função... 'bacia de retenção de águas'...
| Ocupação com betão do espaço a montante da bacia de retenção, junto ao Cabeço da Fonte |
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| Cabeço da Fonte |
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| Cavaleira |
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| Coopalme |
quarta-feira, 30 de abril de 2014
[Noticias Magaine] Antonio Cluny - Memórias do 25 Abril
António Cluny, antigo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e procurador-geral adjunto no Tribunal de Contas, tinha 18 anos e era estudante de Direito quando na madrugada de 25 de Abril, pelas cinco ou seis da manhã, ouviu na rádio que as tropas estavam na rua para derrubar a ditadura. «Vivia no Algueirão, perto de Sintra, e por isso levantava-me muito cedo para ir para as aulas. Quando ouvi a notícia saí logo de casa, sem dizer nada aos meus pais, que dormiam.»
Na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa vivia-se um ambiente repressivo. «Não tinha par no mundo académico português. Existia uma polícia interna, composta por fuzileiros da pide, que mantinha a ordem e controlava todas as actividades dos estudantes. Uma ideia introduzida por Veiga Simão, ministro da Educação Nacional da altura e depois ministro de um governo socialista, com a conivência da maioria do corpo docente da faculdade, hoje todos insignes democratas. Eles chamavam-lhes vigilantes, nós chamávamo-lhes “Gorilas”. Eram de uma brutalidade enorme.»
Saiu de casa com destino à Cidade Universitária e como ele muitos colegas. «A ideia era apanharmos os Gorilas, os nossos inimigos de estimação, mas eles não apareceram nesse dia. Eram gorilas, mas não eram estúpidos. Ou pelo menos não tão estúpidos como pensaríamos.»
Na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa vivia-se um ambiente repressivo. «Não tinha par no mundo académico português. Existia uma polícia interna, composta por fuzileiros da pide, que mantinha a ordem e controlava todas as actividades dos estudantes. Uma ideia introduzida por Veiga Simão, ministro da Educação Nacional da altura e depois ministro de um governo socialista, com a conivência da maioria do corpo docente da faculdade, hoje todos insignes democratas. Eles chamavam-lhes vigilantes, nós chamávamo-lhes “Gorilas”. Eram de uma brutalidade enorme.»
Saiu de casa com destino à Cidade Universitária e como ele muitos colegas. «A ideia era apanharmos os Gorilas, os nossos inimigos de estimação, mas eles não apareceram nesse dia. Eram gorilas, mas não eram estúpidos. Ou pelo menos não tão estúpidos como pensaríamos.»
Fonte: Noticias Magazine
domingo, 27 de abril de 2014
Entrevista do Grupo 'Diabo na Cruz' na Antena 3
sábado, 26 de abril de 2014
'Diabo na Cruz' - 3 Maio 2014, em Mem Martins
Junta os teus amigos para ver o concerto
dos 'Diabo na Cruz' em Mem Martins
'Os loucos estão certos'
'Vida de Estrada'
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Recriação do 25 de Abril [2014]
Viveu-se o espírito do 25 de Abril nas ruas de Mem Martins
Video com pequenos excertos da representação da 'Byfurcação - Associação Cultural'
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Saudades ou só lembranças... do Algueirão
Texto que encontrei no blog 'Salvaterra e eu', e que aqui transcrevo com a autorização do seu autor João Celorico
"A ligar as duas partes, a de Cima com a de Baixo (do Algueirão), havia uma estrada (ainda hoje Estrada do Algueirão), poeirenta, que hoje, ruas com casas dum lado e doutro, é difícil a quem a não conheceu, saber onde passava. Como alternativa, havia um atalho (hoje o que, praticamente, é a rua dos Morés) pelo meio dos campos, onde, entre campos de cultivo, havia uma Fábrica da Telha.
A estrada, propriamente dita, começaria por alturas do que são, hoje, a Escola Primária e a Igreja, descia ligeiramente e depois de uma subida um pouco mais acentuada, curvava, onde hoje é a rua do Mercado, um pouco abaixo donde foi construído o reservatório de abastecimento de água (que ainda não havia, dado que a água que se utilizava era de poços ou fontes) para a esquerda e para baixo, descia de novo até encontrar a entrada inferior do atalho, numa zona baixa onde estava e ainda está uma mercearia e taberna que não recordo o nome (talvez, “A Competidora”) mas que era do “Pérlita”. Neste local, de passagem duma vala, houve certa vez uma grande inundação que impossibilitou a comunicação dos dois lados da povoação. Ainda pior, porque era por aqui o acesso de e para a estação dos caminhos de ferro!
Para lá da linha, ia à drogaria, à farmácia, ao cinema “Chaby”, acabado de construir e uma ou duas vezes, a uma drogaria, o “Africano”, para comprar lixívia (que os tempos eram de crise e não a havia em qualquer lado), ali para os lados dos Casais de Mem Martins.
"A ligar as duas partes, a de Cima com a de Baixo (do Algueirão), havia uma estrada (ainda hoje Estrada do Algueirão), poeirenta, que hoje, ruas com casas dum lado e doutro, é difícil a quem a não conheceu, saber onde passava. Como alternativa, havia um atalho (hoje o que, praticamente, é a rua dos Morés) pelo meio dos campos, onde, entre campos de cultivo, havia uma Fábrica da Telha.
A estrada, propriamente dita, começaria por alturas do que são, hoje, a Escola Primária e a Igreja, descia ligeiramente e depois de uma subida um pouco mais acentuada, curvava, onde hoje é a rua do Mercado, um pouco abaixo donde foi construído o reservatório de abastecimento de água (que ainda não havia, dado que a água que se utilizava era de poços ou fontes) para a esquerda e para baixo, descia de novo até encontrar a entrada inferior do atalho, numa zona baixa onde estava e ainda está uma mercearia e taberna que não recordo o nome (talvez, “A Competidora”) mas que era do “Pérlita”. Neste local, de passagem duma vala, houve certa vez uma grande inundação que impossibilitou a comunicação dos dois lados da povoação. Ainda pior, porque era por aqui o acesso de e para a estação dos caminhos de ferro!
Com o meu novo Mundo situado cá em Baixo, continuei a minha exploração. As casas aqui, eram mais novas e em maior número mas o movimento de pessoas nem por isso. Muitas das casas eram de veraneio (com o consequente abandono durante o resto do ano) e noutras, as pessoas não trabalhavam no Algueirão, saiam de manhã e retornavam já de noite. A proximidade da estação de caminhos de ferro, ajudava a isso.
É, então, que o centro do Mundo passa para o que se chamaria Rua M (ou seria N?) e hoje é a Rua de Santo Estêvão!E, é daqui que eu parto para a descoberta do resto do Mundo. Não me alargava muito, pois normalmente só ia até à linha do comboio.
Para lá da linha, ia à drogaria, à farmácia, ao cinema “Chaby”, acabado de construir e uma ou duas vezes, a uma drogaria, o “Africano”, para comprar lixívia (que os tempos eram de crise e não a havia em qualquer lado), ali para os lados dos Casais de Mem Martins.
Pois bem, saindo da tal rua M (ou N), chegava à estrada e, para baixo lá encontrava, do lado esquerdo os “Correios”, depois, à direita o “Pérlita", mais à frente, à esquerda a “Cabeleireira”, numa vivenda, lá para dentro e, já quase junto à linha, do lado esquerdo uma taberna, a “Cova Funda”, e na esquina defronte, uma mercearia.
Do lado direito, entre outros havia uma capelista e outra mercearia, e mais acima o talho do Alfredo Conde, cavaleiro tauromáquico, pai do também cavaleiro Manuel Conde. Este, tinha casado com a filha do Crispim, do Algueirão de Cima; e dizia-se que a família Conde, seriam os mais ricos de Maçãs de D. Maria! Dinheiro atrai dinheiro!
Ainda junto à linha e no sentido de Sintra, começava a Avenida Capitão Américo dos Santos que, penso ligava à avenida, chamada da “Torrejana”, porque lá no fim ficava uma loja (mercearia) com esse nome. Penso que hoje, essa avenida é a avenida Val do Milho.
Atravessada a linha, do lado esquerdo, ia-se até à Ribeira de Fanares, onde muitas vezes fui com minha mãe, para lavar roupa. Hoje será mais uma ribeira enterrada, talvez sob a Av. dos Capitães de Abril.
Em frente, além da drogaria do “Poças”, da farmácia “Químia” e duma mercearia, a que eu achava muita graça por dizer que era um Armazém de Víveres, coisa estranha para mim, e que ficava defronte da que foi Av. Chaby Pinheiro (penso eu), havia então nessa tal avenida, que pouco mais era do que um descampado, o Cinema “Chaby”. Foi neste cinema que eu vi o “Fado”, "Não há rapazes maus", “Duelo ao Sol”, “A Loura Incendiária”, “Sangue Ardente”, “Tão perto do meu coração”, e “Tarzan e a Fonte Mágica”, o primeiro filme do Tarzan interpretado pelo Lex Barker.
Não foram muitos os filmes que vi mas eu devorava os cartazes que apareciam na montra do “Pérlita”.
E, do lado de lá da linha, em Mem Martins, para mim, era tudo.
Do lado de cá, defronte da minha rua havia o que hoje é a rua do Forno e que era um caminho, até ao atalho. O forno era um forno de cal, local onde era frequente haver acampamento cigano, o que me obrigava, ao passar por ali, no meu caminho para a escola, a fazer uma espécie de “sprint” relâmpago, de modo a ver-me livre de sensações e medos estranhos demais para um miúdo.
Em sentido inverso, a zona de vivendas ali à volta, incluía uma padaria e um terreno mesmo a pedir que se fizessem ali uns “joguinhos” de futebol, que eu aproveitava na companhia de alguns veraneantes. Depois havia um regato, seco no Verão, uma zona de mato, e chegava à “Torrejana”, zona de mais algumas vivendas que se iam distribuindo na avenida, até à linha do comboio. Pouco mais havia, naquele mato imenso que ficava ali defronte de Ouressa mas, mesmo assim, lá no meio, o Colégio D. Afonso V, isolado, parecia não se importar muito com isso. O certo é que anos mais tarde, mudou-se para os lados de Fanares.
Por aqui, nada mais havia. De referir que para lá do atalho, na direcção das Mercês, havia o “Pinhal da Formiga”, onde corria uma ribeira que julgo seria a Ribeira de Fanares e onde apanhava lírio nas suas margens. Hoje, são ruas e prédios!
Assisti, à construção do edifício da Estação de Caminho de Ferro, pois até ali, o Algueirão, era apenas um apeadeiro; à viagem inaugural das primeiras carruagens, suíças, viagem feita pelo senhor Presidente do Conselho, dr. Oliveira Salazar e à viagem da rainha D. Amélia, a Sintra.
E, dos 3 aos 9 anos, foi este o meu Mundo, conhecido a palmo e que hoje me recuso a reconhecer mas que não esqueço!
A freguesia mais populosa do país, parece nunca ter tido passado. E futuro, terá?
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Recriação histórica do 25 de Abril em Algueirão Mem Martins
10h - 13h
Ruas de Algueirão – Mem Martins
12h00
Largo 25 Abril (perto da estação) Mem Martins
Largo 25 Abril (perto da estação) Mem Martins
Organização: Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins
Produção: Byfurcação - Associação Cultural
domingo, 20 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
'Preço Justo' - pastelaria/padaria low cost
Abertura de uma pastelaria/padaria low cost (baixo custo), de nome "Preço Justo", pertencente a empresa Aliança Panificadora do Cacém.
A pastelaria irá situar-se na Estrada do Algueirão, na antiga panisintra.
Horário, das 6h00 às 20h00
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