Tempo em Algueirão Mem Martins

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Espaço abandonado na 'Urb. Pinhal'

Quem é o responsável deste espaço abandonado que nunca foi nada, na 'Urbanização do Pinhal' em Mem Martins???
... e porque é que não se resolve?




domingo, 21 de agosto de 2016

Recolha de fezes de cão

Pelo menos existe um posto de recolha para os dejectos dos cães... em Mem Martins...

... mas está esquecido/abandonado...
'retire um saco???'

Na 'Urbanização do Pinhal'... 
Existem mais? Onde??



xxxxx

terça-feira, 16 de agosto de 2016

[SapoDesporto] Marta Pen: "Fui uma boa Marta Pen, a melhor que podia ser" (video)

A jovem atleta Marta Pen da freguesia, que deu os primeiros passos no desporto escolar na Escola Mestre Domingos Saraiva no Algueirão, representou Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, ter ficado eliminatórias dos 1.500 metros



A atleta portuguesa demonstrou-se orgulhosa apesar da eliminação nos 1.500 metros.

A atleta portuguesa Marta Pen assumiu na sexta-feira ter ficado orgulhosa da sua prestação nos Jogos Olímpicos Rio2016, apesar de estar desiludida por ter-se quedado pelas eliminatórias dos 1.500 metros.

“Eu acho que fui uma boa Marta Pen, eu fui a melhor Marta Pen que podia ser e tenho muito orgulho na minha performance. Eu acho que, tendo em conta a minha experiência e aquilo que eu sei, eu dei tudo na pista. Eu não me sinto desiludida, obviamente que sou ambiciosa e quero sempre mais. Não estou envergonhada do que fiz hoje, eu tenho muito orgulho no meu trabalho, no ter representado o meu país e no estar aqui”, referiu.

Na zona mista do Estádio Olímpico, Marta Pen, que foi 36.ª nas eliminatórias, com um tempo de 4.18,53 minutos, referiu que “é uma honra” representar Portugal nos Jogos Olímpicos, mas que acabou por não ficar satisfeita com a sua participação.

“Como disse não vim cá para perder, vinha para pisar a pista o maior número de vezes possíveis, era o meu objetivo e não consegui o meu objetivo. Agora temos de analisar tudo o resto. Estar nuns Jogos Olímpicos é motivo de grande honra e tenho a consciência tranquila que eu, tendo em conta as circunstâncias e as armas que tenho, fiz o maior possível, fiz o melhor, mas se calhar falta-me alguma experiência de correr em provas como esta”, assumiu.

De acordo com a atleta do Benfica, “a prova foi extremamente lenta e estava no meio de atletas extremamente experientes, entre as melhores do mundo, ou não estivesse nos Jogos Olímpicos”.

“Nunca me passou ir para a frente. Houve uma altura em que percebi que eu não tinha maneira por onde escapar. Numa prova como estas ir para a frente podia ser uma missão suicida. (...) Tentei sair várias vezes 'out of trouble' [fora da zona de problemas], como eles costumam dizer, mas não fui muito bem sucedida. Perdi muita energia”, afirmou.

Marta Pen disse que ainda fez “um ataque para ir para a frente, mas a seguir elas atacaram” e gastou “tanta energia” que acabou “por perder um pouco a concentração e quando quis ligar outra vez à prova já era tarde de mais”.

“Quando mais elas avançam e tu ficas para trás, ficas mais desmotivado. Tentei chegar-me à frente o máximo possível, mas numa prova como estas o comboio não volta para trás para te vir buscar”, referiu.

Marta Pen assegurou que representou o país da “melhor forma possível” e que daqui a quatro anos vai “dar tudo por tudo” para estar novamente nos Jogos, “talvez num 'fitness' diferente, podendo ter uma palavra diferente a dar, e com uma experiência diferente, porque quatro anos mudam muita coisa".

“Como disse eu não vim cá para perder, por isso, não posso estar satisfeita, mas estou a tentar aprender ao máximo com esta participação, crescer o máximo com isso. Eu e os meus treinadores vamos analisar a prova, ver em que posso melhor. Eu sei que posso ser tão boa como as outras, aliás eu sou tão boa como as outras, por isso estou nos Jogos Olímpicos”, assegurou.

Campeã universitária dos Estados Unidos nos 1.500 metros, Marta Pen disse que não adianta pensar se poderia ter feito a prova de outra forma, até porque todas as atletas fariam qualquer coissa diferente e o resultado podia ser o mesmo.

“No campeonato dos Estados [em que impôs o ritmo da prova] eu tinha quatro segundos acima de todas, aqui havia tinha pessoas com menos 10 segundos do que eu. Temos de pôr os pés no chão e temos de fazer a nossa corrida e seguir os nossos instintos”, assumiu.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

BISPO - Na Estrada (Ep.1 SSF 16')



"NA ESTRADA - EPISÓDIO 1"
Um pouco do que se passou no dia 25/JUN/16, no Festival Sumol Summer Fest.
BISPO:
www.facebook.com/bispo2725
Video por: 
Bruno da Cruz
www.facebook.com/brunodacruz09

Nova loja 'Unik' em Mem Martins

Abriu um novo espaço comercial com 
as últimas tendências de moda e acessórios, 
com design jovem e preços acessíveis.

Na 'Estrada de Mem Martins' junto ao 'Largo da Estação'

sábado, 13 de agosto de 2016

[Correio Manhã] 'Assalta banco para ser preso' em Mem Martins

Entrou de rompante na dependência do banco Santander Totta de Mem Martins, Sintra, dirigiu-se ao balcão e anunciou: "Dinheiro ou a polícia. Isto é um assalto!" O homem de 46 anos estava nervoso, de cara descoberta e fingia ter uma arma (que não existia) atrás das costas. Quando foi detido pela PSP, ainda dentro do banco, confessou que o seu objectivo era "ser preso". Terá dívidas e problemas familiares.

Segundo apurou o CM junto de fontes policiais, a tentativa de assalto ocorreu pelas 13h10 de quarta-feira, no Santander Totta do largo do Cruzeiro. Fez o anúncio explosivo, que deixou três clientes, um funcionário e o gerente alarmados. A mão atrás das costas ameaçava com uma suposta pistola que o homem dizia ter pronta a disparar.

Mas rapidamente o funcionário percebeu que aquele não era um assalto normal, nem sequer violento. Acalmou-se e acalmou o ladrão. "Conseguiu convencê-lo a saírem da zona do balcão e dirigiram-se ao átrio onde está uma caixa multibanco", descreveu fonte policial.

Dependência do Santander assaltada em Mem Martins
tinha no interior três clientes, um funcionário e o gerente

Foi nessa zona que os agentes da PSP, entretanto chamados, acabaram por deter o assaltante, sem que este tenha esboçado resistência. Acabou por confessar que a sua intenção desde o início era ser preso. Disse ser empregado, mas não afirmou onde e justificou a sua atitude com os problemas financeiros resultantes de dívidas. Estará ainda a passar por um divórcio. A PJ foi ao local, mas o detido ficou com a PSP e foi ontem presente a tribunal. Não foi possível apurar as medidas de coação aplicadas.

[Ligada a Si] Requalificação da 'Av Chaby Pinheiro' com inicio no ultimo trimestre 2016

O início das obras na ‘Av Chaby Pinheiro’ e envolventes está previsto para o último trimestre de 2016

Consideras estas obras fundamentais para a vila??? Ou existem outras prioridades??


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Workshop de dança, com Blaya, em Mem Martins (video)

No próximo sábado, 13 de Agosto, às 19h, na Quinta de Sta Teresinha em Mem Martins, workshop de dança, com Blaya

Quinta de Sta Teresinha em Mem Martins
Junto ao Centro Comercial Lírios, antiga GNR, e restaurante Tendinha
coordenadas GPS 38.793741, -9.345294

ENTRADA GRATUITA


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Festas de N.Sra da Natividade 2016 em Mem Martins



Mais uma vez quebra-se a tradição…
e este ano a festa de Nossa Sra da Natividade em Mem Martins não se realiza no 1º Domingo de Setembro

Quim Barreiros

Joana Amendoeira

sábado, 6 de agosto de 2016

Festa da Juventude 2016 em Mem Martins (video)

Quinta de Sta Teresinha em Mem Martins
Junto ao Centro Comercial Lírios, antiga GNR, e restaurante Tendinha
coordenadas GPS 38.793741, -9.345294

ENTRADA GRATUITA

Pirataria 2635 - 21h

Bispo - 22h

Mundo Segundo & Sam the Kid - 23h



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

[CMS] Requalificação da Rua Horta de Fanares em Mem Martins (video)

A Câmara Municipal de Sintra está a requalificar a Rua Horta de Fanares, em Mem Martins.

A intervenção que consiste no reperfilamento do arruamento, criação de estacionamento no lado esquerdo no sentido ascendente, beneficiação dos passeios e pavimentos, decorre no âmbito da Reabilitação de Pavimentos e Sistemas de Drenagem em Algueirão – Mem Martins, promovendo o incremento da segurança rodoviária e a valorização do espaço público. No sentido de reduzir algum impacto negativo durante a realização dos trabalhos, a circulação automóvel alternativa faz-se pela Rua Índia Portuguesa.

Custo estimado da obra: € 75 000,00 + IVA

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Concordas com as alterações de trânsito em São Carlos??

A alteração de trânsito de no cruzamento da ‘Rua Leopoldo de Almeida’ com a ‘Estrada de Mem Martins’ não trouxe nada de positivo…

Os carros proveniente da zona do IC19/Jumbo, que têm como destino o ‘Casal de São José’, ‘Bairro São Carlos II’, ‘Bairro das Eiras’ ou a ‘Urgência Basica/Messa’ continuam a ser obrigados a virar à esquerda, mas agora poucos metros mais à frente para a 'Rua eng. Carlos Santos', num cruzamento que se mistura com a entrada para o estacionamento do ‘Minipreço’… O que se ganhou com a alteração de trânsito???

Passou a ser proibido virar à esquerda para a ‘Rua Leopoldo de Almeida’, mas para a ‘bomba de combustível da Galp’ continua a ser autorizado virar à esquerda???

E já que a Câmara Municipal está empenhada em alterações de trânsito no Bairro de São Carlos, face ao estacionamento excessivo e ao trânsito devido aos infantários na zona, com largada e recolha de crianças, penso que seria benéfico transformar a ‘Rua Lagoa Marinha  numa via de sentido único… fica a minha sugestão…

domingo, 31 de julho de 2016

A Quatro a Quatro Quartos regressa aos palcos aos palcos com uma adaptação de Woody Allen

Quatro Quartos estreou a sua nova peça Baixa-Chiado, uma adaptação de Central Park West, de Woody Allen. O Espalha-Factos foi assistir ao espetáculo e ainda conversou com o jovem grupo de atores da Escola Secundária de Mem Martins.
A Quatro Quartos é um grupo que pretende vir a tornar-se uma Associação Cultural, não só incidindo no teatro mas também em outras formas de arte. “A nossa base de criação inicial é ainda o teatro, base de formação dos fundadores, mas pretendemos alastrar as nossas criações para cinema, música, BD e causas sociais ligando a arte e os jovens de risco na região de Sintra. Para já, os primeiros passos são dados no teatro”, diz Tiago Pereira, um dos fundadores da Quatro Quartos, ator e encenador da peça Baixa-Chiado.
A peça é já o quinto espetáculo produzido pelo grupo, embora apenas o segundo oficial da Quatro Quartos (sendo que os anteriores surgiram de colaborações). Baixa-Chiado foi, ainda, um passo numa nova direção, na medida em que incluiu não só os atores já pertencentes à Associação, mas convidou ainda duas atrizes, Ana Colher e Raquel Lopes, de um outro grupo de teatro.
“Fui convidada pela Quatro Quartos no fim de um espetáculo do meu antigo grupo (o grupo Reticências, da Escola Secundária Leal da Câmara). O Tiago e o Bruno [fundadores da Quatro Quartos] fizeram-nos o convite, a mim e à Raquel, e nós aceitámos um pouco às cegas, sem sabermos bem para o que íamos”, explica Ana, a Julieta de Baixa-Chiado“Gostei de ver o meu trabalho reconhecido por outras pessoas que já tinham experiência na área. Tem sido uma experiência boa e interessante. A forma como o grupo de organiza é muito diferente daquilo a que eu estava habituada”, acrescenta Raquel, que, no palco, dá voz a Filipa.
A pequena sala enche-se rapidamente de pessoas curiosas que se sentam nas almofadas dispostas no chão. É noite de casa cheia e a equipa de produção acaba por ter de colocar cadeiras para que todos os espectadores fiquem sentados. O palco está escuro e distingue-se apenas o contorno de um sofá. Uma atriz entra em palco, senta-se, as luzes acendem-se e o espetáculo começa.
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Foto: Gonçalo Sousa

Amor e traição

Tudo o que se segue é um reboliço de emoções e de reviravoltas, de surpresas e de escândalos. O público ri-se com as tiradas irónicas e os dramas que se desenrolam um atrás do outro na sala de estar de Filipa, uma psicanalista sarcástica e com um carinho especial pelo álcool. À medida que a sua sala se vai enchendo de pessoas que rapidamente passam de amigas a inimigas, o público fica mais preso no enredo que se adensa à sua frente. É uma história de amor e traição, com um duplo sublinhado na traição. O elenco, embora pequeno, enche as medidas: cinco personagens, cada uma com o seu distúrbio e dose de loucura.
O fim, tão surpreendente e catastroficamente hilariante como toda a peça, deixa os espectadores a aplaudir de pé. “Baixa-Chiado é uma peça caracterizada por uma forte energia, quer a nível de diálogos quer a nível de movimentação”, descreve Madalena Pronto, uma das atrizes da peça, que dá vida a Carolina. “A complexidade deste texto é ter de ser dito muito rápido pois grande parte dos diálogos do espetáculo são em tom de discussao”, acrescenta Bruno Santiago, que veste a pele de Ricardo na peça. Tanto na voz dos atores como na perspetiva do público, é impossível negar o quão eletrizante e arrojada é esta maravilhosa adaptação de Woody Allen.

A paixão pela criação artística

E porque um espetáculo é apenas a ponta do icebergue daquilo que levou à sua apresentação, o Espalha-Factos falou com a pequena equipa de atores que constitui a Quatro Quartos sobre todo o processo de preparação para esta peça e também as dificuldades que encontraram na organização da mesma. “Felizmente encontrámos um grupo muito bom e bem organizado e contámos também com o enorme apoio do nosso técnico Marco Lopes, pelo que a preparação e organização do espetáculo correu tão bem quanto podia correr. A parte mais complexa é mesmo a montagem e desmontagem da sala todos os fins-de-semana. Tenho sido sempre eu a gerir esta montagem e é coisa para durar cinco horas a montar e entre uma e duas a desmontar”, explica Bruno Santiago, produtor e ator de Baixa-Chiado. Tiago Pereira diz, ainda, numa nota positiva: “Temos as dificuldades que todos os grupos não profissionais e sem apoios têm, mas como somos unidos e nutrimos uma paixão enorme pela arte e pela criação, conseguimos organizar-nos para tudo corra nas melhores condições.”
A dinâmica e união do grupo de atores que forma a Quatro Quartos é transparente e percetível, caracterizada por uma força de vontade que nasce do amor pela arte. Esta motivação sente-se não só quando pisam o palco, mas também quando as cortinas baixam. “Apesar das dificuldades que por vezes surgiram relacionadas com o espaço, tempo, ideias ou materiais, conseguimos sempre superar isso e transformar um corredor de uma escola num palco digno de se ver Teatro, da melhor forma que conseguimos”, conclui Raquel Lopes.
A Quatro Quartos promete regressar em setembro com novidades, e o Espalha-Factosaconselha desde já que sigam o percurso desta ousada Associação.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

[CMS] Requalificação do espaço envolvente entre a ciclovia e a via ferroviária de Mem Martins

A Câmara Municipal de Sintra está a requalificar o espaço envolvente entre a Ciclovia Ouressa – Portela de Sintra e a via ferroviária, na freguesia de Algueirão – Mem Martins.
Trata-se de um terreno com cerca de 400 m de comprimento e 8 m de largura.
A área intervencionada comtemplou a limpeza do solo, a abertura de uma vala para a instalação de um sistema de rega e a aplicação de uma camada de terra vegetal com vista à plantação de 50 exemplares arbóreos e sementeira de prado florido.