Esta corrida com características eminentemente populares decorrerá dentro da Vila, Algueirão e Mem Martins numa extensão de 10 Km (10.000m) a 21 de Fevereiro de 2010.
Tempo em Algueirão Mem Martins
sábado, 13 de fevereiro de 2010
III Grande Prémio de Atletismo de Algueirão-Mem Martins
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Encerramento de Loja, no Centro Comercial Galaxia
Como se previa com o aparecimento de grandes superfícies, vais acontecendo calmamente, sem surpresa para ninguém, no entanto, é triste assistir ao encerramento de algumas lojas, que inequivocamente marcaram uma época em Algueirão - Mem Martins.
Quem nunca comprou nada nesta loja, que se manteve aberta desde a abertura do Centro Comercial Galáxia, até aos dias de hoje?
E como é assistir à sua substituição, por uns espaço de comercio, de origem asiático?
Deixo aqui uma parte da carta enviada pela antiga loja, para os seus cliente...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Maquina de Escrever "Messa"
Esta imagem, ainda deve estar marcada em muitas pessoas que residem em Mem Martins.
Fica a saudade e a recordação para muita gente.
domingo, 31 de janeiro de 2010
[Correio Manhã] Assalto no Algueirão
Uma mulher foi agredida com violência por um homem quando estacionava o carro numa rua do Algueirão, Sintra. O assaltante roubou as chaves do veículo e todos os haveres à vítima, e colocou-se em fuga, vindo a ser detido pouco depois graças à rápida denúncia da mulher atacada.
O crime ocorreu perto das 23h00 de quinta-feira. No momento em que estava a estacionar o automóvel, a mulher foi surpreendida pelo assaltante, que a ameaçou e agrediu a murro e pontapé. A mulher foi, de pronto, denunciar o assalto à PSP de Algueirão - Mem Martins, ajudando os agentes a prender o ladrão, que foi encontrado com os artigos roubados. O Tribunal de Sintra determinou que aguarde julgamento em prisão preventiva.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Freguesia Vista do Céu
sábado, 16 de janeiro de 2010
Manifestação de Feirantes, em Fanares (video)
Hoje assisti a algo que me indignou, a manifestação dos Feirantes em Fanares.
Se é óbvio para toda a gente, que as feiras de Fanares e da Capela não servem a ninguém, pela total ausência de condições, também me parece óbvio, que só deveriam de acabar, quando existisse um espaço alternativo concluído. Estarei errado?
Na foto abaixo, é possível ver o orgulho politico, com a solução encontrada na Tapada das Mercês...

O pior, é que este orgulho apenas criou problemas e contestação.
- Termina-se as feira sem existir alternativas concluídas para a sua substituição?
- Será que estes senhores se esquecem que existem várias famílias que vivem destes trabalhos?
- Será para as pessoas se desabituarem da fruta saloia, e ganharem o vicio da fruta das grandes superfícies?

Com os feirantes com quem falei, ninguém contestou a mudança, contestam isso sim a suspensão, como se podia ver nas folhas coladas nos seus veículos. Mas o ponto mais alto da minha indignação, é a falta de solidariedade politica. Ninguém dá a cara...Deixo aqui várias perguntas:
- Sr. Presidente da Junta de Freguesia, não seria o seu papel, estar ao lado dos comerciantes para lhes dar uma palavra e ajudar na resolução dos seus problemas?
- Srs políticos, acham que aquele pequeno terreno com alcatrão, sem água, sem wc's, é o espaço digno para a Futura Feiras da maior freguesia de Portugal?
- Como se sentem os habitantes da Tapada das Mercês, que vê o seu descanso incomodado com a colocação de uma Feira mesmo em frente às suas janelas?
- De que modo, será afectado o funcionamento da Escola às Quartas-feiras? Barulho? Trânsito?
- E as forças politicas da oposição? Alguém as viu? Alguém as ouviu? A feira serve só para ganhar votos e depois é esquecida?
- Termina-se as feira sem existir alternativas concluídas para a sua substituição?
- Será que estes senhores se esquecem que existem várias famílias que vivem destes trabalhos?
- Será para as pessoas se desabituarem da fruta saloia, e ganharem o vicio da fruta das grandes superfícies?
Com os feirantes com quem falei, ninguém contestou a mudança, contestam isso sim a suspensão, como se podia ver nas folhas coladas nos seus veículos. Mas o ponto mais alto da minha indignação, é a falta de solidariedade politica. Ninguém dá a cara...Deixo aqui várias perguntas:
- Sr. Presidente da Junta de Freguesia, não seria o seu papel, estar ao lado dos comerciantes para lhes dar uma palavra e ajudar na resolução dos seus problemas?
- Srs políticos, acham que aquele pequeno terreno com alcatrão, sem água, sem wc's, é o espaço digno para a Futura Feiras da maior freguesia de Portugal?
- Como se sentem os habitantes da Tapada das Mercês, que vê o seu descanso incomodado com a colocação de uma Feira mesmo em frente às suas janelas?
- De que modo, será afectado o funcionamento da Escola às Quartas-feiras? Barulho? Trânsito?
- E as forças politicas da oposição? Alguém as viu? Alguém as ouviu? A feira serve só para ganhar votos e depois é esquecida?
Trata-se de mais um duro golpe no pequeno comercio, pois muitas pequenas lojas sobreviviam, com a facturação obtida às quartas e aos sábados.
Jerónimo Martins e Belmiro de Azevedo agradecem.
E será que todos já pensaram, que a falta de um espaço credível e de qualidade para a realização da nova feira, é apenas mais umas consequência de um urbanismo egoísta, de "pato bravo", sem qualquer planeamento?
Fica aqui umas pequenas imagens dos feirantes a abandonar o espaço da "Antiga Feira de Fanares" debaixo de buzinão, em direcção à Câmara de Sintra, para mostrar o seu desagrado. Assisti a palmas e incentivos de alguns habitantes de Mem Martins, que também mostravam o seu apoio e a sua indignação. Quem era alvo de todas as criticas? Os senhores doutores políticos...
Que falta de Bom Censo...
OBS: a PSP apareceu no final (2 agentes)... tudo decorreu com apenas com um carro com dois elementos da Policia Municipal, que mesmo assim abandonou o local. O caos que se criou no trânsito? Se existissem problema estaria garantida a segurança de todos? tenho duvidas... enfim.. a população está habituada...
Jerónimo Martins e Belmiro de Azevedo agradecem.
E será que todos já pensaram, que a falta de um espaço credível e de qualidade para a realização da nova feira, é apenas mais umas consequência de um urbanismo egoísta, de "pato bravo", sem qualquer planeamento?
Fica aqui umas pequenas imagens dos feirantes a abandonar o espaço da "Antiga Feira de Fanares" debaixo de buzinão, em direcção à Câmara de Sintra, para mostrar o seu desagrado. Assisti a palmas e incentivos de alguns habitantes de Mem Martins, que também mostravam o seu apoio e a sua indignação. Quem era alvo de todas as criticas? Os senhores doutores políticos...
Que falta de Bom Censo...
OBS: a PSP apareceu no final (2 agentes)... tudo decorreu com apenas com um carro com dois elementos da Policia Municipal, que mesmo assim abandonou o local. O caos que se criou no trânsito? Se existissem problema estaria garantida a segurança de todos? tenho duvidas... enfim.. a população está habituada...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Reflexão Interessante sobre Urbanismo em Algueirão - Mem Martins
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"Eu sou arquitecto urbanista, um de algumas centenas que se formou naquele ano. Moro na freguesia e passo ao pé desse novo "edifício" praticamente todos os dias. E fico sinceramente escandalizado quando vejo a pouca vergonha que se constrói e ainda por mais quando leio o comentário da Paula sobre o edifício da Rato ser demolido. Como é possível, eu não sei. Sei que durante a infância decidi que queria ser arquitecto, logo na primária, devido ao gosto por desenhar.
Quando acabei o secundário escolhi um curso que também envolve urbanismo porque percebi que existiam grandes necessidades nessa área como a realidade do país nos revela, especialmente aquela que se passa neste concelho e arredores. Sei que andei a estudar durante 6 anos que foram tudo menos simples e a vontade de desistir nos períodos mais amargos vinha sempre acima, mas acabei por concluir o curso. Sei que tenho de pagar cotas à Ordem, a mesma instituição que me ensinou sobre o código deontológico e sobre o respeito pelos colegas de profissão...
Lamento, mas quem projecta e autoriza vergonhas destas, certamente que não será um colega de profissão porque isso que aí está quase subverte todos os princípios e assemelha-se ao que eu chamaria de um atentado urbanístico. Alinhamentos errados, enquadramento mau, configuração defeituosa e sem grande sentido, volumes alternados e sem sentido, desrespeito pelos moradores envolventes, desrespeito pela opinião pública, falta de informação na placa que foi colocada no início da obra e não estava preenchida, excesso de densidade, falta de espaço exterior com passeios mínimos e se calhar à margem da legislação actual, e um sentido estético deficiente... não é preciso nenhum tipo de formação específica para se poder perceber o que está a ser feito de errado. Mas pelos vistos a autarquia continua a pensar que o povo é estúpido. Pelas decisões e interesses de um par de dezenas de interessados e beneficiados com este tipo de obras, paga a população de uma freguesia que está cada vez mais destruída e sem qualquer tipo de sinais de melhora.
Estes recentes acontecimentos cada vez mais me fazem querer ir viver para outro lugar, longe desta vergonha, porque durante 3 décadas o elevado nível de corrupção continua a ser imenso e apesar da evolução tecnológica que decorreu no mesmo período já percebemos que a mentalidade dos construtores e dos políticos continua estagnada e corrompível. Ou isso, ou eu andei durante muitos anos e continuo a andar enganado a pensar que no curso que escolhi aprendi coisas úteis e que faziam falta..."
Quando acabei o secundário escolhi um curso que também envolve urbanismo porque percebi que existiam grandes necessidades nessa área como a realidade do país nos revela, especialmente aquela que se passa neste concelho e arredores. Sei que andei a estudar durante 6 anos que foram tudo menos simples e a vontade de desistir nos períodos mais amargos vinha sempre acima, mas acabei por concluir o curso. Sei que tenho de pagar cotas à Ordem, a mesma instituição que me ensinou sobre o código deontológico e sobre o respeito pelos colegas de profissão...
Lamento, mas quem projecta e autoriza vergonhas destas, certamente que não será um colega de profissão porque isso que aí está quase subverte todos os princípios e assemelha-se ao que eu chamaria de um atentado urbanístico. Alinhamentos errados, enquadramento mau, configuração defeituosa e sem grande sentido, volumes alternados e sem sentido, desrespeito pelos moradores envolventes, desrespeito pela opinião pública, falta de informação na placa que foi colocada no início da obra e não estava preenchida, excesso de densidade, falta de espaço exterior com passeios mínimos e se calhar à margem da legislação actual, e um sentido estético deficiente... não é preciso nenhum tipo de formação específica para se poder perceber o que está a ser feito de errado. Mas pelos vistos a autarquia continua a pensar que o povo é estúpido. Pelas decisões e interesses de um par de dezenas de interessados e beneficiados com este tipo de obras, paga a população de uma freguesia que está cada vez mais destruída e sem qualquer tipo de sinais de melhora.
Estes recentes acontecimentos cada vez mais me fazem querer ir viver para outro lugar, longe desta vergonha, porque durante 3 décadas o elevado nível de corrupção continua a ser imenso e apesar da evolução tecnológica que decorreu no mesmo período já percebemos que a mentalidade dos construtores e dos políticos continua estagnada e corrompível. Ou isso, ou eu andei durante muitos anos e continuo a andar enganado a pensar que no curso que escolhi aprendi coisas úteis e que faziam falta..."
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