Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Harold // Vai e Vem (video)

Harold, MC do colectivo GROGNation, desvendou a capa e data de lançamento de Indiana Jones, título do seu álbum de estreia. A edição do seu primeiro trabalho a solo está marcada para o dia 26 de Setembro e a capa é da autoria de Tiago Girão.

https://www.facebook.com/temp2725/

O nome do álbum, uma clara referência ao filme Indiana Jones, é descrito por Harold desta forma ao Rimas e Batidas: “Além de ser a minha primeira aventura a solo, (o álbum) marca esta fase da minha (vida) em que me divido nas obrigações de estudante e nas ambições musicais , mas existindo sempre uma relação entre as duas.
Quanto ao processo, o MC dos GROGnation revela: “Acabou por ser mais demorado do que eu esperava: conciliar a faculdade, concertos, os GROGNation e tudo mais acabou fazendo com que não tivesse o meu foco a 100% como eu queria. Resolvi adoptar uma estratégia um bocado diferente, mas ao mesmo tempo não queria demorar demasiado tempo para lançá-lo e sentirem-se grandes diferenças de evolução e novas vibes . Estou muito feliz com o resultado final.
tracklist, que pode ser vista mais em baixo, tem nomes incontornáveis do hip hop nacional no presente: a nível vocal temos nomes como BlasphPapillon (GROGNation) ou Mundo Segundoe na produção encontramos J.CoolLhastHere’s Johnny ou Intakto entre os escolhidos.

O lançamento será, numa primeira fase, apenas em formato digital, mas o artista irá disponibilizar um “e-mail para encomenda das cópias físicas a quem quiser apoiar”.

TRACKLIST:
01 – “Amor Rubia” (Prod. J. Cool)02 – “Sucesso” C/ PierSlow (Prod. Lhast)03 – “Safari” (Prod. Lhast)04 – “Piratas” C/ Bispo (Prod. Lhast)05 – “Poço das almas Perdidas” (Prod. The kid)06 – “Pra Longe” c/Rebeca (prod. MetaMadness)07 – “Pra dizer (Olá)” (Prod. Lhast)08 – Honesto C/ Dj X-acto (Prod. MetaMadness)09 – “Concórdia” C/ Blasph e DJ Nel’Assassin (prod.Intakto)10 – Última Cruzada – C/ Papillon ,Batoré & Mundo Segundo (prod. solid Movement)11 – Indiana Jones (Prod. The kid)12 – Vai e Vem (Prod. Here’s Johnny)

Aulas Livres - GRÁTIS entre 19 e 30 de Setembo

Na Rua Teresa Gomes, no Bairro de São Carlos 
em Mem Martins
Rua Teresa Gomes, Mem Martins

sábado, 17 de setembro de 2016

[CMSintra] Câmara aprova adjudicação da empreitada de requalificação da Av Chaby Pinheiro

A adjudicação da empreitada de requalificação urbana da Av. Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins foi aprovada, esta terça-feira, em reunião de Câmara.
A empreitada da requalificação da Avenida Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins, no valor de 900 mil euros mais IVA de investimento da autarquia, cuja obra está prevista arrancar dentro de 3 meses, e após o visto do Tribunal de Contas, fica a cargo da empresa Luis Frazão – Construção Civil e Obras Públicas, Lda, através de concurso público.
“A estratégia de intervenção e investimento no espaço público é para melhorar a vida dos nossos munícipes. Esta zona urbana em particular vai abrir-se a uma boa fruição tanto para os que aqui vivem como para os que aqui trabalham”, afirmou Basílio Horta.
No projeto de requalificação são apresentadas soluções que reforçam a identidade de Mem Martins, através da manutenção da circulação viária, ordenamento do estacionamento, criação de zonas de estar nos passeios com colocação de mobiliário urbano, manutenção das árvores e reforço da iluminação pública, que oferecem a possibilidade de maior aproveitamento da zona.
Está ainda prevista a renovação das redes de abastecimento de água, de drenagem de esgoto doméstico e pluvial e enterramento dos ecopontos em articulação com os SMAS de Sintra.
http://www.cm-sintra.pt/camara-aprova-adjudicacao-da-empreitada-de-requalificacao-da-avenida-chaby-pinheiro

BISPO // Mentira da verdade (video)

https://www.facebook.com/bispo2725/

Uma história como muitas... de antigos moradores em Algueirão Mem Martins...

Uma história como muitas... de antigos moradores em Algueirão Mem Martins...

Unidades Funcionais do ACES Sintra - Algueirão Mem Martins



Apeadeiro e Av. Chaby Pinheiro

Apeadeiro do Algueirão


Vista parcial da Av. Chaby Pinheiro


Retrato do actor Chaby Pinheiro , 1894

Grafite sobre papel
13,6 × 12,6 cm
assinado e datado
Inv. 765 – A
Historial
Doação da viúva do retratado, em 1934.

Exposições
A Companhia Rosas & Brazão (...), Lisboa, 1979, 171, p.b.; Lisboa, 1980, 95, p.b.; Lisboa, 2007.

Bibliografia
A Companhia Rosas & Brazão (...), 1979, 34, p.b.; Columbano, 1980, 80, p.b.; Columbano Bordalo Pinheiro, 1874 – 1900, 2007, 208.

Dois esboços de mulher com chapéu parecem também situar-se neste período, pelo traço solto e desordenado, suavidade dosombreado e espontaneidade, que o leva a recorrer,  inclusive, a traços circulares. Especialmente interessante é o esboço em que o rosto é captado num contre-plongée. Diferente, apesar de partilhar com o anterior um ponto de captação ligeiramente baixo, é um outro estudo para um retrato feminino, devido ao papel preponderante que os fortes contrastes adquirem. Sobre o enquadramento que os carregados negros do xaile e do cabelo proporcionam, Columbano cria um espaço de claridade para o rosto, que assim se destaca sobre o fundo claro, cuja neutralidade lhe permite dar atenção a alguns pormenores do penteado. Entre o conjunto de apontamentos femininos é curioso o desenho que reúne dezassete rostos, cada um deles respectivamente emoldurado. A proximidade fisionómica de alguns com a mulher do artista e a elevação, inclinação ou torção de outros, semelhantes em atitudes a algumas das figuras que integram as decorações do Museu Militar, levam-nos a datá-los de meio dos anos 90.
De 1896 data o retrato do actor Chaby Pinheiro, que vem ampliar o círculo de relações que Columbano estabeleceu com os círculos teatrais lisboetas, também documentadas através de desenhos em que se identifica Augusto Rosa ou vários actores da Companhia Rosas e Brazão em palco. A volumosa figura do actor é realizada com um suave traço que desenha as formas com liberdade, detendo-se apenas em sombreados mínimos que marcam as formas arredondadas, assim como os traços e a característica expressão do rosto.
Já de uma fase posterior é o Retrato de Trindade Coelho, datado de 1898, portanto do mesmo ano em que Columbano realiza a pintura que se perdeu no naufrágio do navioSanto André. Ultrapassando o mero estudo, aparece-nos como uma obra completamente acabada, em que o retratado é resgatado do fundo de penumbra pelo efeito de uma luz proveniente de um dos lados. A forte incidência desta sobre o rosto ilumina-o em parte, enquanto a outra fica na sombra, mas perfeitamente desenhada no perfil. O mesmo já não acontece com as roupas, que se misturam com o fundo. Este tratamento e ainda o rosto, de frente, e o registo da mão revelam uma correspondência exacta com os retratos pictóricos de finais de 90.
O auto-retrato também ocuparia Columbano nos seus desenhos. Curiosamente, os dois que se conservam desta fase, mau grado o carácter de apontamento ocasional que sugerem, apresentam a mesma composição: vários esboços de gatos e num dos cantos superiores o rosto do artista, de lunetas. Columbano auto-representa-se de cabeça inclinada e olhos baixos, claramente concentrado no desenho, com um tratamento que se apoia na mancha e nos contrastes entre os carregados pretos no cabelo e na barba e os suaves sombreados no rosto.

Maria Jesús Ávila

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Sintra - o concelho fantasma de dia e perigoso de noite

(...) Tal como habitual, passei o meu tempo em Portugal entre a casa dos meus pais que moram num bairro na linha de Sintra e a aldeia onde mora a minha avó, e o que reparei é que, quer num sítio quer noutro, a população jovem está a diminuir consideravelmente. Isso não é propriamente novidade quando se fala de uma aldeia, mas na zona suburbana de Lisboa? Isso parece-me um pouco estranho visto que, na época em que os meus pais se mudaram para lá, há pouco menos de 40 anos, os bairros ali da zona ainda estavam todos a ser construídos e era a zona favorita para os novos casais colocarem raízes - perto de Lisboa mas onde comprar casa era consideravelmente mais barato. Quando ali vivia, o bairro era um rebuliço de crianças a brincar nas ruas, jovens nos cafés e bares. Agora,... vejo as pessoas da idade dos meus pais e mais velhos, nos cafés e pastelarias, e é só. Crianças são poucas e o bairro de forma geral está muito mais calmo em termos do número de pessoas que se vê nas ruas, mas também é considerado mais perigoso em termos de assaltos, o que dantes não se ouvia tanto falar. (...)







Excerto de um texto do blogTuga em Londres

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

[CMSintra] Arranjo paisagístico da envolvente à Ciclovia Mem Martins-Portela de Sintra

A Câmara Municipal de Sintra procedeu ao ajardinamento dos espaços contíguos à recém-inaugurada Ciclovia Mem Martins-Portela de Sintra.
A intervenção consistiu no ajardinamento de uma faixa de terreno com cerca de 3 500 m2, entre a ciclovia e a linha ferroviária, nas traseiras das pracetas de Ouressa, na Freguesia de Algueirão-Mem Martins.  
Os trabalhos de limpeza do terreno, mobilização do solo com remoção de cerca de 1 000m3 de terras e resíduos vários, instalação de rede e sistema de rega manual, aplicação de camada de terra vegetal, plantação de 45 árvores (Olaias) e de 30 arbustos, bem como a sementeira de prado florido, conferem um melhor enquadramento paisagístico desta infraestrutura ciclo/pedonal.
Custo estimado da obra:  € 15 380,00

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

No cuzamento da 'Rua das Eiras' e 'Rua do Coudel'

Esta pergunta talvez seja muita fácil para pessoas que conheçam Mem Martins à muitos anos...

e passados muitos anos o símbolo partiu-se e desapareceu... no cruzamento entre a Rua das Eiras e a Rua do Coudel.
O que existia em cima deste pilar?


Problemas com árvores no Algueirão

Um morador da freguesia, Pedro Silvão, reporta um problema recorrente com as árvores existentes na Av. D. Afonso Henriques no Algueirão. Morador nesta artéria há quase 30 anos, reporta o problema de todos o verões.


Assim que a temperatura do ar começa a subir um pouco, as árvores libertam uma "goma" que se deposita no chão, carros, muros, gradeamentos e em tudo o que esteja por baixo. Esta "goma" é de tal forma que os sapatos se "colam" ao chão sendo mesmo impossível andar com os chamados "chinelos de dedo" sem que estes fiquem literalmente "agarrados ao chão".

Não se pretende, naturalmente, que se mate as árvores mas que se trate, se se tratar de doença ou se transplante para um local onde não prejudique os habitantes e utentes desta via.

Já por várias vezes tentaram fazer tratamentos a estas árvores mas não resultam. Gasta - se dinheiro para nada. Esta Avenida é muito utilizada pelos munícipes para passeios ou até para o seu jogging matinal ou ao fim do dia. Claro que no Verão esse passeio ou jogging passa a ser feito pela estrada com todos os riscos que isso acarreta.
As próprias crianças não podem brincar nos jardins próximos das distas árvores pois ficam cheias desta "goma".

Os carros que se estacionam por baixo das ditas árvores têm que ser lavados quase todos os dias já que os próprios vidros ficam como que "picados".

Há mais pessoas e mais locais na freguesia onde este problema se repete?

Qual a Solução?
Av. D Afonso Henriques no Algueião