Tempo em Algueirão Mem Martins
terça-feira, 24 de maio de 2016
[Correio Manhã] Indemnizam famílias por mortes em fogo
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| Ibrahimmo Valy Ossman, proprietário do lar, também tem de pagar |
O Estado e o Instituto de Segurança Social foram condenados pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar 110 mil euros às famílias de dois dos nove idosos que morreram na sequência de um incêndio num lar, há 16 anos, em Mem Martins, Sintra. Esta indemnização terá ainda que ser suportada solidariamente por Ibrahimmo Valy Ossman, dono do lar. A família de um homem, de 70 anos, irá receber um total de 65 mil euros. Já o filho de uma idosa, de 82 anos, tem direito a 45 mil euros. No acórdão ficou provado que Instituto da Segurança Social sabia que o lar Sagrado Coração de Maria não tinha licença, nem condições, mas que nada foi feito para que os idosos dali fossem retirados. Os juízes desembargadores dizem ainda que o Estado tinha também a obrigação de fiscalizar o funcionamento daquele tipo de espaços.
"Na verdade, fiscalizando o lar, não podia a Segurança Social desconhecer o perigo que para os respetivos utentes constituía a existência de materiais facilmente combustíveis ao nível do forro, a pintura a tinta de óleo facilmente inflamável que cobria paredes e forro", lê-se no acórdão da Relação de Lisboa, que aumentou 20 mil euros ao valor que tinha sido fixado pelo tribunal de primeira instância. A tragédia ocorreu a 5 de maio de 1999. Um curto-circuito terá originado um incêndio no sótão do edifício, onde os idosos estavam acamados. O processo-crime só chegou a tribunal em 2011 e o proprietário do lar, Ibrahimmo Valy Ossman, foi nessa altura condenado a três anos de pena suspensa.
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| http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/indemnizam_familias_por_mortes_em_fogo.html |
segunda-feira, 23 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
* OpiniãoAMM: O Centro de Mem Martins está anémico!
Nos últimos anos sente-se Mem Martins a definhar. Qualquer pessoa que se passeie ao fim da tarde e ao fim de semana pelo Centro da Vila, sente um estranho sossego, que não o pode deixar indiferente, assustado e inquietado.
As conversas que se ouvem vão todas nesse sentido. O Centro da Vila está anémico, a morrer lentamente. Os estabelecimentos comerciais de referência e com valor acrescentado vão fechando a um ritmo assustador e o que se diz e ouve, com uma insistência preocupante, é o que mais seguirão.
A esta situação não será alheia a forte perda de população jovem que se tem verificado, a qual se deve a muitos factores: encerramento de muitas indústrias, o envelhecimento, desertificação do centro da Vila e a crise económica.
Os comerciantes de Mem Martins tem uma série reivindicações que será necessário analisar com urgência e discutir profundamente.
Uma das reivindicações que considero justa e legitima é a criação de parques de estacionamento no centro da Vila e dotar as ruas centrais de parquímetros (com a primeira meia hora gratuita).
A Vila de Algueirão -Mem Martins precisa urgentemente de uma transfusão de vitalidade para diminuir o seu estado anémico e tal só será possível com novas ideias, muito dialogo, equilíbrio de posições e não mais importante com a colaboração de todos.
Vamos dar Vida à nossa Vila ...........
sábado, 14 de maio de 2016
Monte Real // 'Noites de Mem Martins' ft. (Mkid, Tristany Timeold, Maddex) (video)
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| https://www.facebook.com/MonteRealKPM/ |
“Noites de Mem Martins”, mais conhecido por noites 122.
São vividas pelo os Monte Real, de uma maneira muito especial e, neste single podem desfrutar dos acontecimentos vivenciados, por nós Monte Real na zona suburbana “A.M.M” em redores de lisboa (Linha de Sintra).
Mkid, Timeold e Maddex protagonizam e dão a cara para falar um pouco da realidade neste lado da cidade.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Teatro - 'A Morte chega cedo'
O Teatro União é a companhia de teatro da Sociedade União
Sintrense, uma das mais antigas e históricas colectividades de Sintra. Produz
peças de teatro com textos originais e este ano aventura-se com criação de uma
comédia policial cheia de surpresas.
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| https://www.facebook.com/teatrouniaosus |
Sinopse
Toda a vila é convidada para uma ostentosa festa em celebração
do aniversário da nova casa de Cândida e Luís Silva. Com poesia, música,
bebidas e personagens misteriosas que não escapam à atenção da Menina Mariana,
personagem inspirada na famosa detective Miss Marple de Agatha Christie.
Ocorre um assassinato em que todos são suspeitos, em que toda a
vila estava presente mas que ninguém viu ou sabe nada.
Quem foi o assassino e quais as suas motivações?
Venha descobrir nesta peça inspirada na Detective Miss Marple de
Agatha Christie, em que não falta drama, tragédia e também uma boa dose humor.
Com participação especial de Fernando João Domingos ao piano e
do grupo de dança Design’Art.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
[BPS : Bombeiros Para Sempre] “Ouvi Gritar e Só Queria Sair Dali”
João, 48 anos, lembra ao CM inferno no fogo do Caramulo.
Quase três anos depois da tragédia, João Martins, 48 anos, ainda treme a voz. O fogo do Caramulo fez quatro dos oito bombeiros mortos em 2013 e marcou a história de todos os voluntários, mas principalmente dos que, como João, combateram aquelas chamas.
A poucos dias do Dia Municipal do Bombeiro em Sintra, cuja gala se realizou ontem, João lembra ao CM as horas de aflição. “Tinha os pés queimados, estava desorientado, com sede. Ouvi gritar e tentei ajudar os que estavam perto. Até que não consegui mais andar”. O bombeiro de São Pedro de Sintra fazia parte da coluna que combatia o fogo do Caramulo, a 22 de agosto. “Fomos descendo a serra, nada fazia prever. Sou voluntário há 34 anos e nunca vi nada assim.
Lembro-me de me levantar e cair. Bati numa árvore e tentei levantar-me. Faltaram-me as forças. Só queria sair, fosse como fosse”. João é exemplo de coragem para os dois filhos bombeiros, de 17 anos, que sempre acreditaram que o pai ia sair vivo do Caramulo. “Pensei muito nos meus filhos e na minha mulher. Se ia sair dali ou não. Foi muito complicado”, conta, comovido. Ainda não recuperado das queimaduras nos pés, João ficou também com problemas respiratórios.
Mas sente-se agradecido por estar junto da família. “Devo ter sido o último a sair. Fui resgatado numa cadeira, com o guincho do carro”.
Bernardo Cardoso (18 anos), Cátia Dias (21), ambos do Carregal do Sal; Bernardo Figueiredo, (23), Estoril; Ana Rita (24), Alcabideche; Daniel Falcão (25) e António Ferreira (45), Miranda do Douro; Pedro Rodrigues (40), Covilhã; e Fernando Reis (50), Valença, morreram no combate às chamas entre junho e setembro de 2013.
“Liguei à minha mãe e despedi-me” A chamada para a mãe foi imediata. Jonathan Gabadinho, 32 anos, na altura bombeiro em Queluz, viu na atitude dos chefes que algo estava errado. Combatiam um fogo na Tapada de Mafra, em 2009, e ficaram cercados. “Despedi-me da minha mãe”, conta.
Hoje bombeiro em Algueirão-Mem Martins, agradece ao 2º comandante a coragem de os ir buscar e recorda que o medo o levou a fazer a chamada: “Gosto muito de ti, mãe. Estamos cansados. Não sei o que vai acontecer”, disse à mãe.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/
Encerramento da 'Farmácia Medeiros'??
A 'Farmácia Medeiros' na Estrada de Mem Martins 173, entre o Cruzeiro e as Antigas Financias encontra-se encerrada ao publico aproximadamente 8 dias...
Terá sido o encerramento definitivo????
xxx
Terá sido o encerramento definitivo????
xxx
sábado, 7 de maio de 2016
[CMS] Dê o seu contributo para a criação do Parque Urbano da Cavaleira
No âmbito da criação do Parque Urbano da Cavaleira, na freguesia de Algueirão-Mem Martins, a Câmara Municipal de Sintra apela à participação ativa da população local no projeto de criação do parque, de forma a encontrar as melhores e mais adequadas soluções.
Esta intervenção tem como objetivo a consolidação do espaço como um todo, utilizando o verde como elemento de ligação e de continuidade e apostando na diversidade de equipamentos.
Pretende-se, desta forma, criar um espaço amplo com zonas de estadia e lazer, circuitos de manutenção para adultos/idosos, parque infantil, zona de desporto livre, percursos pedonais e estacionamento.
Os equipamentos serão envolvidos de forma harmoniosa por vegetação e fauna caraterística, recriando, assim, a paisagem natural e cultural de Sintra.
Este projeto integra o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, enquadrado numa candidatura apresentada pelo Município de Sintra no âmbito do Portugal 2020.
Teatro: “Madrepérola”
A recém criada Associação Cultural Quatro Quartos vai levar à cena a sua primeira peça de teatro “Madrepérola”, texto original de Ana Rita Barreira com encenação de Tiago Pereira, nos próximos dias 6, 7, 13, 14, 20, 21 e 27 de Maio, no espaço teatral da Escola Secundária de Mem Martins pelas 21h30h.
A Associação Cultural Quatro Quartos é um grupo criado em Fev.2015, que nasce da vontade de um conjunto de artistas dedicados em trazer cultura da comunidade para a comunidade.
Sinopse: Uma peça energética onde tudo pode acontecer. Mesmo tudo. Desde ostras e piaçabas-repuxo a encornanços brutais com mordomos. Prepare-se para a sua nova e controversa novela da noite. E já agora, sabe o que acontece quando se mistura Johnnie Walker com Red Bull?
Entrada:2€ c/ LOTAÇÃO LIMITADA
RESERVAS:
sms 918.272.708 reservasquatroquartos@gmail. com
Bilhetes devem ser levantados no local até 21h15.
Classificação etária: M/12
Duração aproximada: 1h10m
Texto original de Ana Rita Barreira
Ficha técnica: »Encenação e direcção artística: Tiago Pereira »Interpretação: Rafael Alves, João Tomás, Patrícia Monteiro, Inês Guerreiro, Vanessa Prazeres. »Assistência técnica: Bruno Santiago »Agradecimentos: Pedro Oliveira, Teresa Oliveira, Teresa Gomes.
RESERVAS:
sms 918.272.708 reservasquatroquartos@gmail.
Bilhetes devem ser levantados no local até 21h15.
Classificação etária: M/12
Duração aproximada: 1h10m
Texto original de Ana Rita Barreira
Ficha técnica: »Encenação e direcção artística: Tiago Pereira »Interpretação: Rafael Alves, João Tomás, Patrícia Monteiro, Inês Guerreiro, Vanessa Prazeres. »Assistência técnica: Bruno Santiago »Agradecimentos: Pedro Oliveira, Teresa Oliveira, Teresa Gomes.
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