06/02/2010

Chove dentro da esquadra da PSP de Mem Martins

Em dias chuvosos, o interior da esquadra da PSP de Mem Martins, Sintra, tem de estar repleto de baldes de água. Inúmeras infiltrações no telhado fazem com que a chuva caia no interior da esquadra.

As instalações policiais em Mem Martins foram inauguradas em 2004, servindo na altura para alojar um posto da GNR. No princípio de 2009, com as mudanças territoriais, a GNR cedeu o lugar à PSP na esquadra. "Recebemos os primeiros relatos de chuva em Novembro de 2009", disse ao CM José Mendes, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) de Lisboa. Fonte oficial da PSP confirmou a degradação da esquadra de Mem Martins. "Aguarda-se apenas por verba do comando metropolitano da PSP de Lisboa para proceder à reparação", referiu uma fonte oficial.

Noticia Correio da Manhã

4 comentários:

  1. Não me admirei nada quando li esta noticia num Jornal, pois era de esperar que mais cedo ou mais tarde isto viesse a acontecer.
    Quem conheçe a nossa Freguesia e viu construir muitos predios, sabe a priori que estamos assentes em zona de rocha, e para agravar mais essa situação a Esquadra foi feita no melhor sitio possivel, pois não havia mais nenhum sitio senão a beira da Linha do comboio.
    Ou seja com as vibrações constantes da passagem do comboio seria inevitável que as brechas começassem a aparecer, e isto é so o começo, ja para não falar no mau estar constante de quem habita ou trabalha a beira da passagem de comboios.
    Portugal no seu melhor, gasta-se sem se pensar.
    Edifios publicos, esquadras e quarteis de bombeiros estão sob medidas especias de constução, mas o Estado não leva isso em conta!

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  2. Um edifício tão recente e chove lá dentro já. Bela qualidade de construção.

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  3. É incrível como instalações com 5 ou 6 anos já estão naquele estado.
    A questão aqui tem, também, a ver com dinheiros públicos, ou seja o dinheiro dos nossos impostos.
    As obras públicas deviam ser adjudicadas com mil cuidados, com apreciações correctas dos projectos e serem alvo de fiscalização apertadíssima durante a sua construção para depois não acontecerem casos como este.
    Infelizmente situações destas são ás centenas, o estado, as câmaras e as juntas entregam obras a construtores incompetentes, não se preocupam com as obras durante o seu curso e depois, no fim, recebem presentes destes...

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  4. Adjudicadas com mil cuidados? Mesmo que sejam adjudicados com mil cuidados o trolha/pedreiro/construtor se for preciso até desvia materiais, altera a sua composição, altera o projecto desde que a fiscalização não saiba ... Isso tem muito a ver com falta de civismo e formação da maioria desses péssimos profissionais com empresas pequenas e grandes e que cobram balúrdios à hora para uma qualidade de trabalho que não vale 1/10 do que recebem.

    A título de pequeno exemplo que não se enquadra na totalidade neste tipo de obras públicas, basta arranjar alguém para nos fazer obras em casa para ver a relação preço-qualidade: pequenos trabalhos custam algumas centenas de euros, fazem-se em meia dúzia de dias e quando vemos o que foi o resultado final é que percebemos o quanto fomos largamente aldrabados. Os orçamentos são feitos em cima do joelho, se possível sem declaração de impostos e os preços são estipulados a olhómetro: muito caros se não querem fazer o trabalho ou se o cliente tiver ar de quem tem papel. E depois, cumprir com prazos e datas, é utópico. Os que não são assim, são a clara excepção à regra.

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