Resultado das eleições Autárquicas 2017, para a Assembleia de Freguesia de Algueirão Mem Martins, com a reeleição com maioria absoluta de Valter Januário, como Presidente da Junta de Freguesia.
Tempo em Algueirão Mem Martins
terça-feira, 3 de outubro de 2017
domingo, 1 de outubro de 2017
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Novos passeios no 'Bairro de São Carlos'
O 'Bairro de São Carlos' em Mem Martins já merecia novos passeios...
... substituído os antigos blocos de betão.
... substituído os antigos blocos de betão.
sábado, 16 de setembro de 2017
2 milhões (2.000.000) de visualizações…
Nesta semana o 'Blog Algueirão Mem Martins' festejou
e no dia do aniversário atingiu
os 2 milhões (2.000.000) de visualizações…
(excelente prenda)
MUITO OBRIGADO…
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Workshops 'Mamãs sem duvidas!' em Mem Martins
No próximo dia 18 de Setembro, na Farmácia Ouressa, um Workshop com o tema "Amamentação" que irá decorrer a partir das 18h.
Na loja na Rua Francisco Sá Carneiro nº31,
no bairro de Ouressa em Mem Martins
terça-feira, 12 de setembro de 2017
'Cuca Roseta' em Mem Martins
A fadista 'Cuca Roseta' foi comunicando nas Redes Sociais a sua actuação em Mem Martins, no passado sábado [10set2017]
Festival de Folclore de Mem Martins 2017 (video)
No passado sábado realizou-se em Mem Martins o anual e tradicional Festival de Folclore
sábado, 9 de setembro de 2017
Candidatos à Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins [2017]
Calmamente vão sendo conhecidos os
candidatos à Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins, mas a
divulgação parece-me fraquinha...
Aqui deixo os nomes que já conheço, mas
provavelmente há mais...
Vitor Ferreira
Coligação Democrática Unitária [CDU]
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Luís Marques da Silva
Juntos pelos Sintrenses
[PSD + CDS-PP + PPM + MPT]
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Miguel Magalhães
Bloco de Esquerda [BE]
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Paulo Marto
Sintra SIM [PDR + JPP]
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Jorge Almeida
Partido
Nacional Renovador [PNR]
Caminhadas em Mem Martins às 4ªs e sabados
No passado dia 2 de setembro, iniciou-se mais uma temporada das caminhadas organizadas pela Funta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins.
À semelhança dos anos anteriores, as caminhadas realizam-se às quartas-feiras e aos sábados, com partida prevista para as 18h30, na Quinta do Butler, em Mem Martins.
Para participar poderá fazer a sua inscrição prévia junto dos serviços da Junta de Freguesia ou aparecer à hora de partida na Quinta do Butler.
domingo, 27 de agosto de 2017
Larmanjat - Requiem
Sem causar grande espanto na opinião pública, e apenas 2 anos após a sua inauguração, o Diário Ilustrado de 08/04/1875 publicava: «a partir de hoje o Larmanjat suspende provisoriamente as carreiras de passageiros, mantendo-se contudo as de mercadorias»
Mas o mais curioso é que no mesmo número desse jornal, como aliás em alguns outros, a ‘Lisbon Steam Tranway Company’ publicou um anúncio onde se lia: «a contar do dia 8 do corrente em diante será interrompido o serviço de passageiros do Larmanjat». Poucos dias depois, a 16 de Abril podia ler-se no Jornal do Comércio «MORREU O LARMANJAT – a empresa da linha férrea do systema denominado Larmanjat foi entre nós uma tentativa malograda. Mais de mil contos de reis estão hoje completamente aniquilados nos trabalhos e no material dessa linha, irrevogavelmente condenados pelas incontestáveis demonstrações da experiência. Lamentamos a perda de um capital considerável; e pesa-nos que se frustrassem os esforços empregados em benefício da viação entre Lisboa e Sintra»
Como fecho da “estória” transcreve-se uma poesia, aliás de fraco valor poético, da autoria de Luis de Araújo publicada no Diário de Noticias:
Necrológio do Larmanjat
pobre, pobre Larmanjat
não descarrilas já!
de ti hoje resta apenas
umas barracas pequenas
uns poços de d’agua salobra
tabuas que arrancam rapazes
mil raills aos ‘zigue-zagues’
similhando enorme cobra!
há uma circunvalação
um enorme barracão
que se chamava estação
machinas e vagons velhos
pregos idem de sobejo
enorme material
augura um triste final.
Texto de Zé de Fanares e Hugo Nicolau
sábado, 26 de agosto de 2017
Larmanjat “a noticia”
O acontecimento da chegada do Larmanjat a Sintra foi, como não podia deixar de ser, “a notícia”. Saloios e alfacinhas, pobres e ricos, novos e velhos e principalmente gente letrada, incluindo a classe política, não falavam de outra coisa. Em Mem Martins, muitos gabavam-se de ter assistido à sua primeira passagem, na Estrada Real.
Os jornais da época não ficaram indiferentes. Transcreve-se a notícia publicada no diário ilustrado do dia 3 de Julho de 1873: «Ás 9horas da manhã de hontem, 2 de Julho, partiu da estação provisória das portas do Rego um comboyo, levando muitos dignitários e os representantes da imprensa de Lisboa. A locomotiva era o nº7 e puxava quatro carruagens.
O trajecto entre as estações de Lisboa e Cintra fez-se regularissimamente em duas horas menos cinco minutos. Houve três paragens de alguns minutos em Bemfica; no Cacem e em Reinholas, consumindo-se entre todas não mais talvez de um quarto de hora, e metendo a machina água, nas duas últimas (…)
Na estrada, à saída de Lisboa, muito povo presenceava este acontecimento notável, que representa mais um passo no caminho do progresso d’este paiz. Em todo o caminho havia muito quem o saudasse. E na Villa Estephania, estavam junto da estação, adornada com flôres e bandeiras, muitas damas e muitos cavalheiros; a charanga de lanceiros que tocava o hymno de el-rei o sr.D.Luiz I; e uma força de infanteria 5.
Era geral a alegria que se manifestava no semblante de todos. Subiram ao ar muitos foguetes. A impresa de Lisboa prestou a devida homenagem a este melhoramento que vae collocar, para assim dizermos, o paraíso de Byron ás portas da capital do reino»
Texto de Zé de Fanares e Hugo Nicolau.
Os jornais da época não ficaram indiferentes. Transcreve-se a notícia publicada no diário ilustrado do dia 3 de Julho de 1873: «Ás 9horas da manhã de hontem, 2 de Julho, partiu da estação provisória das portas do Rego um comboyo, levando muitos dignitários e os representantes da imprensa de Lisboa. A locomotiva era o nº7 e puxava quatro carruagens.
O trajecto entre as estações de Lisboa e Cintra fez-se regularissimamente em duas horas menos cinco minutos. Houve três paragens de alguns minutos em Bemfica; no Cacem e em Reinholas, consumindo-se entre todas não mais talvez de um quarto de hora, e metendo a machina água, nas duas últimas (…)
Na estrada, à saída de Lisboa, muito povo presenceava este acontecimento notável, que representa mais um passo no caminho do progresso d’este paiz. Em todo o caminho havia muito quem o saudasse. E na Villa Estephania, estavam junto da estação, adornada com flôres e bandeiras, muitas damas e muitos cavalheiros; a charanga de lanceiros que tocava o hymno de el-rei o sr.D.Luiz I; e uma força de infanteria 5.
Era geral a alegria que se manifestava no semblante de todos. Subiram ao ar muitos foguetes. A impresa de Lisboa prestou a devida homenagem a este melhoramento que vae collocar, para assim dizermos, o paraíso de Byron ás portas da capital do reino»
Texto de Zé de Fanares e Hugo Nicolau.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
[Diário de Noticias] De fio em fio, se ganha a liderança mundial
A Filkemp é uma PME com fábrica nos arredores de
Lisboa, líder mundial no mercado dos fornecedores de fios técnicos para tecer
as telas para as máquinas da indústria de produção de papel.
A notícia não chegou às primeiras páginas dos jornais,
mas no final de julho foi pescado um tubarão de 400 kg e quase três metros de
comprimento, cinco milhas ao largo da ilha da Fuzeta, no Algarve. Entre a
mordida no anzol e a captura do animal passaram quase duas horas de intenso
combate, só possível graças à qualidade e alta resistência do fio usado na
pescaria, produzido pela Filkemp. Uma PME portuguesa que é líder mundial no
mercado de filamentos para uso industrial. Nunca ouviu falar? É normal, garante
José Inglês, vice-presidente para as áreas de Vendas e Marketing da empresa.
"Não é uma empresa muito visível e não nos interessa ter destaque em
Portugal. Aqui o mercado é pequeno e só absorve 2% da nossa produção, explica o
sócio executivo.
Os restantes 98% das quatro mil toneladas anuais
produzidas na fábrica situada em Mem Martins, nos arredores de Lisboa, seguem
para quase todos os países do mundo, com a Alemanha e a China a liderarem a
lista de mercados externos. Em conjunto, para estes dois países a Filkemp
exporta 55% da produção. Espanha é o terceiro maior mercado. A empresa conta
com 167 trabalhadores, seis unidades de negócio, 19 linhas de produção em 27
mil metros quadrados, e este ano deverá faturar 19,5 milhões de euros, quase
quatro vezes mais do que os cinco milhões de vendas registados em 1998, quando
se deu o management buy out, separando-se do grupo Hoechst. Até esse momento, a
pequena unidade industrial situada na cauda da Europa estava autorizada apenas
a fabricar fio de pesca, considerado um produto menor aos olhos dos donos
alemães.
"Em 2001 começámos do zero nos fios técnicos e
chegámos a líderes mundiais porque fomos roubando quota de mercado às nossas
concorrentes. Tínhamos o know how e éramos mais simpáticos e mais flexíveis do
que os alemães. Para os clientes foi uma lufada de ar fresco. Além disso
garantimos a mesma qualidade a preços mais competitivos, por causa dos salários
mais baixos em Portugal", conta José Inglês, que não esconde: "A
China é o nosso maior orgulho". A Filkemp rumou para o gigante asiático à
boleia dos seus clientes globais que tinham fábricas na China e hoje em dia
fornece também grandes clientes chineses da indústria de produção de papel. Na
prática, e entre muitas outras coisas, a Filkemp produz os fios de poliéster
usados nas telas de grandes dimensões das máquinas que produzem papel. Aqui o
segredo do sucesso da PME é a garantia de qualidade dos filamentos: "Tudo
começa no fio. Se a tela não tiver qualidade começa a saltar, a máquina tem de
abrandar a velocidade e isso causa grandes perdas de produtividade."
Apesar de existirem muitas oportunidades no maior
mercado do mundo, "na China não conseguimos crescer mais, por isso
começámos a olhar também para a Índia, México, Canadá. Temos de estar atentos
ao que vai acontecer a seguir e em que mercados".
Foi desta forma que em 2011 a Filkemp se lançou numa
nova área de negócio: os fios abrasivos, com diamante, cerâmica e sílica, para
fazer polimento industrial, sobretudo na indústria automóvel. Também aqui
começaram do zero e hoje são número dois da Europa. "Esse é um dos nossos
objetivos: qualquer área em que entramos queremos estar entre os três maiores,
só isso faz sentido", explica José Inglês. Mais recentemente, em 2014, a
Filkemp lançou--se na área da impressão 3D, com a produção de fio que serve
como toner para as impressoras de última geração. Um negócio ainda embrionário,
de apenas 15 toneladas por ano, mas que a empresa espera que no início de 2019
esteja já a valer acima de um milhão de euros. No capítulo dos investimentos, a
Filkemp dedica em média 1,5 milhões de euros por ano, sobretudo em máquinas,
estando prevista a compra de um novo terreno para o armazém de matérias-primas
e a instalação de quatro novas linhas de produção para chegar a uma faturação
recorde de 20 milhões de euros em 2018. Quanto à liderança mundial, José Inglês
reconhece: "Não é um posto, conquista-se e mantém-se graças a novos
investimentos e soluções. O futuro é esse: sermos sempre melhores".
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