Tempo em Algueirão Mem Martins

sábado, 17 de janeiro de 2009

Mem Martins - Urbanização Jardins Poente (Mem Martins Poente)

Este tema é algo que me deixa extremamente irritado. A Urbanização Jardins Poente.
Para mim trata-se da maior aberração urbanística de Mem Martins, prédios demasiado altos, feios e totalmente desenquadrados com a envolvente.

Admito sentir alguma felicidade por ver o insucesso das vendas, onde se respira a ganância de quem construiu, simplesmente com espírito do dinheiro fácil.Fiz uma pequena lista de interrogações que faço sobre o local, e tento acompanhar com uma imagem para relatar a minha questão...


Quando olho para aquele local levanto sempre algumas questões:
- Onde há estacionamento na Urbanização, para além do parqueamento de cada fracção?










- Onde estão respeitadas as Cérceas com os edifícios da Urbanização do Pinhal?
Cércea: Dimensão vertical da construção, contada
a partir do ponto da cota média do polígono de base no alinhamento da fachada até à linha superior do beirado ou platibanda. Para este efeito incluem-se também os pisos recuados.)


- Para quando a Conclusão do Espaço Publico? Segundo o que sempre ouvi dizer o espaço em frente à entrada do Edifício D.Manuel II está destinado a Campos de Ténis.


- Como é que a Câmara aprovou a urbanização e agora dificulta nas licenças de utilização?








- Como é possível o traçado da Rua Júlio Pomar, sabendo que para ter continuidade até à Rua Fernando Pessoa, seria necessário adquirir um troço da Quinta adjacente.





























- Porque se chama "Jardins Poente"? Poente eu percebo, mas jardins não encontro argumentos.
Como é possível que a publicidade à urbanização seja baseada na frase: "O seu Jardim". Publicidade enganosa? Será que o chão da sala e da cozinha serão relva? (Eu sei que é uma observação parva)


- E a degradação em que se encontram alguns espaços que nunca se quer funcionaram?




















- O estado de alguns Edifícios que não foram terminados?













- As pequenas varandas não parecem galinheiros?




















- As plataformas exteriores, onde supostamente deveria haver comércio, são espaços desconfortáveis, onde a passagem entre os edifício é garantida por pontes. Será que alguém alguma vez sonhou que aquilo fosse transformado numa zona rica em comércio?















- E o espaço disponível para a Nova Igreja? Qual a lógica de construir uma igreja num recanto rodeado por prédios de 10 andares?















- O que fazer aos prédios que não foram concluídos?















Penso que são perguntas demais, mas certamente existiam mais, mas também acredito que ali habitam, e achem o local paradisíaco e fantástico. Estamos num país livre, viva a Liberdade de Opinião
No entanto, para mim, é sem dúvida nenhuma a urbanização mais feia, mais mal planeada, mal organizada e pior enquadrada de Mem Martins, e que a melhor solução era sua total destruição...
Eu sei que é uma utopia minha, mas tenho a ce
rteza absoluta que se naquele espaço se tivesse construído algo de qualidade, baseado nas boas regras de urbanismo e arquitetura. hoje em dia, tudo estaria vendido, e Mem Martins teria uma zona agradável para toda a população usufruir, e o Skyline de Vila seria algo muito mais bem delineado...

















Deixo aqui o texto que serve para uma das empresas construtoras apresentar os imóveis:
"Apartamentos T2- T3 - T4 - Espaços Comerciais
Viver com o seu jardim é...

Ficar feliz por chegar a casa.

Sentir a beleza da arquitectura e do conforto dos interiores e exteriores.
O projecto de arquitectura assume a m
odernidade da urbanização em que está inserido, destacando-se o estilo arquitectónico contemporâneo dos revestimentos exteriores e a elevada qualidade dos acabamentos interiores. O interior dos apartamentos foi cuidadosamente detalhado com uma linguagem arquitectónica moderna que utiliza materiais tradicionais como a madeira e o estoque."



VMER em Sintra

Visto que a saúde é um tema que está na ordem do dia no Concelho e na freguesia, penso que a nova SUB em Mem Martins deveria ser presenteada com uma VMER.

Este post baseia-se no comentário que recebi aqui no Blog do Augusto, um amigo e leitor, que trabalha na área da saúde e está bem enquadrado com o assunto. Como achei muito válida a sua opinião, decidi colocar aqui a sua opinião sobre o assunto.

"Para além disto, convinha ficarmos com uma VMER (veículo médico de urgência e reanimação - as VW passat que andam sempre a Abrir), porque a que dá assistência à nossa zona, concelho de Sintra todo, sim todo, é a do Hospital Centro Hospitalar Lisboa Ocidental EPE (mais precisamente a do Hospital São Francisco Xavier). Se houver um acidente na Praia das Maçãs e for necessária a VMER.... É para esquecer!

Se não dessem a VMER ao menos uma SIV (suporte intensivo de Vida) São ambulâncias tripulas por enfermeiros que têm o curso de Suporte avançado de vida dado pelo INEM,e que está ligada ao CODU para o médico dar indicações via teleconferência.... O curso para formar a primeira fornada de tripulantes de SIV, está a decorrer!"

E é verdade, ainda hoje consegui verificar esta realidade, o tempo de demora, que mesmo não sendo exagerado, em situações em que a vida está em risco, pode se tornar numa eternidade.
Agora que está a ser estruturado o sistema de saúde no Conselho de Sintra, poderia ser uma boa oportunidade de enriquecer mais a população.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Mem Martins - Serviço de Urgência Básicas (SUB) na Messa



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O novo serviço de Urgências recentemente anunciado pela ministra da Saúde Ana Jorge, será localizado na antiga Fabrica da Messa, na Rua das Eiras, em Mem Martins. Apenas de ainda não estar definido o numero de profissionais de Saúde, já está definido que será equipado como meio de diagnóstico, como por exemplo Analises Clínicas e Raio X, mas no entanto apenas será equipado para realizar pequenas cirurgias.
Esta antiga fabrica de Maquinas de Escrever encontra-se desactivada desde meados dos anos 80, e era uma das empresas mais empregadoras da freguesia. Não existia uma rua da localidade, em que não residisse um trabalhador da Messa.
A história que sempre ouvi contar, diz que a origem da falência desta fábrica residiu nas guerras sindicais do Pós-25 de Abril

Depois desta empresa ter ido à falência, os trabalhadores desempregados, ficaram durante vários anos a aguardar a resposta do problema por parte dos Tribunais.
Depois disso o espaço foi a leilão, tendo ficado na posse da Câmara Municipal de Sintra.
Nestas instalações já se realizou uma Exposição de Actividades Económicas do Concelho, Simulacros de Incêndio e à pouco anos serviu de refugio a um grupo de assaltantes que fugia da Policia, e que deu origem a uma grande intervenção policial.

Actualmente o espaço dos antigos escritórios da Messa, encontra-se instalado um Departamento Municipal e brevemente (até final de Março) será instalada a SUB de Sintra.

Fica aqui a reportagem do que se passou na fabrica da Messa à alguns anos atrás, quando a Policia foi obrigada a intervir, perante dois assaltantes que se refugiaram na fabrica desactivada.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Escola Secundaria de Mem Martins

A Escola Secundária de Mem Martins foi criada em 1983 e localiza-se no concelho de Sintra, na freguesia de Rio de Mouro. Embora seja uma freguesia suburbana esta zona regista um franco crescimento urbanístico e demográfico. A maioria das famílias pertence a um nível socioeconómico e cultural médio/baixo e ocupa-se preferencialmente no sector dos serviços. Desta população escolar, 10% é proveniente de outros países, maioritariamente, de países africanos de língua oficial portuguesa. 27% dos alunos beneficiam dos auxílios económicos da Acção Social Escolar.

A população escolar é constituída por 1500 alunos distribuídos por: 16 turmas do ensino básico que incluem 1 turma de Percursos Curriculares Alternativos e 2 turmas dos Cursos de Educação e Formação, 36 turmas do ensino secundário - cursos Científico-Humanísticos e Cursos Tecnológicos, 8 turmas de Cursos Profissionais e 6 turmas de Cursos de Educação e Formação de Adultos, no ensino nocturno.

O pessoal docente, num total de 168 professores, 36,3% pertencem ao quadro de escola, 5,4% aos quadros de zona pedagógica e 38,3% são contratados.

O pessoal não docente é constituído por 10 administrativos e 27 auxiliares de acção educativa, sendo 57% do quadro e 43% contratados. A Escola dispõe ainda de uma psicóloga e de uma técnica da Unidade de Inserção na Vida Activa (UNIVA).

dados retirados Avaliação Externa das Escolas do Ministério da Educação 2008

[Correio da Manhã] Gang do Casal de São José

















A PSP e a Polícia Judiciária não sabem, para já, o número total de membros do gang. A aguardar julgamento em prisão preventiva estão já quatro jovens que admitiram pertencer ao grupo, entre os quais estão os dois suspeitos detidos em flagrante na véspera de Ano Novo, depois de uma troca de tiros com a PSP que os apanhou em flagrante a assaltar um restaurante em Mem Martins.

Além de tentar localizar e deter os restantes membros do gang, as duas forças de segurança procuram agora determinar o número de assaltos cometidos pelo ‘Pega Dodo’, bem como apanhar as armas que andam à solta.
O ‘poder de fogo’ necessário ao sucesso do assalto estava sempre garantido. Informações recolhidas pela PSP e PJ permitiram constatar que os operacionais do gang encomendaram, a uma extensa rede de contactos, caçadeiras, pistolas e revólveres, que depois usaram nos assaltos. Estão sinalizadas uma série de casas nos concelhos de Sintra e Cascais, que serviram de armazém ao armamento.
Descoberta está também a estratégia adoptada nos roubos. O grupo apostou sempre na surpresa. Dentro da sua área de actuação (concelhos de Sintra e Mafra), os assaltantes procuravam sempre a rapidez. O alvo (estabelecimento comercial ou banco) era invadido e em poucos segundos os assaltantes apoderaram-se de todo o dinheiro. Uma vez consumados os roubos, as armas eram novamente escondidas e reutilizadas por outros assaltantes do mesmo gang.

NOME DO GANG JUNTA INICIAIS DOS FUNDADORES
Há poucas paredes no Casal de São José, em Mem Martins, Sintra, que não estejam ornamentadas com graffitis alusivos ao ‘Pega Dodo’. Grande parte dos jovens que integram o gang nem se consideram criminosos. São antes parte integrante de um grupo, que se juntou para passar os tempos livres.
A primeira palavra do nome que designa o gang (Pega), junta, de resto, as iniciais dos fundadores.
Primeiro a GNR e depois, a partir de Fevereiro de 2008, a PSP, habituaram-se a conhecer a actividade do grupo, referenciando vários suspeitos, com idades compreendidas entre os 15 e os 25 anos.
Na sua maioria de ascendência caboverdiana, os jovens aproveitam o crioulo para se expressar, tentando assim enganar as autoridades policiais. Um dos quatro membros do Gang 'Pega Dodo', que está em preventiva, foi preso a 24 de Novembro, quando viajava sem pagar num comboio da Linha de Sintra. O suspeito, de 23 anos, tinha fugido a uma brigada da PSP de Sintra que o surpreendeu pouco após o furto de máquinas de tabaco.
(In Correio da Manhã, dia 5 de Janeiro de 2009)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

[TSF] Ministra anuncia criação de Serviço de Urgências em Algueirão/Mem-Martins


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A ministra da Saúde anunciou, esta quarta-feira, a criação de um novo Serviço Básico de Urgências em Algueirão/Mem-Martins, que deverá começar a funcionar no primeiro trimestre de 2009. O objectivo desta iniciativa é criar uma descompressão dos serviços de urgência do Hospital Amadora/Sintra.



Ana Jorge espera ter muito em breve, um novo Serviço Básico de Urgências em Algueirão/Mem-Martins a funcionar, inicialmente, em instalações provisórias.
A ministra com a pasta da Saúde salientou, no entanto, que «esta construção levará o seu tempo», visto ser necessário «fazer uma adaptação».
«De imediato, está já, neste momento, no terreno, uma consulta ao mercado para fazermos uma instalação provisória em boas condições, à semelhança do que existe noutros locais do país», considerou Ana Jorge.
«Comuniquei e decidimos em conjunto com a ARS e com o conselho de administração deste hospital e estão, neste momento, a fazer os planos, os contactos estão feitos com as empresas. É preciso fazer não só das instalações estruturais, como dos equipamentos, como ter equipas de profissionais», explicou a ministra, a propósito dos preparativos para a criação destas urgências.
Ana Jorge prevê que este serviço esteja a funcionar «no primeiro trimestre de 2009, ou seja, o mais cedo possível».