Tempo em Algueirão Mem Martins

sábado, 5 de setembro de 2015

[Correio Manhã] Chamas escondiam homem assasinado no Algueirão

Um corpo foi descoberto anteontem, ao fim da tarde, pelos Voluntários do Algueirão que apagavam um fogo numa pequena mata daquela freguesia do concelho de Sintra, nas traseiras do supermercado ‘Lidl’.

As chamas não apagaram totalmente vestígios
da vivência entre a vítima e o alegado homicida
Sem identificação, o corpo masculino aparenta cerca de 30 anos e tem traços fisionómicos que revelam tratar-se de um imigrante de Leste que terá sido morto, na altura, por um compatriota, apanhado pela GNR, posto do Algueirão, momentos após a descoberta do cadáver. 

O indivíduo, detido pela suspeita de ter perpetrado o homicídio, foi visto a fugir do local onde eclodiram as chamas. Natural da Ucrânia, tem 48 anos e estará em Portugal há três ou quatro, segundo confessou. Aliás, homem de poucas palavras, não se mostrou surpreendido ao ser apanhado pela Guarda. Ultimamente, o suspeito fazia de residência a mata consumida pelo fogo. Ali, tudo o indica, viveria com a vítima e outros imigrantes de Leste. “São indivíduos, indigentes, que costumam fazer compras naquele supermercado e depois vão comer para a mata onde também já dormem”, contou ao Correio da Manhã uma testemunha. 

Como tal, na zona ardida permanecem muitos indícios dessa vivência: alimentos (ovos, frutas, legumes, leite, vinho...), roupas, calçado e destroços de um divã. Alguns desses indícios são recentes: terão sido colocados no local já depois do incêndio. A mesma testemunha salientou ainda que a vítima mortal, quando encontrada, apresentava algumas queimaduras na parte inferior do corpo. Daí que se suspeite que o crime tenha sido executado antes do deflagrar das chamas. Suspeitas que só serão confirmadas pela autópsia realizada ao corpo, que já foi entregue à Polícia Judiciária, autoridade que se encontra a investigar o caso. Quanto às razões que podem estar na origem do crime, só o detido, possivelmente, as poderá dar a conhecer. IMIGRANTES DE LESTE CASO RARO Este tipo de crime é raro na freguesia Algueirão/Mem Martins. Segundo as autoridades policiais, não há registos de problemas graves entre a população local e os imigrantes de Leste, e muito menos de assassinatos violentos entre compatriotas como se tratará neste caso. INDIGENTES São muitos os imigrantes oriundos de países de Leste que vivem em condições infra-humanas, sujeitando-se a todo o tipo de trabalhos. Alimentam-se com produtos já cozinhados ou que não precisam de lume (fruta), e dormem onde podem, por vezes ao relento. CRIMINALIDADE A criminalidade perpetrada entre imigrantes de Leste releva um nível de violência muitas vezes extremo, pelo que os dados sobre a criminalidade em Portugal revelam um aumento do nível de violência no País, desde há três/quatro anos com a chegada destes imigrantes.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/chamas-escondiam-homem-assassinado-no-algueirao

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Serviços de saúde para Algueirão Mem Martins

Informações úteis sobre os cuidados de saúde afectos à freguesia de Algueirão Mem Martins

Na barra lateral direita do blog, acrescentei os links para o 'Portal da Saude' com a informação dos Serviços do Serviço Nacional de Saúde afectos à nossa vila... [clica]

Centro de Saúde de 
Algueirão - Mem Martins

Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Tapada das Mercês 

Unidade de Saúde Familiar Natividade


Serviço de Urgência Básica de Sintra 


Hospital Dr. Fernando Fonseca


HPP Hospital de Cascais Dr. José de Almeida


Algueirão - Bairro da Coopalme

No Algueirão, junto à linha do comboio, próximo do antigo ‘Casal de Vale do Milho’ e do Antigo ‘Casal da Cavaleira’ foi implantado o ‘Bairro da Coopalme’

O que significa COOPALME? 
Coop
. de Habitação Económica de Algueirão-Mem Martins, Scarl,
 e teve inicio no alvará de loteamento em 1989, com a sua sede na rua cima de Fanares 29, em Mem Martins

O projecto acabou por não ser concluído, ficando muitas infraestruras básicas por realizar. O bairro cresceu mais do que o projecto inicial, e também foi utilizado para realojamento de várias famílias.
A Cooperativa acabou por entrar em processo de falência, sem antes cumprir com os compromissos assumidos com os seus associados.

Esta Cooperativa também construiu uma Urbanização na Serra das Minas e em Massamá

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Gelados em AMM

… e em pleno verão sabe bem 1 gelado!!!
E onde podemos comer um bom gelado por Algueirão Mem Martins???


Noutros tempos existia a ‘Marivel’, a gelataria no Galaxia e na pastelaria ‘Granada’ existia uma maquina de gelados que eu adorava...

E agora??? onde posso comer 1 bom gelado na nossa vila?

domingo, 23 de agosto de 2015

Falta de 'passeio publico'

Logo após o terramoto 1755, pensou-se em dotar a cidade de Lisboa de um espaço publico para o convívio dos lisboetas, o 'passeio publico'

... em Mem Martins, até 2015, nunca se conseguiu pensar em algo semelhante... 

xxxx
(...) Logo a seguir ao terramoto de 1755, o Marquês de Pombal pensa dotar a cidade de um grande jardim público, onde os lisboetas possam conviver entre si. O novo "passeio" é construído a norte do Rossio, em terrenos conquistados aos arredores. Em breve se torna o mais frequentado lugar da capital, atingindo o grande objectivo do Marquês: amalgamar as classes sociais, fazendo despontar novos hábitos. No início do século XIX, o Passeio é restaurado e favorecido com novo gradeamento e novos portões. (...)

MARINA TAVARES DIAS , excertos de 
LISBOA DESAPARECIDA, volume I
Pormenores de estereoscopias
de Emílio Biel (Arquivo MARINA TAVARES DIAS)


A historia do 'Passeio Publico' [clica]

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

GROGNation no 'Concerto da Juventude' em Mem Martins 2015 (video)

Imagens da actuação dos 'Grognation' no 'Concerto da Juventude' no passado sábado na Quinta de Sta Teresinha em Mem Martins

clica abaixo para ver o video

GROGNation - Sumol Summer Fest 2015 (video)

Actuação dos 'Grognation' na Ericeira, 
no Sumol Summer Fest! no passado dia 04/07/2015


clica abaixo para ver video

domingo, 9 de agosto de 2015

OpiniãoAMM: A saúde em Algueirão Mem Martins

Texto Luis Carlos Parreira
(membro da assembleia de freguesia)



Dos profissionais, aos utentes, dos que estão doentes aos que tratam quem precisa, todos merecem ter condições dignas.

Aos homens e mulheres que com as mãos mergulhadas na dimensão maior da sua existência, tratando, reparando e cuidando dos doentes, muitas vezes, trabalham sem as condições mínimas.

A Eles que tudo fazem por nós, nunca lhes agradecemos tudo aquilo que merecem.
Anunciado em Abril de 2014, pelo Sr Presidente da Câmara Municipal de Sintra, será criada uma “cidade da saúde” no terreno das antigas instalações da fábrica da Messa, projeto esse que, segundo o Presidente da autarquia, é já reconhecido pelo Ministério da Saúde.

Em Janeiro do presente ano foi celebrado e assinado o protocolo para a instalação de quatro unidades de saúde no Concelho de Sintra.

Uma delas contempla a freguesia de Algueirão Mem-Martins, que segundo a clausula 1ª do protocolo assinado pela C.M.S e Ministério da Saúde será a “ instalação de uma Unidade de Saúde em Algueirão Mem-Martins, nos terrenos da antiga fábrica da Messa, em substituição da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Algueirão, da Unidade de Saúde Familiar Natividade (Ouressa), da Unidade de Saúde Pública Sintra, da Unidade de Cuidados na Comunidade Cruzeiro e do Espaço Jovem”.

Assim sendo, segundo o Presidente da Câmara, esta “cidade da saúde” iria centrar diversos polos de interesse na área da saúde, como um centro tecnológico para a indústria farmacêutica e um centro de saúde com 30 médicos para servir 62 mil utentes.

Também é público que, para esta obra, a autarquia diz ter disponível cerca de 2 milhões de euros.

Depois de tanta poupança feita nestes dois anos de mandato, e do anúncio desta “cidade da saúde” ter sido tornado público, através dos órgãos de comunicação social, fica a questão no ar.

O protocolo foi assinado pela C.M.S e M.S e os dois milhões de euros estão disponíveis, a população de Algueirão Mem-Martins anseia por um Centro de Saúde novo e com condições para quem lá trabalha e o utiliza.

Uma população envelhecida, e com muitas carências, onde todos os dias dezenas de utentes esperam horas seguidas, ao frio, ao vento, com crianças ao colo, por uma consulta, onde por vezes depois de tanto esperar, são informados que as vagas do dia estão preenchidas e terão de voltar a tentar no dia seguinte.

Uma situação, que se torna insustentável, e que não se pode arrastar por mais tempo. Está na hora de dizer basta e exigir que seja cumprido o que foi anunciado e assinado.

O que espera o sr. Presidente da câmara para avançar com a construção da “cidade da saúde”?