Na Escola Visconde Juromenha
Tempo em Algueirão Mem Martins
terça-feira, 3 de março de 2026
segunda-feira, 2 de março de 2026
[Correio Sintra] Mostra da Oferta Formativa no complexo Desportivo de Ouressa
A VI Mostra da Oferta Formativa, vai decorrer nas instalações do Complexo Desportivo Municipal de Ouressa, de 2 a 6 de março, com entrada gratuita.
Este evento é dirigido a alunos do 3º ciclo, docentes, técnicos, famílias e encarregados de educação, e dá a conhecer a oferta formativa disponível na rede escolar pública e privada Sintrense, com o objetivo de ajudar os jovens a tomar decisões esclarecidas sobre o seu futuro pessoal e profissional.
Durante a mostra, serão divulgadas as modalidades de formação oferecidas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional/Centro de Emprego e Formação Profissional de Sintra, pela Fábrica do Empreendedor e pelos SMAS de Sintra.
Espera-se a participação de cerca de 3 mil jovens e 300 docentes/técnicos, durante o evento.
Recorde-se, a mostra integra o Projeto Educativo Local de Sintra, que promove os recursos locais do território e a formação cívica e cultural dos cidadãos municipais e desenvolve conteúdos e recursos em rede, permitindo disponibilizar informações generalizadas aos diferentes atores do território, numa lógica de disseminação de conhecimentos sobre a região.
A edição deste ano decorre nos dias 2 e 4 de março, das 08h30 às 17h00; nos dias 3 e 5 de março, das 13h30 às 17h00; e no dia 6 de março, das 08h30 às 13h00.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
""Quantos Prédios há na Tapada?" (video)
Música do Projeto 'CHIKERS'
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
domingo, 22 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
[Publico] Em Mem Martins, o antigo edifício das Finanças vai dar lugar a um centro de convívio
Obras avançaram no espaço em Mem Martins. Na Tapada das Mercês, o antigo mercado municipal “está a ser ponderado no contexto da estratégia para um conjunto de edifícios municipais sem uso”.
domingo, 15 de fevereiro de 2026
[Correio Sintra] Bairro da Nova Imagem no Algueirão inaugura Horta Solidária
A freguesia de Algueirão – Mem Martins inaugura este sábado, 14 de fevereiro, pelas 10h00, a Horta Solidária no Bairro da Nova Imagem (Algueirão), um novo espaço comunitário instalado em terreno municipal. O projeto conta com 43 talhões destinados à prática de agricultura urbana e biológica, oferecendo à população a oportunidade de participar em atividades agrícolas de caráter responsável e comunitário.
A autarquia de Sintra mantém abertas candidaturas para os talhões da Horta Solidária até 28 de fevereiro, incentivando a participação de interessados em projetos de agricultura sustentável e comunitária.
A iniciativa surge no âmbito da Operação
Integrada Local Algueirão – Mem Martins, financiada pelo Plano de Recuperação e
Resiliência (PRR), reforçando o compromisso da região com a promoção de espaços
verdes e práticas agrícolas sustentáveis.
Além do incentivo à produção local de
alimentos, a Horta Solidária da Nova Imagem pretende promover a educação
ambiental, a interação entre os moradores e a melhoria da qualidade de vida na
freguesia, funcionando como um ponto de encontro e troca de experiências entre
a comunidade.
A Horta Solidária da Nova Imagem foi criada
no âmbito da Operação Integrada Local Algueirão – Mem Martins, financiada pelo
PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.
Fotografia: DR Correio de
Sintra
sábado, 14 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Importância silenciosa das Bacias de Retenção [video]
O inverno deste ano tem sido marcado por níveis de precipitação acima da média. Dias consecutivos de chuva intensa colocam sempre à prova os sistemas de drenagem urbana e fazem regressar uma preocupação antiga dos moradores: o risco de inundações no centro de Mem Martins.
Face à quantidade de chuva registada nos últimos meses, é legítimo afirmar que, muito provavelmente, sem a existência das bacias de retenção no Algueirão, já teriam ocorrido episódios de inundação nas zonas mais baixas e centrais de Mem Martins.
Estas infraestruturas, muitas vezes invisíveis no dia-a-dia, desempenham um papel absolutamente essencial. Funcionam como “pulmões” do sistema pluvial: armazenam temporariamente grandes volumes de água da chuva, libertando-a depois de forma controlada para as linhas de drenagem. Sem este mecanismo de retenção e regulação, a água escoaria de forma rápida e concentrada, sobrecarregando colectores e ribeiras.
Quem vive há mais anos na zona recorda-se de períodos em que episódios de chuva intensa resultavam em ruas alagadas, trânsito condicionado e prejuízos para comerciantes e moradores. A vulnerabilidade do centro de Mem Martins, devido à sua cota mais baixa e à concentração urbana, sempre exigiu soluções estruturais e não apenas intervenções pontuais.
As bacias de retenção representam precisamente isso: planeamento a médio e longo prazo. São um investimento que não gera manchetes em dias secos, mas que revela toda a sua importância quando a meteorologia aperta.
Num contexto em que os fenómenos extremos tendem a tornar-se mais frequentes, a manutenção e monitorização destas infraestruturas deve continuar a ser uma prioridade. Porque muitas vezes, quando nada acontece, é sinal de que algo está a funcionar bem.
E este ano, com a chuva que temos tido, talvez o melhor sinal seja precisamente esse: o silêncio das cheias que não aconteceram.

























