Perseguido há cerca de um mês, o guineense nem desconfiou, e ao deparar-se com o agressor, os dois iniciaram de imediato uma discussão. O conflito entre o operário de construção e o falso técnico da EDP passou para o átrio de entrada do prédio, onde o guineense foi atingido pelo agressor com quatro tiros de pistola.
O autor do homicídio, e três homens também vestidos de técnicos da EDP, fugiram a pé do local do crime, deixando a viatura usada numa rua próxima.
O operário guineense ficou estendido à entrada do prédio onde residia, vindo ainda a ser assistido por técnicos do INEM. Faleceu minutos depois. A PSP montou, de imediato, um forte dispositivo de segurança, que permitiu o trabalho de recolha de vestígios a uma brigada da secção de homicídios da Polícia Judiciária de Lisboa.
Noticia completa "Correio da Manhã" (Link)
eu vi quando cheguei o individuo ainda respirava...
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