01/07/2013

Colisão com carro mata jovem de 25 anos que seguia de bicicleta

Noticia Jornal de Noticias

Um jovem de 25 anos morreu, esta segunda-feira de manhã, na sequência da colisão entre um veículo ligeiro e a bicicleta em que seguia, na Tapada das Mercês, freguesia de Algueirão - Mem Martins, concelho de Sintra.



O jovem seguia de bicicleta quando a colisão com um veículo ligeiro lhe provocou a morte, na avenida Miguel Torga, junto à estação de comboios da CP da Tapada das Mercês, na freguesia de Algueirão - Mem Martins, no concelho de Sintra.
O alerta foi dado às 11.31 horas, segundo confirmou ao JN o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.

A vítima mortal tinha 25 anos, segundo a mesma fonte. A condutora do veículo ligeiro, de 52 anos, não sofreu ferimentos.
Nas operações de socorro estiveram os Bombeiros Voluntários de Algueirão - Mem Martins com dois veículos e sete elementos, a PSP com dois veículos e o INEM com uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), de acordo com o CDOS.

6 comentários:

  1. O acedente aconteceu quando eram 10:30h
    e só por volta do 11:31 é que chegou o INEM, depois tentaram reanima-lo sem sucesso numa maca depois o INEM voltou a colocar o corpo no chão dentro de um saco amarado no chão e la ficou durante 6 horas a espera do medico do instituto legal de medicina e nem chegou de aparecer... um dos policias ouvio um dos familiares a chamar a SIC imediatamente colocou o corpo numa das carripanas da policia que estava já estacionada a muito tempo...
    A família só reconhece a vitima devido a mochila que levava e a bicicleta, porque nenhum dos policias deixou-lhes ver o corpo e disse que se a família quisesse reconhecer o corpo tinha que ir até Lisboa onde o corpo seria levado.

    Fiquei muito triste por o corpo ter sido tratado como um cão... e tbm deveria ter sido levado por um medido e numa carrinha de instituto legal de medicina

    ResponderEliminar
  2. e o mais triste é saber que esse jovem estava na passadeira a espera de atravessar como é que isto é possivel

    ResponderEliminar
  3. Lamento a morte como é obvio... Contudo não posso deixar de repudiar a forma como muitos ciclistas se apresentam nas vias, inclusive nas passadeiras sendo que as mesmas devem ser passadas a pé e não de bicicleta. Por outro quero manifestar a minha indignação pela forma como constantemente são desrespeitadas as passadeiras, as multas deviam ser severas. Para concluir manifestar uma vez mais o desagrado pelo estacionamento abusivo com os peões a terem que se deslocar para a estrada, junto á BCA e Campo do Mem Martins é por demais, com um estacionamento perto vejo constantemente carros estacionados em sitio de estacionamento proibido, em cima do passeio, os peões têm que ir para a estrada, os carros praticamente têm que ir para a via contrária para conseguirem passar. Por onde anda a policia municipal? possivelmente no pingo doce de São Carlos a tomar o pequeno almoço porque sempre que lá vou estão lá uns tantos...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Tenho que discordar do comentário anonimo acima que repudia a forma como os ciclistas se apresentam nas vias e a forma como os peoes nao atravessam nas passadeiras. As cidades sao feitas para as pessoas e nao para os carros. Impor numa cidade que para atravessar a rua se tenha que ir para a passadeira esperar o sinal vermelho, é impor a ditadura do automovel às pessoas. Dentro da cidade os carros deveriam circular a 30m/h, excepto em corredores de circulacao, certas ruas bem sinalizadas onde a circulaçao a 50km/h seria tolerada. Se a realidade fosse amiga dos peoes e dos ciclistas, a rua onde ocorreu o acidente seria toda ela uma enorme passadeira, principalmente junto a estacao dos comboios, com velocidade maxima de 30km/h e onde a prioridade dos peoes e bicicletas seria máxima. Qualquer peao ou bicicleta que tentasse atravessar em frente a estacao e ao centro comercial, deveria fazer parar os carros, que circulariam no maximo a 30km/h em frente a estacao dos comboios. Os meus pesames por mais este acidente evitavel. Também gosto muito de andar de bicicleta e acho que é o transporte do futuro pois o gasoleo cada dia esta mais caro, mas infelizmente tenho muito medo dos carros e por isso ou vou a pé, ou de transportes ou de carro. De bicicleta tenho muito medo porque os carros nao respeitam os outros usuarios da via publica. Mais uma vez os meus pesames.

      Eliminar
  4. Quero discordar do ultimo comentario que diz que os peoes atravessam fora das passadeiras. A zona onde se deu o acidente devia ser uma enorme passadeira (toda a rua) e os carros deveriam andar no maximo a 30km/h e parar caso qualquer ciclista ou peao quisesse atravessar. As cidades sao para as pessoas, os carros que queiram andar dentro das cidades teem que respeitar quem lá vive e nao impor as suas regras do código da estrada a quem anda a pé ou de bicicleta, sejam criancas ou adultos. Fora das cidades e aglomerados urbanos concordo que se deva respeitar o código da estrada, mas dentro das cidades quem deve ser respeitado sao os peoes, pessoas ou crianças. Se querem que os peoes atravessem na passadeira, entao criem ruas que sao só passadeiras e os carros a andar a 30km/h. Mais respeito por quem anda a pé ou de bicicleta. Dentro da cidade ou aglomeracao deveria haver uma unica rua bem sinalizada onde os carros circulassem no maximo a 50km/h, todas as outras ruas a 30km/h. Mais respeito pelas pessoas e pelos peoes e ciclistas. Os meus pesames, um acidente evitavel mas que ocorrem as centenas todos os anos em Portugal pela nossa falta de cultura face aos peoes e ciclistas.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obviamente que não se pode pedir às pessoas que circulem a 30km/h, se nem os 50 km/h cumprem. Isso é impor uma ideologia sem resolver um problema. Mas tudo o resto, devo concordar. A tapada das mercês foi construída num declive que hoje deveria ser um pinhal verde equipado para usufruto público, e no entanto é mais um atentado urbanístico típico deste concelho e arredores. Não há segurança na circulação de pessoas e muito menos de bicicletas, até porque as vias são inclinadas e sem nenhum canal reservado para a sua circulação. Para além disso, mais do que impor regras e limites de velocidades, era mesmo impor ética e disciplina na condução, que cá existe em muita falta. O resto, as pessoas circularem mais devagar e com maior responsabilidade, vem de arrasto. Mas é claro, acidentes são isso mesmo, acidentes, e vão continuar a acontecer, ainda que com menor gravidade e em número inferior.

      Existe um talho junto da estação onde a determinadas horas um veículo pesado de mercadoria de carnes estaciona mesmo em frente da passadeira, cortando totalmente a visibilidade da passadeira e criando uma grande insegurança. Esse veículo deveria ter lugar próprio para descargas ou, pelo menos, ter algum sítio mais seguro para estacionar.

      Eliminar