Mistura, Masterizacão: Nastyfactor (GROGNation)
Captação: Prizko (GROGNation)
Letra: WhySoSad
Realização e Argumento: Tiago Alves
Técnico de Câmera: DiniShootz
Direção de Fotografia: DiniShootz e Tiago Alves
Edição: DiniShootz e Tiago Alves
WhySoSad:
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https://twitter.com/whysosad2725
Estúdio Pico Pico
https://www.instagram.com/picopicoig/
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https://twitter.com/PicoPic0
Realiz.:@tiagodapontealves
Tempo em Algueirão Mem Martins
segunda-feira, 18 de março de 2019
2725 no Altice Arena (video)
No concerto que se realizou no passado dia 8 de Março no Altice Arena (A História do HipHop tuga) estiveram presentes os Groognation e Bispo... e gritou-se 2725...
clica abaixo para ver o video
sexta-feira, 15 de março de 2019
Famílias em convívio na Tapada das Mercês
Um conjunto de entidades, entre as quais a Câmara de Sintra e Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins, e grupos formais e informais organizam este sábado 16 de março na Escola Básica Visconde Juromenha , na Tapada das Mercês, a iniciativa FAMÍLIAS EM FESTA.
Entre as 9h e as 17h as atividades são várias, e incluem música, basquetebol, danças típicas, rastreios de saúde e uma mostra gastronómica.
Quiosque de Revistas na Av. Chaby Pinheiro
Antigo quiosque e sucursal do 'Millennium BCP' na Av. Chaby Pinheiro... mesmo com a escuridão da noite, quem conheceu o local, certamente se vai recordar.
quarta-feira, 13 de março de 2019
Uno Sonic na Casa da Juventude da Tapada das Mercês
No dia 16 de março, a Casa da Juventude da Tapada das Mercês, recebe o Uno Sonic, um espetáculo que irá juntar música, vídeo e dança.
O grupo que é um constante diálogo entre ritmos e melodias da Guiné-Bissau irá trazer, não só um pouco do seu país, como também vários timbres da música eletrónica ocidental, na voz característica de Ilesa da Costa e as experiências psicadélicas eletrónicas de David Martins.
O grupo que é um constante diálogo entre ritmos e melodias da Guiné-Bissau irá trazer, não só um pouco do seu país, como também vários timbres da música eletrónica ocidental, na voz característica de Ilesa da Costa e as experiências psicadélicas eletrónicas de David Martins.
Um espetáculo com vários convidados que terá início às 16h00.
sexta-feira, 8 de março de 2019
Incêndio em Lar em Mem Martins foi há 20 anos
Um incêndio num lar de idosos em Mem Martins, que provocou a morte de 8 idosos ocorreu há 20 anos.
Noticia do Jornal 'Publico' em 16 Maio de 1999
Um incêndio provocou ontem a morte
a oito idosos de um lar em Mem Martins, concelho de Sintra. Outros dois utentes
ficaram gravemente feridos e mais dez passaram a noite no quartel dos
bombeiros. O pesadelo poderá ter tido origem numa deficiência eléctrica, mas o
facto de o estabelecimento não possuir licença, ainda pendente de vistorias da
câmara e dos bombeiros, também poderá ter ajudado.
O Lar Coração de Maria, em Mem Martins, onde um incêndio provocou ontem a morte a oito idosos e ferimentos graves em mais dois, estava a funcionar sem alvará, encontrando-se a decorrer o respectivo processo de licenciamento. A aprovação do pedido de licença estava dependente, segundo uma fonte da Secretaria de Estado da Inserção Social, de pareceres da Câmara de Sintra e dos bombeiros. Foi cerca das 0h43 que os bombeiros de Algueirão-Mem Martins receberam uma chamada para acudirem a um incêndio no Lar Coração de Maria. Em poucos minutos chegaram junto da vivenda que servia de habitação para as duas dezenas de idosos, mas já pouco puderam fazer. Metade dos idosos ocupava vários quartos no rés-do-chão e os restantes, entre os quais alguns acamados, repartiam-se pelos quartos do piso superior, numa espécie de águas-furtadas. As chamas deflagraram na sala de convívio, existente ao cimo das escadas para o piso de cima, e junto ao corredor que dá acesso aos vários quartos. De acordo com o comandante dos voluntários locais, Manuel Sousa, o sinistro terá tido origem "numa sobrecarga dos circuitos eléctricos junto de uma televisão", que funcionava na sala de convívio. No entanto, esta suspeita terá ainda que ser validada por investigações posteriores, a realizar pelas autoridades policiais e pela Inspecção Superior de Bombeiros.As labaredas propagaram-se rapidamente ao revestimento interior da vivenda, em madeira e esferovite, provocando um fumo intenso.
Das 10 pessoas
que ocupavam o andar de cima, apenas duas sofreram queimaduras. As restantes
morreram intoxicadas pelo fumo nos próprios quartos. Os bombeiros só
conseguiram chegar ao local onde se encontravam as vítimas após combaterem as
chamas na sala de convívio. Isto porque o único acesso aos quartos era
precisamente pelas escadas, de reduzidas dimensões, e pela sala de convívio, já
que todas as janelas da vivenda se encontravam vedadas com
grades."Transformaram aquilo num presídio. Estou convencido de que as
grades, neste caso, não intervieram directamente com as mortes, mas o que é um
facto é que os bombeiros não puderam usar as janelas para entrar e tiveram que
subir por onde estava o fogo", comentou o presidente do Serviço Nacional
de Protecção Civil, António Nunes. Segundo este responsável, o lar possuía dois
extintores e um diagrama dos quartos devidamente afixado, mas os eventuais
"canais de evacuação [as janelas] estavam tapados". Por isso, notou,
"se houvesse uma fiscalização preventiva aquilo não tinha
acontecido".
Uma vigilante do lar, Mariana Esteves, 50 anos, justificou a presença das grades com razões de segurança contra intrusos e para evitar que alguns dos idosos pudessem "tentar alguma coisa". A mesma funcionária garantiu que, quando trocou de turno com outra colega, pela meia noite, estava tudo bem: "Os velhotes estavam a dormir e não cheirava a queimado". As condições do lar também não lhe mereceram reparos, embora reconhecesse que, no piso de cima, havia um quarto "que não tinha luz e a campainha [de emergência] estava avariada". Quanto ao resto, assegurou, "eram todos tratados com carinho".Quem não está convencido disso é Carlos Ferreira, filho de uma sobrevivente do incêndio. Entre as suas críticas ao funcionamento da casa estão as queimaduras nos braços com água quente que a sua mãe sofreu em 28 de Fevereiro último. Carlos Ferreira acusou, através da RTP, os responsáveis do lar por terem deixado a sua mãe sem assistência médica "até ao dia 4 de Março". Em resposta às queixas que apresentou às entidades oficiais, disse, apenas recebeu uma carta informando que o Centro Regional da Segurança Social está a acompanhar o assunto.
Além dos oito mortos, os bombeiros transportaram para o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) mais três feridos. Um deles teve alta pouco depois, mas os outros dois tiveram de ser transferidos para o Hospital de São José, em Lisboa. Ao final da tarde, o estado de ambos era "crítico", segundo um dos responsáveis pela Unidade de Queimados, António Gomes Silva. Os dois homens, um de 54 anos e outro de 76, apresentavam queimaduras na faringe, na traqueia e nos brônquios e suspeitava-se que também tivessem os pulmões afectados."Estiveram demasiado tempo encerrados num ambiente fechado, com muito calor", explicou o médico. "Encontram-se ligados a ventiladores e estão muito mal", acrescentou o clínico. Mesmo que sobrevivam aos próximos quatro ou cinco dias, não é certo que se salvem, devido à gravidade das lesões provocadas pelas queimaduras. Um factor que pode ter pesado negativamente na evolução do estado dos dois homens foi a falta de informações, no hospital, sobre o seu passado clínico. Suspeitava-se ontem de que um deles poderia ser diabético.Os sobreviventes passaram a noite no quartel dos bombeiros de Algueirão-Mem Martins. Ali foram visitados pelo ministro da Solidariedade Social, Ferro Rodrigues, pelo secretário de Estado-adjunto do ministro da Administração Interna , Armando Vara, e pela presidente da Câmara de Sintra, Edite Estrela (ver reacções nestas páginas). Perto das 6h45, os 10 idosos seriam transferidos para o Lar da Quinta do Oitão, em São Pedro de Penaferrim, propriedade do Centro Regional da Segurança Social e gerido pela Fundação António Leal Silva."Eles queixavam-se principalmente de muito fumo, muito fumo", contou a directora da Quinta do Oitão, Susana Branco, que se escusou a facilitar o contacto do PÚBLICO com qualquer dos sobreviventes, por estes estarem "a descansar". Todavia a estação de televisão SIC teve acesso a um dos sobreviventes acolhido no lar da Segurança Social, que contou ter-se apercebido das luzes a apagarem-se, ter ouvido um estrondo e ter ouvido os bombeiros a gritar.
O Lar Coração de Maria, acusou, tinha "más condições".As famílias de dois dos sobreviventes já ontem tinham assegurado a sua transferência, na segunda-feira, para outras instituições. Os restantes ficarão entregues aos cuidados do lar de São Pedro, que ontem viveu um corropio excepcional, também por parte das famílias dos idosos que já ali se encontravam. "Ela está bem disposta", descreveu Laurinda Alves, após visitar a mãe, Maria dos Prazeres, 75 anos, que viveu os últimos cinco anos no Coração de Maria. A filha mostrou-se convencida de que a mãe e o pai, este falecido há duas semanas, eram bem tratados no lar de Mem Martins, e negou ter conhecimento de falta de limpeza ou maus tratos.Entretanto, segundo uma fonte da Secretaria de Estado da Inserção Social, o lar apresentou em Dezembro de 1998 um pedido de licenciamento ao abrigo das novas normas de funcionamento deste tipo de estabelecimentos. Embora haja no processo alguns elementos fornecidos pelos bombeiros, o mesmo informador acrescentou que a autorização ainda não foi dada "porque faltam pareceres de vistorias dos bombeiros e da câmara municipal". Por seu lado, a associação que representa os proprietários de lares de idosos comunicou que o Coração de Maria funciona como lar desde 1976, e que à semelhança de 90 por cento dos lares do país, aguarda o licenciamento, funcionando com um "certificado de segurança dos bombeiros".Questionado acerca do processo existente na Segurança Social, o segundo comandante dos voluntários de Algueirão-Mem Martins, César António, admitiu que possa ter existido "uma consulta" à sua corporação, mas salientou que " em circunstância alguma pode haver um parecer positivo dos bombeiros" ao Coração de Maria. E concluiu: "Formalmente não deu entrada qualquer pedido de vistoria". O proprietário, Salim Talik Ibrahimo Ossam, que o PÚBLICO não conseguiu contactar, possui um outro lar em Loures. Segundo uma empregada encontrava-se ausente.
quarta-feira, 6 de março de 2019
terça-feira, 5 de março de 2019
Uma Festa em Mem Martins
Noticia de Jornal de 09 de Outubro de 1929
Uma festa em Mem Martins
Realizou-se, como noticiamos, uma interessante festa de confraternização da colónia veraneante para despedida da época, tendo-se reunido num animadissimo baile, as principais famílias que aqui se encontram a passar o verão. A festa, que teve um cunho acentuadamente elegante, e à qual vieram assistir alguns rapazes de Lisboa, para esse fim convidados, efectuou-se num vasto recinto cedido pelo proprietário pelo Pinhal dos Fanares, sr.coronel Namorado de Aguiar, tendo-se dançado com alegria e entusiasmo, durante toda a tarde e grande parte da noite.
Com a entrada de Outubro começaram a retirar algumas famílias, sendo certo que muitas outras se conservam ainda durante o corrente mês, dada a amenidade do clima que nesta localidade se desfruta, mesmo de inverno.
segunda-feira, 4 de março de 2019
[TVI] Cena da novela 'A Teia' filmada no Algueirão (video)
No episódio do passado domingo da novela 'A Teia', transmitida na TVI, a cena inicial do episódio foi filmado num prédio de habitação situado no 'Bairro da Coopalme', no Algueirão.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
sábado, 23 de fevereiro de 2019
Música 'Igreja Azul' (video)
Esta música é uma parceria da ‘Pagina Vozes ao Acaso’ e do
‘Blog Algueirão Mem Martins’ e foi baseada numa longa lista de opiniões,
criticas, sugestões, que foram registadas nas redes sociais sobre a nova igreja de Mem Martins.
Esta obra era um desejo muito antigo dos habitantes e naturais católicos de Mem Martins mas…
Põe um terço no bolso perto dos tim-tins
Apanha o autocarro para Mem Martins
Um Bloco de Betão pintado de azul
Sonhei com uma canção do pequeno Saul
Cantava e dançava, praticava windsurf
Venham ver a atração, é 1 Igreja Smurf
Ohhhhh nãooooo
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azuuuulllll
É muita Cooollllll
Tem Torres em redor, vão-se ouvir os sinos
Entre Lisboa e Sintra vão ser só peregrinos
Muita gente vai casar, muito baptizado
Num Bunker de Betão que está mal enquadrado
É mesmo ali ao lado dos amigos Bombeiros
É nesta Igreja que vão casar os solteiros
Ohhhhh nãooooo
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azuuuulllll
É muita Cooollllll
Ohhh Sr prior, reze um Avé Maria
Um cego encontrou-a mesmo sem o cão-guia
Muita gente vem de todo o lado
Ver o azul cueca que foi ali pintado
Talvez um dia isto seja normal
Uma Igreja Azul em Portugal
Ohhhhh nãooooo
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azul
Uma Igreja Azuuuulllll
É muita Cooollllll
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
[Jornal de Sintra] A inauguração do Cine-Teatro Chaby
Excertos de noticia do 'Jornal de Sintra'
de 7 de Setembro de 1947
A CONSAGRAÇÃO DE UMA GRANDE OBRA
O que foi a inauguração em Mem Martins do Cine-Teatro 'Chaby'
a melhor sala de espectáculos do concelho
A criação do Cine-Teatro «Chaby» vale duplamente, pelo que representa de esforço construtivo, de amor bairrista, e como perene consagração dum dos maiores - senão o maior - vultos da cena portuguesa: o grande actor Chaby Pinheiro, que se finou em Algueirão, pouco tempo depois de emprestar o seu desinteressado concurso a uma humilíssima festa de beneficência, que ali se realizou num tosco barracão.
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| Chaby Pinheiro |
Já passava das 22 horas, com a sala completamente cheia, quando foi dado inicio à sessão cinematográfica. Muitas senhoras emprestavam brilho à festa. No balcão inúmeros convidados, artistas, críticos de cinema, técnicos da Lisboa Filmes, jornalistas. Na plateia Algueirão e Mem Martins em peso, muitas pessoas de Lisboa e bastantes de Sintra.
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| prof. dr. Joaquim Fontes |
Entre os presentes lembra-nos ter visto os srs.: prof. dr. Joaquim Fontes, Lúcio Mendes, sub-director do Conservatório Nacional, o actor Villaret, os técnicos da Lisboa Filmes srs. Francisco Quintela, Henrique Domiguez, António Redondo e Fernando Cruz, o critico de cinema sr. Faria da Fonseca, etc.
Nos camarotes do primeiro balcão tomaram lugar os srs. dr Mário Madeira, governador civil de Lisboa, engº Carlos Santos, presidente da Câmara de Sintra, cap. Américo dos Santos, vice-presidente, e alguns vereadores.
O espectáculo abriu com documentário «O dia do luzito», consagrado à Mocidade Portuguesa. Seguiu-se «Sinfonia de Cristal», magnifico filme das grandes actividades videiras da Marinha Grande, de grande beleza fotográfica, cheio de luz e de interesse documental, esplêndida produção da Lisboa Filmes que já trabalha com acerto e segurança este género difícil de películas. Depois, «70 anos de Mutualismo» mostrou-nos com claresa toda a obra maravilhosa da prestimosa «Associação de Socorros Mútuos dos Empregados do Comercio». E o publico repousou a vista, agradado desta primeira parte do espectáculo, onde teve o prazer de admirar lindas imagens reproduzidas fielmente pela magnifica aparelhagem Western Electric.
Na segunda parte da sessão foi apresentado o filme «Três Espelhos» última produção da Lisboa Filmes, executada nos seus estúdios e laboratórios e realizada por Ladislau Vajda, com João Villaret no protagonismo.
***
Novo intervalo e o espectáculo continua agora com um acto de consagração à memória de Chaby Pinheiro. Abre-o o actor Vasco Santana, que fala em nome do Grémio dos Compositores Teatrais...
No acto de variedade que se segue Vasco Santana recita um conhecido monólogo da comédia o «Conde Barão», imitando Chaby Pinheiro com graça e verdade; Ribeirinho recita «Rataplam», monólogo do reportório do grande actor; Costinha diz «Cantor maluco» e faz um dialogo cheio de humor com Luisa Durão.
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Num dos corredores deparou-se-nos o sr. eng. Carlos Santos, Presidente da Câmara Municipal. Amavelmente diz-nos, acerca do Cine Teatro «Chaby», numa resposta pronta: "Incontestavelmente uma boa obra, mesmo uma grande obra que muito veio valorizar o concelho e muito especialmente Mem Martins e Algueirão. Esforço digno de registo, aliado a uma grande coragem e espírito de iniciativa. A construção desta casa veio dar uma grande lição a Sintra, onde se debate ainda uma velha questão sobre a possibilidade de poderem ou não existir dois cinemas na vila... "
***
"Creio até que de Sintra virá também muita gente, especialmente quando estiver concluída a avenida da Portela a Mem-Martins que passa à porta do cinema. Depois será um passeio de Sintra até cá."
- E as obras da Avenida continuam? - atalhamos
-Certamente. O sr. ministro das Obras Publicas já aprovou a verba necessária para os trabalhos.
***
- Quer dizer-nos alguma coisa sobre o Cine Teatro «Chaby»?
-É uma magnifica sala de espectáculos, tem boas condições acústicas, moderníssima aparelhagem sonora e de projecção, mas o som não está ainda devidamente regulado, pois é susceptíveis de melhorar bastante. Compreende, é uma aparelhagem muito aperfeiçoada e complexa e é preciso estudá-la melhor para se tirar dela o rendimento máximo.
***
Alfredo Pimenta Araújo , presidente do «Progresso Clube», cavaqueava numa roda de amigos:
-Como presidente do nosso clube, como encaras tu, velho amigo, a criação do Cine-Teatro?
-Como um útil e grande empreendimento para Algueirão e Mem Martins. Digna de todos os louvores, esta iniciativa merece ser encarada com o máximo apreço e oxalá que o público a compreenda e corra a prestar o concurso da sua presença sem a qual não haverá empresa que possa manter-se.
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