As cabines de telefone nas ruas da vila já começam a ser quase um símbolo museológico, e muito poucas...
Na foto abaixo, a estrutura ainda lá está, mas o telefone já desapareceu à um tempo...
[exemplo: Rua Leopoldo de Almeida no Bairro de São Carlos em Mem Martins]
Ainda existem cabines telefónica em Algueirão Mem Martins??
Onde?
Tempo em Algueirão Mem Martins
segunda-feira, 11 de abril de 2016
quinta-feira, 7 de abril de 2016
[Publico] Queda de passageiro à linha mostra falha de segurança nos comboios de Sintra
EU PRÓPRIO JÁ ASSISTI A UMA SITUAÇÃO IDÊNTICA NA ESTAÇÃO DAS MERCÊS, JÁ ERA NOITE, E A ULTIMA PORTA ABRIU AINDA FORA DO APEADEIRO, E PROVOCOU A QUEDA DE VARIAS CRIANÇAS E UM INVISUAL... PARA AS CRIANÇAS FOI UMA FESTA, FICARAM DIVERTIDAS, MAS JÁ O INVISUAL APRESENTOU ALGUMAS ESCORIAÇÕES...
EU APRESENTEI QUEIXA SOBRE O ACONTECIMENTO NA BILHETEIRA E PASSADOS UNS DIAS RECEBI 1 CARTA 'CHAPAR 5' A LAMENTAR O SUCEDIDO... E O ASSUNTO MORREU...
10 de Novembro de 2014. O comboio suburbano nº 18807, que tinha saído do Rossio às 18h38 com destino a Sintra, pára na estação de Algueirão-Mem Martins mas, por distracção do maquinista, fica com parte da composição fora da plataforma. Um passageiro com limitações cognitivas e visuais que viajava na penúltima carruagem, depois de accionar a abertura de uma porta através do respectivo manípulo, desembarca e cai à linha.
Do acidente apenas resultaram ferimentos ligeiros. A queda deu-se de uma altura de um metro e meio e o passageiro, depois de ter sido transportado para o Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, teve alta no próprio dia. Mas o GISAF (Gabinete de Investigação de Segurança e de Acidentes Ferroviários) resolveu investigar o sucedido por desconfiar que poderia haver ali uma falha de segurança.
O relatório, agora publicado, diz que “não existe qualquer análise de risco por parte da CP ao sistema de comando de portas implementado no tipo de material circulante envolvido no acidente” e recomenda ao IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes), enquanto entidade reguladora, que garanta que a CP implemente um procedimento operacional para que a abertura de portas pelos passageiros “apenas seja permitida depois da confirmação de estarem reunidas as condições de segurança para o efeito”.
O relatório do GISAF apresenta os exemplos da Croácia, Reino Unido, Dinamarca, França e Espanha como países onde a autorização para a abertura de portas dos comboios depende da actuação manual por parte do maquinista. E não identifica nem no resto da Europa, nem nos Estados Unidos, nem no Japão nem na Austrália um sistema idêntico ao dos comboios da linha da Sintra
Em causa está uma especificidade dos comboios da linha de Sintra, que transportam uma média de 140 mil passageiros por dia útil. Se uma composição parar em plena via, compete ao maquinista bloquear o sistema de abertura de portas a fim de que os passageiros não as abram fora das estações ou quando não houver condições de segurança (salvo em situações de emergência). Mas, na restante frota da CP, é ao contrário: as portas estão sempre bloqueadas, devendo o maquinista desbloqueá-las quando o comboio está parado na estação. É o que acontece, tanto com os suburbanos da linha de Cascais, como com as automotoras regionais, ou os comboios Alfa Pendular.
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| https://www.publico.pt/sociedade/noticia/queda-de-passageiro-a-linha-poe-a-nu-falha-de-seguranca-nos-comboios-da-linha-de-sintra-1728206?frm=ult |
E não é só a frota da CP. O relatório do GISAF apresenta os exemplos da Croácia, Reino Unido, Dinamarca, França e Espanha como países onde a autorização para a abertura de portas dos comboios depende da actuação manual por parte do maquinista. E não identifica nem no resto da Europa, nem nos Estados Unidos, nem no Japão nem na Austrália um sistema idêntico ao dos comboios da linha da Sintra.
Por isso, independentemente dos motivos que levaram o maquinista a parar o comboio com algumas carruagens fora da plataforma, o acidente poderia ter sido evitado se as portas não fossem passíveis de ser abertas pelos passageiros pelo simples facto de a composição estar parada.
Outras falhas
Na sequência deste acidente, o GISAF identificou ainda “um incidente de segurança no decurso das operações de socorro”, nomeadamente a passagem de um comboio numa via junto à qual decorria a assistência à vítima. Os investigadores consideraram que houve falha de comunicação entre o pessoal da CP e o da Infraestruturas de Portugal que estava no Centro de Comando Operacional (CCO) de Braço de Prata, porque “o acidente foi tratado como uma queda na plataforma do apeadeiro e não como uma queda à via”. E, tratando-se deste último, deveria ter sido accionado o plano de emergência que suspende a circulação dos comboios pela linha junto aos socorristas, o que não aconteceu.
O relatório diz que “durante toda a ocorrência a comunicação havida entre os diversos intervenientes nunca foi clara quanto ao entendimento e transmissão do local efectivo da queda do passageiro”. Por isso, faz recomendações ao IMT para que a CP “estabeleça protocolos de comunicação (adequados) a que em situações de emergência a informação seja transmitida de forma integral e fidedigna quanto à realidade da situação”.
Instada a comentar a versão preliminar do relatório, a CP respondeu ao GISAF que “a causa primária do acidente, não obstante o sistema de comando das portas, terá sido a paragem aquém do local indicado”, remetendo assim para o maquinista a total responsabilidade pelo ocorrido. “O erro/lapso do maquinista não consistiu no facto de não ter inibido a abertura de portas, mas sim no facto de ter efectuado a paragem antes do local referido”, diz a empresa.
A CP rejeita ainda que tenha havido falhas de comunicação no motivo que levou a que os comboios continuassem a circular mesmo com operações de socorro junto à linha, remetendo essa responsabilidade para o CCO de Braço de Prata, ou seja, para a Infraestruturas de Portugal.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
[SIC] 'A Tarde é Sua' - Visita do Baião à Lusiteca (video)
Esta semana, João Baião foi fazer uma visita à fábrica de pastilhas e rebuçados 'Lusiteca' em mais uma 'Visita do Baião'! O apresentador conheceu as funcionárias Eva e Glória e desafiou-as a vir ao 'Grande Tarde' contarem as suas histórias.
[carrega abaixo para ver video, com 20seg prévios de publicidade]
[RTP2] Biblioteca ColorADD em Mem Martins (video)
terça-feira, 5 de abril de 2016
I Encontro sobre Condomínios - Direito e deveres
Inserido no plano de atividades para este ano, a
Associação de Moradores da Tapada das Mercês vai realizar sábado próximo dia 9
de Abril ás 15h no Auditório da Casa da Juventude o I ENCONTRO SOBRE
CONDOMÍNIOS : Direitos e Deveres .
A iniciativa tem como objetivo sensibilizar a
população para um assunto que interfere na vida de cada cidadão e de forma geral, da comunidade.
Com moderação de Cristina Caeiro (vice presidente
da Associação de Moradores) o encontro terá um painel de convidados que, em
áreas diferentes vão analisar as situações mais comuns sobre esta temática e
ajudar em várias questões.
Aliás, o encontro tem entrada livre e o público
presente terá oportunidade de colocar dúvidas sobre os mais diversos temas
relacionados com este assunto.
Esperamos por si !!!!!
domingo, 3 de abril de 2016
OpiniãoAMM: O Mercado de Fanares - Um Símbolo Histórico da nossa Freguesia...
Texto Paulo Marques
(comerciante)
Hoje, estão a ressuscitar os mercados de rua por este pais fora , Lisboa por exemplo reconstruiu, modernizou e adaptou às necessidades da população os seus mercados emblemáticos , hoje vamos ao Mercado de Campo de Ourique ou da Ribeira e vimos estes espaços com muita vida, alegria, cor.
(comerciante)
Hoje, estão a ressuscitar os mercados de rua por este pais fora , Lisboa por exemplo reconstruiu, modernizou e adaptou às necessidades da população os seus mercados emblemáticos , hoje vamos ao Mercado de Campo de Ourique ou da Ribeira e vimos estes espaços com muita vida, alegria, cor.
Estes mercados transbordam de pessoas, principalmente
de jovens, onde fazem as suas compras para o dia à dia e almoçam,
jantam e divertem -se.
Hoje os mercados tem uma nova identidade, uma nova filosofia,
são espaços de encontro entre as pessoas, são locais de Lazer,onde está
aliada a parte comercial à cultura e ao divertimento.
Os Mercados tem novos horários, novas bancas, novos
produtos e novos pólos de interesses .
A maior, mais importante e mais industrial e
comercial Freguesia do Concelho de Sintra, Algueirão - Mem Martins tem o
seu mercado ao abandono .
A importância dos Mercados nas nossas vilas é enorme.
Cria fluxo de pessoas nas ruas. Promove a economia local. Incentiva a criação
de novos negócios. Distribui a riqueza. Cria emprego. Faz desenvolver os
Projectos mais bem-sucedidos. Promove a qualidade de vida. Cria empregos de
proximidade.
Somos da opinião de que o poder local deveria promover
a vida dos seus centros urbanos, criando uma dinâmica forte nas vilas e assim
tornar as suas localidades mais atraentes e vivas e não seguir pelo caminho
mais fácil e por consequência destruir a vila que tem por obrigação de zelar.
sábado, 2 de abril de 2016
Dedicação da 'Igreja Azul' em Mem Martins
Com a alegria do sonho cumprido, da meta alcançada, dos sacrifícios recompensados, no dia 3 de Abril de 2016, o Sr. Patriarca irá, finalmente, dedicar a Igreja de Nª Sª da Natividade de Mem Martins.
O programa será o seguinte:
14h45 - Concentração junto á capela de Nª Sª da Natividade
15h00 - Procissão rumo à nova Igreja
16h00 - Dedicação da Igreja
O programa será o seguinte:
14h45 - Concentração junto á capela de Nª Sª da Natividade
15h00 - Procissão rumo à nova Igreja
16h00 - Dedicação da Igreja
sexta-feira, 1 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
[Correio Manhã] Carta a um jihadista português
O que é feito da frase que víamos espalhada pelos muros daqueles subúrbios: “se queres mudar o Mundo abraça-o. Não o destruas”?
Esta é uma carta,
confesso-o, escrita com o coração. Redigida, como sempre, a pensar no vasto
auditório de leitores do CM, mas essencialmente dirigida a quem deixou as
nossas cidades, o nosso modo de vida, para se dedicar a destruir-nos e a
ameaçar-nos de morte. Crescemos na mesma linha de Sintra, empobrecida e
descaracterizada. Sentimos, na pele, o mesmo estigma dos su-búrbios e das
escolas massificadas e perigosas. Provavelmente jogámos futebol juntos, embora,
confesso, nunca tenha feito grande figura. Talvez tenhamos até competido nas
corridas de bicicleta ao longo das ruas de Mem-Martins, procurando impressionar
as raparigas, tarefa em que, confesso, nunca me saí brilhantemente. É provável
que tenhamos fumado o nosso primeiro cigarro juntos, nas traseiras das escolas
degradadas e cercadas pela droga que todos, naquele tempo, frequentávamos.
Sentimos todos os efeitos tremendamente frustrantes da periferização da vida
familiar. Da escassez de empregos. Da ausência de perspetivas de futuro.
Consigo, por isso, perceber perfeitamente a necessidade de escolhas radicais e
alternativas. A necessidade de um porto seguro de crenças e convicções. O que
não consigo compreender é esse desprezo profundo pela vida humana que vos
percorre as veias. A desconsideração por qualquer sofrimento humano, por mais
gritante que seja. Isso é desistir, é escolher o caminho mais fácil.
Entregarem-se como mercenários de um exército de facínoras é atirar a toalha ao
chão. Não há heroísmo em empunhar uma faca atrás de um ser humano ajoelhado e
algemado. Heróis são aqueles que insistem em vencer apesar das dificuldades.
Aqueles que insistem em mudar o mundo com a cultura da vida e não com o culto
da morte. Se tenho medo enquanto escrevo estas linhas? Talvez! Mas será isso a
vossa vitória? Uma conquista? Que é feito da frase que víamos espalhada por
tantos muros daqueles subúrbios: ‘Se queres mudar o mundo, abraça-o. Não o
destruas’?sábado, 26 de março de 2016
[Noticias ao Minuto] Creche para cães é uma nova realidade em Portugal (video)
Além dos hotéis e das escolas de treino, há
em Portugal uma nova modalidade pensada para os caninos. As creches têm
cada vez mais adeptos.
Fazem parte da família e por isso merecem
todas as regalias. Se, em tempos, os animais de estimação eram olhados como
apenas isso, hoje em dia são vistos como um elemento da família.
Foi a pensar nessa nova realidade que
nasceu, há dois anos, uma creche para caninos. A Cãopreensão está
sediada em Mem Martins, nos arredores de Lisboa, e tem cada vez mais adeptos.
Com lotação esgotada e até lista de
espera, este ateliê ajuda os animais de quatro patas a passar o dia da melhor
maneira, além de os acompanhar nas várias tarefas diárias.
“É um serviço novo. Há países onde é
muito recorrente, para os animais não passarem o dia inteiro sozinhos em casa”,
explicou Íris Lourenço ao Notícias ao Minuto.
O termo creche – aplicado normalmente a
bebés e crianças – é o que nos vem à cabeça quando a responsável nos descreve o
serviço que presta: “De manhã, vamos buscar os animais a casa e levamo-los
novamente ao final do dia, quando os donos regressam do trabalho”.
Entre as 8 horas da manhã e as 18 horas,
sensivelmente, os patudos encontram na Cãopreensão profissionais que
cuidam da sua higiene, animais para lhes fazerem companhia e atividades lúdicas
criadas a pensar neles. A alimentação é providenciada pelos donos.
O serviço pode ser contratado tantos dias
quanto o cliente entender, o que faz variar o preço do serviço. Creche durante
cinco dias por semana para um animal custa sensivelmente 50 euros semanais.
A Cãopreensão conta ainda com um serviço
de pet sitting, que ao invés de ser diário é pontual. Quem o contrata não
retira o animal de casa o dia inteiro, mas conta com uma ajuda, por exemplo,
para as idas ao veterinário.
Dog walker é o nome dado ao serviço que
passa por levar um cão a passear em determinadas horas do dia, para
que estes possam fazer aas necessidades fisiológicas. Trata-se de um serviço
mais barato para o cliente.
Quem vai de férias ou tem uma viagem de
trabalho e não tem com quem deixar o seu melhor amigo, encontra na Cãopreensão
uma outra solução. A estadia familiar passa por deixar um
animal de estimação completamente a cargo de um colaborador durante alguns
dias.
Nesta modalidade, o animal passa o dia no
ateliê e dorme, à noite, na casa de um funcionário, sem que as suas rotinas
diárias se alterem. “Distingue-se dos hotéis porque não deixa os cães fechados
em boxes”, salienta Íris Lourenço.
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