Tempo em Algueirão Mem Martins

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Incêndio na Casa de Repouso das Raposeiras

O acidente aconteceu a 28 de dezembro de 2003, cerca das 16h30, na casa das caldeiras da Casa de Repouso das Raposeiras, situada na Rua da Torrinha, em Algueirão-Mem Martins. 

Uma funcionária de 45 anos ficou gravemente ferida. Sofreu queimaduras de 1.º grau na face e de 2.º grau nos braços e nas pernas e foi transportada para o Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa. 

Um aspeto particularmente importante é que os idosos residentes no lar não foram atingidos pela explosão. 

No socorro estiveram os Bombeiros Voluntários de Algueirão-Mem Martins e os Bombeiros de Montelavar, mobilizando quatro viaturas e 14 bombeiros. Na altura, o comandante dos Bombeiros de Algueirão-Mem Martins referiu que as causas da explosão ainda não estavam determinadas.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

1º Presidente da Junta de Freguesia - Dr. Fernandes

Hoje deu início a campanha eleitoral para as eleições autárquicas 2013, que se realizam no dia 29 de Setembro. A população de Algueirão Mem Martins vai escolher o presidente da Junta de Freguesia para os próximos 4 anos, e desta forma, decidi relembrar quem foi o primeiro presidente da nossa freguesia, o Dr. Francisco Fernandes (1911-1994).

A sua presidência teve início em 1963, e teve a duração de dois mandatos. O Dr. Fernandes era veterinário e foi igualmente o primeiro comandante dos Bombeiros Voluntários de Algueirão Mem Martins. Ele fixou-se em Mem Martins em 1947. Viveu numa vivenda que existiu na Rua do Zambujal.

Faleceu no dia 1 de Junho de 1994, e actualmente existe uma rua com o seu nome em Sacotes.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Ermida de São Romão - Monumento ou apenas ruína?

"A Ermida de São Romão ergue-se sobre uma elevação, ou plataforma, artificial, no interior da qual se registam importantes vestígios arqueológicos romanos e pré-históricos.
No seu todo, trata-se, sem qualquer dúvida, do principal conjunto histórico-monumental da Freguesia de Algueirão - Mem Martins e, no seu género, de um dos mais significativos do Concelho de Sintra."

Todo o texto em:
"http://www.jfamm.pt/sitemega/view.asp?itemid=278&catid=153"

Ao ler este texto tive alguma curiosidade em conhecer este monumento tão valioso da Freguesia. Esta antiga Ermida encontra-se mesmo no limite da freguesia, numa zona que eu considero, que faz pouco sentido ainda pertencer a Algueirão - Mem Martins, devido ao afastamento do centro, e acima de tudo pela a barreira física que existe hoje, com o IC30.












Quando cheguei ao local, admito que fiquei chocado com o que vi. O texto no site da Junta de freguesia, classifica a Ermida, como um verdadeiro Monumento, com elevado valor histórico, mas o que encontrei foi isto:

Umas paredes velhas, abandonadas e rodeadas de entulho.
















Paredes destruídas e cheias de Grafittis...
















Aquela é uma janela do Século XVIII, praticamente destruída
















Será que a aproximação do Betão vai engolir a História?
















Ao fundo, o que resta da Capela-Mor
















Com o Palácio da Pena de fundo, serve para se reflectir, que esta Ermida é muito mais antiga que o referido Palácio.
















E ficam várias duvidas no ar:
- Qual a posição da Câmara Municipal sobre este Monumento?
- E a Posição da Junta de Freguesia?
- Trata-se efectivamente um Monumento de interesse publico, ou apenas aguarda o avanço do betão para confirmar a sua total destruição.
- E a população tem conhecimento deste monumento?
- Existem projectos para recuperar a Ermida?


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Mem Martins - Silo Automóvel


Penso que se torna cada vez mais urgente, a construção de um estacionamento na zona da Estação de Mem Martins. À semelhança do que já acontece em alguma cidades Portuguesas, a construção de um silo, em altura, é a única possibilidade, devido à zona, altamente urbanizada. Ainda existem algumas zonas, muito poucas, onde se pode estudar soluções.
Eu mesmo já analisei algumas possibilidades, que certamente são zonas privadas, mas que a bem do espaço público poderiam ser comprados ou expropiados.
Por uma questão óbvias, não divulgo a minha opinião, acerca dos espaços.


Poderia ser um espaço com construção e exploração privada, com custo para o utilizador, mas que traria grandes vantagens, tais com:

- Reavivar o comércio nesta zona da vila;
- Facilitar e incentivar a utilização do comboio;
- Facilitar o acesso a serviços;
- Valorização do parque habitacional nesta zona;

- Aumentar o poder e a moral das autoridades, para multar estacionamento irregular;


Penso que seria uma solução bem mais vantajosa, do que a já falada instalação de parquímetros, que certamente, apenas ajudaria a afas
tar, ainda mais, as pessoas desta zona da localidade.






segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Feira das Mercês - Pêras Pardas Cozidas















Ora aqui está um tema que eu já tinha abordado, e que já tinha avisado para a sua extinção num futuro próximo. Apenas dois vendedores, de Pêras Pardas Cozidas, e que segundo conversa que tiveram comigo, pouco conseguiram vender, pois a procura foi muito baixa.














Os preços variavam entre o 1,50€ e os 4,00€, consoante o tamanho da pêra.















E a pouca procura que tiveram, segundo a informação que me foi facultada, foi essencialmente por pessoas já com alguma idade, que o faziam como ritual.

Parece ainda ser um ritual, ir à Feira das Mercês e comprar as Pêras.

Estas tradições regionais deveriam ser explicadas nas escolas, de modo a não morrer, ou pelo menos, não deixar as novas gerações na ignorância destas referências locais.














Entretanto descobri a existência de um pequeno aglomerado rural, no Concelho de Mafra, perto de Cheleiros, que se chama "Pêras Pardas". Mais uma prova, que esta tradição tinha algum peso no passado saloio.

sábado, 1 de novembro de 2008

Feira das Mercês - Última vendedora de Polvo Assado















Mais uma tradição que senti estar a perder-se...

Este ano, apenas estava presente na Feira das Mercês, uma única vendedora do já tradicional Polvo Assado...
Conversei com a senhora, na tentativa de perceber a origem desta tradição, e a resposta que obtive foi a seguinte:

- Olhe, não sei... Já a minha avó vinha todos anos vender, a minha mãe também, e eu segui-lhes os passos, mas de certeza vou ser a última. Aliás já sou a última vendedora de polvo da feira...

Em conversas com pessoas mais velhas, fui informado, que no passado, era fácil encontrar muita gente com o grelhador a vender estes tentáculos de polvo na brasa. No entanto, ninguém me sabe explicar a origem desta tradição.

Bem, eu paguei 1 € à senhora, e provei um pouco a tradição...