Tempo em Algueirão Mem Martins

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

[Público] Sonhos de 2006???


A Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins, Sintra, pretende executar 11 projectos de recuperação urbana, mas antes quis saber o que a população achava deles. 
Para isso lançou um concurso de ideias através do qual enviou aos munícipes 31 mil inquéritos, com informações e imagens de cada um dos projectos. Perto de quatro centenas de respostas foram recebidas, o que leva o presidente da junta, Manuel do Cabo, a congratular-se com a iniciativa. 

"Queremos ouvir a população para escolher o melhor projecto", explica o autarca, acrescentando que com isso "não se quer aliviar de qualquer responsabilidade nas suas decisões". 

Os inquéritos, lançados em Maio e cujas respostas foram recebidas até ao final do mês passado, permitiram à junta saber que "a grande preocupação da população tem a ver com os espaços verdes, o que vai ao encontro das propostas" da autarquia, observa Paulo Noguez, membro do júri encarregue de avaliar as sugestões recebidas. "Quanto melhor um decisor ou uma empresa conhece o seu cliente, melhor será a sua estratégia e o serviço a prestar", justifica. 



"A vila não tem arranjo"

Algueirão-Mem Martins é a maior freguesia da Europa. Segundo os Censos de 2001, tem cerca de 63 mil habitantes para uma área de 15,9 quilómetros quadrados. Dez anos antes tinha 40 mil residentes. Esta explosão demográfica foi acompanhada de um crescimento urbanístico desregrado, que não levou em conta as infra-estruturas e os equipamentos sociais necessários. 

"Em termos urbanísticos, a vila não tem arranjo. Não há estacionamento. Não há um largo. As ruas são muito apertadas. Os prédios crescem para cima das estradas. Não há um jardim ou um centro bonito", resume Rosalina Guerreiro, que trabalha num café junto ao largo da estação. "Ouvir a população é sempre bom. E já está na hora de mudar o aspecto da vila", diz a comerciante, mostrando o seu apoio inequívoco à iniciativa da junta.



Segundo Manuel do Cabo, o objectivo dos 11 projectos é "redesenhar a paisagem da vila", com a construção de rotundas iluminadas, espelhos de água na bacia de retenção da Tapada das Mercês e intervenções em diversos espaços verdes. A requalificação passa ainda pelo largo da estação e pela construção de um túnel "que sirva de escoamento ao trânsito proveniente do IC19". 

O projecto em que a população deposita mais esperanças - a requalificação da estação e do seu largo e a criação de estacionamento em volta - será também o que mais tempo levará a concretizar. "Poderá ser algo para 15 anos. É uma obra de grande envergadura, que envolve demolições. Por outro lado, queremos um programa Polis para ali", explica Manuel do Cabo.

As sugestões dos munícipes serão agora avaliadas por um júri "que vai compará-las com as 11 propostas". Posteriormente, adianta o autarca, alunos de arquitectura da Universidade Lusíada, com base nas ideias dos munícipes, apresentam os estudos para estes projectos. A partir desse momento vai ser lançado o concurso de execução dos projetos, seguindo-se a fase de obra. 

"Em Junho de 2007, a freguesia vai entrar em estaleiro e as obras prolongam-se até ao final do mandato", resume Manuel do Cabo. 

* OpiniãoAMM: Descansa em paz Floresta Center

Texto Fábio Ventura
(Produtor e técnico de espectáculos)




Aqui podia haver um teatro. Aqui houve um teatro. Agora, lá dentro, só faltam passar aquelas bolas do deserto, como nos desenhos animados. 

Perdi a conta às vezes que corri as escolas dos Castelinhos e dos Bandeirinhas a promover espectáculos, perdi a conta aos amigos que chamei para ajudar, perdi a conta ao dinheiro que gastei, do meu bolso muitas vezes, para fazer acontecer coisas aqui. Passava aqui os meus dias (eu e a malta da Byfurcação, com quem eu trabalhava na altura). Para quê? Para agora isto ser um mamarracho que está em frente à estação das Mercês, a fazer sombra aos passageiros dos comboios. 

Que bonito.
(Inserir insultos e vitupérios aqui)


Um dia recupero o texto que escrevi quando isto fechou e mostro-vos. 

Agora estou só triste. Passar aqui, vir aqui dentro, entristece-me. À séria.
Descansa em paz Floresta Center

Sessão de Esclarecimento das Leis da Arbitragem na Tapada das Mercês

O Arsenal 72 vai promover uma sessão de esclarecimento sobre as leis da arbitragem, sábado, dia 19 de novembro, pelas 18h00, na Casa da Juventude da Tapada das Mercês.


[TVI] Missa na Igreja Nossa Sra Natividade

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Trânsito na 'Rua Lagoa Marinha' em Mem Martins

Um report que registei/divulguei aqui no Blog no passado dia 03Out, e partilhei no Site da Câmara Municipal ficou resolvido.
O sinal de sentido proibido na 'Travessa das Eiras' em Mem Martins já ganhou cor…
Agora falta resolver uma situação de trânsito que carece de rápida resolução, a 'Rua Lagoa Marinha' no Bairro de São Carlos.

Uma Rua onde funcionam 2 instituições para crianças, e onde não existe muito espaço de estacionamento, e ao início e ao final do dia, a afluência de carros, para recolha e entrega de crianças, tornam a rua perigosa e quase intransitável, para carros e peões... e em dias de chuva torna-se caótico... 

Uma sugestão para resolução simples deste problema?
Transformar a ‘Rua Lagoa Marinha’ numa via de sentido único.
Eu pessoalmente já reportei esta situação à CMS.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Exposição “O Tempo em 2725”

O Grupo de Teatro da Casa Estrela do Mar vai estar dia 17 de Novembro no Centro Cultural Casapiano (Belém) a inaugurar a exposição “O Tempo em 2725”, decorrente do trabalho com os jovens da Casa de Acolhimento Martins Correia. Esta exposição, com enfoque na educação artística e no teatro é o resultado de um trabalho desenvolvido desde o início de 2016. É aberta a toda a população, estão todos convidados!

sábado, 12 de novembro de 2016

BISPO // Na Estrada (Ep.2 Fundão)



"NA ESTRADA - EPISÓDIO 2"
Um pouco do que se passou no dia 23/07/2016, no Young Summer Festival, no Fundão.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Magusto 2016 na 'Qta de Sta Teresinha'


Na Quinta de Santa Teresinha

[Lusa] Utentes insatisfeitos com anúncio de polo hospitalar para Sintra

A Comissão de Utentes de Saúde do Concelho de Sintra (CUSCS) manifestou-se hoje insatisfeita com anunciada construção de um polo hospitalar em Sintra, considerando que a solução prevista é manifestamente insuficiente para os utentes do concelho.

"Não estamos satisfeitos. Consideramos lamentável que aquilo que estão a pensar para o concelho de Sintra não seja um hospital de facto. Seja uma outra qualquer solução que ainda não se percebe bem o que é de facto, que prevê entre 50 a 60 camas, quando falamos do segundo concelho do país", afirmou Paula Borges, destacando que o concelho de Sintra tem mais de 356 mil utentes inscritos nos centros de saúde.

A porta-voz da comissão de utentes salientou que o concelho tem uma área geográfica muito grande e que em junho deste ano foi calculado que existiam quase 95 mil utentes sem médico de família.

"A luta dos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em Sintra continua a ser a mesma e continua a ser a construção de um hospital público no concelho de Sintra e não qualquer coisa intermédia que não se percebe muito bem o que é", referiu, considerando que existe uma série de contradições em cima da mesa, salientando que o presidente da Câmara anunciou na sexta-feira a construção de um novo hospital e o ministro da Saúde veio "dizer perentoriamente que não é um hospital".

A comissão de utentes considerou, ainda, "absolutamente inaceitável, absolutamente disparatado", o encerramento da unidade que está a funcionar em Algueirão-Mem Martins, porque "não é solução para pessoas que vivem em freguesias mais afastadas do corredor da linha de Sintra".

"Ainda na semana passada o hospital Amadora-Sintra não estava a apresentar solução para atendimento de pessoas a nível dos serviços de cardiologia e de obstetrícia. A nota que temos é que as pessoas que precisaram de recorrer ao serviço de obstetrícia terão sido deslocadas para Cascais. As pessoas que tiveram problemas cardíacos durante a noite foram encaminhadas para o São Francisco Xavier, demorando entre a chamada dos bombeiros, a posterior vinda do INEM e a sua entrada em São Francisco Xavier quase três horas", afirmou.

A solução, para a Comissão de Utentes, seria a construção de um "hospital público no concelho de Sintra com capacidade para 200 camas, que contemple também internamentos e que não seja esta solução, que não são os cuidados integrados e continuados que dão resposta às necessidades do concelho de Sintra".

O presidente da Câmara de Sintra, Basília Horta (PS), anunciou na sexta-feira que o Ministério da Saúde vai investir na construção de um novo hospital em Sintra, com 50 a 60 camas, além das urgências e cirurgia ambulatória, e no alargamento do de Cascais, para servir mais utentes das freguesias do município sintrense.

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, esclareceu no domingo, na Figueira da Foz, que não se trata de um novo hospital, mas de "um polo do Hospital Amadora/Sintra [Hospital Fernando da Fonseca], sem internamentos e muito parecido ao modelo do hospital do Seixal".

O novo polo hospitalar terá "cuidados integrados e continuados", acrescentou, adiantando que também está prevista a possibilidade de ampliar o Hospital de Cascais".

RCS (JEF/LYFS) // JLG

Lusa/fim

sábado, 5 de novembro de 2016

[RTP] Sintra vai ter um novo hospital (video)





Comboios de 2 andares (video)

GOSTAS DOS COMBOIOS DE 2 ANDARES??

Na 'Linha de Sintra', os comboios de 2 andares dão origem a um grande numero de reclamações... pois 

são mais pequenos, tem menos portas, poderão ter mais lugares sentados, mas o espaço 'em pé' é pior, com muitos utentes sentados nas escadas, dificultando o acesso aos pisos...