Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

domingo, 25 de setembro de 2016

'Jesuina de Chaby'

Quem foi a 'Jesuina de Chaby'?
situado em Mem Martins. próximo da sede da Junta de Freguesia

Em 1925, estreava no Teatro Politeama a peça intitulada «O leão da Estrela» da autoria de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos. Esta peça original era representada pela primeira vez no Teatro Politeama pela Companhia Chaby Pinheiro.

Faziam parte da Companhia os actores Chaby Pinheiro e sua esposa Jesuína de Chaby, a actriz Emília de Oliveira, João Silva, Helena de Castro, Luís Pinto, Ribeiro Lopes, Maria Clementina, Jorge Grave entre outros.

sábado, 24 de setembro de 2016

[DN] Barreiro-Algueirão em três horas

Texto excerto da reportagem:'Dez Kms à hora a bordo dos transportes publicos'

Dois minutos, dois minutos era quanto a enfermeira Angelina Gardete, 60 anos, precisava para apanhar o comboio das 18.41 no Rossio, com destino a Sintra, para sair no Algueirão, onde mora. Assim, tem de esperar mais 30 minutos. "Não sei o que se passa, antes eram mais próximos", lamenta. Do gabinete de comunicação da CP informaram o DN: "Há dois comboios que pode utilizar para, com transbordo na estação do Cacém, ter ligação a Sintra, comboios de dez em dez minutos." Angelina diz que não compensa, que além de poder não ter lugar sentada, o tempo que iria ganhar seriam uns dez minutos. E a composição que sai meia hora depois vai cheia e com entrada de passageiros ao longo do percurso.

Angelina Gardete trabalha no Barreiro e vive em Algueirão


E vai já com 1h45m de viagem desde que deixou o Hospital do Barreiro, onde trabalha. É um dos seus três locais onde exerce funções, além dos hospitais de Amadora-Sintra e de Cascais, este último o que lhe dá um ordenado fixo. Desloca-se para estas unidades em viatura própria, mas o tempo, o custo do combustível e as portagens não compensam a sua utilização para o Barreiro. Gasta uma média de 250 euros por mês nas deslocações.

Saiu do hospital às 17.30 para apanhar o barco no Barreiro das 17.45, chegando ao Terreiro do Paço 20 minutos depois para apanhar o comboio no Rossio. "Posso apanhar o metro, mas a médica diz que faz bem andar e aproveito, são 15 minutos a pé. Quando estou com mais pressa vou no metro, mas são cada vez mais espaçados e, muitas vezes, está com problemas."

Desce em Algueirão-Mem Martins às 19.46 e, neste dia, não tem o carro disponível porque o emprestou ao filho. Terá de apanhar a camioneta. Nos dias em que está menos cansada, o que não é o caso, vai a pé e são 20 minutos. No horário diz que a próxima é às 20.12, mas tem sorte e apanha outra por volta das 20.00. "São três horas de viagem, mais coisa menos coisa, é sempre assim, na ida e na volta."

Horas que dá para falar de tudo, que trabalha e desconta desde os 12 anos, que voltou a estudar quando conseguiu pagar os estudos, que sofreu violência doméstica com o pai dos dois filhos. E que, muito provavelmente, regressará a Londres, onde já trabalhou. E onde ganha mais num mesmo sítio do que nos três hospitais em Lisboa. "O tempo e o dinheiro que gasto nas viagens? Quase que não compensa, mas tem de ser!"

Brico Depôt - Grande Abertura

Onde ficava situada a antiga fabrica da 'Fricarnes', ao lado do 'Staples'

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Harold // Vai e Vem (video)

Harold, MC do colectivo GROGNation, desvendou a capa e data de lançamento de Indiana Jones, título do seu álbum de estreia. A edição do seu primeiro trabalho a solo está marcada para o dia 26 de Setembro e a capa é da autoria de Tiago Girão.

https://www.facebook.com/temp2725/

O nome do álbum, uma clara referência ao filme Indiana Jones, é descrito por Harold desta forma ao Rimas e Batidas: “Além de ser a minha primeira aventura a solo, (o álbum) marca esta fase da minha (vida) em que me divido nas obrigações de estudante e nas ambições musicais , mas existindo sempre uma relação entre as duas.
Quanto ao processo, o MC dos GROGnation revela: “Acabou por ser mais demorado do que eu esperava: conciliar a faculdade, concertos, os GROGNation e tudo mais acabou fazendo com que não tivesse o meu foco a 100% como eu queria. Resolvi adoptar uma estratégia um bocado diferente, mas ao mesmo tempo não queria demorar demasiado tempo para lançá-lo e sentirem-se grandes diferenças de evolução e novas vibes . Estou muito feliz com o resultado final.
tracklist, que pode ser vista mais em baixo, tem nomes incontornáveis do hip hop nacional no presente: a nível vocal temos nomes como BlasphPapillon (GROGNation) ou Mundo Segundoe na produção encontramos J.CoolLhastHere’s Johnny ou Intakto entre os escolhidos.

O lançamento será, numa primeira fase, apenas em formato digital, mas o artista irá disponibilizar um “e-mail para encomenda das cópias físicas a quem quiser apoiar”.

TRACKLIST:
01 – “Amor Rubia” (Prod. J. Cool)02 – “Sucesso” C/ PierSlow (Prod. Lhast)03 – “Safari” (Prod. Lhast)04 – “Piratas” C/ Bispo (Prod. Lhast)05 – “Poço das almas Perdidas” (Prod. The kid)06 – “Pra Longe” c/Rebeca (prod. MetaMadness)07 – “Pra dizer (Olá)” (Prod. Lhast)08 – Honesto C/ Dj X-acto (Prod. MetaMadness)09 – “Concórdia” C/ Blasph e DJ Nel’Assassin (prod.Intakto)10 – Última Cruzada – C/ Papillon ,Batoré & Mundo Segundo (prod. solid Movement)11 – Indiana Jones (Prod. The kid)12 – Vai e Vem (Prod. Here’s Johnny)

Aulas Livres - GRÁTIS entre 19 e 30 de Setembo

Na Rua Teresa Gomes, no Bairro de São Carlos 
em Mem Martins
Rua Teresa Gomes, Mem Martins

sábado, 17 de setembro de 2016

[CMSintra] Câmara aprova adjudicação da empreitada de requalificação da Av Chaby Pinheiro

A adjudicação da empreitada de requalificação urbana da Av. Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins foi aprovada, esta terça-feira, em reunião de Câmara.
A empreitada da requalificação da Avenida Chaby Pinheiro e envolvente na freguesia de Algueirão Mem-Martins, no valor de 900 mil euros mais IVA de investimento da autarquia, cuja obra está prevista arrancar dentro de 3 meses, e após o visto do Tribunal de Contas, fica a cargo da empresa Luis Frazão – Construção Civil e Obras Públicas, Lda, através de concurso público.
“A estratégia de intervenção e investimento no espaço público é para melhorar a vida dos nossos munícipes. Esta zona urbana em particular vai abrir-se a uma boa fruição tanto para os que aqui vivem como para os que aqui trabalham”, afirmou Basílio Horta.
No projeto de requalificação são apresentadas soluções que reforçam a identidade de Mem Martins, através da manutenção da circulação viária, ordenamento do estacionamento, criação de zonas de estar nos passeios com colocação de mobiliário urbano, manutenção das árvores e reforço da iluminação pública, que oferecem a possibilidade de maior aproveitamento da zona.
Está ainda prevista a renovação das redes de abastecimento de água, de drenagem de esgoto doméstico e pluvial e enterramento dos ecopontos em articulação com os SMAS de Sintra.
http://www.cm-sintra.pt/camara-aprova-adjudicacao-da-empreitada-de-requalificacao-da-avenida-chaby-pinheiro

BISPO // Mentira da verdade (video)

https://www.facebook.com/bispo2725/

Uma história como muitas... de antigos moradores em Algueirão Mem Martins...

Uma história como muitas... de antigos moradores em Algueirão Mem Martins...

Unidades Funcionais do ACES Sintra - Algueirão Mem Martins



Apeadeiro e Av. Chaby Pinheiro

Apeadeiro do Algueirão


Vista parcial da Av. Chaby Pinheiro


Retrato do actor Chaby Pinheiro , 1894

Grafite sobre papel
13,6 × 12,6 cm
assinado e datado
Inv. 765 – A
Historial
Doação da viúva do retratado, em 1934.

Exposições
A Companhia Rosas & Brazão (...), Lisboa, 1979, 171, p.b.; Lisboa, 1980, 95, p.b.; Lisboa, 2007.

Bibliografia
A Companhia Rosas & Brazão (...), 1979, 34, p.b.; Columbano, 1980, 80, p.b.; Columbano Bordalo Pinheiro, 1874 – 1900, 2007, 208.

Dois esboços de mulher com chapéu parecem também situar-se neste período, pelo traço solto e desordenado, suavidade dosombreado e espontaneidade, que o leva a recorrer,  inclusive, a traços circulares. Especialmente interessante é o esboço em que o rosto é captado num contre-plongée. Diferente, apesar de partilhar com o anterior um ponto de captação ligeiramente baixo, é um outro estudo para um retrato feminino, devido ao papel preponderante que os fortes contrastes adquirem. Sobre o enquadramento que os carregados negros do xaile e do cabelo proporcionam, Columbano cria um espaço de claridade para o rosto, que assim se destaca sobre o fundo claro, cuja neutralidade lhe permite dar atenção a alguns pormenores do penteado. Entre o conjunto de apontamentos femininos é curioso o desenho que reúne dezassete rostos, cada um deles respectivamente emoldurado. A proximidade fisionómica de alguns com a mulher do artista e a elevação, inclinação ou torção de outros, semelhantes em atitudes a algumas das figuras que integram as decorações do Museu Militar, levam-nos a datá-los de meio dos anos 90.
De 1896 data o retrato do actor Chaby Pinheiro, que vem ampliar o círculo de relações que Columbano estabeleceu com os círculos teatrais lisboetas, também documentadas através de desenhos em que se identifica Augusto Rosa ou vários actores da Companhia Rosas e Brazão em palco. A volumosa figura do actor é realizada com um suave traço que desenha as formas com liberdade, detendo-se apenas em sombreados mínimos que marcam as formas arredondadas, assim como os traços e a característica expressão do rosto.
Já de uma fase posterior é o Retrato de Trindade Coelho, datado de 1898, portanto do mesmo ano em que Columbano realiza a pintura que se perdeu no naufrágio do navioSanto André. Ultrapassando o mero estudo, aparece-nos como uma obra completamente acabada, em que o retratado é resgatado do fundo de penumbra pelo efeito de uma luz proveniente de um dos lados. A forte incidência desta sobre o rosto ilumina-o em parte, enquanto a outra fica na sombra, mas perfeitamente desenhada no perfil. O mesmo já não acontece com as roupas, que se misturam com o fundo. Este tratamento e ainda o rosto, de frente, e o registo da mão revelam uma correspondência exacta com os retratos pictóricos de finais de 90.
O auto-retrato também ocuparia Columbano nos seus desenhos. Curiosamente, os dois que se conservam desta fase, mau grado o carácter de apontamento ocasional que sugerem, apresentam a mesma composição: vários esboços de gatos e num dos cantos superiores o rosto do artista, de lunetas. Columbano auto-representa-se de cabeça inclinada e olhos baixos, claramente concentrado no desenho, com um tratamento que se apoia na mancha e nos contrastes entre os carregados pretos no cabelo e na barba e os suaves sombreados no rosto.

Maria Jesús Ávila

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Sintra - o concelho fantasma de dia e perigoso de noite

(...) Tal como habitual, passei o meu tempo em Portugal entre a casa dos meus pais que moram num bairro na linha de Sintra e a aldeia onde mora a minha avó, e o que reparei é que, quer num sítio quer noutro, a população jovem está a diminuir consideravelmente. Isso não é propriamente novidade quando se fala de uma aldeia, mas na zona suburbana de Lisboa? Isso parece-me um pouco estranho visto que, na época em que os meus pais se mudaram para lá, há pouco menos de 40 anos, os bairros ali da zona ainda estavam todos a ser construídos e era a zona favorita para os novos casais colocarem raízes - perto de Lisboa mas onde comprar casa era consideravelmente mais barato. Quando ali vivia, o bairro era um rebuliço de crianças a brincar nas ruas, jovens nos cafés e bares. Agora,... vejo as pessoas da idade dos meus pais e mais velhos, nos cafés e pastelarias, e é só. Crianças são poucas e o bairro de forma geral está muito mais calmo em termos do número de pessoas que se vê nas ruas, mas também é considerado mais perigoso em termos de assaltos, o que dantes não se ouvia tanto falar. (...)







Excerto de um texto do blogTuga em Londres

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

[CMSintra] Arranjo paisagístico da envolvente à Ciclovia Mem Martins-Portela de Sintra

A Câmara Municipal de Sintra procedeu ao ajardinamento dos espaços contíguos à recém-inaugurada Ciclovia Mem Martins-Portela de Sintra.
A intervenção consistiu no ajardinamento de uma faixa de terreno com cerca de 3 500 m2, entre a ciclovia e a linha ferroviária, nas traseiras das pracetas de Ouressa, na Freguesia de Algueirão-Mem Martins.  
Os trabalhos de limpeza do terreno, mobilização do solo com remoção de cerca de 1 000m3 de terras e resíduos vários, instalação de rede e sistema de rega manual, aplicação de camada de terra vegetal, plantação de 45 árvores (Olaias) e de 30 arbustos, bem como a sementeira de prado florido, conferem um melhor enquadramento paisagístico desta infraestrutura ciclo/pedonal.
Custo estimado da obra:  € 15 380,00