Este domingo, dia 24 de março, às 10h30 foi inaugurado o pavilhão desportivo municipal de Ouressa. No evento de inauguração estiveram presentes Basílio Horta, presidente da Câmara Municipal de Sintra (CMS), e Válter Januário, presidente da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins.
O novo pavilhão desportivo teve um investimento total de 310 mil euros, onde poderão ser realizadas diversas atividades de ginástica e basquetebol. Foi construído junto às piscinas de Ouressa e faz parte de um conjunto de medidas levadas a cabo pela autarquia para melhorar e promover o desporto no município.
“A Câmara Municipal de Sintra tem aplicado uma estratégia para melhorar a qualidade de vida de todos os que vivem e trabalham no nosso concelho, sendo o desporto mais um dos setores onde o município aposta e investe”, disse Basílio Horta, na inauguração do espaço.
O presidente falou ainda sobre a preocupação da autarquia em investir em melhores pavilhões desportivos escolares, destacando que “ainda há um caminho a percorrer”, mas que é continuando a investir em infraestruturas e equipamentos que se poderá melhorar a qualidade de vida no concelho.
Em 2019, os GROGNation vão voltar aos discos: depois da edição do álbum Nada É Por Acaso, em 2017, o quinteto de Mem Martins regressa com um novo EP, que chegará aos escaparates na segunda metade do ano. Com a promessa de apresentarem uma nova canção por mês, o périplo começa com “Pescoço” que, à semelhança do resto do disco, conta com a produção de Sam The Kid. A primeira vez que ouviram o instrumental do homem da TV Chelas, todos os elementos dos GROGNation tiveram “a mesma reação, abanar a cabeça de forma frenética. E é essa a reacção que os GROGNation querem provocar, com este primeiro avanço. Quem ouve a banda, abana a cabeça e sente a música e é para isso que eles cá estão, despertar sentimentos”, pode ler-se em comunicado de imprensa.
[Refrão] O pescoço diz yes É assim que acontece A gente Rola dodo tipo Somos os Da Blazz O pescoço diz yes É assim que acontece No rap contest Não há quem nos conteste O pescoço diz yes É assim que acontece O bounce vem de Chelas Mas o flavour vem de LS O pescoço diz yes (we) Diz yes (we the fucking best) [Verso 1: Harold] Ele diz yes porque a noite é nossa Até de madruga Concorda, a cabeça abana, liguem a batuta E a nuca ficou mais leve We the fucking best Qualquer língua serve Saudei a equipa com stamina No gás não há vacina O que um gajo faz no beat Cabeça acenas e rebobinas Aqui não há contrassenso Se tu vens contra, eu venço Sangue e lágrimas em qualquer período sem ter penso E eu 'tou focado em ver-te pedrado Com esta pedrada que vai de LS a Chelas, ya Se não fores quadrado Bem vindo ao formato Que muda o teu estado Mas sem deixar sequelas [Verso 2: Nastyfactor] Se a gente agir, a gente parte o pescoço Não ’tou no gozo Até sugiro ligares para o 112 Podes fugir, mas não dás gozo O nosso som é perigoso E se o torcicolo surgir, foi porque a gente esticou-se Rápido e grosso Só vim para te rebentar a coluna, mano Sem piedade nenhuma, como se eu fosse o Akuma, mano Sou capaz de pôr as bloggers a dançar à guna mano E a explodir da head tipo a label do que fuma mano (bang) O people sente e abana o capacete para cacete Faz caretas, serra o dente mesmo à nossa frente Pega no flavour do Sam, junta com a ginga do demo É assim que acontece quando és o creme [Refrão] O pescoço diz yes É assim que acontece A gente Rola dodo tipo Somos os Da Blazz O pescoço diz yes É assim que acontece No rap contest Não há quem nos conteste O pescoço diz yes É assim que acontece O bounce vem de Chelas Mas o flavour vem de LS O pescoço diz yes (we) Diz yes (we) [Verso 3: Neck] Sempre fly Com os meus Grog tight Daqui ninguém sai nem entra com bad vibes Só com king sizes O hype 'tá bem high Esta trip vai deixar-te com red eyes Trouxe os supplies Sam instrumentais, isto é grog damn Nationship no seu grind Já há long time Me'mo Sintra Line Manda vir que a fam tem no ADN a line A reviver o game, track a track Frame a frame Vais quebrar o neck com o "Yes" no meu plane Rimas com finesse até ao cair do pano Ainda não ’tá nada ganho Mais maduro a cada ano [Verso 4: Papillon] Minha comitiva rula, motivo te estimula Eyo caçula, a gente anula a expectativa nula Pitágoras não calcula as linhas que o genial formula Não mexo com o nervo do X I'm always back, espinal medula E não tem como negar, não faço o meu som para agradar O boy tem o dom da palavra Ponho os Black Company a saber nadar E assim vai, o senpai Rima sai, assim tight Break your neck, Busta Rhymes [Refrão] O pescoço diz yes É assim que acontece A gente Rola dodo tipo Somos os Da Blazz O pescoço diz yes É assim que acontece No rap contest Não há quem nos conteste O pescoço diz yes É assim que acontece O bounce vem de Chelas Mas o flavour vem de LS O pescoço diz yes (we) Diz yes (we the fucking best) [Verso 5: Prizko] Estalo o pescoço Não é por estar nervoso É curioso A causa do meu distúrbio Embalo contagioso A um ritmo furioso Grognation é a team Não mostrem repúdio Se me calo, dá gozo A ouvir o que ouço tudo um alvoroço E sem pausa no subúrbio Encurralo sem esforço Podes querer que sou teimoso No guarda-fato do quarto Ou num compact estúdio Seja qualquer for o polo Batismo ou protocolo, pode não ter mediatismo E vir do subsolo Se eu curto e colo Autismo que não controlo De trás para a frente até ficar com traumatismo ou torcicolo [Outro: Papillon] We Diz yes We the fucking best
A
Tapada das Mercês caracteriza-se por uma significativa diversidade étnica,
social e cultural, tendo em conta a evolução recente deste território: na
primeira metade da década de noventa, verifica-se um primeiro momento de
fixação de população imigrante, tendência que se intensificou e diversificou
mais recentemente. Em 2009, entre a população residente na Tapada das Mercês
37,3% tinha nascido no estrangeiro, 26,7% dos indivíduos tinha nacionalidade
estrangeira, contando-se 23 nacionalidades diferentes, em 42% das famílias
existia pelo menos um elemento no seu agregado de nacionalidade estrangeira.
Esta população caracteriza-se ainda por uma média de idades baixa, por baixas
qualificações escolares e fraco domínio da língua portuguesa.
A
Tapada das Mercês é uma localidade do concelho de Sintra que integra a área
urbana da freguesia de Algueirão-Mem Martins. O crescimento da Tapada insere-se
no processo de expansão suburbana que se intensificou a partir dos anos 80 na
parte norte de Lisboa, em particular na linha de Sintra, seguindo a linha de
caminho-de-ferro e difundindo-se a partir desta em todas as direções como uma
mancha de óleo (Barata Salgueiro, 1992). Desde então que a intensificação da
construção em altura, numa zona economicamente mais acessível, e o melhoramento
das acessibilidades com a ligação ao IC198 atraíram para o território uma
população essencialmente jovem oriunda de diferentes regiões do país, mas
também do interior da cidade de Lisboa onde os mais jovens não conseguem
responder ao elevado aumento do custo da habitação. A esta população,
frequentemente de nível socioeconómico médio-baixo, têm-se juntado mais
recentemente nacionais de países diversos no contexto das novas vagas
imigratórias com destino à AML. A diversidade cultural é hoje uma
característica dos residentes neste território, aos quais se associam alguns
problemas decorrentes das trajetórias de integração social que desenvolvem.
A
freguesia de Algueirão-Mem Martins é uma das mais populosas do país, nela
residia em 2011 uma população de 66 250 indivíduos, 17,5% dos residentes no
concelho. Os estrangeiros, num total de 5 781 indivíduos, têm um peso de 8,7%
no conjunto da população da freguesia. Relativamente ao concelho, Algueirão-Mem
Martins acolhe 17,7% da população com nacionalidade num país estrangeiro.
Regista-se ainda a presença de população com dupla nacionalidade (portuguesa e
outra), que no total de residentes da freguesia tem um peso de 3,1%.
O
grupo de estrangeiros residente neste território tem origens diversas porém,
quase 50% é oriundo dos PALOP (46,6%). Os cidadãos com origem no Brasil surgem em
segundo lugar, com um peso relativo de 31,4%, seguindo-se os nacionais de
países do leste europeu (13,2%). Os estrangeiros oriundos do continente
asiático e da UE(15) ocupam a quarta e quinta posições respetivamente (3,1% e
2,3%). O padrão de distribuição das diversas nacionalidades presentes neste
território suburbano não é idêntico ao que caracteriza o concelho de Sintra,
impondo-se com maior peso relativo os cidadãos nacionais do Brasil
relativamente à população oriunda de alguns países africanos. Entre as cinco
principais nacionalidades a brasileira apresenta maiores quantitativos, seguida
da cabo-verdiana, da angolana e da guineense (Fig. 3).
No concerto que se realizou no passado dia 8 de Março no Altice Arena (A História do HipHop tuga) estiveram presentes os Groognation e Bispo... e gritou-se 2725...