Tempo em Algueirão Mem Martins

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Cardeal Patriarca de Lisboa realizou hoje missa na freguesia

Hoje, dia mundial do doente, D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa, esteve presente na freguesia e realizou a missa, com transmissão em direto na TVI, na Igreja da Casa de Saúde do Telhal da Ordem Hospitaleira de São João de Deus


.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

domingo, 28 de janeiro de 2018

Apeadeiro do Algueirão


Uma foto antiga e uma memoria para muitos, do antigo apeadeiro de Algueirão....
... mas o que é que mudou???

sábado, 20 de janeiro de 2018

[Rimas e Batidas] NastyFactor: “Senti a necessidade de provar a mim próprio que conseguia fazer uma cena sozinho”

[TEXTO] Alexandre Ribeiro [FOTO] Filipe Feio

Escáfia” é o primeiro single de Adrenalina, o EP de estreia de NastyFactor. O rapper e produtor dos GROGNation aventura-se a solo num beat produzido por si — algo que se estende ao resto do projecto, excepção para uma música com instrumental de The Kid Beats .
Os companheiros de banda, Harold, Papillon, Prizko e Neck, não quiseram ficar de fora desta nova fase: os 4 MCs são parte do elenco do vídeo filmado e editado por Nicandro Fernandes.
O trabalho está previsto para sair no dia 9 de Fevereiro, uma semana antes de António Silva viajar até ao Porto e actuar na primeira parte do concerto de apresentação do novo álbum de Cálculo. Estivemos à conversa com o artista e tentámos saber um pouco mais sobre Adrenalina.
O teu EP de estreia sai em Fevereiro. Há quanto tempo andavas a prepará-lo? Comecei a gravar as primeiras ideias no princípio de 2015, mas as coisas só começaram a ganhar formas mais concretas no final de 2016/início de 2017. Foi um projecto que fui fazendo sem grandes pressas, até porque gosto de levar o meu tempo a escrever e tive por 2 vezes que parar de pensar só em mim e focar-me a 100% nos discos dos GROGNation.
Habituado a trabalhar em grupo com os GROGNation, como é que foi o processo criativo a solo? Foi natural?  O processo criativo a solo é, sem dúvida, diferente, mas foi natural. Quando trabalhas em grupo acabas por sentir inevitavelmente a necessidade de fazer algo por ti próprio. Para além de ter ideias que me faziam mais sentido a solo, senti a necessidade de provar a mim próprio que conseguia fazer uma cena sozinho. A lógica de fazer música é a mesma, a única coisa que difere é que tive de fazer tudo sozinho e assumir a responsabilidade toda. Todas as ideias e decisões tiveram obviamente de partir única e exclusivamente de mim. Foram muitas horas sozinho no estúdio, mas felizmente tive o apoio dos rapazes que me deram opiniões nas vezes em que me senti mais inseguro.
És rapper e produtor. O EP é todo produzido por ti? Tens participações? O EP tem sete músicas em que seis delas são completamente produzidas por mim. A única que tem produção de fora é a faixa cinco, que ficou a cargo do meu mano The Kid Beats. No que toca a participações, tenho o Bispo e o Truekey a rimar e ainda tenho o DJ X-Acto a riscar num som.
O que é que podemos esperar em termos de sonoridade? Em geral, acho que não posso categorizar as coisas com muita certeza. Algumas músicas puxam para sonoridades convencionais, outras puxam para vibes e paranóias diferentes. Limitei-me a fazer aquilo que me soava bem sem ter preocupações de seguir modas ou tendências. Deixei fluir.
Escáfia” é o primeiro single do EP e dizes que não é “family friendly“. O que é podes revelar sobre a temática da canção? O tema está dividido em duas partes e a parte que não é family friendly até é mais a segunda. Posso dizer que na primeira parte me inspirei em dois ou três episódios que aconteceram com os GROGNation na estrada. Em relação ao beat samplei cucos a cantar.