Tempo em Algueirão Mem Martins
quarta-feira, 25 de março de 2026
Música: "Fonte, para onde foste"
terça-feira, 24 de março de 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
Fonte do Largo do Rossio da Fonte
No coração de Mem Martins, o Largo Rossio da Fonte guardava um dos seus elementos mais simbólicos e identitários: a antiga fonte pública, um marco discreto mas profundamente enraizado na memória coletiva da localidade.
A fonte apresentava-se com uma estética tradicional, marcada pela simplicidade funcional típica das construções utilitárias de outros tempos.
Foi pensada para servir a população num período em que o acesso à água canalizada era limitado.
Outrora era ponto de encontro diário, refletia não só o céu aberto como também a vida da comunidade que ali se cruzava.
Mais do que um elemento arquitetónico, esta fonte era um verdadeiro centro social. Mulheres e homens reuniam-se para encher cântaros ou simplesmente conversar, trocando notícias e fortalecendo laços.
O som constante da água a correr criava uma atmosfera tranquila.
Hoje, mesmo com a evolução urbana, a fonte mantinha o seu valor simbólico. Era um testemunho silencioso de um tempo em que a vida se desenrolava ao ritmo das necessidades básicas e da convivência de proximidade.
Para quem passava pelo largo, era um convite à pausa — um ponto onde história, memória e identidade local se encontravam.
sábado, 14 de março de 2026
segunda-feira, 9 de março de 2026
sábado, 7 de março de 2026
Obra do coletivo Unidigrazz integrada no Museu da Presidência da República
Obra do coletivo Unidigrazz integrada no Museu da Presidência da República na Sala do Conselho de Estado do Palácio de Belém
O Museu da Presidência da República, sediado no Palácio de Belém, adquiriu obras de artistas e coletivos contemporâneos. A iniciativa surgiu por curadoria do artista Vhils, com o objetivo de integrar nas coleções institucionais nacionais imaginários artísticos emergentes que permanecem menos representados.
Entre os artistas selecionados encontra-se o coletivo artístico Unidigrazz, cujas obras passam agora a integrar a coleção do Museu da Presidência da República.
A peça do coletivo encontra-se instalada na Sala do Conselho de Estado do Palácio de Belém, espaço onde o Presidente da República reúne com os membros do Conselho de Estado e onde decorrem alguns dos momentos institucionais mais relevantes da vida política portuguesa.
Este reconhecimento institucional assume um significado particular para o coletivo, fundado em Algueirão-Mem Martins, e cujo trabalho artístico tem procurado refletir sobre identidade, território e periferia a partir da Linha Sintra. Consideramos este momento um marco importante no percurso do coletivo e na afirmação de práticas artísticas contemporâneas originadas em contextos periféricos, que passam agora a integrar um dos espaços institucionais mais simbólicos do país.












