“Eu sou uma pessoa que observa muito. Enquanto crescia, muitas vezes fui obrigada a não me defender e a ficar calada, e isso me ajudou a observar mais e calar. Desde que entrei nesta indústria musical observei várias coisas. No que toca a ser uma mulher black existe muito colorismo. Muito preconceito com dark skin women, e isso é triste. Muitos dos homens que me fazem esse preconceito também são blacks. Acontece muito. Também acontece homens darem a dica nas mulheres, ‘ah, tu queres subir? Ok, vamos nos envolver. Se tu me deres a tua pipoca, eu te meto no topo’. Isso também acontece muito. É triste. E eu não preciso de dar o meu corpo para subir. Se for para subir, eu vou subir sozinha, mas não vou dar o meu corpo para me meteres no topo. Não preciso da tua ajuda. E já houve pessoas lá de cima a fazerem isso”, conta em franca e desarmante conversa com o Rimas e Batidas a rapper nascida na Tapada das Mercês e criada na linha de Sintra. “É difícil entrar na indústria musical, há muitas pessoas que dizem que te vão ajudar, mas depois não vão fazê-lo. As pessoas têm que ser persistentes. Eu tive que meter na minha cabeça que não podia contar com todo o mundo, mas também não podia desistir. Se é aquilo que eu quero, tenho que ser persistente e ir à luta.”
Tempo em Algueirão Mem Martins
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
COOKIE JANE // Trudumtumtum
https://www.rimasebatidas.pt/cookie-jane-se-for-para-subir-eu-vou-faze-lo-sozinha-mas-nao-vou-dar-o-meu-corpo-para-me-meterem-no-topo/
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
[Correio Manhã] Médica morre afogada em Alvor
A mulher de 68 anos que morreu domingo após ter sido retirada em paragem cardiorrespiratória do mar, na praia de Alvor, Portimão, era Maria José Reis, médica de família do Centro de Saúde de Algueirão Mem-Martins, Sintra, recentemente reformada.
De acordo com os seus antigos utentes, que lamentaram a morte nas redes sociais, a mulher encontrava-se de visita a uma filha.
O alerta foi às 13h50. Maria José Reis ainda foi assistida por nadadores-salvadores, Polícia Marítima, militares, bombeiros e INEM, mas morreu à chegada ao hospital.
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
'Green Swallow' em Mem Martins
Esta semana abriu na Av. Chaby Pinheiro uma nova loja, a 'Green Swallow'
quarta-feira, 8 de julho de 2020
[sintranoticias] Proteção Civil de Sintra desmente casos de infeção em prédios na Tapada das Mercês
O novo coronavírus, o Covid-19, tem originado "notícias falsas nas redes sociais que pretendem criar alarme social", alerta a Proteção Civil de Sintra, na sua página de facebook.
A Proteção Civil de Sintra desmentiu na sua página de facebook a existência de uma quarentena em dois prédios na Tapada das Mercês, afirmando que “são falsas as informações que circulam nas redes sociais sobre dois prédios em quarentena na Tapada das Mercês, freguesia de Algueirão-Mem Martins”, no concelho de Sintra.
Na mesma publicação aquele organismo esclarece que “as imagens utilizadas para difundir a falsa informação correspondem a uma intervenção policial, junto de um grupo de 26 pessoas que se encontravam em incumprimento no que diz respeito ao distanciamento social e ao consumo álcool na via pública”.
A Protecção Civil de Sintra reforça a importância no acesso a fontes de informação verdadeiras para evitar as noticias falsas nas redes sociais que “pretendem criar alarme social”.
terça-feira, 16 de junho de 2020
KFC inaugura novo restaurante em Mem Martins
São cada vez mais os restaurantes KFC em Portugal. Neste momento, a marca já tem todos os seus estabelecimentos a funcionar em Portugal, pelo que é altura de retomar o plano de expansão pelo nosso país. Assim, acaba de inaiguruar um novo restaurante em Mem Martins, em plena linha de Sintra.
Muito bem localizado junto ao IC 19, perto da saída para Mem Martins, este novo restaurante KFC conta com uma ampla sala, duas esplanadas, serviços de Drive, Delivery e Playground. Esta nova unidade vem criar 25 novos postos de trabalho.
De resto, realçar que todos os restaurantes da KFC estão a aplicar um rigoroso plano de segurança. Estão agora identificados percursos de circulação e foi aplicada sinalética de apoio ao distanciamento social, sendo que muitos deles possuem excelentes esplanadas. No interior, é garantida a boa ventilação e renovação frequente de ar através da abertura de portas e janelas, tendo ainda sido reforçada a desinfeção e limpeza de todos os equipamentos.
E claro, também naqueles pedidos via Uber Eats ou Glovo, as encomendas são seladas e sem contacto, garantido a máxima segurança.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
[dinheiro vivo] Gastos com graffitis numa década davam para CP comprar um comboio novo
Limpeza dos desenhos custou 3,4 milhões de euros entre 2008 e 2019, mas ainda é insuficiente para retirar tudo. Transportadora reclama mais verba.
Os graffitis nos comboios não impedem apenas os passageiros de apreciarem a paisagem. A limpeza destes desenhos custou à CP nada menos de 3,4 milhões entre 2008 e 2019, despesa que permitiria à empresa comprar um comboio novo. Só entre 2010 e abril deste ano registaram-se mais de 12 mil atos de vandalismo no material circulante, de norte a sul do país. A companhia de transporte ferroviário exige ao Estado mais dinheiro para garantir a limpeza de toda a frota.
“O graffiti do material circulante é um ato de vandalismo”, refere fonte oficial da CP ao Dinheiro Vivo. O impacto destas pinturas não é meramente estético: prejudica utentes, maquinistas e contribuintes. A transportadora lembra que “quando é grafitado o vidro da cabine de condução, o maquinista fica sem condições de trabalho“.
E se os desenhos ocuparem a totalidade da janela, os ocupantes não sabem onde estão. A empresa assinala também que “uma frota de comboios limpa de graffitis é um contributo valioso para a perceção da qualidade do serviço prestado e da segurança do transporte ferroviário pelos clientes”.
Quem são os writers?
Os autores dos graffitis nos comboios são conhecidos como writers e desenham uma assinatura com letras que correspondem ao seu pseudónimo e que se repetem em todos os locais que são pintados. ”A sua origem social, étnica ou política é plural: existem ricos e pobres, comunistas e capitalistas a pintar comboios”, explica Pedro Soares Neves, da Urban Creativity, em declarações ao Dinheiro Vivo. A “grande maioria destes autores é jovem e do sexo masculino”, acrescenta o também investigador Ricardo Campos.
O hábito de pintar comboios nasceu em Nova Iorque, na década de 1970. “A base desta cultura é a aquisição de visibilidade e prestígio entre os pares. Para adquirir reputação é necessário pintar muito e bem. Também entra na equação o risco associado às ações, pelo que pintar uma carruagem do metro ou do comboio é geralmente mais valorizado”, contextualiza Ricardo Campos. Considerando que “é muito difícil conter estas manifestações” e que os writers “desenvolvem táticas de contorno à vigilância e repressão”, os dois investigadores sugerem o envolvimento das empresas de transporte. Embora já tenha trabalhado com associações e artistas de arte urbana, a CP diz que, “no momento atual, não está prevista a realização de iniciativas neste âmbito” para limpar a imagem dos comboios e dos gastos.
https://www.dinheirovivo.pt/empresas/gastos-com-graffitis-numa-decada-davam-para-cp-comprar-um-comboio-novo/
Os graffitis nos comboios não impedem apenas os passageiros de apreciarem a paisagem. A limpeza destes desenhos custou à CP nada menos de 3,4 milhões entre 2008 e 2019, despesa que permitiria à empresa comprar um comboio novo. Só entre 2010 e abril deste ano registaram-se mais de 12 mil atos de vandalismo no material circulante, de norte a sul do país. A companhia de transporte ferroviário exige ao Estado mais dinheiro para garantir a limpeza de toda a frota.
“O graffiti do material circulante é um ato de vandalismo”, refere fonte oficial da CP ao Dinheiro Vivo. O impacto destas pinturas não é meramente estético: prejudica utentes, maquinistas e contribuintes. A transportadora lembra que “quando é grafitado o vidro da cabine de condução, o maquinista fica sem condições de trabalho“.
E se os desenhos ocuparem a totalidade da janela, os ocupantes não sabem onde estão. A empresa assinala também que “uma frota de comboios limpa de graffitis é um contributo valioso para a perceção da qualidade do serviço prestado e da segurança do transporte ferroviário pelos clientes”.
Quem são os writers?
Os autores dos graffitis nos comboios são conhecidos como writers e desenham uma assinatura com letras que correspondem ao seu pseudónimo e que se repetem em todos os locais que são pintados. ”A sua origem social, étnica ou política é plural: existem ricos e pobres, comunistas e capitalistas a pintar comboios”, explica Pedro Soares Neves, da Urban Creativity, em declarações ao Dinheiro Vivo. A “grande maioria destes autores é jovem e do sexo masculino”, acrescenta o também investigador Ricardo Campos.
O hábito de pintar comboios nasceu em Nova Iorque, na década de 1970. “A base desta cultura é a aquisição de visibilidade e prestígio entre os pares. Para adquirir reputação é necessário pintar muito e bem. Também entra na equação o risco associado às ações, pelo que pintar uma carruagem do metro ou do comboio é geralmente mais valorizado”, contextualiza Ricardo Campos. Considerando que “é muito difícil conter estas manifestações” e que os writers “desenvolvem táticas de contorno à vigilância e repressão”, os dois investigadores sugerem o envolvimento das empresas de transporte. Embora já tenha trabalhado com associações e artistas de arte urbana, a CP diz que, “no momento atual, não está prevista a realização de iniciativas neste âmbito” para limpar a imagem dos comboios e dos gastos.
https://www.dinheirovivo.pt/empresas/gastos-com-graffitis-numa-decada-davam-para-cp-comprar-um-comboio-novo/
Subscrever:
Mensagens (Atom)





