Tempo em Algueirão Mem Martins

sábado, 23 de julho de 2022

Presidência Aberta em Algueirão Mem Martins (jul2022)

As requalificações dos espaços públicos da nossa freguesia foram o principal foco de trabalho na visita dos serviços da câmara municipal de Sintra à freguesia. Ao longo da manhã foram vistos, divulgados e discutidos os projetos propostos para o enriquecimento cultural e habitacional em Algueirão-Mem Martins.

A Quinta da Marquesa, na Tapada da Mercês, é um dos maiores projetos habitacionais no concelho de Sintra. A importância do ambiente e sustentabilidade, do urbanismo e mobilidade intensificam o projeto na valorização da urbanização. O espaço verde e a linha de água natural farão deste, um projeto onde os principais objetivos serão a qualidade de vida e a valorização do meio ambiente.
O Parque Josefa d’Óbidos foi outro dos temas abordados, assumindo-se a necessidade de uma intervenção que trará aos moradores da Tapada das Mercês um espaço com aproximadamente 5000 m² dedicados ao lazer e ao desporto infantil e juvenil. Para além dos atuais equipamentos, é intenção da autarquia construir com um novo parque infantil com aproximadamente 550 m², a requalificação do skate park já existente e a criação de um espaço de street work out com cerca de 800 m² envolvidos com espaços verdes e caminhos de aproximadamente 1900 m².
Já a requalificação do Parque Urbano de Ouressa tem como principal objetivo a segmentação de idades por espaços dedicados ao desporto e lazer. Neste local está contemplada a separação do Street Work Out do Parque Infantil, criando duas zonas totalmente autónomas e distintas. Para além disso, será construído um skate park e um dog park.

Por fim, visitou-se a estação da CP de Algueirão-Mem Martins e abordou-se a necessidade de requalificação da mesma e da sua zona envolvente. No projeto apresentado pelas Infraestruturas de Portugal (IP), foi possível vislumbrar uma reformulação de todo o espaço da estação, com especial atenção pela segurança, acessibilidade e qualidade na utilização de transportes públicos da freguesia de Algueirão- Mem Martins. Para além disso, também a Câmara Municipal de Sintra, apresentou um projeto de requalificação de toda a área envolvente, nomeadamente na zona do Algueirão, com a criação de bolsas de estacionamento.

quarta-feira, 13 de julho de 2022

[NIT] O novo desafio da Grande Lisboa já foi superado: comer 7 hambúrgueres em 6 minutos

Sete tentaram e falharam. Além da carne é preciso comer todos os acompanhamentos: o pão brioche, os ovos, o bacon, entre outros.


Faltavam dois segundos para o cronómetro chegar aos seis minutos. Antes da contagem terminar, Mutante, como é conhecido, conseguiu superar o desafio enfarta brutos do novo DSBurger: comer uma torre com seis hambúrgueres. “Veio com um amigo, mas só ele é que conseguir acabar tudo dentro do tempo”, explica à NiT Fernando dos Santos, 30 anos, o responsável pela nova hamburgueria de Mem Martins.

“Já seguia este tipo de desafios que se fazem no estrangeiro. Quando decidi abrir um restaurante, pensei logo em ter algo do género.” Apesar de ser fã destes challenges, tentou superar o que idealizou para o DSBurger, mas não conseguiu.

O restaurante foi inaugurado em março. Nestes dois meses após a abertura já foram sete os corajosos que pediram o desafio Hambúrguer 360. Só um ficou apto a entrar na espécie de quadro de honra que ainda está a ser construído.

Além de sete hambúrgueres com 100 gramas cada um, para vencer o desafio tem de comer tudo o que os acompanha. O pão brioche, dois ovos, uma salsicha toscana, sete fatias de queijo cheddar, sete tiras de bacon, milho, cebola, ervilhas e cogumelos.

Quem conseguir comer tudo isto nos seis minutos não paga os 25€ que custa esta sugestão. Também é possível encomendar esta torre para casa através das plataformas de delivery da Glovo e da Uber Eats. Ainda assim, terá sempre de o pagar, mesmo que desafie alguns dos seus amigos em casa. A oferta só é válida se a proposta for comida no restaurante — e apenas se o conseguir fazer dentro do tempo estipulado, claro.

Fernando já pensa em criar um novo desafio. Deverá estar disponível dentro de algumas semanas. Certo é também que se irá expandir até à Margem Sul. “Não será um restaurante, mas sim um espaço de street food. A oferta será idêntica à de Mem Martins.”

Este é o primeiro restaurante que abre. Há um ano inaugurou um talho próprio — o Talho DS — na Amadora, depois de vários anos a trabalhar como cortador de carnes noutros espaços do género. Pode não ser uma questão que surja imediatamente, mas quiser saber o porquê do DS, a resposta é simples: vem do dos Santos no nome de Fernando.

Toda a carne que serve no restaurante vem do talho do qual é proprietário. Os hambúrgueres de 130 gramas não preparados apenas com carne do acém. Já os de 100 gramas juntam carne de vaca e de porco.

Tirando o desafio, pode passar pelo espaço e fazer uma refeição com um tamanho mais normal. As sugestões incluem, por exemplo, o Toscano Burger, com salsicha toscana, queijo, milho e alface (8€), o Big DS Burger, com ovo, bacon, queijo, cebola frita e molho barbecue (7€), ou o Morto de Fome, com dois hambúrgueres, ovo, ananás, queijo e tomate (8€).

No menu encontra ainda alguns petiscos, como os bites de frango (3,50€), as bolinhas de alheira (4€), aros de cebola (5€), pica-pau (7€), prego no pão (3,50€) ou a morcela assada (5€). “Vamos também criar pratos do dia e até propostas de pequeno almoço. Daqui a umas semanas vamos passar a servir a partir das oito da manhã”, revela Fernando dos Santos.

Apesar desta alteração de horário e de mais opções na carta, o desafio ficará restrito aos hambúrgueres.

https://www.nit.pt/comida/o-novo-desafio-da-grande-lisboa-ja-foi-superado-comer-7-hamburgueres-em-6-minutos

segunda-feira, 16 de maio de 2022

SIC - 'Vida de Artista' com Mónica Sintra! (video)


Entrevista com Mónica Sintra na SIC, com João Baião, com reportagem inicial com a cantora na sua loja 'Why Not?', no Centro Comercial Galáxia em Mem Martins. 

[video abaixo com 30seg prévios de publicidade]

domingo, 15 de maio de 2022

Intermarché - Posto de Abastecimento

O Posto de abastecimento de combustível junto do Cabeço da Fonte, no Algueirão, está a mudar a imagem e a marca....






quarta-feira, 11 de maio de 2022

Feira de maio 2022, em Ouressa

 



Dia da Criança 2022

No próximo dia 4 de junho vamos celebrar o Dia da Criança na nossa freguesia. Junte a sua família e venha divertir-se com os mais pequenos!


O evento, com entrada gratuita, irá realizar-se no Parque Urbano da Cavaleira e terá início às 10h. Insufláveis, pinturas faciais e modelagem de balões são algumas das diversões que preparámos para si. Para além disso, teremos 3 sessões de circo (10h30, 14h e 16h), totalmente gratuitas, com pré-reserva de bilhetes*, até dia 25 de maio.
Junte-se a nós e participe!
𝐂𝐨𝐧𝐭𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐛𝐢𝐥𝐡𝐞𝐭𝐞𝐬:
Tlf: 219 229 458
Email: comunicacao@jfamm.pt
*𝘕𝘰𝘵𝘢: 𝘣𝘪𝘭𝘩𝘦𝘵𝘦𝘴 𝘭𝘪𝘮𝘪𝘵𝘢𝘥𝘰𝘴 à 𝘭𝘰𝘵𝘢çã𝘰 𝘥𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘵á𝘤𝘶𝘭𝘰. 𝘈 𝘱𝘳é-𝘳𝘦𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢 𝘴ó 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘳 𝘧𝘦𝘪𝘵𝘢 𝘱𝘰𝘳 𝘮𝘰𝘳𝘢𝘥𝘰𝘳𝘦𝘴 𝘯𝘢 𝘧𝘳𝘦𝘨𝘶𝘦𝘴𝘪𝘢 𝘥𝘦 𝘈𝘭𝘨𝘶𝘦𝘪𝘳ã𝘰-𝘔𝘦𝘮 𝘔𝘢𝘳𝘵𝘪𝘯𝘴.

segunda-feira, 9 de maio de 2022

III Feira Medieval de Mem Martins (20, 21 e 22 maio 2022)

 


A 3ª Edição da Feira Medieval Mem Martins regressa à nossa freguesia nos próximos dias 20, 21 e 22 de maio.
Encontrará diversas áreas temáticas como cavernas, mercadores, danças orientais entre muitas outras atrações ao longo de toda a animação medieval.
Esperamos por si na Quinta Santa Teresinha (Rua Caminho do Rio). A entrada é livre!

segunda-feira, 2 de maio de 2022

domingo, 24 de abril de 2022

Saudades ou só lembranças... do Algueirão

Texto que encontrei no blog 'Salvaterra e eu', e que aqui transcrevo com a autorização do seu autor João Celorico

"A ligar as duas partes, a de Cima com a de Baixo (do Algueirão), havia uma estrada (ainda hoje Estrada do Algueirão), poeirenta, que hoje, ruas com casas dum lado e doutro, é difícil a quem a não conheceu, saber onde passava. Como alternativa, havia um atalho (hoje o que, praticamente, é a rua dos Morés) pelo meio dos campos, onde, entre campos de cultivo, havia uma Fábrica da Telha.


A estrada, propriamente dita, começaria por alturas do que são, hoje, a Escola Primária e a Igreja, descia ligeiramente e depois de uma subida um pouco mais acentuada, curvava, onde hoje é a rua do Mercado, um pouco abaixo donde foi construído o reservatório de abastecimento de água (que ainda não havia, dado que a água que se utilizava era de poços ou fontes) para a esquerda e para baixo, descia de novo até encontrar a entrada inferior do atalho, numa zona baixa onde estava e ainda está uma mercearia e taberna que não recordo o nome (talvez, “A Competidora”) mas que era do “Pérlita”. Neste local, de passagem duma vala, houve certa vez uma grande inundação que impossibilitou a comunicação dos dois lados da povoação. Ainda pior, porque era por aqui o acesso de e para a estação dos caminhos de ferro!

Com o meu novo Mundo situado cá em Baixo, continuei a minha exploração. As casas aqui, eram mais novas e em maior número mas o movimento de pessoas nem por isso. Muitas das casas eram de veraneio (com o consequente abandono durante o resto do ano) e noutras, as pessoas não trabalhavam no Algueirão, saiam de manhã e retornavam já de noite. A proximidade da estação de caminhos de ferro, ajudava a isso.

É, então, que o centro do Mundo passa para o que se chamaria Rua M (ou seria N?) e hoje é a Rua de Santo Estêvão!E, é daqui que eu parto para a descoberta do resto do Mundo. Não me alargava muito, pois normalmente só ia até à linha do comboio.

Para lá da linha, ia à drogaria, à farmácia, ao cinema “Chaby”, acabado de construir e uma ou duas vezes, a uma drogaria, o “Africano”, para comprar lixívia (que os tempos eram de crise e não a havia em qualquer lado), ali para os lados dos Casais de Mem Martins.

Pois bem, saindo da tal rua M (ou N), chegava à estrada e, para baixo lá encontrava, do lado esquerdo os “Correios”, depois, à direita o “Pérlita", mais à frente, à esquerda a “Cabeleireira”, numa vivenda, lá para dentro e, já quase junto à linha, do lado esquerdo uma taberna, a “Cova Funda”, e na esquina defronte, uma mercearia. 

Do lado direito, entre outros havia uma capelista e outra mercearia, e mais acima o talho do Alfredo Conde, cavaleiro tauromáquico, pai do também cavaleiro Manuel Conde. Este, tinha casado com a filha do Crispim, do Algueirão de Cima; e dizia-se que a família Conde, seriam os mais ricos de Maçãs de D. Maria! Dinheiro atrai dinheiro!

Ainda junto à linha e no sentido de Sintra, começava a Avenida Capitão Américo dos Santos que, penso ligava à avenida, chamada da “Torrejana”, porque lá no fim ficava uma loja (mercearia) com esse nome. Penso que hoje, essa avenida é a avenida Val do Milho. 

Atravessada a linha, do lado esquerdo, ia-se até à Ribeira de Fanares, onde muitas vezes fui com minha mãe, para lavar roupa. Hoje será mais uma ribeira enterrada, talvez sob a Av. dos Capitães de Abril.

Em frente, além da drogaria do “Poças”, da farmácia “Químia” e duma mercearia, a que eu achava muita graça por dizer que era um Armazém de Víveres, coisa estranha para mim, e que ficava defronte da que foi Av. Chaby Pinheiro (penso eu), havia então nessa tal avenida, que pouco mais era do que um descampado, o Cinema “Chaby”. Foi neste cinema que eu vi o “Fado”, "Não há rapazes maus", “Duelo ao Sol”, “A Loura Incendiária”, “Sangue Ardente”, “Tão perto do meu coração”, e “Tarzan e a Fonte Mágica”, o primeiro filme do Tarzan interpretado pelo Lex Barker.

Não foram muitos os filmes que vi mas eu devorava os cartazes que apareciam na montra do “Pérlita”. E, do lado de lá da linha, em Mem Martins, para mim, era tudo. Do lado de cá, defronte da minha rua havia o que hoje é a rua do Forno e que era um caminho, até ao atalho. O forno era um forno de cal, local onde era frequente haver acampamento cigano, o que me obrigava, ao passar por ali, no meu caminho para a escola, a fazer uma espécie de “sprint” relâmpago, de modo a ver-me livre de sensações e medos estranhos demais para um miúdo.

Em sentido inverso, a zona de vivendas ali à volta, incluía uma padaria e um terreno mesmo a pedir que se fizessem ali uns “joguinhos” de futebol, que eu aproveitava na companhia de alguns veraneantes. Depois havia um regato, seco no Verão, uma zona de mato, e chegava à “Torrejana”, zona de mais algumas vivendas que se iam distribuindo na avenida, até à linha do comboio. Pouco mais havia, naquele mato imenso que ficava ali defronte de Ouressa mas, mesmo assim, lá no meio, o Colégio D. Afonso V, isolado, parecia não se importar muito com isso. O certo é que anos mais tarde, mudou-se para os lados de Fanares.

Por aqui, nada mais havia. De referir que para lá do atalho, na direcção das Mercês, havia o “Pinhal da Formiga”, onde corria uma ribeira que julgo seria a Ribeira de Fanares e onde apanhava lírio nas suas margens. Hoje, são ruas e prédios!

Assisti, à construção do edifício da Estação de Caminho de Ferro, pois até ali, o Algueirão, era apenas um apeadeiro; à viagem inaugural das primeiras carruagens, suíças, viagem feita pelo senhor Presidente do Conselho, dr. Oliveira Salazar e à viagem da rainha D. Amélia, a Sintra.

E, dos 3 aos 9 anos, foi este o meu Mundo, conhecido a palmo e que hoje me recuso a reconhecer mas que não esqueço! 

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Inauguração do "Parque Intergeracional" no dia 25 abril

O Parque Intergeracional Mem Martins Poente será inaugurado pelas 12h00 e localiza-se entre a Rua Fernando Pessoa e Rua Júlio Pomar.

Com uma área de intervenção aproximada de 10.000, este novo espaço multifuncional e integrado, vai melhorar as condições do espaço público, passando pela articulação dos acessos existentes, criando uma dinâmica que corresponde às funções de lazer, estadia e mobilidade.


terça-feira, 5 de abril de 2022

Mercadito de Chocolate e de Guloseimas da Cavaleira 2022

 


De 8 a 10 de abril visite-nos no Parque Urbano da Cavaleira (junto ao Pingo Doce):
▪ Sexta-Feira - 18h | 23h
▪ Sábado - 12h | 23h
▪ Domingo - 12h | 20h