Tempo em Algueirão Mem Martins

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Mem Martins - Inauguração do Relvado Sintético na Quinta do Recanto

foto Radio Ocidente

Esta imagem é real... 
a Quinta do Recanto já está verde... 
finalmente!!!

E desta forma, o próximo domingo, dia 26 de Fevereiro de 2012, vai ser um dia especial, com a inauguração deste espaço, digno para a prática do futebol, no jogo que vai colocar frente-a-frente o Mem Martins Sport Clube com o Operário Futebol Clube de Lisboa

15 horas
Mem Martins SC Vs Operário Lisboa

[Diário Noticias] Betão ocupou espaço verde

"Esta freguesia é um exemplo de economia", atira o presidente de Algueirão/Mem Martins, Manuel do Cabo, quando instado a caracterizar a freguesia mais populosa do País. "Com tantos habitantes [os censos revelam 66 250, o presidente acha que são mais] podiam criar três freguesias, mas isso significaria três estruturas, três presidentes e mais custos."
No escritório de porta aberta - para poder assinar a cada minuto todos os documentos que impliquem desburocratizar os serviços e não obrigar os munícipes a deslocarem-se duas vezes à freguesia - Manuel do Cabo chega a ser irónico quanto ao excesso de construção que assolou a freguesia. "Inaugurei recentemente um parque, mas é uma coisa mínima. Por mais que eu queira um parque, para as famílias poderem estar ao fim de semana, é impossível. Os construtores ocuparam tudo!" As próprias instalações da freguesia podiam ser maiores e até há fundos comunitários. "Não concorro porque não tenho alternativa."
Numa freguesia tão grande - há 4047 habitantes por km2 - Manuel do Cabo queixa-se de falta de competências da junta, fator que devia ser tido em conta na reforma administrativa. "Faz sentido a junta não ter competência para pôr um sinal ou uma passadeira? Há todo um conjunto de atribuições e serviços que deviam ser delegados na junta. Não temos sequer uma assistente social, os idosos têm que ir a Sintra." Apesar do desordenamento urbano, o autarca sublinha a riqueza do tecido comercial da zona e a multiculturalidade. "Na Tapada das Mercês vivem pessoas de 26 nacionalidades e praticam-se 10 religiões diferentes, todas com templo próprio." Entre os números atira mais uma curiosidade: "Sabia que tenho 3040 cães de raça perigosos registados? Imagine quantos existem de facto." Mais do que o número de residentes nas freguesias mais pequenas do País.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Algueirão - Pingo Doce Cavaleira



As Obras no Pingo Doce da Cavaleira, no Algueirão, parecem estar próximas do final. O aspecto exterior encontra-se aparentemente concluído...

Já haverá data para abertura? Brevemente...


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

[Publico] Lusiteca reanima pastilhas Gorila no mercado português


As pastilhas Gorila, criadas em 1975 pela portuguesa Lusiteca, estão de volta às tabacarias, quiosques e cafés com uma imagem renovada e novos sabores. Depois de dez anos dedicados à exportação, que vale 40% da facturação, a empresa decidiu olhar para o mercado interno e revitalizar esta e outras marcas produzidas na fábrica de Mem Martins, em Sintra.

É um novo início da Lusiteca, uma empresa tradicional portuguesa”, disse Pedro Ribeiro da Cunha, administrador, num encontro com jornalistas. “É uma aposta no marketing, que a empresa não tinha”, acrescentou Ana Paula Costa, filha de Carlos Marques Costa (um dos três fundadores da empresa), que assumiu a liderança da Lusiteca há cerca de um ano.

A emblemática marca de pastilhas elásticas pesa 50% no negócio da Lusiteca e foi alvo não só de uma alteração de imagem (a cargo da agência de publicidade Bar) mas também do próprio produto. “Houve um melhoramento da fórmula, tem mais goma e componentes naturais e também adicionámos outros elementos para prolongar o sabor”, revelou por seu lado Francisco Ramos, director-geral de áreas de negócio. Para os mercados internacionais (Médio Oriente – Dubai e Israel - e Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, com destaque para Angola onde lidera), a pastilha mantém-se “adequada a altas temperaturas e humidade e tem mais açúcar”, adianta.

As colecções de cromos (papel que envolve a pastilha) vão ser usadas para comunicar promoções e concursos e as redes sociais, como o Facebook, passarão a ser palco privilegiado para a marca portuguesa, que quer conquistar os consumidores com mais de 12 anos. Por isso, o canal de venda privilegiado mantém-se nas tabacarias e cafés. “Nos hipermercados são os pais que compram. Os quiosques ou cafés ainda são o canal onde mais vendas de pastilhas Gorila fazemos”, diz Francisco Ramos.

Além das Gorila, a Lusiteca também alterou a imagem dos rebuçados Penha, Circo e Mouro e criou pela primeira vez em 44 anos um departamento de marketing. Até 2016, a intenção é duplicar o volume de negócios, que actualmente ronda os dez milhões de euros. A produção vai manter-se em Mem Martins onde a unidade fabril está preparada para produzir cinco mil toneladas de produto por ano. Actualmente, são produzidas 2,5 milhões de pastilhas por dia. Nos planos a longo prazo poderá estar a construção de uma fábrica fora de Portugal, mas para já as atenções estão viradas no mercado doméstico.

A quota de mercado da empresa portuguesa é mínima em comparação com os gigantes que dominam o sector das guloseimas. No segmento específico das chamadas bubble gums (que vale 10% do mercado total das pastilhas) detém uma fatia de 10%; o bolo é liderado pela Bubblicious, da Kraft Foods. “Não foi a concorrência que ganhou. A Gorila é que se deixou adormecer. Nós temos uma marca forte e isso faz-nos acreditar que é possível”, sublinha Francisco Ramos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Má Circulação Pedonal - Rua João XXIII

Esta situação é no mínimo ridícula... 
e mais uma situação reportada à CMS, pelo Sr. Luís Filipe.

(será que quando isto foi construído, ninguém reparou?)




Rua João XXIII - Casais de Mem Martins
Como facilmente as imagens o demonstram, o espaço deixado para estacionamento é excessivo, enquanto que o passeio reservado para o tráfego de peões é praticamente
inexistente – o que é agravado pelo facto de os automóveis geralmente estacionarem obstruindo grande parte do mesmo, como se vê na fotografia.

Um factor agravante desta situação é o facto de a mesma se dar junto a uma escola básica/jardim de infância (Escola do Povo das Mercês).