O Grupo de Teatro da Casa Estrela do Mar vai estar dia 17 de Novembro no Centro Cultural Casapiano (Belém) a inaugurar a exposição “O Tempo em 2725”, decorrente do trabalho com os jovens da Casa de Acolhimento Martins Correia. Esta exposição, com enfoque na educação artística e no teatro é o resultado de um trabalho desenvolvido desde o início de 2016. É aberta a toda a população, estão todos convidados!
Tempo em Algueirão Mem Martins
terça-feira, 15 de novembro de 2016
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
[Publico] Vai ser construído um novo hospital em Sintra
Ministério da Saúde vai investir na construção de
um novo hospital em Sintra e no alargamento do de Cascais, para servir mais
utentes das freguesias do município sintrense, anunciou esta sexta-feira o
presidente da autarquia. Segundo disse à Lusa Basílio Horta (PS), após uma
reunião com o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, o município
"precisa de uma rede de saúde que faça sentido e seja coerente".
"Essa rede de saúde passa fundamentalmente
pelo Amadora-Sintra, [e] passa pelo alargamento do Hospital de Cascais, com
mais um piso, prestando serviço não só às senhoras e aos jovens, mas a todas as
populações do âmbito territorial abrangidas pelo hospital, que se passará a
chamar Hospital Cascais-Sintra", explicou Basílio Horta.
O presidente da autarquia acrescentou que
"depois em Sintra será criado um polo multidisciplinar, porque tem anexo à
rede hospitalar uma rede de cuidados continuados e de convalescença", com
50 a 60 camas, além das urgências e cirurgia ambulatória.
"O senhor ministro informou que, no próximo
concurso que será aberto até ao fim do ano, irá ser colocada a obrigatoriedade
de, quem ficar com o Hospital de Cascais, aumentar um piso para servir as
freguesias de Sintra mais perto de Cascais", frisou o autarca.
As urgências do novo polo hospitalar de Sintra vão
contribuir para atenuar as urgências do Hospital Fernando Fonseca
(Amadora-Sintra) e, para isso, acaba a Urgência Básica de Algueirão-Mem
Martins, que apenas atendia a casos menos urgentes e sem a totalidade dos meios
de diagnóstico.
O autarca adiantou que vão avançar os estudos
preliminares para o novo hospital, que deverá ficar localizado em Sintra, junto
ao IC16, numa área "entre 20 a 30 mil metros quadrados".
"O senhor ministro tenciona assinar o
protocolo para o polo hospitalar de Sintra com a câmara na última semana de
Janeiro", apontou Basílio Horta, notando que a autarquia avança com o
investimento inicial e só em 2018 é que as verbas entram no Orçamento do
Estado.
Em termos de investimento, o autarca admitiu que a
nova unidade "não é inferior a 20 milhões, nem superior a 30 milhões de
euros".
Numa carta enviada a 18 de Outubro ao ministro da
Saúde, Basílio Horta e o presidente da assembleia municipal, Domingos Quintas
(PS), solicitaram uma reunião urgente para analisar "as formas de
colaboração" com vista à construção de um novo hospital em Sintra.
Os autarcas lembram que o Hospital Fernando
Fonseca, "construído e instalado para servir na sua área de influência
(Amadora e Sintra) uma população da ordem dos 300 mil utentes, serve
actualmente mais de 600 mil utentes".
Uma situação que "naturalmente gera situações
de enorme estrangulamento e dificuldades inultrapassáveis, em particular na
área das urgências hospitalares, dos internamentos e das consultas de
acompanhamento", acrescentam os autarcas na carta ao ministro.
No documento, os autarcas referem que o município
se compromete a apoiar na construção de um novo equipamento, estimado em 20
milhões de euros, através da "cedência do terreno necessário e com a
comparticipação de 30% do custo final do hospital (até seis milhões de
euros)".
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
4º Encontro Municipal de Juventude de Sintra
De 11 a 13 de Novembro!!! Para um participação significativa dos Jovens, o Encontro Municipal da Juventude de Sintra está aí e é para ti e é grátis!! Vêm, traz amigos e ajuda-nos a divulgar!!! Inscrições em: https://goo.gl/GCVGTg
[Observador] Universidade de Coimbra e empresa de resinas criam poliéster insaturado ‘verde’
Uma nova resina de poliéster
insaturado com matéria-prima de origem natural foi desenvolvida por
investigadores da Universidade de Coimbra e pelo produtor nacional de resinas
Resiquímica.
Uma nova resina de poliéster
insaturado com matéria-prima de origem natural foi desenvolvida por
investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e pelo produtor nacional de
resinas Resiquímica. A criação foi anunciada esta esta quarta-feira.
O novo produto, que já está no
mercado, resulta do projeto de investigação GreenUP, cujo objetivo era o
desenvolvimento de “novos poliésteres insaturados de mais alto valor
acrescentado à base de matérias-primas derivadas de fontes renováveis
(biológicas)”, afirma a UC, numa nota divulgada esta quarta-feira.
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| O poliéster 'verde' representa "um grande avanço no sentido da utilização de matéria-prima de origem biológica em produtos de uso corrente" |
Os poliésteres insatura dos
convencionais são produzidos a partir de derivados do petróleo.
O poliéster ‘verde’ representa “um
grande avanço no sentido da utilização de matéria-prima de origem biológica em
produtos de uso corrente”, afirmam Jorge Coelho e Arménio Serra, coordenadores
do projeto e docentes do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de
Ciências e Tecnologia da UC.
Os poliésteres insaturados são
utilizados no fabrico de diversos materiais, como, por exemplo, botões de
vestuário, bancadas de cozinha e tanques para armazenagem de produtos
alimentares, entre outros.
Além de competitivo em relação aos
atuais poliésteres de origem fóssil, o novo produto permite “reduzir
substancialmente a pegada de CO2 do produto final”, sublinham os
investigadores, citados pela UC.
“O poliéster insaturado desenvolvido
permitiu obter um material mais amigo do ambiente que reúne todas as
características necessárias para o seu desempenho adequado”, destacam.
“A crescente consciência ambiental das
sociedades para produtos com o menor impacto ambiental possível torna premente
o desenvolvimento deste tipo de tecnologias”, sustenta Jorge Moniz, da
Resiquímica.
Para desenvolver esta resina amiga do
ambiente, os investigadores recorreram a monómeros — “pequenas moléculas que se
vão ligando por repetição, gerando polímeros (moléculas maiores)” — de origem
vegetal.
O maior desafio deste projeto
“prendeu-se com a escolha criteriosa das matérias-primas (monómeros) e com o
desenvolvimento dos melhores processos de síntese para que, dominando as
variáveis do processo de fabrico, fosse possível obter as formulações corretas
que garantissem todas as propriedades térmicas e mecânicas, por forma a
atingirem-se as características adequadas para cada tipo de aplicação”, explica
Jorge Coelho.
“Foi um desafio altamente complexo”,
conclui o investigador da UC.
Com sede em Mem Martins (Sintra), a
Resiquímica é uma empresa “inteiramente portuguesa”, que se dedica à produção e
comercialização de “polímeros destinados às indústrias de tintas, vernizes,
adesivos e materiais compósitos”, refere a página eletrónica da empresa.
O projeto de investigação GreenUP foi
financiado por fundos comunitários, no âmbito do QREN (Quadro de Referência
Estratégica Nacional).
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