27/02/2012

Acidente Mortal - Estrada Ouressa/Sintra

Acidente mortal na noite de 25 de Fevereiro, na Estrada que faz a ligação entre Mem Martins e Sintra, junto à Portela de Sintra.

Apenas pergunto: "Como é que não há mais acidentes nesta Estrada?"

A velocidade de muitos veículos nesta estrada é totalmente irracional...



 
"Ouvi um estrondo horrível e depois ouvi rapazes a gritar, desesperados que o carro ia explodir e ia matar os dois que lá estavam dentro. Os três queriam virar o carro para tirar os outros, que já deviam estar esmagados. Foi um choque muito violento", conta ao CM Maria Ventura, 69 anos, moradora na avenida do Movimento das Forças Armadas, na Portela de Sintra, onde ocorreu o despiste, pelas 02h05.
Diogo Pires e Alberto – que estaria ao volante do BMW, sem carta de condução – já não respiravam quando os bombeiros chegaram. Os dois estavam encarcerados e tiveram morte imediata. Os amigos, de 19, 23 e 27 anos, sofreram escoriações.
"Um dos bombeiros disse-me que o meu filho não sofreu, que foi imediato. Vi-o dentro do saco, sem vida", desabafou ao CM Celestino Pires, pai de Diogo, que trabalhava no restaurante Café de Paris, em Sintra. Excesso de velocidade é apontado como causa do despiste, que é investigado pela GNR. 

O acidente que vitimou Diogo e Alberto ocorreu três horas após o primeiro ter acabado o seu turno no restaurante Café de Paris – onde trabalhava com o pai –, pelas 23h00, altura em que os amigos o foram buscar. "Devem ter ido divertir-se. O despiste já foi a caminho de casa", contou ao CM uma funcionária do restaurante. "Ontem saí do restaurante mais cedo, o Diogo trabalhava até mais tarde. De madrugada recebi a chamada da minha ex-mulher a dizer que o Diogo estava morto. Um dos jovens que esteve no acidente ligou-lhe", conta o pai. Celestino é chefe de cozinha no Café de Paris há vários anos, onde o filho trabalhava. "Era tão animado e novo, é muito injusto. Os filhos não deviam ir primeiro que os pais", lamentou.

1 comentário:

  1. Noticia terrivel a morte de um filho!

    Imagino o desgosto dos pais.

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