07/01/2014

Limite... do passado

No encerramento parcial da loja Limite, na estrada de Mem Martins, desvendaram-se-se memórias do passado...




8 comentários:

  1. heehe epá realmente cada vez que ai passava perguntava-me a mim mesmo como é que ainda conseguia se manter em funcionamento.. os preços não eram lá muito apelativos..

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  2. Dava jeito quando precisava de cordas com urgência e não queria pegar no carro :/ Não devia ser a única..

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  3. Acho que a noticia está incompleta ! Fechou, não fechou ? Quando ?

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  4. Os tempos estão de crise no entanto estes senhores da limite sempre exageraram nos preços,e muito!...Um conjunto de cordas de qualidade que custa 5.80 ou 6.50 € nouto sitio aqui era 10 ou 12.
    Violas e guitarras de qualidade muito fraca a preço de gama média...com essa mentalidade perderam muitos dos clientes que tinham incluindo eu que prefiro viajar 10 km ou mais para comprar o que preciso...Toda a gente quer ganhar o seu mas vender tão caro para suportar o resto da semana sem vender não obrigado.Quando eu tinha 18 ou 19 anos tinha muito mais qualidade os equipamentos agora com 37 anos já nao comprava lá nada e sou um ex cliente que já lá comprai pelo menos 3 guitarras electricas fora o resto...

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  5. Veja se encontra alguma coisa sobre a loja de cassetes pirata de jogos Spectrum no centro comercial Drugs ,quando tinha 15 16 anos todos os fims de semana lá ia a correr desde casa para comprar as ultimas novidades lembro-me do dono ter um bigode farfalhudo e á frente ter um revendedor de computadores Timex (o Spectrum made in Portugal) que foi onde comprei o meu que ainda funciona tenho centenas de jogos comprados nesse senhor no Drugs...lol

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  6. Lembro-me perfeitamente dessa loja de jogos e da outra dos Spectrum. Comprei lá alguns jogos !! :-) Altura em que ir ao Drugs era um must !!

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  7. Essa loja do Drugs era do melhor!!!

    Voltando à Limite, sempre achei que além dos preços o atendimento não era o melhor, apesar de o dono ser 5 estrelas, mas tinha um empregado que era só rir, não percebia nada daquilo e ainda queria mostrar que sabia muito. No inicio ia lá muito, nem que fosse só para ver, mas ainda lá comprei uns pratos e não sei quantas baquetes.
    O mais cómico foi que quando voltaram a apostar nos instrumentos, vendiam por exemplo pratos de choque em separado, o que mostra q não sabiam o que andavam a vender.
    Também eram na generalidade caros, como aqui já foi falado.
    Não me importava nada de ficar com o negócio, se pudesse, mas tambem não me parece que tenha grande futuro.

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