04/09/2014

[Observador] Quando o amor envelhece (mas não desaparece)

Quando o amor envelhece (mas não desaparece)
Três casais juntos há mais de 50 anos contaram ao Observador como era (e é) amar. Do amor que nasceu nas ruas de Alfama ao que foi por África adentro. E também o que se transformou em cumplicidade.

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Fonte: http://observador.pt/especiais/quando-o-amor-envelhece-mas-nao-desaparece/



Em 1960 registaram-se em Portugal 749 divórcios para mais de 69 mil casamentos. Em 2013 o número corresponde a mais de 22 mil casos de separação, tendo em conta menos de 32 mil uniões matrimoniais. Os números são da Pordata e retratam a realidade de hoje em dia — há cada vez menos casamentos no país. Posto isto, o que faz um casal manter-se unido ao longo dos anos? E o que acontece ao amor depois de uma vida partilhada a dois? O Observador ouviu três casais que estão juntos há meio século e que contam como era e é amar.




"A senhora Manecas já tinha 27 anos quando conheceu o marido. Era doméstica de uma grande casa em Queluz — família à qual ainda hoje está ligada — e tinha por hábito estar à janela. Era nessas ocasiões que via diversos soldados passar de bicicleta. Entre eles, estava o futuro companheiro. “Ao sábado era quando eu regava as flores da casa. Ele era soldado em Queluz mas vivia em Algueirão, pelo que passava sempre com os outros soldados de bicicleta”, conta. "

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