Alguém se lembra destes acontecimentos??
Eu cheguei a ver Cangurus na 'Quinta da Corredoura'...
Um incêndio deflagrou esta manhã de terça-feira, num restaurante “Comilão Burger”, na rua do Arneiro, em Mem Martins, provocando dois feridos.
Segundo o Correio da Manhã (CM), que avançou a informação, as vítimas, são “um bombeiro e um agente da PSP, sofreram ferimentos ligeiros e foram transportados para o hospital”.
Para o local foram mobilizados onze operacionais apoiados por quatro viaturas.
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| Anúncio de 1902 da Companhia Real, para bilhetes a preços reduzidos na Linha de Sintra. Esta interface surge com a categoria de apeadeiro, e a designação de Algueirão. |
Houve um tempo em que andar pelo centro de Mem Martins era mais do que fazer compras — era fazer parte de uma família alargada. As ruas cheiravam a pão quente, a café moído e a perfume de domingo. Cada porta aberta tinha uma história, cada comerciante um sorriso, e todos sabiam o nome de quem entrava.
Logo pela manhã, o aroma irresistível da Padaria Primavera espalhava-se pela rua. O pão saía do forno ainda fumegante, e formava-se uma pequena fila de vizinhos que trocavam risos e notícias enquanto esperavam a sua vez. O padeiro, de avental branco, conhecia os gostos de cada freguês: “Um pão de Mafra para o Sr. António, duas carcaças para a D. Rosa, e um bolo para a menina que fez anos ontem.”
Mais acima, a Pastelaria Granada era um verdadeiro ponto de encontro. As vitrines brilhavam com pastéis de nata e duchesses, e o som das chávenas misturava-se com o burburinho das conversas. Era lá que muitos marcavam encontro antes de apanharem o comboio, e onde se discutia o futebol e a vida — sempre com o sabor doce de um bolo acabado de sair do forno.
Mais ao fundo, o Restaurante Chaby era o orgulho da vila. As suas toalhas brancas e a comida caseira traziam gente de longe. Ali celebravam-se aniversários, almoços de domingo e reencontros de amigos. A cada prato servido, havia uma história contada, um brinde feito — e uma memória criada.
E mesmo ao virar da esquina, as montras do Pronto-a-Vestir Lucanda exibiam novidades que faziam sonhar. Entre vestidos coloridos e camisas engomadas, as senhoras escolhiam com cuidado o traje para uma festa ou o casaco novo para o inverno. A dona da loja, sempre atenta, sabia o gosto de cada cliente: “Este fica-lhe bem, D. Maria, é a sua cor.”
Ao cair da tarde, quando as portas começavam a fechar e o último comboio passava ao longe, ficava no ar um sentimento de pertença. Cada loja, cada balcão, cada rosto conhecido fazia parte de um tempo em que o comércio local era o coração vivo de Mem Martins — e onde o valor maior não era o troco, mas a confiança.
Hoje, quem passa por essas ruas talvez já não veja os mesmos letreiros. Mas quem as viveu, ainda as sente. Porque o verdadeiro centro de Mem Martins não era de pedra nem de asfalto — era feito de pessoas, aromas e memórias que continuam a morar no coração de quem lá cresceu.
"Topsndolls Mem Martins" encerrou a loja na av. Chaby Pinheiro, no dia 27 outubro de 2023.
A marca já encerrou também as suas lojas na Amadora, Oeiras, Loures e Vila Nova de Gaia.
A Mercadona, empresa de supermercados, abre hoje o supermercado da Tapada das Mercês, na Avenida Miguel Torga n.º10. Esta é a segunda loja da cadeia no concelho de Sintra já que a primeira abriu no passado mês de julho, em Massamá. A abertura deste supermercado reflete a aposta da Mercadona no seu plano de expansão em Portugal, onde a empresa conta com um total de 46 lojas, das quais, a partir de hoje, 4 se situam no distrito de Lisboa. O novo supermercado criou 90 novos postos de trabalho, estáveis e de qualidade, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo para a criação de emprego local.
Dispõe de uma área de vendas de 1.900 m2 divididos entre as secções de Talho, Peixaria, Charcutaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Cuidado do Lar e Animais de Estimação, Frutas e Legumes, Garrafeira e Pronto a Comer com self-service e várias opções de pratos preparados para levar ou comer na loja, numa zona exclusiva para o efeito. Além disso, os “Chefes” (clientes) podem também contar com um mural de sushi, presunto cortado à faca e embalado no momento, uma máquina de sumo de laranja espremido na hora e carrinhos de compras leves, ergonómicos e sem moeda.